Notícias e Treinamentos sobre Comércio Eletrônico

10 motivos para você não criar uma loja virtual

Posted by Roberto Camargo On novembro - 17 - 2009

Os números do e-commerce no Brasil têm feito não só empresas do mundo físico criarem seu braço virtual na internet, como também têm estimulado muitos brasileiros empreendedores a tentarem a sorte no mundo virtual. Não quero jogar um “balde de água fria” nas empresas ou empreendedores que vislumbram no comércio eletrônico riqueza com pouco trabalho, mas posso citar ao menos 10 bons motivos para não criar uma loja virtual.

1. Loja virtual

Meu sobrinho “manja” muito de internet e vai fazer pra mim um logotipo e uma loja virtual simplesinha mesmo.

Cai Fora!

Existem vários sistemas de loja virtual para você escolher. Próprio ou alugado (polêmicas à parte), escolha um que seja profissional, que passe credibilidade ao internauta e capriche muito no layout.

2. Formas de pagamento

Pretendo oferecer para meu cliente a opção de pagamento “depósito bancário”, no meu nome de Pessoa Física, na minha conta poupança

Cai Fora!

Seu cliente quer pagar com comodidade, no cartão de crédito, preferencialmente. Existem muitas soluções atualmente que ajudam no início de uma loja virtual, entre elas PagSeguro e Pagamento Digital.

3. Estoque

Sou esperto, vou primeiro vender, receber e depois comprar em seu fornecedor.

Cai Fora!

Para isso você precisa ter um esquema MUITO bem feito com seu fornecedor, para receber o produto muito rápido (em poucas horas) e com a garantia dele que sempre vai ter o produto disponível para pronta entrega, o que nem sempre é possível.

Seu cliente sempre quer receber amanhã. Mesmo que ele ainda nem tenha pago o boleto bancário, ele já acha que você está enrolando e atrasando a entrega.

4. Correio e-Sedex

Não vou fazer um contrato de consumo mínimo mensal de R$ 1.000,00 com os correios só para ter taxa entrega mais barata. Quem paga é o meu cliente mesmo…

Cai Fora!

Confira uns exemplos de valores de entrega:

  • Sedex de 300g. de São Paulo para Brasilia = R$ 21,50
    E
    -Sedex de 300g. de São Paulo para Brasilia = R$ 7,71
  • Sedex de 1kg de São Paulo para São Paulo = R$ 10,50
    E
    -Sedex de 1kg de São Paulo para São Paulo = R$ 5,50

Você pretende conquistar o cliente de outra loja virtual, oferecendo uma taxa de entrega maior? Existem outras boas opções de empresas que fazem entrega, mas oferecer o e-Sedex no início de sua loja virtual é uma obrigação com o seu cliente.

5. Atendimento ao cliente

Pretendo responder aos emails dos meus clientes assim que eu chegar em casa à noite, após o meu serviço.

Cai Fora!

Email, chat, helpdesk, telefone e outras formas de atendimento têm que estar à disposição do seu cliente e a resposta tem que ser IMEDIATA.

Se você não atender à necessidade ou dúvida do seu cliente rapidamente, seu concorrente vai atender.

Uma mensagem no orkut ou no twitter contra sua empresa pode ser devastadora se não acompanhada de perto e com ações rápidas.

6. Detalhes do produto

Não tenho foto e texto legal, tô pegando em alguns sites concorrentes.

Cai Fora!

Este item é grande e merece um artigo só dele, pois o cadastro de um produto exige fotos com qualidade, especificações técnicas completas, instruções de uso e, se possível, vídeo.

Os detalhes sobre seu produto devem ser como um vendedor online, ele tem que tirar imediatamente todas possíveis dúvidas do seu cliente.

7. Publicidade “paga

Não vou investir em publicidade “paga“, conheço muita gente que já fez anúncios em links patrocinados e não vendeu nada.

Cai Fora!

Utilizar a ferramenta para criar um anúncio no Google Adwords é muito fácil mesmo, mas criar a estratégia do anúncio, o texto e escolher as palavras-chave de forma a investir pouco dinheiro, infelizmente não é para qualquer um, é necessário muito treino e estudo. Contrate um profissional para isso e foque seu trabalho em administrar seu negócio.

8. Publicidade “gratuita

Só vou investir em publicidade “gratuita“, não tenho dinheiro pra jogar fora com anúncios pagos.

Cai Fora!

Atualmente é possível conseguir publicidade gratuita de diversas formas, inclusive as mídias sociais nos ajudam bastante nisso – lógico que se usadas com sabedoria.

Há uma grande loja virtual que diz que não investe dinheiro em publicidade. Eu discordo disso, pois podemos não investir diretamente no canal de publicidade, mas precisa de alguém para criar e executar as ações de publicidade gratuita.

9. Nota fiscal

Vou começar a vender pela internet e, se der certo, eu abro minha empresa.

Cai Fora!

Ter uma empresa legalizada não é só uma obrigação com o governo, mas principalmente com o seu cliente, que deve e sempre exigirá uma nota fiscal do produto comprado.

10. Planejamento

Acho que todos os motivos acima são bobeira e é perfeitamente possível ter sucesso sem levar em conta estes motivos.

Cai Fora!

O primeiro passo é montar um plano de negócios para sua loja virtual, mesmo que ele seja simplificado. Veja algumas dicas no artigo “Faça um plano de negócios para montar sua loja virtual”.

Finalizando esse artigo, quero deixar um conselho: CAIA DENTRO!

Trabalhe seriamente, levando em consideração essas dicas, e sua loja virtual terá tudo para ser um grande sucesso na internet.

Se quer acrescentar um motivo, ou discordar de algum acima, deixe seu comentário.

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Por que a Naspers comprou o Buscapé

Posted by Copy Past On outubro - 21 - 2009

Companhia sul-africana pavimenta o caminho para ter negócios na área de convergência de mídias.

A terceira maior transação da história da internet no Brasil, como demonstra levantamento feito pelo IDG Now!, a venda do Buscapé para a sul-africana Naspers, por 342 milhões de dólares, motiva alguns questionamentos sobre o futuro próximo do mercado de comunicação digital no Brasil.

Um deles é a sinalização de que, como consequência da nova condição do Brasil no cenário mundial – visto agora como competidor global relevante – e a boa recuperação da economia nacional diante da crise internacional, o País surge aos olhos dos grupos internacionais como boa opção para investimentos.

Nesse quesito, a área digital tem bons atributos a oferecer, como o rápido avanço da internet no conjunto da população e o perfil  do internauta brasileiro, que adota rapidamente inovações no setor e se mostra um usuário ativo das redes sociais.

Outro fator diz respeito às razões propriamente ditas que levaram a Naspers a adquirir o Buscapé – algo que também guarda relação direta com os fatores citados anteriormente. Um primeiro atrativo para a Naspers no negócio é a possibilidade de, com uma cartada só, obter uma boa atuação na América Latina, viabilizada pelo fato de o Buscapé operar em diversos países da região.

Razões

Uma análise mais atenta do movimento empreendido pela Naspers no País, no entanto, mostrar que a companhia pode estar se preparando para desenvolver negócios relacionados à convergência de mídias, acreditam especialistas ouvidos pela reportagem.

Um dos fatores que justificam a tese é de que há boas perspectivas de combinação de negócios com outra organização com a qual a Naspers está ligada no País, o Grupo Abril – seu braço digital MIH Holdings detém 30% do empresa da família Civita, negociação que resultou na formação da MIH Brazil Participações Ltda. A negociação, fechada em 2006 por 422 milhões de dólares, permitiu o ingresso da Naspers no mercado brasileiro de mídia impressa e eletrônica.

O raciocínio é o seguinte: com o Buscapé, a Naspers tem acesso a uma base consolidada de informações sobre tendências de consumo na área de comércio eletrônico, atributo reforçado com os estudos de consumo na web realizados pela e-bit, empresa controlada pelo site brasileiro de comparação de preços.

Convergência

Somando-se esse ativo às publicações da Editora Abril, a Naspers tem condições de criar estratégias de marketing ou projetos comerciais focados em diferentes segmentos de público, analisa Marcelo Coutinho, professor da FGV e colunista do IDG Now!.

“O banco de dados do Buscapé é um indicador dos desejos de consumo. Surgirá assim um campo promissor quando esse ativo se juntar à capacidade de distribuição de conteúdo em diversas plataformas”, diz Coutinho. “Como exemplo, pense no grande interesse que eventualmente possa ser registrado nas buscas sobre produtos de saúde e beleza, por exemplo. Esse dado pode alimentar combinações de projetos de marketing ou publicidade relacionados às revistas da Abril que atuam nesse setor”, afirma.

“A partir de agora, a Naspers alia, no Brasil, três aspectos importantes: poder comercial, análise de consumo e conteúdo editorial”, reforça Coutinho, que tem entre seus campos de estudo na área acadêmica o modelo de negócios no setor de mídia.

Plataformas reunidas

O sócio-diretor do I-Group, centro de treinamento avançado em técnicas de planejamento e gestão de projetos digitais, Indio Brasileiro, reforça a análise de Coutinho.  “A Naspers demonstra que trabalha com a ideia de convergência de mídias. Basta ver que ela tem agora uma boa plataforma editorial, força de distribuição, comércio eletrônico e marcas fortes”, avalia.

“O modelo do mercado daqui para frente é o da convergência. E, por ter feito aquisições milionárias no Brasil, a Naspers mostra que entra decidida a ser protagonista”, afirma Brasileiro, que no começo do mercado de internet no Brasil foi diretor comercial do UOL e vice-presidente de negócios da StarMedia.

Fonte: IDG NOW

Autor: Clayton Melo

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Site de vendas se torna vício na China e movimenta fortuna

Posted by Copy Past On agosto - 11 - 2009

Nos meses que antecederam sua formatura universitária, em junho, Yang Fugang dedicou seu tempo a atividades extrauniversitárias: a administração de uma loja online que vende cosméticos, xampus e outros produtos que eles muitas vezes compra de fábricas locais em Yiwu. Hoje, sua loja online no Taobao.com – o mercado online chinês de mais rápido crescimento – conta com 14 funcionários, dois armazéns e gera pilhas de dinheiro.

“Jamais imaginei que fosse me sair bem assim”, disse Yang, 23 anos, que no passado ganhou US$ 75 mil.
“Comecei vendendo tapetes para ioga, e agora vendo muita maquiagem. As margens de lucro são mais altas”.

A febre do Taobao varreu a escola de Yang, a Faculdade Industrial e Comercial de Yiwu, cujos administradores informam que um quarto dos 8,8 mil estudantes hoje administram uma loja no mercado online, muitas vezes trabalhando de seus alojamentos universitários.

Em toda a China, milhões de outras pessoas – formandos universitários, comerciantes e aposentados – também estão recorrendo ao Taobao para vender roupas, celulares, brinquedos e quase tudo mais que encontrem em lojas e mercados de atacado locais, ou até que consigam contrabandear para fora das fábricas.

Analistas de internet afirmam que esse florescente mercado – que lembra os dias iniciais do eBay, quando os norte-americanos começaram a esvaziar seus sótãos por meio de leilões online – fez do Taobao uma das mais procuradas empresas de internet da China.

Embora exista apenas seis anos, o Taobao (palavra chinesa que significa “procurar tesouros”) já conta com 120 milhões de usuários registrados e 300 milhões de produtos em oferta. No ano passado, seus comerciantes movimentaram quase US$ 15 bilhões.

A empresa alega que as vendas de seu site já superam as de qualquer outro grupo chinês de varejo. E, dizem especialistas em internet, as vendas totais do grupo devem superar as da Amazon.com este ano, chegando na US$ 19 bilhões.

“Esse é o novo grande segmento na Internet da China”, disse Jason Brueschke, analista de Internet no Citigroup de Hong Kong. “É uma mistura de eBay e Amazon.com”.

Como o eBay, o Taobao não vende nada diretamente; simplesmente permite que vendedores encontrem compradores. O mercado tem posição forte na China porque boa parte do país ainda conta com recursos de transporte insuficiente, e algumas autoridades dão preferência a redes estatais de varejo, o que torna o sistema de comércio ineficiente.

A recessão mundial também deixou as fábricas, que vinham operando em ritmo superaquecido, com imensos estoques de produtos que o restante do mundo já não parece querer.

Os chamados “viciados em Taobao” estão ajudando a economia desacelerada a retomar o ímpeto. “Não consigo viver sem o Taobao”, disse Zhang Kangni, estudante de pós-graduação em Xangai. “Para começar, é mais barato. Encontrei um vestido em uma loja de Xangai. É uma marca de Hong Kong, e custava US$ 175. No Taobao, encontrei o mesmo vestido por US$ 33″. Mas os céticos perguntam se o Taobao terá mesmo a capacidade de lucrar e de emergir como uma verdadeira potência na internet.

A empresa ainda não abriu seu capital, e portanto não revela informações financeiras, mas anunciar produtos no Taobao é gratuito, e a empresa não recebe comissão sobre as transações. Quase toda a receita de US$ 200 milhões que a empresa apresenta deriva de publicidade; o grupo diz que a receita basta para cobrir com folga todas as suas despesas operacionais.

A empresa tem recebido críticas, no entanto, por contribuir para com o florescente comércio de bens falsificados. O Taobao rejeita essas alegações, afirmando ter em vigor um novo programa que está reprimindo de maneira efetiva a venda de produtos falsificados.

Os executivos da empresa também afirmam que ela está posicionada para obter fortes lucros, mas que a prioridade inicial para eles é a de criar uma comunidade online.

“Nossa visão para o Taobao é a de construir um paraíso para os consumidores, no qual as pessoas possam fazer compras e se divertir online”, disse Jonathan Lu, o presidente do grupo. “Caso tornemos a companhia cada vez melhor, os lucros surgirão naturalmente”.

A confiança dele quanto ao futuro da Taobao deriva da linhagem do grupo. Trata-se de uma divisão da Alibaba, um conglomerado de Internet desenvolvido por Jack Ma ao longo dos últimos 10 anos, com forte apoio financeiro do Yahoo, Goldman Sachs e do Softbank Group, do Japão. O Yahoo controla cerca de 40% do Alibaba.

O Alibaba.com, o principal serviço do grupo, conecta pequenas empresas de todo o mundo a exportadores chineses. O Taobao.com faz coisa semelhante por consumidores interessados em vender a outros consumidores.

O Taobao.com foi criado em 2003, e no começo não era visto como sério candidato ao sucesso, porque fornecer serviços gratuitos não era visto como bom modelo de negócio. Mas o site não demorou a decolar, e o eBay, que até então dominava o mercado chinês, fechou sua unidade no país em 2006, mencionando perda de mercado e um crescente prejuízo. Hoje, o Taobao.com controla 80% do mercado do mercado chinês de comércio eletrônico, de acordo com a iResearch.

Yang, o vendedor online de cosméticos, se tornou um herói no campus de sua faculdade. Ele alugou dois armazéns, nos porões de dois conjuntos residenciais a alguns quilômetros da faculdade.

Em visita a um deles, lotado de caixas de filtro solar Neutrogena, grampos de cabelo, escovas de cabelo e uma ampla variedade de cosméticos, Yang afirma que os negócios não podiam ir melhor. “Em breve atingirei os US$ 150 mil mensais em vendas”, ele disse, abrindo um largo sorriso.

Autor: David Barboza

Tradução: Paulo Migliacci

Fonte: Terra

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E-commerce para Pequenas e Médias Empresas

Posted by Copy Past On julho - 1 - 2009

Mercado O medo de investir na internet e um novo horizonte se abre para as pequenas e médias empresas. Segundo estudos do e-bit, o comércio eletrônico movimentou R$ 2,3 bilhões no Brasil no primeiro trimestre deste ano, 25% maior em relação ao mesmo período em 2008. No ano passado, o setor movimentou R$ 8,2 bilhões, um crescimento 32% superior em relação a 2007.

Conforme pesquisa da Price Waterhouse Coopers, o investimento mundial em entretenimento e mídia atingirá US$ 1,6 trilhão em 2013, com um ritmo anual de crescimento relativamente moderado, de 2,7%.  O relatório Global Entertainment and Media Outlook, também divulgação esta semana, revela que a migração para o entretenimento digital se acelerará à medida que as empresas buscam por mais eficiência em publicidade e distribuição, em meio à crise, e os consumidores procuram por mais controle sobre o conteúdo e mais valor.

Segundo Leonardo Bortoletto, diretor da Web Consult, especializada em negócios e soluções virtuais em Belo Horizonte, o empreendedor está percebendo a importância da rede mundial de comunicação para vender e que marketing é importante para qualquer negócio, independentemente, do tamanho da empresa.

“Marketing em qualquer ambiente, quer seja no mercado real ou virtual, dá resultados. Na internet, por exemplo, as ações geram um efeito multiplicador e em curto espaço de tempo”, afirma.

A Pizzaria Mangabeiras passou a vender pizzas pela internet desde outubro. Os pedidos chegam a 700 por mês via e-mail, registrando um crescimento de 500% entre dezembro e abril. O investimento da Policenter na internet ampliou a demanda pelos serviços em 30%.

O acesso virtual dos brasileiros cresce diariamente. O Brasil tem 41 milhões de internautas, liderando o ranking mundial de países com o maior tempo médio de navegação, cerca de 24 horas e 49 minutos. Em janeiro, 24,5 milhões de brasileiros utilizaram a rede a partir de conexões residenciais, representando um crescimento de 16% em relação ao mesmo período no ano passado.

O marketing digital ganha espaço entre empresários, de acordo com Bortoletto, porque a internet leva para dentro de casa uma infinidade de oportunidades. Até então, muitas pessoas ainda acham que a rede somente serve para enviar e receber e-mails. Se trocar a casa pelo escritório, as oportunidades triplicam, pois dentro das empresas e de forma estratégica, é possível extrair da internet recursos muito eficientes e baratos para garantir uma comunicação mais eficaz com cliente e consumidor.

“Site por si só não gera negócios. Trata-se somente de um espaço para o internauta conhecer mais sobre a empresa. O endereço eletrônico pode ter mais objetivos que somente informar, como por exemplo ser uma ferramenta para que as pessoas descubram a empresa com um melhor posicionamento em sites de buscas, tendo a opção de comprar e conhecer melhor produtos e serviços”, explica Bortoletto.

Uma campanha de marketing digital começa pelo levantamento do público-alvo da empresa, do que o consumidor precisa, o que o emociona na internet. Já, para quem possui um site, nem sempre é necessário modificar tudo. Afinal, algumas alterações estratégicas de conteúdo podem melhorar os resultados do projeto online.

Autor: Fernando Souza Filho

Fonte: PC Magazine

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Pequenos varejistas se destacam no e-commerce

Posted by Copy Past On junho - 30 - 2009

O comércio eletrônico no Brasil tem apresentado forte crescimento. O segmento registrou taxas de aumento entre 30 e 40% nos últimos anos. Segundo a e-bit, apenas nos três primeiros meses de 2009, o e-commerce brasileiro faturou cerca de R$ 2,3 bilhões, representando um crescimento nominal de 25% em relação ao mesmo período do ano passado.

A confiança que o canal traz ao consumidor e a maior conscientização no ato da compra continuam sendo fatores que contribuem para essa tendência de aumento nas vendas. “Os consumidores estão mais informados a cada dia e orientados a fazerem uma compra com segurança. A tendência é que esse tipo de comportamento continue se alongando nos próximos tempos”, explica o Diretor Feral da e-bit, Pedro Guasti.

Além disso, de acordo com Guasti, enquanto o Brasil não tiver uma taxa elevada de brasileiros com acesso à internet, as chances de aumentar a base de pessoas conectadas são grandes e, consequentemente, de consumidores do e-commerce. O número de pessoas com acesso à internet em casa ou no trabalho é de 44,5 milhões, segundo o IBOPE Nielsen Online.

Long Tail
O cenário para os varejistas on-line, no entanto, agora se mostra um pouco diferente. Pequenos e médios varejistas – o chamado long tail – estão ganhando espaço entre as lojas virtuais. No mesmo período analisado pelo e-bit, estas empresas registraram um aumento de 1,62% em Market Share.

Em geral, o perfil destes varejistas é composto por empresas que buscam oportunidades de crescimento rápido em nichos de mercado. Para isso, atuam em categorias em que as grandes ainda não estão inseridas, como artesanato, cestas de café da manhã, flores, livros técnicos e artigos de moda.

As ofertas de plataformas de tecnologia para o e-commerce com preços acessíveis são um fator importante para o crescimento. Outra ferramenta de destaque são os serviços de apoio oferecidos por sites como o próprio e-bit, que avaliam as empresas e certificam de acordo com a qualidade, o que ajuda a fortalecer a marca e a confiança do consumidor.

Importância do Marketing digital
Um ponto fundamental é o investimento em Marketing. “Lojas pequenas podem investir em serviços de busca e comparação de preços para posicionar seus produtos ao lado de lojas tradicionais”, explica o diretor geral da e-bit em entrevista ao Mundo do Marketing.

Estratégias como investimento em publicidade on-line e e-mail marketing também são importantes, além do acompanhamento de mídias sociais, para mostrar ao consumidor que a empresa está atenta às novas mídias e tecnologias. “É necessário entender qual sua reputação no mercado, acompanhando comentários e reclamações que os clientes deixam na própria rede. Mas também é importante investir em publicidade para que a marca não fique esquecida na internet”, diz Guasti.

Casos de sucesso
Mesmo com o crescimento do pequeno varejo na internet, a participação deles ainda é tímida. Ao todo, estas empresas representam 9,7% do mercado de e-commerce no Brasil. Dificuldades em investir e aguardar o retorno sobre o investimento a médio e longo prazo, além da falta de conhecimento em relação à marca, são os principais problemas enfrentados pelos pequenos e médios varejistas.

Em compensação, este grupo tem como vantagem a velocidade em poder tomar decisões, aplicando uma ideia e vendo o resultado com maior rapidez. “Os grandes muitas vezes têm presença no mundo off-line e acabam entrando em conflito com o canal de vendas tradicional, o que impede que uma ação mais agressiva no canal on-line”, explica Guasti.

A Giuliana Flores, presente desde 1990 no mercado de flores, inaugurou em 2000 a sua loja on-line ao perceber a importância do e-commerce. Hoje, os números mostram o sucesso da empresa. Em 2004 o site registrou 2.300 vendas por mês e este ano já são 10 mil a cada mês. O acesso ao site também cresceu. Há cinco anos eram 60 mil internautas clicando na loja on-line da Giuliana Flores por mês contra 300 mil atualmente.

Investimento no exterior
Um ano após o lançamento do site, a Giuliana Flores fechou parceria com o Bradesco para fortalecer sua marca. Junto com as faturas do cartão de crédito, o cliente do banco recebia um encarte da marca com os produtos, site e telefone. A ação deu tão certo que até hoje a loja faz parcerias do tipo com bancos e seguradoras.

Segundo o diretor da empresa, Clovis Souza, outra ação recente que teve resultado muito positivo foi divulgar a marca em comerciais na Globo Internacional, durante o intervalo da novela das oito. A iniciativa teve como foco os brasileiros que vivem no exterior.

“Tínhamos uma média de 600 visitas (do exterior) por semana. Depois deste comercial, o número passou para 3.900 visitas, com conversão de 6%. O resultado foi tão positivo que estendemos também para o Dia dos Namorados”, diz Clovis Souza em entrevista ao site.

Parcerias
Para fortalecer ainda mais a marca, a Giuliana Flores adesivou as 280 lixeiras do Aeroporto de Congonhas e já fechou parceria para fazer o mesmo no de Cumbica, ambos em São Paulo. Além disso, como diferencial, a empresa trabalha com produtos de grandes marcas como Kopenhagen, Havana, Amor aos Pedaços e Ofner, que acompanham os arranjos de flores.

Prestes a completar um ano e meio no mercado de cama, mesa e banho, a PorCasa também comemora os bons resultados. Por insistência de Natan Sztamfater – hoje diretor da loja on-line – a marca inaugurou sua loja virtual quatro meses depois da abertura da loja física.

“Hoje ninguém abre uma loja de varejo on-line sem o pensamento de aumentar o volume de vendas. A decisão de abrir apenas uma loja e não uma rede foi justamente porque o peso do investimento seria feito no on-line”, explica Natan em entrevista ao Mundo do Marketing.

Presença em redes sociais
Ações de Marketing Digital e a presença nas redes sociais foram responsáveis pelo crescimento da PorCasa. Os investimentos em links patrocinados do Google chegam a R$ 60 mil por mês. O envio de e-mail marketing e a presença em sites como Buscapé e outros comparadores de preço também auxiliam a divulgação da marca.

As redes sociais funcionam como um termômetro para a empresa que acompanha as avaliações dos consumidores sobre a loja. O retorno das ações aparece nos resultados. No fechamento de 2008, a empresa alcançou um faturamento de R$ 2,6 milhões. Para 2009, a estimativa é de alcançar R$ 5 milhões.

Segundo Natan, o site também traz bons resultados para a loja física. Alguns clientes chegam a escolher os produtos pela loja on-line e finalizam a compra pessoalmente. Por outro lado, a valorização da loja física no site favorece a confiança na marca, a partir do momento em que o consumidor percebe que é uma loja “real”, como diz o diretor da PortCasa.

Natan ainda lembra outro fator que garante o sucesso. “Muitas vezes o pequeno varejista sente dificuldade em crescer no e-commerce porque é necessário um investimento forte. Mas para investir às vezes falta um profissional capacitado. Por isso, a PortCasa investe em seus profissionais. Pessoas da equipe participam de treinamentos específicos para que se familiarizem com o mundo on-line”, diz.

Autor: Sylvia de Sá

Fonte: Mundo do Marketing

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Internet é essencial para crescimento das pequenas empresas

Posted by Copy Past On junho - 18 - 2009

A internet revolucionou a comunicação e isso inclui a forma de se fazer comércio e propaganda. E a inserção das micro e pequenas empresas nesse mundo é fundamental para o crescimento desses negócios. A avaliação é do gerente de suporte para pequenas empresas do Google, Luciano Santos, em palestra para analistas de mercado do Sebrae, em Brasília, nesta quarta-feira (17).

Luciano dimensionou a importância da internet: hoje, disse, 1,4 bilhão de pessoas estão online no mundo; a América Latina tem 141 milhões de Internautas e no Brasil eles são 64 milhões, com a banda larga em rápido crescimento. Esse ambiente é reforçado pelo surgimento das chamadas comunidades, ampliando o potencial desse meio de comunicação.

“Hoje, a internet não é só venda, compra ou possibilidade de fazer propaganda; é, também, a possibilidade de se perguntar e dar opiniões para tomar decisões” exemplificou o gerente do Google.

Luciano também lembrou que o comércio eletrônico já é uma realidade no País – o e-comerce é um negócio bilionário estimado, este ano, em R$ 9,2 bilhões. Os anunciantes já perceberam esse potencial. Em 2008, de acordo com ele, o investimento em publicidade online foi de R$ 759 milhões.

A realidade da propaganda nos meios tradicionais, como rádios, jornais, revistas e televisão também mudou, especialmente com o aumento da quantidade e diversidade de veículos. Isso, segundo Luciano, dificulta um alcance extensivo do público-alvo, principalmente para os pequenos empreendimentos com poucos recursos disponíveis para investir nessa pulverização e tendo que optar por um ou outro veículo.

Na sua avaliação, é impossível para uma empresa “atingir um grande público utilizando os meios tradicionais se não for uma multinacional”. A alternativa, acredita, está na internet, acessada diariamente por milhões de pessoas. Os internautas encontram o que procuram de maneira mais rápida.

Entre as vantagens da Internet, Luciano relaciona segmentação, “permitindo a escolha do público que acessará à propaganda ou ao produto oferecido”; flexibilidade, “não havendo necessidade, por exemplo, de esperar a impressão ou publicação de determinado material publicitário; e a possibilidade de mensurar a efetividade da iniciativa.

Educação digital

Luciano admite, porém, que muitas pequenas empresas enfrentam o problema da exclusão digital, não só pela falta de acesso à internet, mas também pela dificuldade em utilizar as ferramentas da web. “Isso tira a possibilidade de a empresa concorrer de maneira justa com outras; quem consegue utilizar o sistema está na frente”.

Fonte: DCI

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Como aumentar a venda de seu produto pela internet em 2.300%

Posted by Copy Past On maio - 22 - 2009

Camiseta que gerou piadas dispara em vendas na Amazon

Peça com imagem de três lobos e a Lua registrou aumento de vendas de 2.300% em site.

Uma camiseta com estampa de lobos uivando para a Lua se transformou em um fenômeno de vendas na loja online Amazon nas últimas semanas depois de uma série de avaliações irônicas sobre o produto.

A camiseta Three Wolf Moon (“Lua dos Três Lobos”, em tradução livre) teve um aumento de 2.300% depois que as avaliações irônicas se transformaram em uma verdadeira campanha de publicidade do produto.

A primeira avaliação da camiseta deu a ela a cotação máxima, cinco estrelas, e afirmava que ela “serve na minha estrutura larga, tem lobos, atrai mulheres”, mas “não consigo ver os lobos quando cruzo os braços”.

Esta avaliação levou a centenas de outras pessoas enviarem seus comentários bem-humorados, transformando a página da camiseta em um fenômeno da internet.

“Quando vesti esta camiseta pela primeira vez, minha mulher me abandonou! Obrigado, camiseta Lua dos Três Lobos”, foi um dos comentários.

Outra pessoa escreveu – usando uma linguagem típica de jogadores de RPG (Role Playing Games) – que a “camiseta Lua dos Três Lobos me deu uma resistência +10 a ataques de energia, força +8… e eu resolvi sete crimes em minha cidade”.

Russell Dicker, gerente de conteúdo de comunidades da Amazon, afirmou que a camiseta é o produto que mais vende no setor de roupas do site.

“Recentemente, a camiseta Lua dos Três Lobos aumentou suas vendas em 2.300%.

Estamos gratos pelo fato de nossos comentaristas sejam tão apaixonados (pelo produto)”, afirmou.Three Wolf Moon "Lua dos Três Lobos"

Leite e camisetas

A companhia Mountain, fabricante da camiseta, se mostrou surpresa com a recepção à camiseta.

“A Mountain é uma companhia atacadista e não vende camisetas na Amazon”, escreveu a companhia no setor de comentários da página da Amazon, explicando que a popularização do produto passou despercebida “até que a camiseta ficou entre os dez mais vendidos na sessão de roupas da Amazon”.”Gostamos de humor tanto como outras companhias, mas não aprovamos algumas das observações.”

Esta não é a primeira vez que avaliações bem-humoradas na Amazon se transformam em uma campanha que favorece um produto. Em 2006, foram feitas mais de mil avaliações para o leite integral Tuscan.

“Foi então que soube. Ele estava cansado desta vida comigo, cansado de trazer para casa o leite integral Tuscan”, dizia uma das avaliações, no estilo “roteiro de novela”.

Outra avaliação, mais óbvia, dizia: “Alguém já tentou derramar esta coisa em cereal seco? D-E-M-A-I-S!”.

Fonte: G1

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Dia das Mães no comércio eletrônico de 2005 a 2009

Posted by Roberto Camargo On maio - 8 - 2009

O Dia das Mães é a segunda maior data no calendário do varejo de lojas físicas e também em lojas virtuais.

Segundo a e-bit, em 2008 as vendas on-line no período do Dia das Mães alcançaram R$ 381 milhões com um ticket médio de R$ 328,00.

As vendas on-line nessa época do ano crescem muito mais do que a média anual, em 2006 as vendas cresceram 92% em relação a 2005 e a venda anual cresceu 76%.

No último ano, as vendas no Dia das Mães cresceram 53% e a venda média anual cresceu 30%.

A previsão para 2009 é de R$ 450 Milhões em vendas neste período.

Dia das Mães de 2005 a 2009

A crise não bateu na porta do comércio eletrônico brasileiro, pois neste primeiro trimestre de 2009 crescemos 25% nas vendas on-line, então dá pra imaginar o que podemos esperar para este próximo Dias das Mães.

Sua loja virtual está pronta para contribuir para as estatísticas das vendas neste ano e pegar uma fatia desses R$ 450 Millhões? Se ainda não, vamos te ajudar.

Nas sazonalidades que temos durante o ano, que estimulam muito as vendas, geralmente utiizamos promoções a partir dos 15 dias que antecedem essas datas. Dia das Mães, dos Namorados, dos Pais, das Crianças. Apenas no Natal que é feito diferente, utilizamos os 45 dias que antecedem a data.
O que deve fazer então?

Selecionar produtos específicos para Mães e:

  • Colocá-los em destaque na loja
  • Fazer promoções Especiais, por exemplo: FRETE GRÁTIS
  • Banner destaque na própria loja
  • Publicidade em Links Patrocinados
  • Boa disponibilidade de estoque
  • Garantia de entrega
  • Forma de pagamento diferenciada
  • Decore o layout de sua loja virtual com o tema

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Entrevista: Frederico Wanderley CIO da Casas Bahia

Posted by Copy Past On abril - 29 - 2009

Rede inaugurou loja virtual mais tarde que concorrentes, mas Frederico Wanderley quer na web o mesmo sucesso da rede física

Ele é um entusiasta e grande defensor do mainframe. É absolutamente contra a terceirização em TI. Prima pelas tecnologias de ponta, que busca em feiras ao redor do mundo e testa na maior rede varejista do Brasil. O condutor da TI da Casas Bahia não sabia nada de tecnologia da informação quando, em dezembro de 1993, depois de quase 20 anos trabalhando na companhia, recebeu do fundador Samuel Klein a missão de dirigir o departamento. Frederico Wanderley encarou de frente. Na época, em vez de seguir o caminho da maioria das empresas rumo à plataforma baixa, preferiu apostar na evolução do mainframe. E, na contramão, esteve também quando, em 2001, adotou o sistema operacional Linux. Mais recentemente, inaugurou um novo centro de tecnologia em São Caetano do Sul, fruto de um investimento de R$ 20 milhões. Sua última empreitada, em 2 de fevereiro, foi o lançamento (ainda que tardio) da loja virtual, cujos detalhes o executivo contou à InformationWeek Brasil nesta entrevista que vai muito além do e-commerce.

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O dia das mães vem ai! Sua loja está pronta para a data?

Posted by Copy Past On abril - 23 - 2009

O varejo está se preparando para o aumento das vendas devido à grande procura por presentes diversos que marcam a data.

Com a chegada da segunda data mais importante para o comércio brasileiro depois do Natal: o “Dia das Mães”, o varejo está se preparando para o aumento das vendas devido à grande procura por presentes diversos que marcam a data. Muitos consumidores procuram antecipar suas compras para evitar a correria de ultima hora e a possibilidade de não encontrarem o produto desejado.

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