Notícias e Treinamentos sobre Comércio Eletrônico

E-commerce prevê 4 milhões de novos consumidores

Posted by Copy Past On novembro - 18 - 2009

O comércio eletrônico prevê fechar 2009 com um faturamento de R$ 10,5 bilhões e 4 milhões de novos e-consumidores. Na avaliação de Sandra Turchi, superintendente de Marketing da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), a facilidade da classe C em obter cartões de crédito e parcelar suas compras, nos últimos anos, tornou-se um elemento importante para o comércio digital.

Segundo Sandra, o e-commerce é um grande impulsionador de negócios, inclusive entre as Pequena e Micro Empresas (PMEs). “O Brasil apresenta 11,5 milhões de compradores on-line, com um tíquete médio de R$ 323 por compra. Para o Natal, a tendência é que a média chegue a R$ 346″, destaca, acrescentando que os prazos de pagamento são mais longos do que em lojas físicas, o que viabiliza as compras.

Sobre as PMEs, Sandra ressalta que, enquanto 90% das grandes empresas utilizam internet, essa porcentagem cai para 71% no setor. “É fundamental que as PMEs explorem o universo digital. Atualmente, 80% da renda obtida em e-commerce pertencem às grandes empresas do setor. Temos que ampliar sua participação, de 20% a até 30% em 2010″, observa.

O comércio eletrônico apresenta inúmeras vantagens e oportunidades, como significativa redução de custos comparando às lojas físicas, além de estar disponível 24 horas e em qualquer lugar do mundo. Entretanto, há pontos a serem revistos para que os consumidores sintam-se mais à vontade para efetuar compras on-line. Entre eles, a confiança nos serviços financeiros de pagamento, além da segurança e cumprimento de prazos nas entregas.

A possibilidade de comercializações via internet já é considerado um diferencial de empresas entre seus concorrentes. Entretanto, isso não basta: “é necessário inovar dentro do leque de opções, especialmente, as ferramentas disponíveis no website. Isso inclui disponibilidade de catálogos, listagens, suporte técnico, além das redes sociais – a tão comentada web 2.0. Esses fatores são considerados primordiais para a presença digital, pois seguem uma das principais premissas dos executivos da área, de que “a melhor maneira de encontrar seu cliente é ser encontrado por ele”, finaliza.

Fonte: Investimentos e Noticias

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Lojas do Bom Retiro entram no Comércio Eletrônico

Posted by Copy Past On julho - 30 - 2009

Nada de metrô lotado, sacolas pesadas nas mãos, congestionamento nas calçadas estreitas do Bom Retiro, em São Paulo, ou receio de assalto no trajeto para casa. Boa parte das peças à mostra nas vitrines da rua José Paulino e das vielas das redondezas, tradicional reduto de comércio de roupas e acessórios, pode ser vista da telinha do computador e comprada pela internet.

É a face no século 21 de um bairro que recebe 70 mil pessoas por dia, número que chega a dobrar na época do Natal. Segundo a Câmara de Lojistas do Bom Retiro, 30% dos 1.200 comerciantes da região já criaram suas lojas virtuais. “Roupas e sapatos, compro pessoalmente. Mas produtos que não precisam de prova, como os jogos de cama, mesa e banho, adquiro pela internet”, conta a coordenadora administrativa Adriana Fernandez de Souza, 37, moradora do bairro de Itaquera, zona leste. “Além de ser mais prático, economizo o que iria gastar de condução.”

No último ano, Adriana acessou oito vezes a internet para consumir em lojas do Bom Retiro. Sua maior compra on-line foi de R$ 500 na PortCasa, que ganhou versão virtual há um ano e meio, quatro meses depois da inauguração do prédio na rua da Graça, paralela à José Paulino.

“É como se o cliente estivesse comprando no Bom Retiro, só que por meio de um clique, de qualquer lugar, a qualquer momento”, afirma Natan Sztamfater, diretor da PortCasa.

A loja virtual recebe cerca de 320 mil acessos mensais. Cada visitante navega por 11 páginas em seis minutos e o faturamento já corresponde a 50% do registrado pelo endereço físico.

“Em época de crise, as empresas estão buscando alternativas para aumentar o faturamento e o comércio eletrônico é uma boa opção”, diz Pedro Guasti, diretor da e- bit, consultoria que atua no setor de e-commerce nacional. “Enquanto o varejo tradicional não tem expectativa de crescimento neste ano, o comércio virtual deve crescer de 20 a 25%. O faturamento deve chegar aos R$ 10 bilhões em 2009.”

Na mira dos lojistas estão paulistanos que economizam as saídas de casa em nome da praticidade e sacoleiros de todo o Brasil, incentivados a trocar as longas viagens pelas transações via internet.

“Minha estratégia foi atender esse cliente que vinha de longe”, diz Nivaldo Ferreira Junior, dono do BiroShop e vice-presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas do Bom Retiro. “Em vez de ele gastar com comida e passagem, pode consumir mais em produtos. Compra hoje e amanhã está tudo na transportadora.”

Nos primeiros meses, o site do negócio de bolsas e cintos recebia 200 visitas ao mês. Hoje, um ano depois, são mil acessos diários. Não é de uma hora para a outra que a clientela se torna adepta do comércio eletrônico.

Para conseguir atrair e manter esse público, a primeira premissa é garantir segurança ao consumidor. Para isso, não adianta só colocar o site no ar, é preciso ter uma estrutura por trás do ambiente virtual que mostre que o empreendimento trabalha com seriedade.

Só na PortCasa, que fatura R$ 600 mil por mês, dez pessoas atuam no call center. Não se trata de um serviço de vendas pelo telefone, mas, sim, um apoio à clientela que ainda não está habituada às compras on-line.

O estoque merece atenção. Com o aumento das vendas, é preciso prever uma quantidade de produtos destinados só aos clientes virtuais, que na hora da compra devem ser informados sobre o prazo de entrega. “Tenho um estoque específico para o site”, diz Nivaldo, do BiroShop. “Trato como uma loja à parte.”

O lojista investiu R$ 40 mil para montar a loja virtual, somados os gastos com equipamentos e software. Por trás da telinha trabalham 17 funcionários: 12 no call center, 2 separando as encomendas e 3 produzindo fotos dos novos produtos para que o site seja atualizado todos os dias. “Economizo. Uma luva [ponto comercial] custa cerca de U$$ 200 mil [R$ 400 mil] por quatro anos. Um aluguel, cerca de R$ 20 mil mensais”, diz Nivaldo.

Uma pesquisa da e-bit mostra que o consumidor aprova a iniciativa. O índice de satisfação na compra on-line é próximo a 86% no país. “Os comerciantes perceberam que vender pela internet é uma possibilidade de ganho, adequaram o site ao cliente e trabalham sério”, diz Pedro Guasti, diretor da consultoria que disponibiliza em sua página a avaliação das lojas virtuais feitas pelos consumidores. Vale uma conferida antes de sair clicando.

Seus direitos

O consumidor on-line tem até sete dias para desistir da compra, contados a partir do recebimento do produto, caso se arrependa do que comprou, mesmo que o produto não apresente defeito. Deve receber todo o dinheiro de volta, inclusive o valor do frete

Em caso de troca, a loja só tem de pagar as despesas com o frete se o produto for diferente do comprado ou apresentar defeito. Quando o cliente realiza uma troca não obrigatória por lei, como a numeração errada de um sapato, é ele quem arca com o frete.

Fonte: BinWoks

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“O setor que mais utilizou a internet no Brasil foi o setor bancário”, afirma Jack London

Economista, empresário e escritor, Jack London foi o primeiro a entrar no e-commerce no Brasil criando o site Booknet. Sua frase mais famosa – “No século 21 a ignorância será uma opção e não mais uma condenação” – traduz bem o clima de seu palestra durante a 13ª Convenção do Comércio e Serviços do Rio Grande do Norte, realizada semana passada em Natal. Com bom humor, o palestrante trouxe para a plateia de empresários as expectativas do comércio eletrônico para os próximos anos e apresentou formas de como o varejo poderá se utilizar (e já se utiliza) de recursos que a internet oferece. Um exemplo disso é o Twitter, sistema de micro-blogging, que já é utilizado por diversas empresas para divulgar promoções e produtos. Para London, o comércio tradicional como ele existe hoje vai mudar. As lojas vão acabar? Não. Mas quem não entender que este é um momento de transformação da forma de vender está fadado a sumir. E não só o varejo será afetado pela tecnologia que avança cada vez mais rápido: a política, a educação. Telefone fixo, aparelho de fax, CDs e DVDs são exemplos de instrumentos citados por ele que desapareceram ou vão desaparecer com a evolução de novos meios tecnológicos. Nessa entrevista à TRIBUNA DO NORTE, Jack London fala sobre o panorama mundial da internet e como ela vai revolucionar cada vez mais a vida dos consumidores e empresários.

No momento em que se fala o tempo todo em crise econômica, com a revolução tecnológica o comércio tradicional também entra em crise?

Eu acho que essa crise que estamos vivendo tem dois lados. A gente percebe isso com a forma dos chineses se expressarem: o ideograma deles para a palavra crise é “caos” mais “oportunidade”. Ou seja, toda crise desse tamanho também traz muitas oportunidades. A gente sempre vive crises, vamos viver, a vida é assim. Mas as oportunidades que nascem depois delas são muito grandes. E acho que uma das oportunidades que temos agora é repensar a nossa maneira de ver o mundo e como a gente organiza o mundo dos bens e serviços. Estávamos chegando no limite da depredação de meio ambiente, da incapacidade de compreendermos e imaginarmos a continuidade. Uma economia eminentemente baseada no crescimento é um ideia absolutamente destrutiva. Não pode haver crescimento permanente, ilimitado. Então, nessa retomada da economia, a a utilização dos meios tecnológicos vai ser vital. Você vai ver cada meio sendo usado. O comércio eletrônico vai crescer muito e a utilização dos equipamentos será cada vez maior. Gente que mesmo hoje estava fora do comércio eletrônico, na hora que essa crise começar a se transformar em oportunidade vai verificar que a maneira como trabalha, como aborda o mundo, vai precisar cada vez mais dos meios eletrônicos.

Mas então as lojas físicas como conhecemos hoje e os centros de consumo como os shoppings estão fadados a acabar?

Não. Não vão acabar, não. Eu sustento a tese de que nada vai acabar. Por exemplo, o teatro. Até o começo do século 19, nenhuma pessoa saía de casa no Brasil para se divertir se não fosse para ir ao teatro. Você pega as estatísticas e vê que 100% dos brasileiros, principalmente nas grandes cidades, saíam de casa para ir ao teatro. Por quê? Porque só havia o teatro. Aí veio o cinema, a primeira tecnologia industrial. Muita gente disse o seguinte: “Quando o cinema se impuser, o teatro acaba”. O teatro não acabou. Mas ele mudou. Ele se tornou uma forma de entretenimento marginal. No Brasil hoje, por exemplo, menos de 0,5% das pessoas que saem de casa para se entreter vão ao teatro. Mas o teatro acabou? De jeito nenhum. Mas é o mesmo que era antes? Não é mais. Vamos dar exemplos de algumas coisas que já impactaram no comércio. Vou citar um modelo de comércio que são as lojas de linha branca. No Rio de Janeiro e São Paulo, temos a Lojas Americanas. Como era o modelo delas antes da internet? Era sinônimo de grandes lojas, de 2 mil, 2,5 mil, 3 mil metros quadrados, com milhares de mercadorias lá dentro. A Lojas Americanas não abre uma unidade desse tamanho há dois anos. Eles agora criaram um modelo que se chama Americanas Express, que já tem em Recife. É uma loja de 400 metros com uma placa enorme na parede dizendo: “200 mil produtos você encontra no nosso site na internet”. E aí a loja tem uma bateria de computadores para você comprar esses 200 mil produtos. Acabou o modelo da Lojas Americanas? Acabou a Lojas Americanas? Não. Mas é outra, mudou. 30% das vendas são feitas pela internet.

Quem não mudar então está fadado a sumir?

Sim. Os shoppings que você perguntou. Eles vão ser cada vez mais entretenimento e alimentação. Entretenimento de qualidade. Os cinemas atuais também vão todos morrer porque só existirão salas 3-D. Hoje temos condição de produzir uma imagem de tela grande em casa, mas ainda não temos 3-D. Lojas de produtos serão cada vez menos. Esse fenômeno a gente já vê em Rio de Janeiro e São Paulo. Há vários shoppings que passaram de lugares de lojas para áreas de entretenimento e alimentação. A única coisa que a internet não mexe hoje é a alimentação. Isso porque ainda não dá para gente comer virtualmente. Mas qualquer dia alguém descobre como é que faz isso.

O senhor cita grandes centros como o Rio de Janeiro e São Paulo. Mas no Brasil como um todo o comércio eletrônico já é uma ferramenta bem difundida?

Sim, com certeza. Existe um site chamado E-bit que dá as estatísticas de comércio eletrônico do Brasil inteiro. Existem alguns itens em que 60% das vendas já são feitas pela internet. Sabe quais são as cidades que mais compram hoje pela internet? Não são as grandes. São as médias. Campinas (SP), por exemplo, é campeã brasileira de compras pela internet. Mas isso é fácil explicar: o morador de classe média para alta, instruído, com recursos. Mas o comércio de Campinas não tem a mesma qualidade de produtos que o comércio de São Paulo, capital. Então aquele cidadão tem o mesmo padrão de consumo da capital, mas não tem o produto para consumir ali. Ele então vai buscar o que procura na internet. Campina Grande, na Paraíba, tem um índice enorme de compras pela internet. Brasília é uma coisa impressionante (em matéria de comércio eletrônico). É curioso isso. E esse hábito está se espalhando pelo país.

Essa é uma tendência mundial. Mas quais vantagens do comércio eletrônico hoje tanto para quem compra quanto para quem vende?

Para quem vende é uma redução de custos monumental. Quando a gente fala em comércio eletrônico a gente sempre fica na cabeça com a ideia de calças, camisas, relógios, produtos. Mas o setor que mais utilizou a internet no Brasil foi o setor bancário. São transações eletrônicas comerciais. Sabe quanto do movimento bancário do brasileiro hoje é feito pela internet? 78%! Os bancos mudaram suas vidas e de seus clientes. Aquela coisa da ação presencial no banco está se acabando. Cada vez mais as pessoas vão menos ao banco, os bancos são cada vez menores, são cada vez menos agências de bancos. E o estímulo que o banco te dá para que seja utilizada a internet ajuda nessa mudança de perfil. Há produtos que, se você fizer a transação pela rede, a taxa que você paga é metade da que você teria. Os bancos reduziram a quantidade de funcionários. Eram 600 mil bancários e hoje são 405 mil.

Em sua palestra durante a 13ª Convenção do Comércio e Serviços, o senhor citou algumas ferramentas bem atuais da tecnologia como é o caso do Twitter.

Como uma empresa varejista pode se utilizar de um meio como esse hoje?

É muito simples. É só entrar no site, se cadastrar e começar a fazer ofertas na rede pelo Twitter, por exemplo. Descrever o funcionamento da loja, inserir ofertas. Ao invés de inserir suas notícias pessoais, você insere as notícias da loja.

Existem exemplos desse uso do Twitter aqui no Brasil e que esteja sendo bem sucedido?

Sim. Temos vários que têm funcionado muito bem. Grandes jornais já estão todos no Twitter, as revistas, alguns magazines. Se não me engano, o Ponto Frio já está no Twitter. Acaba virando uma coisa comercial. Você cria lá o perfil: “Este é o Twitter do Ponto Frio” e coloca: “Nas próximas duas horas, nas lojas de não-sei-onde vai ter um desconto de 70% nos produtos. Tem que dizer que entrou no Twitter”. Pronto e aí, vai…

Então as empresas vão cada vez mais utilizar esses serviços para se beneficiar e crescer?

Sim. Daqui há dez anos, não haverá política sem internet. A próxima eleição já será altamente influenciada pelo uso da internet. O exemplo do (Barack) Obama está se espalhando pelo mundo inteiro (Durante a eleição presidencial nos Estados Unidos, o atual presidente utilizou o Twitter como uma de suas ferramentas do pleito não só para que os eleitores o “seguissem” no site, mas também para arrecadar fundos para sua campanha). A capilaridade que a internet permite em termos de adesão, em termos de coordenar as coisas é enorme. Hoje se pode fazer um comício pela internet para um bilhão de pessoas.

Essa tecnologia e mudanças são positivas na sua opinião para o comércio?

Acredito que são muito positivas, sim. Elas cada vez trazem mais bolsões de pessoas para participar do consumo. O que era o comércio no Brasil há 20 anos? Era um comércio de elite só. Apenas uma alta camada da população comprava. O que era a educação há 20 anos? O que era a política? E por aí vai. A tecnologia no caso ela é mero instrumento. Ela não muda nem a política, nem as ideias nem a forma de governar. Há quem ache por exemplo que a política termina com a corrupção. A gente vê isso nos jornais o tempo todo. Ela não termina com a corrupção. A corrupção é do ser humano. É como a internet que também pode ser um instrumento para combatê-la. É o exemplo de ONGs que mantém sites como o Contas Abertas. Quando que um cidadão ia ter acesso a uma informação daquelas? Quero saber quanto o governo do Amazonas gastou no último ano com estradas: ele coloca na tela em um instante como informação. E o que é isso como instrumento de pressão política?

Mas essa tese de que a internet permite um acesso maior da população às informações, não se torna falha quando a gente sabe que poucos lares brasileiros estão ligados à rede hoje?

Essa frase também está ficando antiga. O acesso maciço da internet não será mais por essas maquininhas que estão em nossos lares. Será por outra que carregamos no bolso (celular). Praticamente todos os brasileiros têm celular, todos! É normal. Em Portugal, cada cidadão tem dois aparelhos, em média. Na Coréia do Sul, são três. Agora daqui há três anos, o aparelho celular que eu carrego vai virar lixo. Como já virou na Coréia, como já virou em Portugal. E os celulares no futuro sairão de fábrica com acesso à internet.

O senhor não acha que as pessoas acabam perdendo sua privacidade no meio de tanta tecnologia?

Sim, perde. Se você quer conhecer mais, ao mesmo tempo você precisa ser mais conhecido. As pessoas têm que saber quem você é. Não adianta mentir e dizer que não perde privacidade com esse mundo digital.

Mas com isso o senhor acha que mais à frente as pessoas podem ter uma tendência de retorno para buscar mais privacidade?

Sim, claro. Podem haver grandes dificuldades. Mas isso acontece cada vez que você lida com tecnologia. Você sabe mais que seu pai; seu pai sabe mais do que sabia seu avô. É um caminho

Autor: Vinícius Albuquerque

Fonte: Tribuna do Norte

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Segunda data comemorativa de maior faturamento online deverá render 20% a mais a sites de e-commerce, segundo consultoria.

O comércio eletrônico brasileiro deverá movimentar 450 milhões de reais durante o período do Dia das Mães, aumento de 20% em relação à comemoração de 2008, segundo estimativa divulgada pelo e-bit nesta segunda-feira (27/04).

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O dia das mães vem ai! Sua loja está pronta para a data?

Posted by Copy Past On abril - 23 - 2009

O varejo está se preparando para o aumento das vendas devido à grande procura por presentes diversos que marcam a data.

Com a chegada da segunda data mais importante para o comércio brasileiro depois do Natal: o “Dia das Mães”, o varejo está se preparando para o aumento das vendas devido à grande procura por presentes diversos que marcam a data. Muitos consumidores procuram antecipar suas compras para evitar a correria de ultima hora e a possibilidade de não encontrarem o produto desejado.

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Magazine Luiza fatura R$ 411 milhões com canais virtuais em 2008

Posted by Copy Past On março - 13 - 2009

Segundo rede de varejo, vendas feitas pela web, televendas, lojas virtuais e para empresas cresceram 56% em relação a 2007.

O Magazine Luiza divulgou nesta quinta-feira (12/03) que faturou 411 milhões de reais com os canais de venda virtuais (internet, televendas, vendas corporativas e lojas virtuais) em 2008. O faturamento representa um crescimento de 56% em relação ao ano de 2007, que registrou faturamento de 390 milhões de reais.
O faturamento dessa área representou 13% da receita de toda a rede, que foi superior a 3,2 bilhões de reais no ano passado. Com o resultado, o Magazine Luiza fica em segundo lugar no setor de e-commerce brasileiro, com 6% de participação do mercado. Para 2009, a previsão para 2009 é de crescimento de 50% na receita desses canais virtuais.

Segundo o gerente geral de e-commerce da rede varejista, Francisco Donato, a crise financeira não teve impacto nas vendas da empresa no fim do ano passado e não devem ter impacto significativo também em 2009.

Donato conta que as vendas no Natal “foram ligeiramente abaixo da expectativa”, mas a razão está relacionada ao fornecimento de produtos de informática. Segundo o gerente, alguns fornecedores não deram conta da demanda, fazendo que as vendas fossem pouco menores do que o esperado.

Na avaliação de Donato, a estratégia de ter diferentes produtos no mundo online e outros nas lojas físicas é a responsável pelos bons resultados. A empresa oferece 8 mil itens nos canais virtuais e 5 mil nas lojas físicas. “Hoje, 44% das vendas no canal virtual são de produtos que não são vendidos fisicamente”, disse o executivo.

Autor: Daniela Braun

Fonte: IDG Now

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Comércio eletrônico no Brasil fatura R$ 8,2 bilhões em 2008

Posted by Copy Past On janeiro - 8 - 2009

O ano de 2008 foi agitado para o comércio online. De acordo com a e-bit, empresa especializada no setor, a prévia do que foi o faturamento nominal do ano é de R$ 8,2 bilhões, valor 30% superior a 2007.

Esse número torna-se ainda mais relevante se lembrarmos que neste ano que se passou, uma grave situação de crise financeira esteve iminente em nossa economia. Porém, no e-commerce, os efeitos não chegaram a contribuir com forte queda no balanço. É válido lembrar que os números finais de 2008 serão apresentados em breve pela e-bit na 19ª edição do relatório WebShoppers.

Para o diretor geral da e-bit e Vice Presidente de Estratégia da camara-e.net, Pedro Guasti, o consecutivo crescimento anual do setor deve-se à esperteza do consumidor online: “O e-consumidor está cada vez mais atento às possibilidades no canal web.

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e-Commerce crese 15% neste natal

Posted by Copy Past On dezembro - 30 - 2008

Crise fez com que crescimento ficasse em 15%, com faturamento de R$ 1,25 bilhão. Previsão era de aumento de 25% nas vendas.

O comércio eletrônico brasileiro cresceu abaixo do esperado no Natal de 2008, informou nesta segunda-feira a e-bit, consultoria sobre e-commerce. Ente 15 de novembro e 23 de dezembro foram comercializados 1,25 bilhão de reais em produtos, uma evolução de 15% em relação ao mesmo período de 2007. A previsão, porém, era de crescimento de 25%, com faturamento na casa de 1,35 bilhão de reais.

Segundo a e-bit, a crise econômica foi responsável pelo crescimento abaixo do esperado – não só no comércio online mas em todo o setor varejista. Ainda assim, o crescimento do e-commerce foi bem superior ao registrado em shopping centers, que ficou em 3,5%, segundo a Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop).

Um dos destaques positivos do estudo da e-bit é que os produtos da categoria “Saúde e Beleza” (perfumes, cremes, maquiagens, cosméticos e medicamentos em geral) ganharam mais espaço no carrinho de compra do consumidor brasileiro.

Para Pedro Guasti, diretor geral da e-bit, os produtos negociados via web na época de Natal vêm sofrendo modificações nos últimos anos. As vendas de produtos eletrônicos e de informática aumentaram consideravelmente, disse ele, por meio de comunicado. “Há alguns anos, os líderes eram produtos mais baratos, como CDs e DVDs”, disse. Em 2008, os filmes e discos não ficaram nem entre os cinco primeiros no ranking de produtos mais vendidos.

Os produtos mais vendidos no período, segundo a consultoria, foram os das categorias “livros, revistas e jornais” (18%), “saúde e beleza” (13%), informática (9%), eletrônicos (7%) e “telefonia celular” (6%). O tíquete médio no período foi de 346 reais por compra.

Fonte: IDG Now

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Vendas online nos Estados Unidos geram US$ 677 milhões neste Natal

Posted by Copy Past On dezembro - 27 - 2008

Boston – Volume de vendas natalinas quase dobra na comparação com 2007 (US$ 341 milhões), mas resultado de novembro e dezembro cai em um ano.

As vendas natalinas no comércio eletrônico norte-americano somaram 677 milhões de dólares  entre os dias 20 e 21 de dezembro, o que representa quase o dobro das vendas online no mesmo período do ano passado (341 milhões de dólares) informou a empresa comScore.

No entanto, as vendas online nos meses de novembro e dezembro foram inferiores ao resultado do mesmo período de 2007. Até o dia 21 de dezembro, o e-commerce norte-americano faturou 24,71 milhões de dólares e ficou abaixo dos 24,96 bilhões de dólares vendidos pela internet há um ano.

As nevascas que atingiram dos Estados Unidos na última semana também motivaram as compras online, Segundo a empresa de análises. Além disso, o período mais curto entre o feriado de Ação de Graças e o Natal agitaram as vendas no período.

No período que abrange a tradicional “Cyber Monday”, liquidação que precede o feriado de Ação de Graças, até o dia 21 de dezembro, as vendas online somaram 13,51 milhões de dólares, apresentando uma ligeira alta em relação ao faturamento de 13,47 milhões de dólares registrados no mesmo período de 2007.

Analistas do setor varejista apostam em descontos mais agressivos entre lojas online nesta sexta-feira (26/12). No entanto, mesmo que as vendas no período ‘pós-natalino’ sejam significativas, devem ajudar mais a reduzir estoques do que a gerar um ano rentável para e-commerce.

Nancy Weil, editor do IDG News Service, de Boston

Fonte:IDG Now

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Foram comprados 72,9 produtos por segundo na Amazon.com

Posted by Copy Past On dezembro - 26 - 2008

Para Amazon, temporada de vendas de 2008 foi a melhor em sua história.

Amazon.com despacha mercadorias para mais de 210 países.

Segundo Amazon, 15 de dezembro foi o dia mais movimentado.

A gigante do varejo online Amazon.com anunciou nesta sexta-feira (26) que teve sua melhor temporada de vendas natalinas neste ano, apesar das vendas e do movimento em redes de varejo tradicionais dos Estados Unidos terem sido os mais fracos em décadas. O anúncio fez as ações do site disparar quase 4%.

Analistas afirmaram que a Amazon é um ponto brilhante raro na temporada de compras de fim de ano em 2008 por causa de sua escala e flexibilidade.

As vendas on-line também foram ajudadas por tempestades de inverno que atingiram grandes partes dos Estados Unidos no último fim de semana antes do Natal.

Em um release em que chama a temporada de compras deste ano de “a melhor da história”, a Amazon afirma que mais de 6,3 milhões de itens foram encomendados pelo site no mundo no pico das compras natalinas, 15 de dezembro. Isso equivale a 72,9 produtos comprados por segundo. No dia mais movimentado, a empresa despachou 5,6 milhões de unidades.

Entratento, a Amazon.com não forneceu informações financeiras sobre as vendas, como por exemplo, como se saíram as margens de lucro da companhia diante da série de descontos aplicados em toda a cadeia de varejo.

Scott Devitt, analista da Stifel Nicolaus, afirmou que o dia de pico da Amazon registrou um aumento de 17% em relação ao verificado um ano atrás, enquanto o volume máximo de entregas correspondeu a um crescimento de 44 por cento.

A Amazon.com despacha mercadorias para mais de 210 países e informou enviou 99% dos produtos encomendados a tempo para o Natal.

Fonte: G1

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