Notícias e Treinamentos sobre Comércio Eletrônico

10 motivos para você não criar uma loja virtual

Posted by Roberto Camargo On novembro - 17 - 2009

Os números do e-commerce no Brasil têm feito não só empresas do mundo físico criarem seu braço virtual na internet, como também têm estimulado muitos brasileiros empreendedores a tentarem a sorte no mundo virtual. Não quero jogar um “balde de água fria” nas empresas ou empreendedores que vislumbram no comércio eletrônico riqueza com pouco trabalho, mas posso citar ao menos 10 bons motivos para não criar uma loja virtual.

1. Loja virtual

Meu sobrinho “manja” muito de internet e vai fazer pra mim um logotipo e uma loja virtual simplesinha mesmo.

Cai Fora!

Existem vários sistemas de loja virtual para você escolher. Próprio ou alugado (polêmicas à parte), escolha um que seja profissional, que passe credibilidade ao internauta e capriche muito no layout.

2. Formas de pagamento

Pretendo oferecer para meu cliente a opção de pagamento “depósito bancário”, no meu nome de Pessoa Física, na minha conta poupança

Cai Fora!

Seu cliente quer pagar com comodidade, no cartão de crédito, preferencialmente. Existem muitas soluções atualmente que ajudam no início de uma loja virtual, entre elas PagSeguro e Pagamento Digital.

3. Estoque

Sou esperto, vou primeiro vender, receber e depois comprar em seu fornecedor.

Cai Fora!

Para isso você precisa ter um esquema MUITO bem feito com seu fornecedor, para receber o produto muito rápido (em poucas horas) e com a garantia dele que sempre vai ter o produto disponível para pronta entrega, o que nem sempre é possível.

Seu cliente sempre quer receber amanhã. Mesmo que ele ainda nem tenha pago o boleto bancário, ele já acha que você está enrolando e atrasando a entrega.

4. Correio e-Sedex

Não vou fazer um contrato de consumo mínimo mensal de R$ 1.000,00 com os correios só para ter taxa entrega mais barata. Quem paga é o meu cliente mesmo…

Cai Fora!

Confira uns exemplos de valores de entrega:

  • Sedex de 300g. de São Paulo para Brasilia = R$ 21,50
    E
    -Sedex de 300g. de São Paulo para Brasilia = R$ 7,71
  • Sedex de 1kg de São Paulo para São Paulo = R$ 10,50
    E
    -Sedex de 1kg de São Paulo para São Paulo = R$ 5,50

Você pretende conquistar o cliente de outra loja virtual, oferecendo uma taxa de entrega maior? Existem outras boas opções de empresas que fazem entrega, mas oferecer o e-Sedex no início de sua loja virtual é uma obrigação com o seu cliente.

5. Atendimento ao cliente

Pretendo responder aos emails dos meus clientes assim que eu chegar em casa à noite, após o meu serviço.

Cai Fora!

Email, chat, helpdesk, telefone e outras formas de atendimento têm que estar à disposição do seu cliente e a resposta tem que ser IMEDIATA.

Se você não atender à necessidade ou dúvida do seu cliente rapidamente, seu concorrente vai atender.

Uma mensagem no orkut ou no twitter contra sua empresa pode ser devastadora se não acompanhada de perto e com ações rápidas.

6. Detalhes do produto

Não tenho foto e texto legal, tô pegando em alguns sites concorrentes.

Cai Fora!

Este item é grande e merece um artigo só dele, pois o cadastro de um produto exige fotos com qualidade, especificações técnicas completas, instruções de uso e, se possível, vídeo.

Os detalhes sobre seu produto devem ser como um vendedor online, ele tem que tirar imediatamente todas possíveis dúvidas do seu cliente.

7. Publicidade “paga

Não vou investir em publicidade “paga“, conheço muita gente que já fez anúncios em links patrocinados e não vendeu nada.

Cai Fora!

Utilizar a ferramenta para criar um anúncio no Google Adwords é muito fácil mesmo, mas criar a estratégia do anúncio, o texto e escolher as palavras-chave de forma a investir pouco dinheiro, infelizmente não é para qualquer um, é necessário muito treino e estudo. Contrate um profissional para isso e foque seu trabalho em administrar seu negócio.

8. Publicidade “gratuita

Só vou investir em publicidade “gratuita“, não tenho dinheiro pra jogar fora com anúncios pagos.

Cai Fora!

Atualmente é possível conseguir publicidade gratuita de diversas formas, inclusive as mídias sociais nos ajudam bastante nisso – lógico que se usadas com sabedoria.

Há uma grande loja virtual que diz que não investe dinheiro em publicidade. Eu discordo disso, pois podemos não investir diretamente no canal de publicidade, mas precisa de alguém para criar e executar as ações de publicidade gratuita.

9. Nota fiscal

Vou começar a vender pela internet e, se der certo, eu abro minha empresa.

Cai Fora!

Ter uma empresa legalizada não é só uma obrigação com o governo, mas principalmente com o seu cliente, que deve e sempre exigirá uma nota fiscal do produto comprado.

10. Planejamento

Acho que todos os motivos acima são bobeira e é perfeitamente possível ter sucesso sem levar em conta estes motivos.

Cai Fora!

O primeiro passo é montar um plano de negócios para sua loja virtual, mesmo que ele seja simplificado. Veja algumas dicas no artigo “Faça um plano de negócios para montar sua loja virtual”.

Finalizando esse artigo, quero deixar um conselho: CAIA DENTRO!

Trabalhe seriamente, levando em consideração essas dicas, e sua loja virtual terá tudo para ser um grande sucesso na internet.

Se quer acrescentar um motivo, ou discordar de algum acima, deixe seu comentário.

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Co-fundador Evan Williams conta como nasceu o twitter

Posted by Roberto Camargo On agosto - 31 - 2009

Twitter conquistou um pequeno exército de seguidores, com suas pequenas notificações e o prazer da comunicação instantânea. Seu co-fundador Evan Williams revela alguns detalhes fascinantes que ele aprendeu com os usuários e como isso contribuiu para a evolução do seu negócio.

Ative a legenda em português,
clicando em VIEW SUBTITLES

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Ebook Tudo o que você precisa saber sobre Twitter

Posted by Copy Past On agosto - 27 - 2009

Release Oficial

O que é Twitter? Para que serve? Por que todo mundo só fala nele? Como fazer parte da tuitosfera? Essas dúvidas que muita gente tem, mas não sabia para quem perguntar, agora já podem ser respondidas. Elas estão no primeiro guia online sobre a ferramenta. “Tudo o que você precisa saber sobre Twitter (você já aprendeu em uma mesa de bar)” foi lançado pela Talk Interactive nesta segunda-feira (10/08) por meio do Twitter, é claro (http://www.twitter.com/lets_talk). O conteúdo ficará disponível na internet sob licença Creative Commons, permitindo que qualquer pessoa leia, repasse e ajude a atualizar o livro colaborativamente.

Download em resolução:

Tudo o que você precisa saber sobre Twitter – Baixa 3 MB
Tudo o que você precisa saber sobre Twitter – Média 6 MB
Tudo o que você precisa saber sobre Twitter – Alta 10 MB.

Com 46 capítulos, o livro é dividido em três categorias: Tudo o que você precisa saber; Negócios, jornalismo e política; Uso avançado do Twitter. Trata-se de um manual prático com orientações sobre como encontrar pessoas, o que é seguir e ser seguido e como o serviço pode ser utilizado de forma simples e eficiente. “O Twitter está crescendo muito no Brasil. Cada vez mais, novos usuários entram nesta rede, aumentando sua relevância. Mas as dúvidas sobre o Twitter ainda são muitas. Por isso tivemos a idéia de produzir um manual prático. O material vai ajudar muita gente”, diz Luiz Alberto Ferla (@ferla), CEO da Talk Interactive.

Segundo Ferla, o conteúdo tem ainda importantes dicas para quem deseja utilizar a ferramenta para fins corporativos e até para ações em campanhas políticas.

“O livro vai do básico ao avançado, abrangendo todos os níveis de conhecimento a respeito da ferramenta”

A idéia do livro surgiu e foi desenvolvida dentro da Talk a partir das dúvidas que muitas pessoas têm em entender essa ferramenta e também sobre a dificuldade de muitos tuiteiros em definir o serviço.

“É difícil explicar o que é o Twitter para alguém com noções básicas de uso da Web. Você pode, por aproximação, dizer que é uma mistura de blog e MSN ou pode ser específico e falar que é uma ferramenta para micro-blogagem baseada em uma estrutura assimétrica de contatos, no compartilhamento de links e na possibilidade de busca em tempo real, mas dificilmente isso convencerá o seu interlocutor a usar o serviço”, diz Juliano Spyer (@jasper), redator da obra e integrante do time da Talk.

Prefácio colaborativo

Com mais de 200 mil seguidores no Twitter, ninguém melhor do que Marcelo Tas para prefaciar um livro sobre a ferramenta. Mas a condição para aceitar o convite foi a de que os internautas também participassem da discussão para melhor definir o que é o serviço. Dessa colaboração nasceram pérolas como:

  • O Twitter é para o mundo o que a praça é para uma cidadezinha. @_Jeyson
  • O Twitter é como pátio de hospício, cada um falando “sozinho”, eventualmente alguém responde. @saintbr
  • Não consegui explicar até hoje para o meu chefe. @joycemescolotte
  • O Twitter é uma maquininha de cutucar corações e mentes na velocidade da luz. Em 140 toques ou menos, a imaginação é o limite. @marcelotas

Dados do livro

Título: Tudo o que você precisa saber sobre o Twitter (você já aprendeu em uma mesa de bar)
Criação: Talk Interactive
Páginas: 110
Licença: Creative Commons
Classificação: Twitter, redes sociais, Web, comunicação, tecnologia.

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Quer pagar quanto?

Posted by Copy Past On agosto - 25 - 2009

Frederico Wanderley, CIO da Casas Bahia, levou o estilo popular da rede de lojas para a web.

Repetir na internet o sucesso da Casas Bahia com as classes C e D é o desafio da loja online da rede varejista — e do CIO Frederico Wanderley, de 62 anos. Desde 1993 à frente da área de tecnologia da empresa, ele e sua equipe levaram cerca de três anos planejando o site, que acabou só estreando em fevereiro, bem depois dos concorrentes. Vídeos no YouTube e nuvens de tags são alguns dos recursos usados para ajudar os consumidores no processo de compra. Do centro de tecnologia, em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo, Wanderley falou à INFO sobre a loja online.

INFO – As classes C e D estão comprando na loja online da Casas Bahia?

WANDERLEY – O site foi desenvolvido para as classes C e D, que são o foco da Casas Bahia, mas todas as camadas da população estão comprando. Saem desde pen drives de 19 reais até TVs de 60 polegadas. Nos surpreende a quantidade de brasileiros que acessam o site a partir de outro país. Eles compram produtos para seus parentes que moram aqui e que podem fazer a retirada na loja. Esse é um diferencial da Casas Bahia. A pessoa pode comprar no site e retirar na loja física.

INFO – E quem mora onde não há Casas Bahia?

WANDERLEY – A loja virtual só vende para regiões onde há lojas físicas, porque o pós-venda é importante para nós. A finalidade da loja virtual é ser extensão da loja física, o que significa levar o produto na casa do cliente, montá-lo e retirá-lo se preciso. Além disso, a devolução de material enviado para regiões onde não estamos presentes teria um custo alto.

INFO – Por que a demora em estrear no e-commerce?

WANDERLEY – Em termos de instalações e tecnologia, estávamos prontos há anos, mas foi uma estratégia da empresa não ter pressa e primeiro entender as demandas do mercado. Ficamos anos debatendo, pesquisando, entendendo as necessidades da nossa freguesia.

INFO – Vocês fizeram pesquisas para entender o seu público na web?

WANDERLEY – Sim, nas pesquisas que fizemos com as classes C e D o grande anseio é o da população em geral, ou seja, medo de colocar o seu cartão de crédito na internet. Mas oferecemos todas as formas de pagamento presentes em qualquer site virtual, além do uso de cartões de crédito da Casas Bahia. São mais de 5 milhões de cartões Casas Bahia, que permitem parcelar a compra em até 24 vezes. Isso facilita o acesso das classes menos favorecidas.

INFO – O número de acessos está dentro do esperado?

WANDERLEY – A loja começou a funcionar em 2 de fevereiro e menos de 100 dias depois já tínhamos um fluxo maior do que muitos portais. Em abril, foram 2,2 milhões de visitantes únicos. Em vendas, a meta é responder por 1% a 2% do faturamento total da empresa em um ano.

INFO – O site faz ofertas personalizadas?

WANDERLEY – Fazemos e-mail marketing e entre 25 e 30 ofertas relâmpago diariamente na mídia tradicional. Elas valem para todos os clientes. Não seria justo fazer promoção diferenciada em um ambiente. Imagine a frustração de um cliente ao descobrir que alguém comprou mais barato porque recebeu uma promoção por e-mail enquanto ele pagou mais caro pelo mesmo item na loja física.

INFO – Vocês usam recursos como Twitter e redes sociais?

WANDERLEY – Temos um canal no YouTube (www.youtube.com/user/Casasbahia), com vídeos de vários produtos. Esses vídeos podem ser baixados também na loja virtual, na página do produto. Começamos com 100 vídeos, mas a ideia é aumentar. É como se o cliente fosse atendido por um vendedor online, que apresenta a mercadoria. Testamos todas as possibilidades de inovação tecnológica, inclusive orkut e Twitter. Mas não vamos perder tempo com modismos. Senão, você perde o foco e compromete a agilidade na compra. Este absurdo merece o destaque certo ? (Roberto Camargo)

INFO – A tecnologia de logística é diferente para a internet?

WANDERLEY – Nossa logística normal já é tecnologia de ponta e estávamos prontos para suportar a loja virtual. Usamos mainframe com Linux, o que é uma grande vantagem. Simplesmente colocamos o site como uma filial a mais, usando toda a logística usual da empresa. Nessa área, novas tecnologias surgem todo dia. Há tempos estamos desenvolvendo, por exemplo, um projeto para o uso de RFID em nossos depósitos, lojas e centro de distribuição. Em dezembro passado, fizemos piloto na superloja do Anhembi (SP), onde chegamos a ler mais de 250 mil itens por meio dessa tecnologia.

Autor: Ana Lúcia Moura fé

Fonte: INFO

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M-commerce: “Desconto especial para você”

Posted by Copy Past On julho - 31 - 2009

Se, ao ler o título deste artigo, você pensou “m-commerce não funciona, nunca comprei nada pelo celular e não conheço ninguém que comprou”, então, continue lendo, pois você pode ter boas surpresas, ou melhor, você pode, como eu, ter uma nova visão sobre o conceito de m-commerce.

Antes de entrar no detalhe de m-commerce, vale dividir alguns números sobre o e-commerce brasileiro em 2008, que correspondeu a um faturamento de R$ 8,2 bilhões (30% superior que 2007), atingiu 13,2 milhões de compradores (39% maior que valor de 2007) e teve entrada emblemática das Casas Bahia e Wal-Mart neste “novo” mundo. O gráfico abaixo ilustra bem essa evolução de faturamento dos últimos anos.

2001     –     0,54
2002     –     0,85
2003     –     1,18
2004     –     1,75
2005     –     2,5
2006     –     4,4
2007     –     6,3
2008     –     8,2

Estes números de e-commerce servem apenas para avaliarmos o potencial do m-commerce. Se, atualmente,  possuímos mais de 150 milhões de linhas ativas (tirando a sobreposição de 120 milhões de pessoas com celular) versus 60 milhões de internautas, temos então um mega potencial. Entretanto, com todo este público, como explicar o fato de você não conhecer ninguém que já transacionou pelo celular?

Bom, podemos ter inúmeras respostas. Os sites de e-commerce não estão adaptados para o celular, os cadastros são longos, muitas pessoas acreditam que não existe tecnologia suficiente para que  a transação se torne segura etc. Mas o meu objetivo neste texto é dividir o que eu entendo como conceito de m-commerce, que é qualquer transação de compra e venda de produtos que começa e termina no celular.

Temos alguns exemplos interessantes. O primeiro deles foi simples de ser implementado: a Credicard Citi queria vender cartão de crédito por meio do celular.  Para isso, fechamos um acordo com uma operadora de celular, incluímos um LINK no CHIP dos clientes (sim, podemos remotamente mudar o que está escrito no CHIP do seu celular) com  as palavras CREDICARD CITI. Ao clicar neste link, automaticamente era enviado um SMS  que apresentava uma oferta exclusiva. O cliente precisava apenas clicar no 0800 exibido no texto da mens agem. Ao clicar, a ligação gratuita era efetuada e o usuário poderia adquirir o novo cartão de crédito.

Resumindo: em minutos, sem tirar a mão do celular, o usuário viu o nome do anunciante, se interessou, clicou no link, recebeu mais informações no SMS, se interessou ainda mais, clicou no 0800 do SMS, efetuou a ligação e comprou. Conclusão: na minha visão, o m-commerce foi realizado com sucesso, pois o processo começou e terminou no celular.

Outros exemplos mais ricos já foram realizados. No ano passado, a Polishop fez um vídeo para vender um produto. Ao entrar no portal WAP de uma operadora, o usuário era impactado por um anúncio “Veja o vídeo e ganhe um desconto de R$ 300,00”. Ao ver este vídeo, o consumidor recebia automaticamente um SMS perguntando se ele tinha interesse em adquirir o produto. Ao responder (gratuitamente) o SMS, ele recebia uma ligação do call center da Polishop para efetuar a compra. Fantástico!!! Ainda mais diante de uma lei que restringe o telemarketing ativo.

Voltando aos cases fáceis de serem implementados, e melhor, com cobertura de 100% dos aparelhos, a Editora Abril fez um projeto para vender mais assinaturas de revistas por meio do SMS MKT. Vale lembrar que, esta mensagem publicitária, só pode ser enviada para quem autorizou o recebimento, e as operadoras de celular já possuem hoje milhões de celulares autorizados. A Abril, então, fez uma determinada seleção destas listas autorizadas, já que é possível segmentar por sexo, idade, planos etc. e enviou a seguinte mensagem: “Oferta: Você, cliente Brasil Telecom, assina as revistas da Editora Abril e ganha até um ano a mais na sua assinatura. Ligue agora 0800-7751420”. Neste caso, temos segmentação, relevância e benefício exclusivo. Boas chances de gerar vendas, além de fortalecer o relacionamento entre a operadora e o cliente.

Por fim, aproveitando a repercussão do “fenômeno Ronaldo”, a Shoptimão  comunicou, na final do Campeonato Paulista, o lançamento da camisa comemorativa do Corinthians, que possui 26 estrelas, em alusão aos títulos estaduais do clube (obviamente,  o anúncio foi feito poucos minutos antes do final da partida). Faixas estrategicamente distribuídas e divulgações no placar eletrônico do estádio convidavam os torcedores a ativar o bluetooth em seus celulares. Junto com a imagem havia o número de contato da Shoptimão. Com esta ação,  o torcedor podia comprar a camiseta dentro do próprio estádio. Os resultados puderam ser vistos no dia seguinte. A Shoptimão foi a empresa que mais comprou a camisa comemorativa para revenda e a primeira a esgotá-la em seu próprio site.

Se, ainda assim, você pensa que o m-commerce só acontece quando há transação bancária pelo celular, também já temos isso por aqui. Recentemente, a Livraria Cultura lançou um aplicativo para iPhone que permite consultar preços e comprar livros, CDs e DVDs. O acervo disponível no iPhone é exatamente o mesmo das lojas físicas e virtual e a finalização do pedido pode ser feita no próprio aparelho, com a utilização do cartão de crédito. Eu já usei e, realmente, vale a pena!!!

Bom, vocês puderam observar que existem cases para todos os gostos, com as mais variadas tecnologias, e que proporcionam conveniência e segurança para o consumidor. Agora, da próxima vez que você precisar gerar vendas, comece a considerar o mobile como um caminho interessante.

Autor: Marcelo Castelo (twitter.com/mcastelo) é sócio da F.biz e editor-chefe do www.mobilepedia.com.br

Fonte: Baguete

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Benchmarking: aprendendo com Zappos

Posted by Jorge Aldrovandi On julho - 30 - 2009

A Zappos, por quem Roberto Camargo e eu, Jorge Aldrovandi compartilhamos uma admiração, é uma empresa sinônimo de venda on-line de sapatos (algo assim como 50 mil pares por dia) e atendimento excepcional ao cliente.

Em uma entrevista no início deste ano, concedida a “Benchmark”, Brent Cromley, Senior Director of Engineering da Zappos, utilizou a expressão “Powered by Zappos”, ao fazer referência à expansão dos negócios da venda de sapatos para outros produtos tais como roupas, eletrônicos, artigos para a casa, etc., utilizando como base sua poderosa ferramenta de busca e, claro, sua imbatível relação com os clientes.

Desde que eu soube que a Amazon comprou a Zappos, não consigo deixar de pensar que a decisão de compra pode estar relacionada à percepção da ameaça que a Zappos representava para a empresa dirigida pro Jeff Bezos. A própria Amazon, que começou vendendo livros, viveu e vive o mesmo processo de expansão.

Entre as novidades que Brent Cromley comentou em relação à nova plataforma de busca e aos planos futuros, escolhi três que me parecem interessantíssimas para compartilhar com os empresários brasileiros de e-commerce.

1)    Motor de busca
Por que a Zappos sempre priorizou a facilitação do processo de busca do consumidor?

É bom lembrar que uma das perguntas que os visitantes de uma loja virtual se fazem é: “o que eu quero está aqui?”

Dar suporte ao consumidor durante o processo de encontrar a resposta a esta pergunta, entre outras coisas, requer uma ferramenta de busca muito sofisticada. E Zappos tem uma tão, mas tão boa, que decidiu utilizá-la para a venda de outros produtos em sites específicos, “Powered by Zappos”.

Da medição realizada, ainda na etapa de testes (ver http://www.zappos.com/zeta), revelou-se um aumento de entre 5 e 10% na quantidade de pessoas que encontram o que querem e o põem no carrinho de compras.  A média de vendas pro ordem de compra aumentou em USD 10,00.

Isto é: os consumidores encontram mais facilmente o que querem. Encontram mais rápido. Compram mais. Sentem-se mais satisfeitos. Voltam a comprar. Recomendam.

2)    Múltiplas maneiras de ir às compras.
A Zappos está criando outras maneiras de ir às compras on-line. Por exemplo, utiliza o conceito de “associação de produtos similares”. Você escolhe o produto pelo qual está interessado e a Zappo lhe mostrará muitas variações parecidas.

Tente identificar no novo site da Zappos (http://www.zappos.com/zeta) os critérios de busca que estão disponíveis para o cliente, bem como as ferramentas de comparação de produtos.

Trata-se de oferecer muitas maneiras diferentes de buscar e encontrar o que o consumidor quer.

3)    Mídia Social: como aplicá-la?
A Zappos utiliza fortemente o Twitter para construir vínculos com seus clientes.
Existem mais de 400 perfis de funcionários da Zappos. Veja aqui: http://twitter.zappos.com/employees.  Um dos mais conhecidos é o de Tony Hsieh http://twitter.com/zappos (pronuncia-se “Shay”) com mais de 1.000.000 de seguidores!

A Zappos não coloca promoções no Twitter. O objetivo é relacionar-se, conversar.

Porém, a intenção da Zappos vai um pouco além.
Como eu explico em meu seminário virtual “Arquiteturas Persuasivas Avançadas, como vender por Internet?”  http://babelteam.com/ArquiteturasPersuasivasVirtual/ as lojas virtuais não conseguiram reproduzir o nível de interação que existe quando compramos (e nos vendem) fora da Internet.

Comprar na Internet é um ato bastante solitário.

Podemos ir “junto” com nossos amigos?
Podemos compartilhar instantaneamente opiniões, pensamentos, pontos de vista, preferências?
O suporte on-line pode nos mostrar, em tempo real, enquanto compramos, um detalhe do produto?

Não, por enquanto. Mas a Zappos tem planos.

Para Brent Cromley, levar a interatividade em tempo real das redes sociais para os processos de compra é o grande desafio da Zappos e o foco de seu trabalho nos próximos meses.

Se você tem uma loja na Internet, minha sugestão é que siga de perto a evolução da Zappos. Parece que eles estão sempre um passo à frente em vendas pela Internet.

Ao que parece, a Amazon chegou a uma conclusão parecida e antes que a criança fosse uma ameaça, tomou-a prontinha. Ou quase.

Autor: Jorge Aldrovandi

www.twitter.com/jorgealdrovandi

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Varejista norte-americana de calçados adepta ao Twitter diz que seu segredo é não usar serviço como ferramenta de marketing.

segredo do sucesso no Twitter é a construção de relacionamentos pessoais e não seu uso como ferramenta de marketing. Esta é a posição do Diretor de Desenvolvimento de Negócios da Zappos, Aaron Magness.

A varejista de calçados norte-americana possui uma página no Twitter que reúne os tweets e fotos de 431 funcionários, além de citações públicas sobre a marca. A página inclui o Twitter do CEO da Zappos, Tony Hsieh, que possui mais de 700 mil seguidores. Hsieh contará a experiência no Brasil como um dos palestrantes do evento Digital Age 2.0  nos dias 26 e 27 de agosto, em São Paulo.

Entenda um pouco mais sobre a estratégia da Zappos no Twitter em entrevista com Magness, responsável pela área de mídias sociais.

IDG Now!: Quando e por que a Zappos decidiu abrir sua conta no Twitter?
Aaron Magness: Estamos sempre em busca de formas que possibilitem a construção de relacionamentos pessoais com funcionários e clientes, e o Twitter é uma forma de fazer isso.
Começamos a utilizar o Twitter durante o festival South by Southwest 2007, quando ouvimos sobre a ferramenta pela primeira vez. Ali, foi uma ótima maneira de manter contato com todos de Austin e saber o que acontecia no evento.

Como o Twitter ajuda a Zappos a criar conexões mais pessoais, tanto com os funcionários quanto com os clientes?
É um jeito fácil de se comunicar e por isso é uma das ferramentas que usamos. Outra que provavelmente é muito melhor para nós, mas é menos popular que o Twitter, é o telefone. Podemos falar com os clientes e lhes dar atenção exclusiva durante a chamada.

É possível observar que tanto o Chief Executive Officer da Zappos, Tony Hsieh, quanto os funcionários, falam sobre sua vida pessoal no Twitter. Como isto influencia na relação com os clientes?
Falar sobre nossas vidas mostra a personalidade real da empresa e rompe as barreiras de “consumidor versus companhia”, permitindo que relacionamentos pessoais sejam construídos.

Existe alguém que trabalha na Zappos exclusivamente para gerenciar o espaço da empresa no Twitter?
Nós gerenciamos nossas próprias contas, e a única direção dada às pessoas é “seja real e use o melhor de seu julgamento”.

Que tipo de retorno e dúvidas vocês recebem dos clientes via Twitter?
Tudo que você pode imaginar. Nós falamos sobre novas iniciativas, por exemplo, para receber opiniões em tempo real. É ótimo ter um meio que nos proporcione este retorno imediato do público.

Uma curiosidade: todo funcionário da Zappos tem um perfil no Twitter?
Não. Atualmente, temos 432 funcionários no Twitter, e ninguém é obrigado a estar lá. Queremos apenas que todos conheçam formas fáceis de comunicação.

Por que você acha que o caso da “Zappos no Twitter” é tão popular entre as iniciativas nas mídias sociais?
Nós não usamos o Twitter para fazer marketing. Nós o usamos para nos comunicar com clientes e empregados, não para vender para eles. Nós queremos criar relacionamentos e conexões pessoais.

Autor: Lygia de Luca

Fonte: IDGNow

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Amazon.com compra Zappos por US$ 847 mi

Posted by Copy Past On julho - 22 - 2009

Gigante de e-commerce adquire varejista de moda nos EUA com troca de 10 milhões em ações.

A gigante de comércio eletrônico Amazon.com anunciou a compra da rede varejista de moda e acessórios Zappos, nos Estados Unidos, em um negociação envolvendo 847 milhões de dólares em dinheiro e na troca de 10 milhões de ações da Amazon.com para os acionistas da Zappos.

A informação foi detalhada por Tony Hsieh, principal executivo da Zappos, em um post no blog da empresa nesta quarta-feira (22/7). O post conta com um vídeo do principal executivo da Amazon.com, Jeff Bezos, detalhando a negociação.

http://blogs.zappos.com/ceoletter

“Achamos que há uma oportunidade enorme para que possamos, de fato, acelerar o crescimento da marca e da cultura Zappos e acreditamos que a Amazon seja o melhor parceiro para nos ajudar a chegar lá mais rápido” comenta Hsieh em seu comunicado.

A Amazon.com informou, em um comunicado, que vai oferecer 10 milhões de ações ordinárias em  troca de todas as ações em circulação e ações ordinárias da Zappos, avaliadas em 807 milhões de dólares. Além disso, a Amazon vai emitir 10 milhões de dólares em ações aos funcionários da Zappos.

A varejista de calçados norte-americana ficou conhecida por sua estratégia inovadora em redes sociais. A empresa possui uma página no Twitter que reúne os tweets e fotos de 431 funcionários, além de citações públicas sobre a marca. A página inclui o Twitter de Tony Hsieh, que possui mais de 700 mil seguidores.

Hsieh contará a experiência da Zappos no Brasil como um dos palestrantes do evento Digital Age 2.0 nos dias 26 e 27 de agosto, em São Paulo.

Lançada em 1999, a rede varejista especializada em calçados, roupas e acessórios registrou mais de 1 bilhão de dólares em vendas.

O negócio deve ser concretizado até o final deste ano, informaram as empresas.

O líder da Zappos também esclarece que o comando da empresa não será alterado e que sua sede permanece em Las Vegas.

Fonte: IDGNow

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15 dicas para usar o Twitter profissionalmente e se destacar

Posted by Copy Past On julho - 3 - 2009

No mundo da moda da internet, que já teve sucessos como Orkut e fracassos como o Second Life, o Twitter é a estrela da vez. A ferramenta virou febre. O site TwitterCounter registrava no fim de maio cerca de 2,6 milhões de contas ativas no mundo. A grande marca do Twitter é o poder de oferecer diversas possibilidades de uso em uma mídia que, à primeira vista, é extremamente limitada — você tem uma frase de 140 caracteres para transmitir sua ideia. Como a calça jeans, cada um usa o Twitter do jeito que quiser. Muita gente apenas responde à pergunta sugerida pelo site: “O que você está fazendo?”. Desse uso, saem coisas esdrúxulas como “Fui comprar pão” ou “Estou no banheiro”. Mas há outras formas de tirar proveito do Twitter, entre elas a aplicação profissional. É deste tipo de uso que trata esta reportagem. No mundo lá fora, há uma porção de gente usando a ferramenta para compartilhar conhecimento, comunicar ideias, fazer contatos profissionais, contratar pessoas, ficar mais sabido, atender clientes e vender produtos — de camisetas a apartamentos. “O Twitter e tecnologias afins têm valor porque ajudam as pessoas a trocar informação rapidamente e a melhorar o desempenho dos negócios”, diz Silvio Meira, ou slrm, como o cientista-chefe do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (Cesar) é conhecido no Twitter. No site há uma série de atividades que podem impulsionar sua carreira a partir de uma pequena frase. Veja, a seguir, por que twittar pode melhorar seu desempenho profissional.

Quem é: Roberto Loureiro, 37 anos, gerente de mídias digitais da Tecnisa (SP)

Perfil no Twitter: betoloureiro

Quem ele segue:
Victor Shanti @ learnmktingsim
Re Tweet @ rtweetr
Ronaldo Ribeiro @ ribeiro1
Edney Souza @ interney

Como ele usa: Publicitário com MBA em marketing, é pago para usar o Twitter. Seu trabalho é assegurar que a marca de sua empresa apareça bem no Twitter e em outras mídias sociais, como Facebook e Flickr. É responsável por 12% do tráfego do site da Tecnisa e fica online o tempo inteiro.

Segue 216
Seguidores 237

Ferramenta de trabalho

15 dicas para usar o Twitter profissionalmente e se destacar

1.Para começar, você terá de fazer uma escolha entre usar profissionalmente ou socialmente, como se fosse o Orkut. Se você pretende falar de trabalho, não escreva bobagens. Uma sugestão da jornalista e blogueira Sam Shiraishi (samegui) é criar um perfil profissional e sério e outro para falar bobagens, de preferência com pseudônimo.

2.Você terá de definir uma estratégia para usar o Twitter. Uma coisa importante é escolher quem você segue e como. Entre os twitteiros, há um debate sobre essa questão. Alguns defendem que você siga todo mundo que te segue. Um dos defensores dessa visão é o americano Guy Kawasaki (GuyKawasaki), que é seguido por 119 000 pessoas e segue outras 120 000. Se seu objetivo é networking, vá nessa. O publicitário Carlos Henrique Vilela (chmkt), de 28 anos, gerente de marketing da agência de turismo Multitur, de Belo Horizonte, Minas Gerais, segue mais de 10 000 pessoas e é seguido por um número semelhante. “Já consegui fazer contatos interessantes”, diz Carlos. O problema desse jeito de usar: você terá muita dificuldade para acompanhar o que milhares de pessoas publicam.

3.Você pode optar por seguir só quem realmente interessa profissionalmente, nem que sejam apenas dez perfis. O professor Silvio Meira adota uma regra simples, em uma só pergunta de 56 caracteres: “Quem são as pessoas que agregam mais valor à minha vida?”. Isso quer dizer selecionar e restringir assuntos e pessoas. Ao fazer isso, você filtra quem realmente publica coisas relevantes para o seu trabalho. Informações que, ao ler, você sente que inspiram, motivam ou lançam um olhar diferente sobre o assunto.

4.Procure também focar um pouco os assuntos que você publica (ou twitta). Esse uso especializado ajuda a fazer de você uma referência em determinado assunto, algo que pode ser positivo para sua carreira no mundo real. “Esse parece ser o uso mais bacana”, diz Edney Souza (interney), sócio da Pólvora!, consultoria de comunicação em mídias digitais e dono do blog Inter- Ney, um dos mais populares do Brasil. Uma dica importante é criar um perfil com um nome que complementa os assuntos que você cobre. Isso vai facilitar a associação entre o seu nome e o assunto.

5.Para ganhar destaque profissional na internet, o Twitter é uma ferramenta fabulosa. O desafio é ser uma fonte de conteúdo relevante para os outros twitteiros. Tente twittar e retwittar coisas interessantes. Conforme você é citado, aparece mais vezes nos resultados de busca. “Acho interessante porque o Twitter dá relevância em buscas no Google a custo zero”, diz Romeo Busarello (busarello), de 43 anos, diretor de marketing da Tecnisa e professor da ESPM, de São Paulo. Se você for relevante, as pessoas vão te seguir. Se você só publicar chatice, seus seguidores vão embora.

6.Se você está começando a publicar, fique antenado. No início, publique menos e leia mais. Sinta quem divulga as informações mais interessantes. “Procure seguir as fontes primárias, as fontes das pessoas que você segue”, sugere Edney. Na hora de retwittar, dê crédito.

7.Tenha um blog como apoio e use o Twitter para encaminhar pessoas para sua página pessoal. Assim, você terá mais espaço para desenvolver suas opiniões, sem o limite de 140 caracteres. Há programas como o TwitThis (twitthis.com) que twittam automaticamente os títulos dos posts do seu blog. Outra finalidade do Twitter é gerar tráfego. Muitas empresas já entenderam esse mecanismo e usam o Twitter para levar pessoas a seus sites. A loja virtual Camiseteria.com (camiseteria) usa essa técnica. No site, são os consumidores que elegem as estampas das camisas que serão vendidas. Toda vez que há uma nova eleição, Fábio Seixas (fseixas), de 32 anos, sócio da empresa que tem sede no Rio de Janeiro, mobiliza sua comunidade de seguidores no perfil da Camiseteria. Isso cria um ambiente de proximidade do consumidor com a marca.

8.Você pode optar por um uso extremamente focado. É o que faz Luiz Fernando Oliveira (weg_ir), de 43 anos, gerente de relações com investidores (RI) da Weg, fabricante de máquinas e equipamentos com sede em Jaraguá do Sul, Santa Catarina. Ele usa o Twitter como canal de atendimento aos investidores da empresa. “A estratégia é complementar a comunicação convencional.” Oitenta pessoas seguem o RI da Weg. Parece pouco, mas as teleconferências para divulgação de resultados são acompanhadas por 60 pessoas em média. Por aí se vê o valor da ferramenta.

9.Se você lê textos em inglês ou em outro idioma, uma contribuição possível é “tropicalizar” as informações, isto é, complementar os links para perfis ou blogs do exterior com comentários relacionados à realidade brasileira. Se você tem um blog, discuta você mesmo a aplicação do assunto na sua realidade.

10.Fábio Seixas, da Camiseteria.com, também usa o Twitter para testar ideias. “Sabe aquele estalo que você tem e depois esquece?”, diz. “Agora, eu publico os insights na web e aproveito para ver se tem alguém pensando no mesmo assunto.” Se tiver, diz Fábio, o feedback é quase instantâneo.

11.Nunca use o Twitter como um programa de mensagens instantâneas. Muita gente faz isso, tornando públicas conversas privadas. Se você faz isso, as pessoas vão achar você chato e parar de te seguir.

12.O Tweepz (www.tweepz.com) é uma ferramenta para encontrar pessoas a partir da formação ou cargo dela. Em 26 de maio, por exemplo, o programa localizava 152 gerentes no Twitter. Outra ferramenta bacana é o WeFollow (wefollow.com), que ajuda você a achar pessoas de acordo com o assunto que elas twittam. A palavra Brasil, por exemplo, dava 157 resultados em 26 de maio. Como quem avisa amigo é, aqui vai um conselho: pense duas vezes antes de postar. Não fale mal de pessoas ou da empresa. As coisas se espalham rapidamente no Twitter. Quando você se dá conta, o dano já foi feito. Há o caso famoso de um americano que perdeu uma vaga na Cisco por escrever no Twitter que teria um salário bom, mas um trabalho chato.

13.Também há quem consiga contratar pelo Twitter. Na consultoria Pólvora!, Edney Souza contratou seis pessoas nos últimos meses que foram recrutadas a partir de contatos no Twitter. Da última vez, recebeu mais de 40 currículos. “Desses, pelos menos oito eram de profissionais gabaritados para a vaga”, diz Edney.

14.Lute pelo Twitter na sua empresa. Muitas companhias ainda não sacaram o potencial da ferramenta e bloqueiam o uso corporativo, alegando que o Twitter representa um risco para os sistemas de TI ou que as mídias sociais prejudicam a produtividade. “O maior inimigo dessas ferramentas dentro das empresas é o departamento de TI”, diz Silvio Meira, do Cesar. Como profissional, sua missão é mostrar as oportunidades que as mídias sociais trazem para o negócio.

15.Quer um exemplo de como há oportunidades de negócio no Twitter? Veja o caso da Tecnisa. Para não parecer fonte de spam e afugentar seguidores, em seis meses usando a ferramenta, a construtora nunca havia feito uma promoção. A estratégia sempre foi oferecer links para apresentações hospedadas no site da empresa. No mês passado, o gerente de mídias sociais, Roberto Loureiro, achou que estava na hora de tentar vender um apartamento pelo Twitter. A empresa ofereceu um vale-compra de 2 000 reais para o primeiro seguidor que comprasse um apartamento. Em uma semana, um imóvel de 500 000 reais foi vendido.

Quem é: Carlos Henrique Vilela, 28 anos, publicitário e gerente de marketing da rede de agências de turismo Multitur, de Belo Horizonte (MG)

Perfil no Twitter: chmkt

Quem ele segue:
Luiz Alberto Marinho @ luizmarinho
Ken Fujioka @ kenfujioka
Arthur Cesar @ arthurcesar

Como ele usa: Montou um dos blogs sobre marketing mais acessados do Brasil, voltado principalmente para profissionais em início de carreira. Usa o Twitter para divulgar seu blog e debater os conteúdos que publica

Segue 10 198
Seguidores 9 308

Quem é: Fábio Seixas, 33 anos, sócio do Camiseteria.com
Perfil no Twitter: fseixas

Quem ele segue :
Gil Giardelli @ gilgiardelli
Carolina Terra @ carolterra
Juliano Spyer @ jasper

Como ele usa
Tem um perfil pessoal, que usa para lançar ideias, se manter informado e seguir pessoas interessantes. Também twitta por causa da sua empresa, divulgando informações para consumidores.
Segue 306
Seguidores 5 037

Quem você pode seguir no Twitter

Nome: Travis Mason
Perfil: tgmason
Quem é: consultor da Booz Allen Hamilton em Washington, EUA.
Segue: 4 741
Seguidores: 4 981
Updates: 1 699
O que twitta: “Desenvolva sucesso a partir do fracasso. Desencorajamento e fracasso são dois dos maiores obstáculos para o sucesso”

Nome: Guy Kawasaki
Perfil: GuyKawasaki
Quem é: fundador de uma empresa de venture capital, autor de livros e do blog How to change the world e do site www.alltop.com
Segue: 119 779
Seguidores: 124 486
Updates: 24 949
O que twitta: compulsivamente sobre tecnologia, inovação e empreendedorismo

Nome: Mark Morrison
Perfil: rapidbi
Quem é: especialista inglês em gestão organizacional e liderança.
Segue: 6 363
Seguidores: 7 312
Updates: 3 817
O que twitta: “Cinco qualidades da liderança: visão pessoal, repertório, coragem e crença em si, tomada de risco competente e visão”

Nome: Jacob Share
Perfil: jacobshare
Quem é: expert em carreira e busca de empregos de Israel
Segue: 4 371
Seguidores: 4 061
Updates: 816
O que twitta: “Se um anúncio de vaga especifica salário, ele está oferecendo algo abaixo da média de mercado e tem a finalidade de filtrar candidatos”

Nome: Marcy Alboher
Perfil: heymarci
Quem é: jornalista, autora do blog Shifting Ca reers, colaboradora do jornal The New York Times
Segue: 289
Seguidores: 2 278
Updates: 623
O que twitta: “As mesmas empresas que demitem estão contratando pessoas em outros departamentos e funções”

Nome: Tim O’Reilly
Perfil: timoreilly
Quem é: o messias para quem trabalha com tecnologia. Dono da O’Reilly Media
Segue: 501
Seguidores: 475 887
Updates: 6 926
O que twitta: “Observando os geeks alfa, compartilhando suas histórias e ajudando a desvendar o futuro”

Autor:  MURILO OHL

Fonte: Você SA

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Twitter aposta em e-commerce para gerar receita

Posted by Copy Past On junho - 23 - 2009

Twitter aposta em e-commerce para gerar receita, diz investidor

Comércio eletrônico, incluindo links para produtos, dicas de compras e pagamentos online, e filtros de conteúdo estão nos planos do Twitter para gerar receita, informou Todd Chaffee, membro do conselho do serviço de microblog, ao jornal The New York Times, nesta sexta-feira (19/6).

“Já que as pessoas usam o Twitter para receber recomendações confiáveis de seus amigos e seguidores sobre o que comprar, a navegação de comércio eletrônico e os pagamentos certamente exercerão seu papel na monetização do Twitter”, disse Chaffee, que também é sócio da Institucional Venture Partners, empresa que investiu no Twitter.

Chaffee também indicou que o Twitter pretende oferecer filtros por temas no microblog para ajudar os usuários a organizarem seus tweets por amigos, família, celebridades,  notícias, entre outros. Os filtros também devem incluir a oferta de feeds com base em tópicos por assuntos como gastronomia, por exemplo.

Atualmente, aplicações de terceiros como TweetDeck, Filttr e twitTangle, já oferecem filtros e aplicações para que o usuário selecione seus tweets.

Autor: Daniela Braun

Fonte: IDGNow

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