Notícias e Treinamentos sobre Comércio Eletrônico

Quer pagar quanto?

Posted by Copy Past On agosto - 25 - 2009

Frederico Wanderley, CIO da Casas Bahia, levou o estilo popular da rede de lojas para a web.

Repetir na internet o sucesso da Casas Bahia com as classes C e D é o desafio da loja online da rede varejista — e do CIO Frederico Wanderley, de 62 anos. Desde 1993 à frente da área de tecnologia da empresa, ele e sua equipe levaram cerca de três anos planejando o site, que acabou só estreando em fevereiro, bem depois dos concorrentes. Vídeos no YouTube e nuvens de tags são alguns dos recursos usados para ajudar os consumidores no processo de compra. Do centro de tecnologia, em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo, Wanderley falou à INFO sobre a loja online.

INFO – As classes C e D estão comprando na loja online da Casas Bahia?

WANDERLEY – O site foi desenvolvido para as classes C e D, que são o foco da Casas Bahia, mas todas as camadas da população estão comprando. Saem desde pen drives de 19 reais até TVs de 60 polegadas. Nos surpreende a quantidade de brasileiros que acessam o site a partir de outro país. Eles compram produtos para seus parentes que moram aqui e que podem fazer a retirada na loja. Esse é um diferencial da Casas Bahia. A pessoa pode comprar no site e retirar na loja física.

INFO – E quem mora onde não há Casas Bahia?

WANDERLEY – A loja virtual só vende para regiões onde há lojas físicas, porque o pós-venda é importante para nós. A finalidade da loja virtual é ser extensão da loja física, o que significa levar o produto na casa do cliente, montá-lo e retirá-lo se preciso. Além disso, a devolução de material enviado para regiões onde não estamos presentes teria um custo alto.

INFO – Por que a demora em estrear no e-commerce?

WANDERLEY – Em termos de instalações e tecnologia, estávamos prontos há anos, mas foi uma estratégia da empresa não ter pressa e primeiro entender as demandas do mercado. Ficamos anos debatendo, pesquisando, entendendo as necessidades da nossa freguesia.

INFO – Vocês fizeram pesquisas para entender o seu público na web?

WANDERLEY – Sim, nas pesquisas que fizemos com as classes C e D o grande anseio é o da população em geral, ou seja, medo de colocar o seu cartão de crédito na internet. Mas oferecemos todas as formas de pagamento presentes em qualquer site virtual, além do uso de cartões de crédito da Casas Bahia. São mais de 5 milhões de cartões Casas Bahia, que permitem parcelar a compra em até 24 vezes. Isso facilita o acesso das classes menos favorecidas.

INFO – O número de acessos está dentro do esperado?

WANDERLEY – A loja começou a funcionar em 2 de fevereiro e menos de 100 dias depois já tínhamos um fluxo maior do que muitos portais. Em abril, foram 2,2 milhões de visitantes únicos. Em vendas, a meta é responder por 1% a 2% do faturamento total da empresa em um ano.

INFO – O site faz ofertas personalizadas?

WANDERLEY – Fazemos e-mail marketing e entre 25 e 30 ofertas relâmpago diariamente na mídia tradicional. Elas valem para todos os clientes. Não seria justo fazer promoção diferenciada em um ambiente. Imagine a frustração de um cliente ao descobrir que alguém comprou mais barato porque recebeu uma promoção por e-mail enquanto ele pagou mais caro pelo mesmo item na loja física.

INFO – Vocês usam recursos como Twitter e redes sociais?

WANDERLEY – Temos um canal no YouTube (www.youtube.com/user/Casasbahia), com vídeos de vários produtos. Esses vídeos podem ser baixados também na loja virtual, na página do produto. Começamos com 100 vídeos, mas a ideia é aumentar. É como se o cliente fosse atendido por um vendedor online, que apresenta a mercadoria. Testamos todas as possibilidades de inovação tecnológica, inclusive orkut e Twitter. Mas não vamos perder tempo com modismos. Senão, você perde o foco e compromete a agilidade na compra. Este absurdo merece o destaque certo ? (Roberto Camargo)

INFO – A tecnologia de logística é diferente para a internet?

WANDERLEY – Nossa logística normal já é tecnologia de ponta e estávamos prontos para suportar a loja virtual. Usamos mainframe com Linux, o que é uma grande vantagem. Simplesmente colocamos o site como uma filial a mais, usando toda a logística usual da empresa. Nessa área, novas tecnologias surgem todo dia. Há tempos estamos desenvolvendo, por exemplo, um projeto para o uso de RFID em nossos depósitos, lojas e centro de distribuição. Em dezembro passado, fizemos piloto na superloja do Anhembi (SP), onde chegamos a ler mais de 250 mil itens por meio dessa tecnologia.

Autor: Ana Lúcia Moura fé

Fonte: INFO

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E-bit premiará melhores lojas de e-commerce

Posted by Copy Past On junho - 29 - 2009

Prêmio Excelência em Qualidade Comércio Eletrônico B2C será em setembro.

No dia 15 de setembro deste ano, o e-commerce brasileiro conhecerá as melhores lojas do setor durante a sexta edição do “Prêmio Excelência em Qualidade Comércio Eletrônico B2C – 2009″, organizado pela E-bit. Ao todo, serão conhecidas as quinze lojas Diamante, além da melhor loja dessa categoria e as três melhores lojas Ouro, Prata e Bronze.

Para ser indicada ao prêmio de Loja Diamante, é necessário que o varejista tenha a avaliação máxima dos consumidores que preenchem os questionários logo após a compra e também do pós-venda no período de pelo menos trinta dias, no primeiro semestre de 2009. Já a votação para as demais categorias é feita pelo voto popular, no site www.premiacao2009.ebit.com.br entre os dias 01/01/09 e 31/08/09. Para participar é preciso que o usuário seja cadastrado na e-bit (www.ebit.com.br).

O evento, já tradicional no setor, contará com uma competição saudável entre as lojas, em busca da melhor classificação. “A e-bit vem premiando as melhores lojas do e-commerce brasileiro desde 2004 e entregou o Troféu Diamante para 30 lojas nas últimas cinco edições”, afirma Pedro Guasti, diretor geral da e-bit.

Guasti ainda assegura que a premiação desse ano deverá ser ainda mais emocionante, graças às novas categorias concorrentes. “Este ano, resolvemos inovar premiando as três melhoras lojas Ouro, Prata e Bronze, além da melhor loja Diamante, pois entendemos que todas as lojas conveniadas à pesquisa bitConsumidor, independentemente da qualificação da medalha, são as melhores lojas do Brasil”, conta. O executivo acredita que a premiação dessas lojas deve ser reconhecida, já que passa por um rigoroso processo de avaliação: a aprovação do cliente.

Fonte: Cliente SA

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Varejo on-line passará por forte descentralização

Posted by Copy Past On março - 25 - 2009

Participação dos pequenos e médios varejistas é cada vez maior no comércio eletrônico.

Segundo dados divulgados recentemente pela e-bit, o comércio eletrônico brasileiro faturou R$ 8,2 bilhões em 2008, o que significa um aumento de 30% se comparado com o ano anterior. O resultado dá mostra que o mercado do e-commerce nacional continua em franca expansão, entretanto, uma mudança significativa indica que o segmento está em vias de um novo momento: a descentralização das lojas no montante de vendas.
Levantamento comparativo do quarto trimestre de 2008 com igual período de 2007 revela que os dez maiores varejistas do mercado nacional perderam 3,2 pontos percentuais de participação no mercado, mesmo que continuem registrando forte crescimento nos resultados individuais. Se considerado somente a participação do líder de mercado, a perda chega à 5,3 pontos percentuais de market share.
Para Pedro Guasti, diretor-geral da e-bit, o menor custo para implantação e divulgação on-line de uma loja aliado a maior oferta de ferramentas e fornecedores especializados em e-commerce são os principais responsáveis para a desconcentração do mercado de comércio eletrônico. “É possível encontrar dispositivos para segurança, crédito, propaganda on-line, logística e pós-venda com custos acessíveis, o que garante uma presença mais democrática das lojas”, completa.
Ao mesmo tempo em que os primeiros perdem terreno, os pequenos e médios varejistas registraram um crescimento de 6% na participação no mercado se comparado os resultados do quarto trimestre de 2007 e 2008. Segundo Guasti, isso demonstra a maturidade do consumidor, já que ele deixou de se guiar somente por grifes e lojas de marca reconhecida e passou a buscar a melhor oferta e condição de venda por meio de vasta informação disponível de loja e produtos em sites de busca, comparação de preços e conteúdo colaborativo (Web 2.0).

Fonte: Cliente SA

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Social-commerce – A crista da onda!

Posted by Copy Past On março - 12 - 2009
Social-commerce é um termo relativamente novo aqui no Brasil. A participação ativa dos clientes e seus relacionamentos pessoais começou a determinar vários parâmetros na venda de produtos e serviços. O elemento principal é o envolvimento do cliente no ciclo da venda do início até o pós-venda, muito importante e indispensável no ambiente eletrônico; por exemplo, as recomendações e comentários que os clientes fazem nos produtos ou a possibilidade de fazer um bookmark ou uma comunidade de usuários daquele site, isso é social-commerce.
Com a introdução de sistemas que facilitam as trocas de informações como blogs, comunidades, fórum de discussões, listas e grupos, o antigo boca-a-boca foi potencializado de uma maneira tão grande que, sem exagero, poderíamos enriquecer ou fazer estrago numa empresa em um só dia. e já existem vários casos aqui no Brasil.

Um caso interessante é de um site brasileiro que cria grupos de compra agregados pelos interesses em comum. São clientes que se unem e compram com o preço reduzido, pois o grupo consegue mais força que um indivíduo só.

O conceito de WEB 2.0 favoreceu o crescimento do social-commerce, pois as ferramentas disponíveis facilitam a formação de uma inteligência coletiva ao redor das idéias e conceitos gerados por uma pessoa. Estava navegando quando me deparei com o site Brasilwiki, este site nada mais é do que um jornal criado pelos próprios leitores, você pode estar pensando Eu não teria tempo de escrever em um Jornal, mas tem muita gente que tem e se dispõe a colaborar com o conteúdo, a palavra do momento é Colaboração.

O Social-commerce também está relacionado com SEO e SEM, pois atua como forma de construir ligações entre sites de clientes e o seu e gerar conteúdos, os quais são ferramentas para melhorar a posição do seu site nos resultados de pesquisa de determinados motores de busca como o Google.

A empresa que facilita a criação de grupos entre os clientes e se abre para a discussão obtém vários adicionais competitivos. Um deles é o cliente servindo como um consultor free e verdadeiro relatando suas expectativas e mostrando o caminho a outro; aí é quando as vendas normalmente se multiplicam e os produtos adquirem uma etiqueta (tag) do próprio consumidor, algo muito importante nos dias de hoje. O boca-a-boca ainda existe e virou high-tech.

Autor: Roberto de Jesus Oliveira

Fonte: iMasters

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Quando a InterNET funciona, mas a Empresa NÃO

Posted by Roberto Camargo On outubro - 12 - 2008

Leia o texto abaixo, ouça esta mensagem e em seguida curta Reckless com UB40 & Afrika Bambaataa, hit de 1988.

Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.

Quero ao longo deste treinamento, deixar claro que a InterNET funciona, e quando você não está satisfeito com o resultado dela, deve olhar mais para dentro de sua empresa, do que tentar outros caminhos OnLine.

Vou contar rapidamente uma história de grande sucesso no comércio eletrônico, que é a história da B2W.

Em 1999 as Lojas Americanas estavam quase “falindo”, quase seguindo o mesmo caminho das conhecidas Lojas Arapuã, Mesbla, Mappin, G. Aronson e outras empresas do mesmo ramo, mas iniciaram suas atividades online, através de uma Loja Virtual na InterNET. O sucesso rápido e a situação revertida, fez com que a Americanas.com iniciasse um processo de compras de empresas pontocom, como por exemplo, o Shoptime.com em 2005 e a fusão com o Submarino.com em 2006, gerando B2W Companhia Global do Varejo, que hoje engloba as empresas:

  • Americanas.com
  • Submarino.com
  • Shoptime.com
  • Blockbuster OnLine
  • Ingresso.com
  • Submarino Finance
  • B2W Viagens

Vamos voltar mais alguns anos, vamos para 1995 quando Jack London fundou a Booknet, que foi a livraria virtual pioneira em nosso país, que em 1997 seguiu o caminho contrário, a partir do sucesso no mundo virtual, foi para o mundo real, abrindo 4 lojas no Rio de Janeiro. Nós fazíamos o pedido pela loja virtual e a Booknet enviava o livro e junto um boleto para pagamento. Em 1999 a Booknet foi comprada pelo fundo GP Investimentos, eles adquiriram a marca, o domínio, a carteira de 50 mil clientes e a experiência de mais de 4 anos no comércio eletrônico e em novembro do mesmo ano lançaram a maior Loja Virtual de livros, CDs e brinquedos, o Submarino.com, que no seu primeiro mês faturou 1 milhão de reais e conquistou 500 mil clientes em 6 meses.

Em 2006, as lojas virtuais Americanas.com e Submarino.com, recebiam certa de 10 mil pedidos por dia cada uma, e detinham 50% do mercado de comércio eletrônico no Brasil, então chegaram a conclusão de que se hoje 2 + 2 era igual a 4, no futuro, com a fusão, fariam 2 + 2 ser igual a 6, mas no início não foi bem assim.

A Americanas, com cerca de 53% da nova empresa (B2W), impôs suas regras na gestão. Inicialmente acabou com o estilo informal dos funcionários do Submarino, não sendo mais permitido trabalhar de bermuda e chinelo, dentre outros exemplos. Vários funcionários pediram demissão, inclusive metade da Diretoria, que era composta por 6 diretores.

O submarino passou por mais um grave problema, a limitação tecnológica, que culminou numa queda de 20% dos pedidos, caindo para a média de 8 mil pedidos por dia. Em poucos meses, com devidos ajustes de estrutura, a B2W atingiu 75 mil pedidos num único dia.

PUBLICIDADE

Qualquer que seja o seu ramo de atividade, para que obtenha o sucesso que deseja na InterNET, obrigatoriamente você deve investir em publicidade OnLine , pois não adianta você ter um produto ou serviço sensacional, se o internauta não sabe que ele existe.

Não pretendo falar agora sobre técnicas de posicionamento em servidores de pesquisa gratuitos (SEO), como o Google, ou alguma campanha de Marketing Viral, o que preciso deixar claro é que hoje temos diversos canais de publicidade OnLine, tais como Links Patrocinados, Comparadores de Preços e Email Marketing e com certeza um deles se adapta melhor ao seu tipo de produto ou serviço.

Diferente dos tipos de mídia tradicional, o resultado de uma publicidade na InterNET é imediato e geralmente você já pode analisar o resultado em questão de horas.

A InterNET funciona, mas se sua empresa não fizer publicidade para aparecer para o internauta, você não obterá o resultado desejado.

ESTRUTURA TECNOLÓGICA

Existem diversos tipos de plataformas para o comércio eletrônico, mas vejo muitas empresas “testarem” a InterNET, contratando sistemas ultrapassados e que deixam a Loja Virtual com conceitos antigos e mais fora do ar, do que OnLine. A economia no dia de hoje, pode ser muito cara para o dia de amanhã.

O comércio eletrônico não precisa de testes, já está consolidado, e estes testes que alguns insistem em fazer, muitas vezes acabam rapidamente com a reputação das empresas, pois o boca a boca online é muito mais forte, temos diversos canais disponíveis para o internauta reclamar de empresas, e estes são facilmente divulgados pelo Google, experimente digitar o nome de uma empresa no Google e veja a quantidade de sites que falam sobre ela, ou bem ou mal, é muito fácil colocar uma mensagem no Orkut, em algum Blog, ou qualquer tipo de site, e essa informação rapidamente é espalhada pela InterNET.

Comprar pela InterNET usando cartão de crédito, é mais seguro que comprar algo num Posto de Gasolina, falo por experiência própria, pois quando estamos digitando os dados de um cartão de crédito na InterNET, a tela que aparece para a digitação destes dados é apresentada diretamente pela operadora, ou pela VISA, pela REDECARD por exemplo, e quando você envia a informação, esses dados vão diretamente para a operadora e ela retorna apenas um “OK” para a loja virtual, como operação aprovada, ou não aprovada. Isto é, nem o DONO da loja virtual sabe o número do seu cartão de crédito, apenas a operadora que validou a operação.

Infelizmente existem sistemas de comércio eletrônico para loja virtual, que não usam este tipo de transação, tornando a compra insegura para o internauta, e caso este venha ter algum tipo de problema em seu cartão de crédito, ele pode afetar a reputação de sua empresa com mensagens espalhadas pela InterNET e você, “inocentente”, devido a falta de informação, vai ter um problemão pra resolver, o do seu cliente e o seu de credibilidade.

Outro grande inimigo do comércio eletrônico são os sistemas que deixam sua loja virtual fora do ar.

Conforme já falamos, a publicidade OnLine gera resultados imediatos, e independente de sua loja virtual estar funcionando ou não, os internautas estarão encontrando seus anúncios e clicando neles para entrar em sua loja. E caso ela esteja fora do ar, isto faz com que essa publicidade entre pra categoria de custos e não de investimentos, pois o resultado desejado que é a venda, não será atingido devido sua loja virtual estar disponível para o internauta.

A InterNET funciona, mas se você não tiver estrutura tecnológica adequada e moderna, você não obterá o resultado desejado com o comércio eletrônico.

FORMAS DE PAGAMENTO

Já recebi reclamações de “lojistas virtuais”, dizendo que recebem muitas visitas em sua loja virtual, mas essas visitas não resultam em vendas, e um dos principais itens a serem analisados neste caso, é a forma de pagamento que a loja oferece ao internauta, para que ele compre seu produto ou serviço.

Loja virtual que somente aceita como forma de pagamento, depósito em conta corrente, nem devemos considerar que é uma loja virtual, e se for depósito em nome de pessoa física, com certeza essa “empresa” deve repensar sua estratégia OnLine.

Veja como os internautas pagam suas compras através da InterNET:

  • 53% Cartão de Crédito
  • 25% Boleto Bancário
  • 07% Débito Bancário
  • 25% Outras formas de pagamento

Segue formas de pagamentos que já possuem solução Online para serem utilizadas por lojas virtuais, oferecendo mais segurança para os internautas:

  • Cartão de Crédito Visa
  • Cartão de Crédito American Express
  • Cartão de Crédito Mastercard
  • Cartão de Crédito Dinners
  • Cartão de Crédito Hipercard
  • Cartão de Crédito Aura
  • Itau ShopLine
  • BradescoNet Shopfácil
  • Banco do Brasil
  • Unibanco
  • Caixa Econômica Federal
  • HSBC
  • Banco Real Amro Bank
  • Panamericano
  • Finasa
  • Losango

Concordo que é muito burocrático para uma empresa fechar os convênios com as operadoras de cartão de crédito e bancos, mas hoje, temos diversas empresas que nos ajudam com uma solução simples, que é terceirizar as formas de pagamento de sua loja. Elas cobram uma taxa sobre as vendas, geralmente um pouco maior que contratos feitos diretamente com as operadoras, mas oferecem algumas vantagens, principalmente para empresas novas, que estão iniciando não só no comércio eletrônico, mas também como empresas jurídicas.

Empresas indicadas:

  • PagSeguro
  • Pagamento Digital
  • F2b
  • PayPal

Fazendo um contrato único com algumas das empresas acima, geralmente você já tem a disposição do seu cliente, todas as operadoras de cartão de crédito e ainda oferece parcelamento das compras em várias parcelas com ou sem juros.

A InterNET funciona, mas se o internauta não tem uma forma adequada à sua necessidade, para efetuar o pagamento do que ele deseja comprar, você não obterá o resultado desejado com o comércio eletrônico.

ESTOQUE

Se você disponibiliza um produto na loja virtual, você deve obrigatoriamente ter algumas unidades disponíveis para envio imediato aos seus clientes.

Um grande diferencial entre a loja virtual e uma loja física, é a possibilidade de o cliente comprar o produto que ele deseja, e receber rapidamente em qualquer lugar do Brasil.

Conheço inúmeros casos de internautas que compraram um Livro por R$ 20,00 e pagaram R$ 40,00 para receber 2 ou 3 dias depois no interior do Acre, por exemplo. E se você é o vendedor desse livro e não tem ele disponível em estoque?

Utilize sistemas de controle de estoque virtual, mas que controle também o real e se você não trabalha com grandes quantidades em estoque, tenha parcerias com seus fornecedores para ele seja resposto rapidamente, pois seu cliente SEMPRE tem pressa pra receber o que comprou.

A InterNET funciona, mas se você não cumpre os prazos de entrega com o seu cliente, dificilmente ele volta a comprar em sua loja e você não obterá o resultado desejado com o comércio eletrônico.

LOGÍSTICA

A principal forma de entrega de um pedido que podemos oferecer ao internauta que compra numa loja virtual, é o E-Sedex, o Sedex dos Correios exclusivo para o comércio eletrônico.

Os correios disponibilizam uma forma de contrato que beneficia muito o internauta, que é quem paga pelas entregas dos pedidos que ele compra pela InterNET, e caso sua loja ofereça estes valores diferenciados de taxa de entrega, você também pode ser muito beneficiado, pois não é todos, mas muitos internautas escolhem a loja virtual que vai comprar se baseando na taxa de entrega , principalmente se seu produto não é exclusivo, e muitas empresas o vendem.

Segue exemplo da diferença de valores para entrega de pedidos:

300 gramas de São Paulo para Brasília
Sedex R$ 21,50
E-Sedex R$ 7,71

1 kilo de São Paulo para São Paulo
Sedex R$ 10,50
E-Sedex R$ 5,50

São muitas exigências para que sua empresa tenha esse contrato de E-Sedex com os correios, mas o beneficio é muito grande.

A InterNET funciona, mas se você vende o que outras lojas vendem e você cobra mais caro a taxa de entrega, você não obterá o resultado desejado.

ATENDIMENTO AO CLIENTE

EMAIL

Principal forma de contato com seu cliente.

Quando chega uma mensagem do seu cliente ou futuro cliente por email, ela deve ter prioridade total para resposta, principalmente porque muitas empresas ainda “desprezam” a agilidade desta ferramenta e não a utilizam como diferencial no atendimento, demorando horas, dias, semanas ou até mesmo não respondem as mensagens.

TELEFONE

O internauta pode ter muita pressa numa resposta, e vai utilizar o telefone para tirar sua dúvida, então, nunca devemos dispensar e não oferecer este canal tradicional de atendimento ao cliente.

Muitos internautas também utilizam o telefone para verificar “se a empresa existe mesmo”, pois muitas vezes duvidam dos preços oferecidos quando eles forem muito diferentes do mercado.

ATENDIMENTO ONLINE

É muito importante esta solução de contato rápido entre o internauta e sua loja virtual, pois oferecer um “chat” deixa o atendimento, mais rápido que o email e mais cômodo e barato que o telefone.

RECLAMAÇÕES

Atender um cliente não é somente antes de uma venda, é principalmente depois que tenha acontecido algum problema com o pedido dele. Ele nunca deve se sentir desassistido pela sua empresa.

A InterNET funciona, mas se você não atende seu cliente antes ou depois da venda, com certeza não obterá o resultado desejado com o comércio eletrônico.

PÓS-VENDA

Independente se você vende um produto ou serviço, sua venda só esta concretizada quando o internauta pagou, recebeu e está satisfeito com a compra em sua loja virtual.

DICAS

  • Se o internauta tirou uma dúvida, mas não efetuou a compra, procure saber o motivo que o levou a não comprar ou comprar em outra empresa.
  • Se o internauta não pagou o boleto na data de vencimento, ofereça uma nova forma de pagamento.
  • Se a operadora de cartão de crédito não aprovou o pagamento dele, ofereça uma nova forma de pagamento, ou outra bandeira de cartão, ou boleto bancário, que geralmente oferecemos desconto para esta forma de pagamento.
  • Se disponível, envie por email o código de rastreamento da encomenda para que seu cliente acompanhe OnLine onde está seu pedido, mas cuidado, envie antes que seu cliente receba a encomenda.
  • Procure saber a opinião de seu cliente, não só desde o início do processo de compra até o recebimento do pedido, mas também sobre a satisfação com o produto adquirido.

CONSELHO

  • Nunca esteja contente se sua loja tem muitas visitas, ela precisa ter muitos pedidos.
  • Nunca esteja contente se sua loja tem muitos pedidos, eles têm que estar o pagamento confirmado.
  • Nunca esteja contente se sua loja tem muitos pedidos com pagamento confirmado, eles têm que estar entregues.
  • Nunca esteja contente se sua loja tem muitos pedidos entregues, seu cliente tem que estar totalmente satisfeito.

CONCLUSÃO

Não adianta trazer o internauta para sua loja virtual através de publicidade OnLine, se:

  • Sua loja virtual esta fora do ar
  • Se você não oferece formas de pagamento compatíveis com as necessidades dele
  • Se sua taxa de entrega é maior que seus concorrentes
  • Se você não atende prontamente as dúvidas dele
  • Se você não tem o produto para envio imediato
  • Se você não fecha a venda, entregando e deixando seu cliente satisfeito, pronto para efetuar uma nova compra.

Autor: Roberto Camargo

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