Notícias e Treinamentos sobre Comércio Eletrônico

Como lidar com resenhas negativas no comércio eletrônico.

Posted by Copy Past On agosto - 4 - 2009

A Amazon.com, principal loja de comércio eletrônico do mundo, é responsável por algumas das maiores inovações do ecommerce mundial. Foi a Amazon que difundiu mundialmente o conceito de Resenhas de Clientes. Desde o inicío da sua operação, ao invés de reproduzir o discurso marketeiro das empresas vendedoras para vender os produtos na loja, a Amazon deu preferência a abrir espaço para o consumidores comentarem o que pensam sobre os produtos e ajudar outros consumidores a comprar.

Essa inovação é hoje copiada por centenas de lojas virtuais em todo o mundo. Mas nem todo mundo sabe lidar com resenhas negativas como a Amazon faz.

Na Amazon a publicação das resenhas é imediata. Você entra no web site da Amazon, clica em “escrever uma resenha”, e assim que terminar a sua resenha, você tem o seu comentário publicado automaticamente no site, mesmo que a sua resenha sobre o produto tenha sido negativa.

No Brasil, infelizmente, a coisa não funciona assim. O , por exemplo, te permite publicar resenhas sobre produtos, mas o site dá a você um prazo de 7 dias para publicação a partir do momento em que você “tentou” publicar a sua resenha.

O medo do feedback negativo é um dos maiores fatores que levam as empresas a evitar a adoção de conteúdo gerado pelo cliente. Entretanto, como você pode imaginar, as críticas negativas são uma excelente maneira de ajudar você a melhorar.

Além disso, as críticas negativas a um produto, ao contrário do que se possa imaginar, tem um impacto positivo sobre as vendas e não negativo.

Como lidar com as resenhas negativas de clientes no seu web site de comércio eletrônico, ou mesmo , fórum de discussão ou comunidade virtual?

A censura não é o melhor caminho a escolher. Se você censurar o direito do cliente em expressar a sua opinião, você abre espaço para ele encontrar uma outra maneira de se expressar na internet, e deixar o seu comentário negativo.

O web site Reclame Aqui, por exemplo, é um excelente portal brasileiro onde o consumidor tem a liberdade total de se expressar, e pode utilizá-lo quando quiser, sem qualquer tipo de restrição de publicação.

Os feedbacks negativos dos clientes são um benefício que você não deve controlar.

O melhor que você tem a fazer é participar da conversa.

A experiência da Amazon.com comprova que as críticas negativas a um produto trazem mais benefícios para as vendas do que problemas para o produto ou a marca. A mera presença de comentários negativos no seu web site ajuda a construção de uma imagem transparente para a marca da sua empresa.

Deixa eu compartilhar com você 7 dicas sobre como lidar com as resenhas negativas que eventualmente serão publicadas no seu web site:

1. Não evite feedbacks negativos. Ninguém é perfeito – e nem todos os clientes ficarão satisfeitos com um produto. Se o produto que você está vendendo for realmente bom, você terá um número superior de comentários positivos versus comentários negativos. Esse tipo de transparência aumenta a credibilidade da empresa e do produto e consequentemente aumenta a confiança do cliente em comprar de você. Agora, se o produto tem um número maior de comentários negativos, você não deve evitá-los. Às vezes, a melhor solução é simplesmente parar de vender o produto.

2. Resolva os problemas de feedback negativo com serenidade. A prioridade máxima deve ser: respire com profundidade, conte até 10. Raiva é uma reação natural a contribuições provocativas ou subjetivas, mas a raiva não deve guiar as suas ações.

3. Procure ver a sua empresa do ponto de vista do cliente. Essa maneira de ver as coisas irá ajudá-lo a decidir se o criticismo de quem está te criticando é justificado.

4. Se você receber uma crítica positiva, escreva uma nota de agradecimento. Esse tipo de atitude deixará o cliente muito satisfeito. O importante aqui é participar da conversa com os clientes, seja ela uma crítica negativa ou positiva. O importante é o cliente perceber que você se importa com a participação das pessoas.

5. Se o cliente não está satifeito e você sabe que pode fazer melhor, faça a ele uma proposta que irá convencê-lo do melhor. Exemplo: cupom de desconto ou vale compra.

7. A avaliação negativa da compra é a fotografia de um momento. Não deixe isso atrapalhar o relacionamento que você tem que desenvolver com o cliente. A satisfação e o relacionamento com o cliente são mais importantes do que uma resenha de produto.

Se o seu cliente tem um feedback negativo para te dar, ele irá encontrar uma maneira de compartilhar esse feedback negativo com alguém – o fato de você proibí-lo de fazê-lo é irrelevante. Fingir que não escuta não irá fazer a dissatisfação do cliente ir embora. Abrace as resenhas negativas como uma oportunidade de melhorar a oferta de produtos da sua loja e construir confança com a sua empresa. Resenhas negativas são uma excelente maneira de construir a marca da sua empresa que podemos confiar na era do comércio eletrônico

Fonte: Ikeda

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M-commerce: “Desconto especial para você”

Posted by Copy Past On julho - 31 - 2009

Se, ao ler o título deste artigo, você pensou “m-commerce não funciona, nunca comprei nada pelo celular e não conheço ninguém que comprou”, então, continue lendo, pois você pode ter boas surpresas, ou melhor, você pode, como eu, ter uma nova visão sobre o conceito de m-commerce.

Antes de entrar no detalhe de m-commerce, vale dividir alguns números sobre o e-commerce brasileiro em 2008, que correspondeu a um faturamento de R$ 8,2 bilhões (30% superior que 2007), atingiu 13,2 milhões de compradores (39% maior que valor de 2007) e teve entrada emblemática das Casas Bahia e Wal-Mart neste “novo” mundo. O gráfico abaixo ilustra bem essa evolução de faturamento dos últimos anos.

2001     –     0,54
2002     –     0,85
2003     –     1,18
2004     –     1,75
2005     –     2,5
2006     –     4,4
2007     –     6,3
2008     –     8,2

Estes números de e-commerce servem apenas para avaliarmos o potencial do m-commerce. Se, atualmente,  possuímos mais de 150 milhões de linhas ativas (tirando a sobreposição de 120 milhões de pessoas com celular) versus 60 milhões de internautas, temos então um mega potencial. Entretanto, com todo este público, como explicar o fato de você não conhecer ninguém que já transacionou pelo celular?

Bom, podemos ter inúmeras respostas. Os sites de e-commerce não estão adaptados para o celular, os cadastros são longos, muitas pessoas acreditam que não existe tecnologia suficiente para que  a transação se torne segura etc. Mas o meu objetivo neste texto é dividir o que eu entendo como conceito de m-commerce, que é qualquer transação de compra e venda de produtos que começa e termina no celular.

Temos alguns exemplos interessantes. O primeiro deles foi simples de ser implementado: a Credicard Citi queria vender cartão de crédito por meio do celular.  Para isso, fechamos um acordo com uma operadora de celular, incluímos um LINK no CHIP dos clientes (sim, podemos remotamente mudar o que está escrito no CHIP do seu celular) com  as palavras CREDICARD CITI. Ao clicar neste link, automaticamente era enviado um SMS  que apresentava uma oferta exclusiva. O cliente precisava apenas clicar no 0800 exibido no texto da mens agem. Ao clicar, a ligação gratuita era efetuada e o usuário poderia adquirir o novo cartão de crédito.

Resumindo: em minutos, sem tirar a mão do celular, o usuário viu o nome do anunciante, se interessou, clicou no link, recebeu mais informações no SMS, se interessou ainda mais, clicou no 0800 do SMS, efetuou a ligação e comprou. Conclusão: na minha visão, o m-commerce foi realizado com sucesso, pois o processo começou e terminou no celular.

Outros exemplos mais ricos já foram realizados. No ano passado, a Polishop fez um vídeo para vender um produto. Ao entrar no portal WAP de uma operadora, o usuário era impactado por um anúncio “Veja o vídeo e ganhe um desconto de R$ 300,00”. Ao ver este vídeo, o consumidor recebia automaticamente um SMS perguntando se ele tinha interesse em adquirir o produto. Ao responder (gratuitamente) o SMS, ele recebia uma ligação do call center da Polishop para efetuar a compra. Fantástico!!! Ainda mais diante de uma lei que restringe o telemarketing ativo.

Voltando aos cases fáceis de serem implementados, e melhor, com cobertura de 100% dos aparelhos, a Editora Abril fez um projeto para vender mais assinaturas de revistas por meio do SMS MKT. Vale lembrar que, esta mensagem publicitária, só pode ser enviada para quem autorizou o recebimento, e as operadoras de celular já possuem hoje milhões de celulares autorizados. A Abril, então, fez uma determinada seleção destas listas autorizadas, já que é possível segmentar por sexo, idade, planos etc. e enviou a seguinte mensagem: “Oferta: Você, cliente Brasil Telecom, assina as revistas da Editora Abril e ganha até um ano a mais na sua assinatura. Ligue agora 0800-7751420”. Neste caso, temos segmentação, relevância e benefício exclusivo. Boas chances de gerar vendas, além de fortalecer o entre a operadora e o cliente.

Por fim, aproveitando a repercussão do “fenômeno Ronaldo”, a Shoptimão  comunicou, na final do Campeonato Paulista, o lançamento da camisa comemorativa do Corinthians, que possui 26 estrelas, em alusão aos títulos estaduais do clube (obviamente,  o anúncio foi feito poucos minutos antes do final da partida). Faixas estrategicamente distribuídas e divulgações no placar eletrônico do estádio convidavam os torcedores a ativar o bluetooth em seus celulares. Junto com a imagem havia o número de contato da Shoptimão. Com esta ação,  o torcedor podia comprar a camiseta dentro do próprio estádio. Os resultados puderam ser vistos no dia seguinte. A Shoptimão foi a empresa que mais comprou a camisa comemorativa para revenda e a primeira a esgotá-la em seu próprio site.

Se, ainda assim, você pensa que o m-commerce só acontece quando há transação bancária pelo celular, também já temos isso por aqui. Recentemente, a Livraria Cultura lançou um aplicativo para iPhone que permite consultar preços e comprar livros, CDs e DVDs. O acervo disponível no iPhone é exatamente o mesmo das lojas físicas e virtual e a finalização do pedido pode ser feita no próprio aparelho, com a utilização do cartão de crédito. Eu já usei e, realmente, vale a pena!!!

Bom, vocês puderam observar que existem cases para todos os gostos, com as mais variadas tecnologias, e que proporcionam conveniência e segurança para o consumidor. Agora, da próxima vez que você precisar gerar vendas, comece a considerar o mobile como um caminho interessante.

Autor: Marcelo Castelo (twitter.com/mcastelo) é sócio da F.biz e editor-chefe do www.mobilepedia.com.br

Fonte: Baguete

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Varejista norte-americana de calçados adepta ao Twitter diz que seu segredo é não usar serviço como ferramenta de marketing.

segredo do sucesso no Twitter é a construção de relacionamentos pessoais e não seu uso como ferramenta de marketing. Esta é a posição do Diretor de Desenvolvimento de Negócios da Zappos, Aaron Magness.

A varejista de calçados norte-americana possui uma página no Twitter que reúne os tweets e fotos de 431 funcionários, além de citações públicas sobre a marca. A página inclui o Twitter do CEO da Zappos, Tony Hsieh, que possui mais de 700 mil seguidores. Hsieh contará a experiência no Brasil como um dos palestrantes do evento Digital Age 2.0  nos dias 26 e 27 de agosto, em São Paulo.

Entenda um pouco mais sobre a estratégia da Zappos no Twitter em entrevista com Magness, responsável pela área de mídias sociais.

IDG Now!: Quando e por que a Zappos decidiu abrir sua conta no Twitter?
Aaron Magness: Estamos sempre em busca de formas que possibilitem a construção de relacionamentos pessoais com funcionários e clientes, e o Twitter é uma forma de fazer isso.
Começamos a utilizar o Twitter durante o festival South by Southwest 2007, quando ouvimos sobre a ferramenta pela primeira vez. Ali, foi uma ótima maneira de manter contato com todos de Austin e saber o que acontecia no evento.

Como o Twitter ajuda a Zappos a criar conexões mais pessoais, tanto com os funcionários quanto com os clientes?
É um jeito fácil de se comunicar e por isso é uma das ferramentas que usamos. Outra que provavelmente é muito melhor para nós, mas é menos popular que o Twitter, é o telefone. Podemos falar com os clientes e lhes dar atenção exclusiva durante a chamada.

É possível observar que tanto o Chief Executive Officer da Zappos, Tony Hsieh, quanto os funcionários, falam sobre sua vida pessoal no Twitter. Como isto influencia na relação com os clientes?
Falar sobre nossas vidas mostra a personalidade real da empresa e rompe as barreiras de “consumidor versus companhia”, permitindo que relacionamentos pessoais sejam construídos.

Existe alguém que trabalha na Zappos exclusivamente para gerenciar o espaço da empresa no Twitter?
Nós gerenciamos nossas próprias contas, e a única direção dada às pessoas é “seja real e use o melhor de seu julgamento”.

Que tipo de retorno e dúvidas vocês recebem dos clientes via Twitter?
Tudo que você pode imaginar. Nós falamos sobre novas iniciativas, por exemplo, para receber opiniões em tempo real. É ótimo ter um meio que nos proporcione este retorno imediato do público.

Uma curiosidade: todo funcionário da Zappos tem um perfil no Twitter?
Não. Atualmente, temos 432 funcionários no Twitter, e ninguém é obrigado a estar lá. Queremos apenas que todos conheçam formas fáceis de comunicação.

Por que você acha que o caso da “Zappos no Twitter” é tão popular entre as iniciativas nas mídias sociais?
Nós não usamos o Twitter para fazer marketing. Nós o usamos para nos comunicar com clientes e empregados, não para vender para eles. Nós queremos criar relacionamentos e conexões pessoais.

Autor: Lygia de Luca

Fonte: IDGNow

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E-mail Marketing vive nova Era

Posted by Copy Past On maio - 29 - 2009

Ferramenta das mais importantes no comércio eletrônico e no Marketing Direto, o E-mail Marketing está saindo da infância e entrando na adolescência com uma maturidade fora do comum. É como um jovem que acaba de sair da casa dos pais, trabalha fora e precisa entregar resultados de forma eficiente para arcar com suas despesas e provar para a sociedade que ele já não é mais aquele menino.

Os tempos são outros. Empresas como Saraiva, Tecnisa e Marisa estão nesta nova fase do E-mail Marketing. Agora, a segmentação um a um, o conhecimento do cliente, a pertinência, a mensuração e os resultados comprovados por ferramentas de última geração estão na pauta destas empresas que utilizam as melhores práticas quando o assunto é relacionamento e venda pela internet.

Na Tecnisa, o E-mail Marketing foi parar na presidência. “O nosso presidente é originário da área de Marketing e essas questões correm na veia dele”, conta Romeo Busarello (foto) em entrevista ao Mundo do Marketing. Hoje, 30% do faturamento da construtora paulistana vem de internet. Eles vendem imóveis com de R$ 250 mil com contatos originados na caixa postal eletrônica de seus clientes entre outros meios, como links patrocinados e banners.

Mudança no plano de E-mail Marketing
Nos últimos 18 meses a Tecnisa reposicionou a sua atuação neste meio. Deixou de fazer muitos envios de e-mail para focar no que estava dando resultado. A companhia comprava bases qualificadas, com um custo que não era baixo. “Resolvemos parar porque o resultado era muito baixo. Fazemos E-mail Marketing agora para a base do ZAP (site de classificados), pois eles têm pessoas que estão interessadas em comprar imóvel. Neste caso funciona porque é uma base muito, muito especifica de pessoas que estão no momento da compra de um imóvel. Aí funciona e tem retorno sobre o investimento”, explica Busarello.

A Saraiva também está mudando. O seu canal de venda on-line é responsável por 33% de suas vendas. É o maior ponto-de-venda da rede e a meta é crescer ainda mais com as novas práticas de E-mail Marketing. “O objetivo é enviar mensagem para o cliente de forma cada vez mais individualizada e pertinente. A ideia é que a ferramenta sirva como um meio de relacionamento com o cliente e que a venda seja consequência disso”, afirma Rodrigo Lamosa Poço, Diretor de E-Commerce da Saraiva.

Com ações segmentadas e pertinência, o índice de cliques nos e-mails da Saraiva chega a ser até seis vezes maior com um aumento de vendas proporcional. “Às vezes, conseguimos o mesmo volume de vendas enviando para menos pessoas. Isso demonstra a importância de fazer uma comunicação pertinente”, diz Poço em entrevista ao site. Prova disso é que as vendas por meio do site Saraiva.com aumentaram em quase 30% no primeiro trimestre deste ano.

Relacionamento, Venda e Retorno sobre o Investimento
Na loja da Marisa na internet, o E-mail Marketing é a principal ferramenta de comunicação “Porque ajuda a fidelizar os clientes e é a ferramenta que mais dá retorno sobre o investimento”, conta Thiago Barros Pereira, Gerente de e-Commerce da varejista. “Não é um Marketing de branding, mas sim focado em resultado. As campanhas de E-mail Marketing são para gerar venda”, completa em entrevista ao Mundo do Marketing.

São vendas comprovadas, pois a Marisa realizada diversas análises. Primeiro, quantos clientes receberam o E-mail Marketing. Dos que receberam, quantos abriram o e-mail. Dos que abriram, quantos clicaram. Dos que clicaram, quantos compraram e quanto pagaram. “Ainda chegamos ao detalhe de saber qual foi a margem de lucro da campanha através de um funil de resultado”, relata Pereira.

É a nova Era do E-mail Marketing. “As empresas começaram a ouvir os clientes e passaram a receber muitas reclamações e ver que o retorno estava caindo”, afirma Walter Sabini Junior, CEO da VIRID, empresa que fornece a ferramenta Virtual Target para Tecnisa, Saraiva e Marisa, além de clientes como Extra, , Unilever, Sadia, Renner, entre outras. “Uma ferramenta de E-mail Marketing não serve só para disparar, entregar como os Correios. Ela serve como relacionamento com o cliente um a um e como análise profunda do Retorno sobre o Investimento. Ele faz parte da gestão do cliente”, aponta.

Nova Era
Para Junior, o E-mail Marketing está em sua terceira fase. “A primeira foi conseguir entregar mais. A segunda foi entregar realmente. E agora estamos em uma nova Era. O mercado viu que entregar não significa retorno. Entregar para quem não quer o produto é pior. Agora as marcas procuram entender quem quer receber e o que enviar para o cliente”, constata Junior (foto) em entrevista ao Mundo do Marketing.

Uma nova fase no Brasil ainda está por vir. A exemplo do que já faz a Amazon.com, hoje já se pode ver se um cliente demonstrou interesse por um produto, mas não comprou. Com essa informação, a empresa pode fazer um desconto. “Se a Tam, que envia e-mail Marketing com o saldo de milhas dos clientes, ver que você clicou no destino Salvador, ela pode mandar uma promoção de um pacote porque você está propenso a comprar”, conclui.

Autor: Bruno Mello

Fonte: Mundo do Marketing

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Loja virtual se destaca no comércio eletrônico pela atenção e relevância dada as ações online.

Presente há um ano e meio no mercado, a PortCasa, loja virtual que vem ganhando liderança em cama mesa e banho, comemora seus resultados. Somente no primeiro trimestre de 2009, a varejista online cresceu 900%, em relação ao mesmo período do ano anterior e já alcançou um de R$ 2 milhões no fechamento de 2008. Para 2009, as expectativas são otimistas. A empresa pretende chegar à casa dos R$ 5 milhões.

O resultado provém da visão de Natan Sztamfater, Diretor do Portal, formado em marketing pela ESPM e com cursos de especialização em mídias digitais pela FGV. O profissional, responsável por todas as ações de e investimento em redes sociais com a contratação de empresas especializadas, percebeu que estar presente com uma empresa no e-commerce, sem o forte empenho nesses meios, retardaria a rápida posição de liderança que vem ganhando no mercado.

Para isso, ao lançar a loja no universo digital, além de se aliar a marcas de peso em sua área de atuação, a PortCasa conta com constantes divulgações de sua marca por meio dos canais online. A loja virtual conta com propagação de sua marca nas principais ferramentas de busca como e Yahoo e como o portal Buscapé.

A rápida ascensão também se deve ao investimento em links patrocinados e SEO – Search Engine Optimization – com a agência Limonada Virtual. “Conseguimos relevância nas páginas e um acesso que não esperávamos, em apenas um ano e meio de mercado”, avalia Natan.

O Business Plan da empresa já contemplava o investimento em , mas a loja online não previa o aumento do mesmo mês a mês. Atualmente, a PortCasa dedica, mensalmente, 10% de sua receita para as ações virtuais.

Entre as outras ferramentas utilizadas estão os envios periódicos de campanhas de email marketing pela plataforma Virtual Target, responsável pela automatização das ações com funcionalidades que permitem um trabalho de com a base de dados da empresa.

No último mês de abril, a loja totalizou o envio de 350 mil emails com promoções para atrair os e-consumidores. O banco de dados é formado pelos próprios clientes que compram na loja, virtual e física, e por bases de emails opt-in.

A PortCasa também faz anúncios em sites relacionados ao seu público, 90% formado pelo universo feminino, e turbinou o portal com uma robusta plataforma de e-commerce oferecida pela Vertis, empresa desenvolvedora de sistemas para e-commerce. “O aumento contínuo do número de pedidos exigiu uma solução de gerenciamento que suprisse essa demanda. Buscamos uma empresa que presta serviços para grandes portais”, explica o Diretor.

A entrada em redes sociais também faz parte das estratégias da empresa. A loja virtual já anuncia em portais como Facebook e divulga sua marca no . “Esses canais nos permitem falar de forma altamente segmentada. Aparecemos para quem busca produtos relacionados ao que oferecemos”, completa Natan.

Mirando mais uma tendência, a PortCasa planeja atuar com ações através de mídias mobile. “Já estamos conversando com uma empresa especializada e faremos abordagens via plataformas móveis com prévia autorização”, finaliza Natan.

Perfil da PortCasa:
A PortCasa nasceu há um ano e meio no bairro do Bom Retiro, da experiência de 35 anos de seus proprietários em comércio de fios industriais e armarinhos. A companhia surge com o objetivo de oferecer um mix de produtos, aliado a grandes marcas relacionadas a artigos e utensílios para casa. Visando o crescimento do e-commerce, a PortCasa inaugurou sua loja virtual – www.portcasa.com.br – há um ano e vem ganhando posição de liderança em cama, mesa e banho, além da linha baby. O portal também oferece outros itens domésticos diversos. A loja atende, em sua maior parte, ao público feminino pertencente às classes A, B e C e comercializa mais de 40 marcas, entre elas: Karsten, Buettner, Buddmeyer, Trussardi, Jolitex, Andreza, Tramontina, Brinox, Kacyumara, MacLaren, Safety 1st, Tiny Love, Burigotto e Galzerano. O portal é 100% seguro e conta com o selo da Unicert. As compras virtuais podem ser parceladas em até 10 vezes sem juros. O site tem, atualmente, 10 mil visitantes únicos/dia e 300 mil/mês.

Fonte: Fator Brasil

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Dois episódios ocorridos nas últimas semanas nos deram uma prévia dos novos desafios que as marcas enfrentarão em uma realidade na qual qualquer pessoa é capaz de criar conteúdo e disseminá-lo para milhões de pessoas em questão de segundos. Ambos mostraram como as empresas não estão preparadas para lidar com o novo fluxo de informações da era das redes sociais. Vamos aos fatos:

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Carrefour prepara sua entrada no comércio eletrônico

Posted by Copy Past On abril - 16 - 2009

O é a única grande varejista brasileira que não mergulhou no e-commerce. Será que agora vai?

O CIO do , Ney Santos, tem como um dos principais desafios inaugurar a loja virtual da rede de supermercados.

Em fevereiro, a rede de supermercados informou que estava preparando sua operação de e-commerce e que estava a um passo de inaugurar sua loja na internet. Em outros países, como França e Espanha, o já tem seu site de e-commerce.

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Entrevista: Giovani Profili, CIO da Droga Raia

Posted by Copy Past On abril - 6 - 2009

Com o uso da TI, rede de farmácias procura oferecer aos clientes o personalizado que era possível na época de sua fundação

Giovani Profili descobriu que tecnologia seria sua profissão aos 14 anos de idade, quando assistia entusiasmado a um filme e faltou luz. Intrigado, começou a buscar informações e aprender sobre o assunto. A inocente investigação o levou ao curso técnico de eletrônica para depois fazer mestrado em engenharia elétrica e em administração. Assim, o mineiro de Poços de Caldas desembarcou em São Paulo para trabalhar na Cobra Tecnologia, em 1981, permanecendo por oito anos e de onde saiu para atuar na Cisco. Cinco anos mais tarde, ingressou na rede de farmácias Droga Raia, na qual é o atual diretor de TI. Há 12 anos na companhia, Profili mostra-se muito satisfeito em trabalhar para uma empresa da qual o presidente acredita que a tecnologia contribui efetivamente para o crescimento da corporação, cujo faturamento em 2008 aponta para algo em torno de R$ 1,148 bilhão.

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Comprafacil.com completa 6 anos e ingressa na Web 2.0

Posted by Copy Past On março - 26 - 2009

O Comprafacil.com, uma das cinco maiores empresas em faturamento de e-commerce do país, segundo o E-bit, comemora seis anos de operação e passa a utilizar ferramentas da para aumentar o com os internautas. O portal lançou seu Blog  e ingressa nas redes de e Twitter.

A é uma tendência mundial, considerada a segunda geração nas redes sociais, onde todos podem interagir e opinar sobre diferentes assuntos. Embora seja uma das mais modernas formas de interação das empresas com os clientes, redes sociais ainda são raras no Brasil. Um levantamento da consultoria americana ComScore revela que o internauta brasileiro é o segundo mais sociável do mundo, atrás apenas do canadense. Cerca de 85% dos brasileiros maiores de 15 anos com acesso à Internet visitaram ao menos uma rede social em 2008.

O pontapé do Comprafacil.com para inserção nesses canais é a criação de um Blog. Através de um personagem, o mascote Facilita (um robô em formato 3D), o Blog oferecerá conteúdo aos consumidores sobre lançamentos tecnológicos e prestará serviços, tirando dúvidas dos internautas sobre temas relacionados ao mundo digital.

O projeto foi desenvolvido em parceria com a agência Simples Estúdio, que será responsável pela atualização diária do site. Temas como a diferença entre TV de plasma e LCD, games e os vários tipos de MPs estarão em www.facilita.blog.br.

“Desenvolvemos como tema para este Blog o que interessa ao nosso público, que é fã de tecnologia, que gosta de se manter atualizado sobre novidades tecnológicas. O objetivo não é fazer publicidade sobre ofertas e sim fortalecer a nossa imagem e oferecer um serviço que vá além do produto. Essa foi a forma para nos conectarmos aos nossos consumidores”, explica Gustavo Bach, diretor de Marketing do Grupo Hermes.

Para o lançamento do Blog, haverá uma gincana cultural para criar um passado para o Mascote Facilita. As 3 melhores histórias ganharão prêmios. (O primeiro colocado, um Nintendo WII, e o 2º e o 3º, vale compras, de 300,00 e 200,00, respectivamente. A história vencedora será publicada no blog).

Comunidade Oficial no e promoções no Twitter

O Comprafacil.com utilizará outras ferramentas de interação com o cliente. Para integrar a maior rede de relacionamentos da Web no Brasil, o , lança uma comunidade oficial, com o intuito de aumentar a proximidade com as opiniões e interesses de seus clientes.

No Twitter, o e-commerce promoverá campanhas promocionais exclusivas, desde que os internautas estejam cadastrados no Blog.

“As redes sociais têm tudo a ver com o nosso público consumidor. Nossos consumidores são altamente conectados às novidades tecnológicas, se relacionam pela Internet, estão em redes sociais”, explica Bach.

As novidades serão divulgadas aos clientes do Comprafacil.com através do envio de e-mail marketing.

Sobre o Comprafacil.com

O Comprafacil.com está entre as cinco maiores empresas em faturamento de e-commerce do país, segundo dados do E-bit, e é um dos dez sites mais visitados de comércio eletrônico, conforme pesquisa do instituto Ibope/NetRatings, divulgado em janeiro de 2009. O site começou sua operação em 2003.

Mensalmente, mais de 200 mil produtos são vendidos nas 22 lojas/categorias (eletrônico, brinquedos, bebê, cama & banho, celulares, utilidades domésticas, informática, games, telefonia, perfumaria, móveis & decoração etc). Atualmente, são 36 (confirmar) milhões de page views ao mês. As categorias que mais vendem são eletrônicos, informática, cine e foto e celulares.

Em 2008, o portal foi remodelado para oferecer serviços através de parcerias, como revelação digital, flores, cestas comemorativas e vinhos, além de ferramentas de comparação de preços.

O Comprafacil.com é atualmente o operador logístico dos canais Ipirangashop.com e Globomarcas.com.

Fonte: Portal da Progaganda

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Social-commerce – A crista da onda!

Posted by Copy Past On março - 12 - 2009
Social-commerce é um termo relativamente novo aqui no Brasil. A participação ativa dos clientes e seus relacionamentos pessoais começou a determinar vários parâmetros na venda de produtos e serviços. O elemento principal é o envolvimento do cliente no ciclo da venda do início até o pós-venda, muito importante e indispensável no ambiente eletrônico; por exemplo, as recomendações e comentários que os clientes fazem nos produtos ou a possibilidade de fazer um bookmark ou uma comunidade de usuários daquele site, isso é social-commerce.
Com a introdução de sistemas que facilitam as trocas de informações como blogs, comunidades, fórum de discussões, listas e grupos, o antigo boca-a-boca foi potencializado de uma maneira tão grande que, sem exagero, poderíamos enriquecer ou fazer estrago numa empresa em um só dia. e já existem vários casos aqui no Brasil.

Um caso interessante é de um site brasileiro que cria grupos de compra agregados pelos interesses em comum. São clientes que se unem e compram com o preço reduzido, pois o grupo consegue mais força que um indivíduo só.

O conceito de WEB 2.0 favoreceu o crescimento do social-commerce, pois as ferramentas disponíveis facilitam a formação de uma inteligência coletiva ao redor das idéias e conceitos gerados por uma pessoa. Estava navegando quando me deparei com o site Brasilwiki, este site nada mais é do que um jornal criado pelos próprios leitores, você pode estar pensando Eu não teria tempo de escrever em um Jornal, mas tem muita gente que tem e se dispõe a colaborar com o conteúdo, a palavra do momento é Colaboração.

O Social-commerce também está relacionado com SEO e SEM, pois atua como forma de construir ligações entre sites de clientes e o seu e gerar conteúdos, os quais são ferramentas para melhorar a posição do seu site nos resultados de pesquisa de determinados motores de busca como o .

A empresa que facilita a criação de grupos entre os clientes e se abre para a discussão obtém vários adicionais competitivos. Um deles é o cliente servindo como um consultor free e verdadeiro relatando suas expectativas e mostrando o caminho a outro; aí é quando as vendas normalmente se multiplicam e os produtos adquirem uma etiqueta (tag) do próprio consumidor, algo muito importante nos dias de hoje. O boca-a-boca ainda existe e virou high-tech.

Autor: Roberto de Jesus Oliveira

Fonte: iMasters

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