Notícias e Treinamentos sobre Comércio Eletrônico

“O fim do digital” – uma reflexão sobre o on e o off line

Posted by Copy Past On novembro - 24 - 2009

A cada dia surgem novas e surpreendentes formas de provar que não há mais divisão entre os mundos online e offline. E o desenvolvimento de tecnologias baseadas na plataforma open source está acelerando o processo de catequização (ou despertar) daqueles que ainda não conseguiram refletir sobre o assunto e notar que a expressão “estou online” já pertence ao passado. Para exemplificar, trago o Nearest Tube: aplicativo para os usuários do Iphone 3GS, que tem como funcionalidade apontar em tempo real quais são as estações de metrô londrinas mais próximas de você e mostra a distância a ser percorrida para chegar até uma delas, de acordo com a sua localização.

O exemplo é gringo, mas a discussão em torno do ON=OFF já chegou forte por aqui. Marcelo Tripoli, CEO da Ithink e um dos principais entusiastas do mercado digital brasileiro, vem usando a expressão “o fim do digital” para esclarecer o estágio de evolução comunicacional que o homem está passando. E para demonstrar o quanto a vida digital está presente, e merece ser discutida, a hot shop de estratégia em comunicação Limo Inc preparou em parceria com a Ithink um documentário que instiga estes conceitos e alerta para este processo “inegável e irreversível”.

ma vez que o sucesso da propaganda do Sec. XXI está atrelado à oferta de serviços, conteúdo, e entretenimento, se faz necessária a imersão neste universo para compreender o que as marcas podem oferecer para adicionar valor às pessoas dentro das possibilidades do mercado digital. Lembre-se, a forma como as marcas se comunicam com o seu consumidor mudou. Ou você se apressa para agregar valores à vida dos indivíduos, e assim gera conversações favoráveis, ou vai acabar comendo poeira.

Autor: Brunno Apolônio

Fonte: Ideavertising

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Os desafios das empresas pontocom

Posted by Copy Past On novembro - 23 - 2009

Eu sou louco? Como manter um projeto na web? Renato Fonseca do SEBRAE inicia a palestra incitando a palestra a dizer quais as principais perguntas do empreendedor web. Conteúdo alternativo vale dinheiro? Claro que sim. O Club Penguim citado pela segunda vez na noite mostra que as crianças estão se tornando um grande público. Para ele, como o serviço é pago, isso já educa as crianças a pagarem pela internet no futuro.

“Necessidade existe, o que precisamos é gerar vantagem competitiva” – Renato

Para Renato, não adianta ficar só nas estátisticas, só existe transferência de informação quando existe confiança e reciprocidade, não é só passar informação pela informação, isso faz toda a diferença na hora de gerar um negócio web. O sucesso é usar as ferramentas da rede a favor da sua empresa, isso envolve gerar crowdsourcing favorável ao produto e fazer com que as pessoas comprem o conteúdo que elas mesmas produzem. Ele cita o Innocentive que aceita ideias e depois recompensa em dinheiro e depois a Camiseteria como case brasileiro.

Deve existir modelo negócio?
Por enquanto não existe repertório com o modelo perfeito de negócios para internet, não tem de onde tirar um histórico, por isso a sua capacidade de experimentação é muito maior.

Fonte: ResultsOn

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10 motivos para você não criar uma loja virtual

Posted by Roberto Camargo On novembro - 17 - 2009

Os números do e-commerce no Brasil têm feito não só empresas do mundo físico criarem seu braço virtual na internet, como também têm estimulado muitos brasileiros empreendedores a tentarem a sorte no mundo virtual. Não quero jogar um “balde de água fria” nas empresas ou empreendedores que vislumbram no comércio eletrônico riqueza com pouco trabalho, mas posso citar ao menos 10 bons motivos para não criar uma loja virtual.

1. Loja virtual

Meu sobrinho “manja” muito de internet e vai fazer pra mim um logotipo e uma loja virtual simplesinha mesmo.

Cai Fora!

Existem vários sistemas de loja virtual para você escolher. Próprio ou alugado (polêmicas à parte), escolha um que seja profissional, que passe credibilidade ao internauta e capriche muito no layout.

2. Formas de pagamento

Pretendo oferecer para meu cliente a opção de pagamento “depósito bancário”, no meu nome de Pessoa Física, na minha conta poupança

Cai Fora!

Seu cliente quer pagar com comodidade, no cartão de crédito, preferencialmente. Existem muitas soluções atualmente que ajudam no início de uma loja virtual, entre elas PagSeguro e Pagamento Digital.

3. Estoque

Sou esperto, vou primeiro vender, receber e depois comprar em seu fornecedor.

Cai Fora!

Para isso você precisa ter um esquema MUITO bem feito com seu fornecedor, para receber o produto muito rápido (em poucas horas) e com a garantia dele que sempre vai ter o produto disponível para pronta entrega, o que nem sempre é possível.

Seu cliente sempre quer receber amanhã. Mesmo que ele ainda nem tenha pago o boleto bancário, ele já acha que você está enrolando e atrasando a entrega.

4. Correio e-Sedex

Não vou fazer um contrato de consumo mínimo mensal de R$ 1.000,00 com os correios só para ter taxa entrega mais barata. Quem paga é o meu cliente mesmo…

Cai Fora!

Confira uns exemplos de valores de entrega:

  • Sedex de 300g. de São Paulo para Brasilia = R$ 21,50
    E
    -Sedex de 300g. de São Paulo para Brasilia = R$ 7,71
  • Sedex de 1kg de São Paulo para São Paulo = R$ 10,50
    E
    -Sedex de 1kg de São Paulo para São Paulo = R$ 5,50

Você pretende conquistar o cliente de outra loja virtual, oferecendo uma taxa de entrega maior? Existem outras boas opções de empresas que fazem entrega, mas oferecer o e-Sedex no início de sua loja virtual é uma obrigação com o seu cliente.

5. Atendimento ao cliente

Pretendo responder aos emails dos meus clientes assim que eu chegar em casa à noite, após o meu serviço.

Cai Fora!

Email, chat, helpdesk, telefone e outras formas de atendimento têm que estar à disposição do seu cliente e a resposta tem que ser IMEDIATA.

Se você não atender à necessidade ou dúvida do seu cliente rapidamente, seu concorrente vai atender.

Uma mensagem no orkut ou no twitter contra sua empresa pode ser devastadora se não acompanhada de perto e com ações rápidas.

6. Detalhes do produto

Não tenho foto e texto legal, tô pegando em alguns sites concorrentes.

Cai Fora!

Este item é grande e merece um artigo só dele, pois o cadastro de um produto exige fotos com qualidade, especificações técnicas completas, instruções de uso e, se possível, vídeo.

Os detalhes sobre seu produto devem ser como um vendedor online, ele tem que tirar imediatamente todas possíveis dúvidas do seu cliente.

7. Publicidade “paga

Não vou investir em publicidade “paga“, conheço muita gente que já fez anúncios em links patrocinados e não vendeu nada.

Cai Fora!

Utilizar a ferramenta para criar um anúncio no Google Adwords é muito fácil mesmo, mas criar a estratégia do anúncio, o texto e escolher as palavras-chave de forma a investir pouco dinheiro, infelizmente não é para qualquer um, é necessário muito treino e estudo. Contrate um profissional para isso e foque seu trabalho em administrar seu negócio.

8. Publicidade “gratuita

Só vou investir em publicidade “gratuita“, não tenho dinheiro pra jogar fora com anúncios pagos.

Cai Fora!

Atualmente é possível conseguir publicidade gratuita de diversas formas, inclusive as mídias sociais nos ajudam bastante nisso – lógico que se usadas com sabedoria.

Há uma grande loja virtual que diz que não investe dinheiro em publicidade. Eu discordo disso, pois podemos não investir diretamente no canal de publicidade, mas precisa de alguém para criar e executar as ações de publicidade gratuita.

9. Nota fiscal

Vou começar a vender pela internet e, se der certo, eu abro minha empresa.

Cai Fora!

Ter uma empresa legalizada não é só uma obrigação com o governo, mas principalmente com o seu cliente, que deve e sempre exigirá uma nota fiscal do produto comprado.

10. Planejamento

Acho que todos os motivos acima são bobeira e é perfeitamente possível ter sucesso sem levar em conta estes motivos.

Cai Fora!

O primeiro passo é montar um plano de negócios para sua loja virtual, mesmo que ele seja simplificado. Veja algumas dicas no artigo “Faça um plano de negócios para montar sua loja virtual”.

Finalizando esse artigo, quero deixar um conselho: CAIA DENTRO!

Trabalhe seriamente, levando em consideração essas dicas, e sua loja virtual terá tudo para ser um grande sucesso na internet.

Se quer acrescentar um motivo, ou discordar de algum acima, deixe seu comentário.

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Quer pagar quanto?

Posted by Copy Past On agosto - 25 - 2009

Frederico Wanderley, CIO da Casas Bahia, levou o estilo popular da rede de lojas para a web.

Repetir na internet o sucesso da Casas Bahia com as classes C e D é o desafio da loja online da rede varejista — e do CIO Frederico Wanderley, de 62 anos. Desde 1993 à frente da área de tecnologia da empresa, ele e sua equipe levaram cerca de três anos planejando o site, que acabou só estreando em fevereiro, bem depois dos concorrentes. Vídeos no YouTube e nuvens de tags são alguns dos recursos usados para ajudar os consumidores no processo de compra. Do centro de tecnologia, em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo, Wanderley falou à INFO sobre a loja online.

INFO – As classes C e D estão comprando na loja online da Casas Bahia?

WANDERLEY – O site foi desenvolvido para as classes C e D, que são o foco da Casas Bahia, mas todas as camadas da população estão comprando. Saem desde pen drives de 19 reais até TVs de 60 polegadas. Nos surpreende a quantidade de brasileiros que acessam o site a partir de outro país. Eles compram produtos para seus parentes que moram aqui e que podem fazer a retirada na loja. Esse é um diferencial da Casas Bahia. A pessoa pode comprar no site e retirar na loja física.

INFO – E quem mora onde não há Casas Bahia?

WANDERLEY – A loja virtual só vende para regiões onde há lojas físicas, porque o pós-venda é importante para nós. A finalidade da loja virtual é ser extensão da loja física, o que significa levar o produto na casa do cliente, montá-lo e retirá-lo se preciso. Além disso, a devolução de material enviado para regiões onde não estamos presentes teria um custo alto.

INFO – Por que a demora em estrear no e-commerce?

WANDERLEY – Em termos de instalações e tecnologia, estávamos prontos há anos, mas foi uma estratégia da empresa não ter pressa e primeiro entender as demandas do mercado. Ficamos anos debatendo, pesquisando, entendendo as necessidades da nossa freguesia.

INFO – Vocês fizeram pesquisas para entender o seu público na web?

WANDERLEY – Sim, nas pesquisas que fizemos com as classes C e D o grande anseio é o da população em geral, ou seja, medo de colocar o seu cartão de crédito na internet. Mas oferecemos todas as formas de pagamento presentes em qualquer site virtual, além do uso de cartões de crédito da Casas Bahia. São mais de 5 milhões de cartões Casas Bahia, que permitem parcelar a compra em até 24 vezes. Isso facilita o acesso das classes menos favorecidas.

INFO – O número de acessos está dentro do esperado?

WANDERLEY – A loja começou a funcionar em 2 de fevereiro e menos de 100 dias depois já tínhamos um fluxo maior do que muitos portais. Em abril, foram 2,2 milhões de visitantes únicos. Em vendas, a meta é responder por 1% a 2% do faturamento total da empresa em um ano.

INFO – O site faz ofertas personalizadas?

WANDERLEY – Fazemos e-mail marketing e entre 25 e 30 ofertas relâmpago diariamente na mídia tradicional. Elas valem para todos os clientes. Não seria justo fazer promoção diferenciada em um ambiente. Imagine a frustração de um cliente ao descobrir que alguém comprou mais barato porque recebeu uma promoção por e-mail enquanto ele pagou mais caro pelo mesmo item na loja física.

INFO – Vocês usam recursos como Twitter e redes sociais?

WANDERLEY – Temos um canal no YouTube (www.youtube.com/user/Casasbahia), com vídeos de vários produtos. Esses vídeos podem ser baixados também na loja virtual, na página do produto. Começamos com 100 vídeos, mas a ideia é aumentar. É como se o cliente fosse atendido por um vendedor online, que apresenta a mercadoria. Testamos todas as possibilidades de inovação tecnológica, inclusive orkut e Twitter. Mas não vamos perder tempo com modismos. Senão, você perde o foco e compromete a agilidade na compra. Este absurdo merece o destaque certo ? (Roberto Camargo)

INFO – A tecnologia de logística é diferente para a internet?

WANDERLEY – Nossa logística normal já é tecnologia de ponta e estávamos prontos para suportar a loja virtual. Usamos mainframe com Linux, o que é uma grande vantagem. Simplesmente colocamos o site como uma filial a mais, usando toda a logística usual da empresa. Nessa área, novas tecnologias surgem todo dia. Há tempos estamos desenvolvendo, por exemplo, um projeto para o uso de RFID em nossos depósitos, lojas e centro de distribuição. Em dezembro passado, fizemos piloto na superloja do Anhembi (SP), onde chegamos a ler mais de 250 mil itens por meio dessa tecnologia.

Autor: Ana Lúcia Moura fé

Fonte: INFO

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Cores no Comércio Eletrônico

Posted by Copy Past On agosto - 24 - 2009

Alguma vez na vida você já participou de uma discussão sobre o uso de cores em iniciativas de comunicação?

cores-no-comercio-eletronico

Não tem nada mais irritante do que uma discussão sobre o uso de cores com alguém que não conhece os significados de cada cor.

“Eu acho que o amarelo vai ficar bom”

“Não gostei do verde, o vermelho vai ficar bonito”

“Laranja é muito chamativo, coloca preto”

“Branco é morto, coloca verde com azul”.

A verdade é que o seu chefe deveria te dar um belo de um aumento por conseguir manter o bom humor nessas horas.

O que não falta nos escritórios por aí são gurus que acham que entendem de cores. Entretanto, as cores tem significados específicos, e quando bem aplicadas no comércio eletrônico podem ajudar significativamente os negócios da sua loja virtual.

Quando o assunto for cores, ouça a voz de um designer profissional, não vá pelo chutômetro.

O “feeling” no mundo dos negócios é essencial, todos temos que ter e usar de vez em quando. Mas, quando começamos a falar sobre um assunto técnico, como o uso de cores, deixe a técnica e experiência dos designers guiarem o seu feeling.

A escolha da combinação correta de cores para o template principal da sua loja virtual é quase tão importante quanto a escolha do domínio do seu web site. Essa combinação de cores vai determinar o “humor” da sua empresa, e consequentemente atrair ou afastar os visitantes.

Cada cor tem um significado, confira:

Preto – é a cor dos fortes. É a cor da autoridade, estabilidade e poder. O preto está associado a elegância e o luxo clássico. O preto faz as outras cores parecerem que pertencem a um todo e ajuda a criar uma atmosfera de mistério. Uma vez que provoca grandes emoções, o uso exagerado do preto é muito pesado para os visitantes da sua loja virtual, portanto é importante diluir o uso do preto adicionando cores brilhantes.

Branco – é associado com a inocência, pureza e simplicidade. É a calma e estabilidade que o seu web site precisa.

Vermelho – é a cor do amor, paixão, excitamento, agressividade e energia. É a cor que estimula todos os tipos de apetites. É uma cor indispensável para o comércio eletrônico de produtos para adultos.

Azul – é a cor favorita da maioria das pessoas. É associada a calma e confiança. O azul escuro é ideal para os negócios porque simboliza a estabilidade financeira, profissionalismo e fidelidade. Por exemplo, azul e branco é uma boa combinação de cores para lojas virtuais que desejam construir redes sociais e comunidades.

Amarelo – entende felicidade, brilho, entretenimento. A cor amarela ajuda o seu cérebro a liberar serotonina, que faz as pessoas se sentirem felizes e cheias de energia. O uso do amarelo no lugar certo e na quantidade certa pode se tornar uma poderosa ferramenta para atrair novos clientes.

Verde – é conhecida por ser uma cor associada ao relaxamento, natureza, dinheiro e saúde. O verde provoca um efeito de calma e prazer aos sentidos das pessoas.

Laranja – é a cor associada com diversão, prazer, energia e calor. Um fato interessante é que pode fazer produtos caros parecerem mais baratos.

Ouro – é considerada a cor que simboliza a riqueza. Ter alguns componentes dourados no seu design trará a ele um visual clássico e irá chamar a atenção dos visitantes.

Cinza – é uma cor associada a coisas práticas e sólidas. A cor cinza representa a alta tecnologia. O cinza é uma cor excelente, mas o uso exagero dessa cor no design pode dar ao seu web site um ar aborrecido e denso. Entretanto, a adição de alguns elementos do cinza a sua loja virtual trará a solidez necessária para o web site.

Quando chegar o momento de escolher o template-base para a sua loja virtual, dê uma atenção muito especial a combinação de cores, a qual deve ser uma cominação harmoniosa e selecionada de acordo com o significado que as cores tem para as pessoas.

E aqui começa outro problema: ao conhecer o significado das cores, as pessoas ficam com vontade de usar todas elas com medo de deixar algum cliente de fora ou perder alguma sensação.

Por isso, é importante conhecer alguns princípios básicos sobre combinação de cores para te guiar para a direção certa:

  1. Combinação monocromática – é baseada na combinação de diferentes tonalidades da mesma cor (por exemplo, azul claro e escuro). A combinação monocromática dá a loja virtual um visual integrado e prazeroso.
  2. Duas cores – é baseada no uso de cores que fazem constraste entre si. É a combinação entre uma cor quente e uma cor fria que trará um visual vivo e novo para a sua loja virtual.
  3. Três cores – é baseada no uso de cores distribuidas igualmente no template da sua loja virtual.

Vamos agora conferir alguns exemplos práticos bem sucedidos do uso de cores no comércio eletrônico:

Exemplo 1:
GamesTown, loja de games, combinação de três cores, preto,verde e vermelho (incluindo laranja)

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Exemplo 2:
Apple Store, loja de produtos de alta tecnologia, cinza e branco, uso moderado do cinza para não cansar o visitante.Contraste com o branco que traz calma e serenidade.

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Exemplo 3:
Submarino, loja de departamentos, template monocromático baseado em diferentes tonalidades do azul. O template monocromático é recomendado para lojas de departamentos que possuem uma quantidade muito grande de produtos. O template monocromático evita a competição desnecessária das cores do comércio eletrônico com as cores dos variados produtos que a loja oferece.
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Exemplo 4:
Armani, predominantemente preto, a cor da autoridade, poder, liderança.
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Exemplo 5:
Amazon, duas cores, laranja e azul.
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A grande maioria das lojas virtuais usa a cor vermelha para destacar produtos em promoção. Na contra-mão de todos, a Amazon usa o laranja na hora de mostrar promoções, ofertas e provocações para levar o cliente a comprar.

Autor R.J. Magalhães

Fonte:  iDeia para seu Negócio

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Benchmarking: aprendendo com Zappos

Posted by Jorge Aldrovandi On julho - 30 - 2009

A Zappos, por quem Roberto Camargo e eu, Jorge Aldrovandi compartilhamos uma admiração, é uma empresa sinônimo de venda on-line de sapatos (algo assim como 50 mil pares por dia) e atendimento excepcional ao cliente.

Em uma entrevista no início deste ano, concedida a “Benchmark”, Brent Cromley, Senior Director of Engineering da Zappos, utilizou a expressão “Powered by Zappos”, ao fazer referência à expansão dos negócios da venda de sapatos para outros produtos tais como roupas, eletrônicos, artigos para a casa, etc., utilizando como base sua poderosa ferramenta de busca e, claro, sua imbatível relação com os clientes.

Desde que eu soube que a Amazon comprou a Zappos, não consigo deixar de pensar que a decisão de compra pode estar relacionada à percepção da ameaça que a Zappos representava para a empresa dirigida pro Jeff Bezos. A própria Amazon, que começou vendendo livros, viveu e vive o mesmo processo de expansão.

Entre as novidades que Brent Cromley comentou em relação à nova plataforma de busca e aos planos futuros, escolhi três que me parecem interessantíssimas para compartilhar com os empresários brasileiros de e-commerce.

1)    Motor de busca
Por que a Zappos sempre priorizou a facilitação do processo de busca do consumidor?

É bom lembrar que uma das perguntas que os visitantes de uma loja virtual se fazem é: “o que eu quero está aqui?”

Dar suporte ao consumidor durante o processo de encontrar a resposta a esta pergunta, entre outras coisas, requer uma ferramenta de busca muito sofisticada. E Zappos tem uma tão, mas tão boa, que decidiu utilizá-la para a venda de outros produtos em sites específicos, “Powered by Zappos”.

Da medição realizada, ainda na etapa de testes (ver http://www.zappos.com/zeta), revelou-se um aumento de entre 5 e 10% na quantidade de pessoas que encontram o que querem e o põem no carrinho de compras.  A média de vendas pro ordem de compra aumentou em USD 10,00.

Isto é: os consumidores encontram mais facilmente o que querem. Encontram mais rápido. Compram mais. Sentem-se mais satisfeitos. Voltam a comprar. Recomendam.

2)    Múltiplas maneiras de ir às compras.
A Zappos está criando outras maneiras de ir às compras on-line. Por exemplo, utiliza o conceito de “associação de produtos similares”. Você escolhe o produto pelo qual está interessado e a Zappo lhe mostrará muitas variações parecidas.

Tente identificar no novo site da Zappos (http://www.zappos.com/zeta) os critérios de busca que estão disponíveis para o cliente, bem como as ferramentas de comparação de produtos.

Trata-se de oferecer muitas maneiras diferentes de buscar e encontrar o que o consumidor quer.

3)    Mídia Social: como aplicá-la?
A Zappos utiliza fortemente o Twitter para construir vínculos com seus clientes.
Existem mais de 400 perfis de funcionários da Zappos. Veja aqui: http://twitter.zappos.com/employees.  Um dos mais conhecidos é o de Tony Hsieh http://twitter.com/zappos (pronuncia-se “Shay”) com mais de 1.000.000 de seguidores!

A Zappos não coloca promoções no Twitter. O objetivo é relacionar-se, conversar.

Porém, a intenção da Zappos vai um pouco além.
Como eu explico em meu seminário virtual “Arquiteturas Persuasivas Avançadas, como vender por Internet?”  http://babelteam.com/ArquiteturasPersuasivasVirtual/ as lojas virtuais não conseguiram reproduzir o nível de interação que existe quando compramos (e nos vendem) fora da Internet.

Comprar na Internet é um ato bastante solitário.

Podemos ir “junto” com nossos amigos?
Podemos compartilhar instantaneamente opiniões, pensamentos, pontos de vista, preferências?
O suporte on-line pode nos mostrar, em tempo real, enquanto compramos, um detalhe do produto?

Não, por enquanto. Mas a Zappos tem planos.

Para Brent Cromley, levar a interatividade em tempo real das redes sociais para os processos de compra é o grande desafio da Zappos e o foco de seu trabalho nos próximos meses.

Se você tem uma loja na Internet, minha sugestão é que siga de perto a evolução da Zappos. Parece que eles estão sempre um passo à frente em vendas pela Internet.

Ao que parece, a Amazon chegou a uma conclusão parecida e antes que a criança fosse uma ameaça, tomou-a prontinha. Ou quase.

Autor: Jorge Aldrovandi

www.twitter.com/jorgealdrovandi

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Lojas do Bom Retiro entram no Comércio Eletrônico

Posted by Copy Past On julho - 30 - 2009

Nada de metrô lotado, sacolas pesadas nas mãos, congestionamento nas calçadas estreitas do Bom Retiro, em São Paulo, ou receio de assalto no trajeto para casa. Boa parte das peças à mostra nas vitrines da rua José Paulino e das vielas das redondezas, tradicional reduto de comércio de roupas e acessórios, pode ser vista da telinha do computador e comprada pela internet.

É a face no século 21 de um bairro que recebe 70 mil pessoas por dia, número que chega a dobrar na época do Natal. Segundo a Câmara de Lojistas do Bom Retiro, 30% dos 1.200 comerciantes da região já criaram suas lojas virtuais. “Roupas e sapatos, compro pessoalmente. Mas produtos que não precisam de prova, como os jogos de cama, mesa e banho, adquiro pela internet”, conta a coordenadora administrativa Adriana Fernandez de Souza, 37, moradora do bairro de Itaquera, zona leste. “Além de ser mais prático, economizo o que iria gastar de condução.”

No último ano, Adriana acessou oito vezes a internet para consumir em lojas do Bom Retiro. Sua maior compra on-line foi de R$ 500 na PortCasa, que ganhou versão virtual há um ano e meio, quatro meses depois da inauguração do prédio na rua da Graça, paralela à José Paulino.

“É como se o cliente estivesse comprando no Bom Retiro, só que por meio de um clique, de qualquer lugar, a qualquer momento”, afirma Natan Sztamfater, diretor da PortCasa.

A loja virtual recebe cerca de 320 mil acessos mensais. Cada visitante navega por 11 páginas em seis minutos e o faturamento já corresponde a 50% do registrado pelo endereço físico.

“Em época de crise, as empresas estão buscando alternativas para aumentar o faturamento e o comércio eletrônico é uma boa opção”, diz Pedro Guasti, diretor da e- bit, consultoria que atua no setor de e-commerce nacional. “Enquanto o varejo tradicional não tem expectativa de crescimento neste ano, o comércio virtual deve crescer de 20 a 25%. O faturamento deve chegar aos R$ 10 bilhões em 2009.”

Na mira dos lojistas estão paulistanos que economizam as saídas de casa em nome da praticidade e sacoleiros de todo o Brasil, incentivados a trocar as longas viagens pelas transações via internet.

“Minha estratégia foi atender esse cliente que vinha de longe”, diz Nivaldo Ferreira Junior, dono do BiroShop e vice-presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas do Bom Retiro. “Em vez de ele gastar com comida e passagem, pode consumir mais em produtos. Compra hoje e amanhã está tudo na transportadora.”

Nos primeiros meses, o site do negócio de bolsas e cintos recebia 200 visitas ao mês. Hoje, um ano depois, são mil acessos diários. Não é de uma hora para a outra que a clientela se torna adepta do comércio eletrônico.

Para conseguir atrair e manter esse público, a primeira premissa é garantir segurança ao consumidor. Para isso, não adianta só colocar o site no ar, é preciso ter uma estrutura por trás do ambiente virtual que mostre que o empreendimento trabalha com seriedade.

Só na PortCasa, que fatura R$ 600 mil por mês, dez pessoas atuam no call center. Não se trata de um serviço de vendas pelo telefone, mas, sim, um apoio à clientela que ainda não está habituada às compras on-line.

O estoque merece atenção. Com o aumento das vendas, é preciso prever uma quantidade de produtos destinados só aos clientes virtuais, que na hora da compra devem ser informados sobre o prazo de entrega. “Tenho um estoque específico para o site”, diz Nivaldo, do BiroShop. “Trato como uma loja à parte.”

O lojista investiu R$ 40 mil para montar a loja virtual, somados os gastos com equipamentos e software. Por trás da telinha trabalham 17 funcionários: 12 no call center, 2 separando as encomendas e 3 produzindo fotos dos novos produtos para que o site seja atualizado todos os dias. “Economizo. Uma luva [ponto comercial] custa cerca de U$$ 200 mil [R$ 400 mil] por quatro anos. Um aluguel, cerca de R$ 20 mil mensais”, diz Nivaldo.

Uma pesquisa da e-bit mostra que o consumidor aprova a iniciativa. O índice de satisfação na compra on-line é próximo a 86% no país. “Os comerciantes perceberam que vender pela internet é uma possibilidade de ganho, adequaram o site ao cliente e trabalham sério”, diz Pedro Guasti, diretor da consultoria que disponibiliza em sua página a avaliação das lojas virtuais feitas pelos consumidores. Vale uma conferida antes de sair clicando.

Seus direitos

O consumidor on-line tem até sete dias para desistir da compra, contados a partir do recebimento do produto, caso se arrependa do que comprou, mesmo que o produto não apresente defeito. Deve receber todo o dinheiro de volta, inclusive o valor do frete

Em caso de troca, a loja só tem de pagar as despesas com o frete se o produto for diferente do comprado ou apresentar defeito. Quando o cliente realiza uma troca não obrigatória por lei, como a numeração errada de um sapato, é ele quem arca com o frete.

Fonte: BinWoks

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Carrefour: rumo ao e-commerce

Posted by Copy Past On julho - 6 - 2009

Tudo indica que o reinado do grupo B2W no comércio eletrônico vai ganhar mais um  concorrente de peso, além das Casas Bahia. Desta vez, é o Carrefour que se prepara para fazer sua estréia no varejo online. Em entrevista exclusiva à Decision Report, Ney Santos, CIO do grupo Carrefour, confirma a estratégia, mas informa que a data de nascimento ainda não foi oficializada. “O Carrefour vai investir na internet debaixo de uma estratégia global. Não é uma estratégia nova”, comenta o executivo que, no passado, foi o principal gestor de TI do concorrente Pão de Açúcar por oito anos.

Ele ainda explica que filosofia do grupo francês é de um negócio de multicanais com diferentes formatos para qualquer categoria de produto e a internet será mais um canal entre os diversos já existentes no grupo (agência de viagem, posto de gasolina, drogaria). A sensação é de que a loja virtual do Carrefour pode nascer com foco numa determinada categoria de produto e ir expandindo de acordo com o comportamento da demanda. É bom lembrar que entre os itens mais vendidos no e-commerce estão os eletroeletrônicos.

Santos não confirma nenhuma hipótese sobre atuação da loja virtual, mas antecipa que essa análise já foi feita. “O mundo internet vai se integrar ao mundo físico, mas não vai ser igual ao mundo físico. O sortimento da loja virtual e a oferta de serviços pode ser um complemento para mundo físico”, sinaliza. Ele ainda revela que o consumidor é multicanal e deseja comprar pela internet, devolver no mundo offline, pesquisar online antes de comprar na loja física, enfim, a integração também é avaliada pela equipe que prepara o e-commerce do Carrefour no Brasil.

Autor: Ceila Santos

Fonte: Decision Report

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15 dicas para usar o Twitter profissionalmente e se destacar

Posted by Copy Past On julho - 3 - 2009

No mundo da moda da internet, que já teve sucessos como Orkut e fracassos como o Second Life, o Twitter é a estrela da vez. A ferramenta virou febre. O site TwitterCounter registrava no fim de maio cerca de 2,6 milhões de contas ativas no mundo. A grande marca do Twitter é o poder de oferecer diversas possibilidades de uso em uma mídia que, à primeira vista, é extremamente limitada — você tem uma frase de 140 caracteres para transmitir sua ideia. Como a calça jeans, cada um usa o Twitter do jeito que quiser. Muita gente apenas responde à pergunta sugerida pelo site: “O que você está fazendo?”. Desse uso, saem coisas esdrúxulas como “Fui comprar pão” ou “Estou no banheiro”. Mas há outras formas de tirar proveito do Twitter, entre elas a aplicação profissional. É deste tipo de uso que trata esta reportagem. No mundo lá fora, há uma porção de gente usando a ferramenta para compartilhar conhecimento, comunicar ideias, fazer contatos profissionais, contratar pessoas, ficar mais sabido, atender clientes e vender produtos — de camisetas a apartamentos. “O Twitter e tecnologias afins têm valor porque ajudam as pessoas a trocar informação rapidamente e a melhorar o desempenho dos negócios”, diz Silvio Meira, ou slrm, como o cientista-chefe do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (Cesar) é conhecido no Twitter. No site há uma série de atividades que podem impulsionar sua carreira a partir de uma pequena frase. Veja, a seguir, por que twittar pode melhorar seu desempenho profissional.

Quem é: Roberto Loureiro, 37 anos, gerente de mídias digitais da Tecnisa (SP)

Perfil no Twitter: betoloureiro

Quem ele segue:
Victor Shanti @ learnmktingsim
Re Tweet @ rtweetr
Ronaldo Ribeiro @ ribeiro1
Edney Souza @ interney

Como ele usa: Publicitário com MBA em marketing, é pago para usar o Twitter. Seu trabalho é assegurar que a marca de sua empresa apareça bem no Twitter e em outras mídias sociais, como Facebook e Flickr. É responsável por 12% do tráfego do site da Tecnisa e fica online o tempo inteiro.

Segue 216
Seguidores 237

Ferramenta de trabalho

15 dicas para usar o Twitter profissionalmente e se destacar

1.Para começar, você terá de fazer uma escolha entre usar profissionalmente ou socialmente, como se fosse o Orkut. Se você pretende falar de trabalho, não escreva bobagens. Uma sugestão da jornalista e blogueira Sam Shiraishi (samegui) é criar um perfil profissional e sério e outro para falar bobagens, de preferência com pseudônimo.

2.Você terá de definir uma estratégia para usar o Twitter. Uma coisa importante é escolher quem você segue e como. Entre os twitteiros, há um debate sobre essa questão. Alguns defendem que você siga todo mundo que te segue. Um dos defensores dessa visão é o americano Guy Kawasaki (GuyKawasaki), que é seguido por 119 000 pessoas e segue outras 120 000. Se seu objetivo é networking, vá nessa. O publicitário Carlos Henrique Vilela (chmkt), de 28 anos, gerente de marketing da agência de turismo Multitur, de Belo Horizonte, Minas Gerais, segue mais de 10 000 pessoas e é seguido por um número semelhante. “Já consegui fazer contatos interessantes”, diz Carlos. O problema desse jeito de usar: você terá muita dificuldade para acompanhar o que milhares de pessoas publicam.

3.Você pode optar por seguir só quem realmente interessa profissionalmente, nem que sejam apenas dez perfis. O professor Silvio Meira adota uma regra simples, em uma só pergunta de 56 caracteres: “Quem são as pessoas que agregam mais valor à minha vida?”. Isso quer dizer selecionar e restringir assuntos e pessoas. Ao fazer isso, você filtra quem realmente publica coisas relevantes para o seu trabalho. Informações que, ao ler, você sente que inspiram, motivam ou lançam um olhar diferente sobre o assunto.

4.Procure também focar um pouco os assuntos que você publica (ou twitta). Esse uso especializado ajuda a fazer de você uma referência em determinado assunto, algo que pode ser positivo para sua carreira no mundo real. “Esse parece ser o uso mais bacana”, diz Edney Souza (interney), sócio da Pólvora!, consultoria de comunicação em mídias digitais e dono do blog Inter- Ney, um dos mais populares do Brasil. Uma dica importante é criar um perfil com um nome que complementa os assuntos que você cobre. Isso vai facilitar a associação entre o seu nome e o assunto.

5.Para ganhar destaque profissional na internet, o Twitter é uma ferramenta fabulosa. O desafio é ser uma fonte de conteúdo relevante para os outros twitteiros. Tente twittar e retwittar coisas interessantes. Conforme você é citado, aparece mais vezes nos resultados de busca. “Acho interessante porque o Twitter dá relevância em buscas no Google a custo zero”, diz Romeo Busarello (busarello), de 43 anos, diretor de marketing da Tecnisa e professor da ESPM, de São Paulo. Se você for relevante, as pessoas vão te seguir. Se você só publicar chatice, seus seguidores vão embora.

6.Se você está começando a publicar, fique antenado. No início, publique menos e leia mais. Sinta quem divulga as informações mais interessantes. “Procure seguir as fontes primárias, as fontes das pessoas que você segue”, sugere Edney. Na hora de retwittar, dê crédito.

7.Tenha um blog como apoio e use o Twitter para encaminhar pessoas para sua página pessoal. Assim, você terá mais espaço para desenvolver suas opiniões, sem o limite de 140 caracteres. Há programas como o TwitThis (twitthis.com) que twittam automaticamente os títulos dos posts do seu blog. Outra finalidade do Twitter é gerar tráfego. Muitas empresas já entenderam esse mecanismo e usam o Twitter para levar pessoas a seus sites. A loja virtual Camiseteria.com (camiseteria) usa essa técnica. No site, são os consumidores que elegem as estampas das camisas que serão vendidas. Toda vez que há uma nova eleição, Fábio Seixas (fseixas), de 32 anos, sócio da empresa que tem sede no Rio de Janeiro, mobiliza sua comunidade de seguidores no perfil da Camiseteria. Isso cria um ambiente de proximidade do consumidor com a marca.

8.Você pode optar por um uso extremamente focado. É o que faz Luiz Fernando Oliveira (weg_ir), de 43 anos, gerente de relações com investidores (RI) da Weg, fabricante de máquinas e equipamentos com sede em Jaraguá do Sul, Santa Catarina. Ele usa o Twitter como canal de atendimento aos investidores da empresa. “A estratégia é complementar a comunicação convencional.” Oitenta pessoas seguem o RI da Weg. Parece pouco, mas as teleconferências para divulgação de resultados são acompanhadas por 60 pessoas em média. Por aí se vê o valor da ferramenta.

9.Se você lê textos em inglês ou em outro idioma, uma contribuição possível é “tropicalizar” as informações, isto é, complementar os links para perfis ou blogs do exterior com comentários relacionados à realidade brasileira. Se você tem um blog, discuta você mesmo a aplicação do assunto na sua realidade.

10.Fábio Seixas, da Camiseteria.com, também usa o Twitter para testar ideias. “Sabe aquele estalo que você tem e depois esquece?”, diz. “Agora, eu publico os insights na web e aproveito para ver se tem alguém pensando no mesmo assunto.” Se tiver, diz Fábio, o feedback é quase instantâneo.

11.Nunca use o Twitter como um programa de mensagens instantâneas. Muita gente faz isso, tornando públicas conversas privadas. Se você faz isso, as pessoas vão achar você chato e parar de te seguir.

12.O Tweepz (www.tweepz.com) é uma ferramenta para encontrar pessoas a partir da formação ou cargo dela. Em 26 de maio, por exemplo, o programa localizava 152 gerentes no Twitter. Outra ferramenta bacana é o WeFollow (wefollow.com), que ajuda você a achar pessoas de acordo com o assunto que elas twittam. A palavra Brasil, por exemplo, dava 157 resultados em 26 de maio. Como quem avisa amigo é, aqui vai um conselho: pense duas vezes antes de postar. Não fale mal de pessoas ou da empresa. As coisas se espalham rapidamente no Twitter. Quando você se dá conta, o dano já foi feito. Há o caso famoso de um americano que perdeu uma vaga na Cisco por escrever no Twitter que teria um salário bom, mas um trabalho chato.

13.Também há quem consiga contratar pelo Twitter. Na consultoria Pólvora!, Edney Souza contratou seis pessoas nos últimos meses que foram recrutadas a partir de contatos no Twitter. Da última vez, recebeu mais de 40 currículos. “Desses, pelos menos oito eram de profissionais gabaritados para a vaga”, diz Edney.

14.Lute pelo Twitter na sua empresa. Muitas companhias ainda não sacaram o potencial da ferramenta e bloqueiam o uso corporativo, alegando que o Twitter representa um risco para os sistemas de TI ou que as mídias sociais prejudicam a produtividade. “O maior inimigo dessas ferramentas dentro das empresas é o departamento de TI”, diz Silvio Meira, do Cesar. Como profissional, sua missão é mostrar as oportunidades que as mídias sociais trazem para o negócio.

15.Quer um exemplo de como há oportunidades de negócio no Twitter? Veja o caso da Tecnisa. Para não parecer fonte de spam e afugentar seguidores, em seis meses usando a ferramenta, a construtora nunca havia feito uma promoção. A estratégia sempre foi oferecer links para apresentações hospedadas no site da empresa. No mês passado, o gerente de mídias sociais, Roberto Loureiro, achou que estava na hora de tentar vender um apartamento pelo Twitter. A empresa ofereceu um vale-compra de 2 000 reais para o primeiro seguidor que comprasse um apartamento. Em uma semana, um imóvel de 500 000 reais foi vendido.

Quem é: Carlos Henrique Vilela, 28 anos, publicitário e gerente de marketing da rede de agências de turismo Multitur, de Belo Horizonte (MG)

Perfil no Twitter: chmkt

Quem ele segue:
Luiz Alberto Marinho @ luizmarinho
Ken Fujioka @ kenfujioka
Arthur Cesar @ arthurcesar

Como ele usa: Montou um dos blogs sobre marketing mais acessados do Brasil, voltado principalmente para profissionais em início de carreira. Usa o Twitter para divulgar seu blog e debater os conteúdos que publica

Segue 10 198
Seguidores 9 308

Quem é: Fábio Seixas, 33 anos, sócio do Camiseteria.com
Perfil no Twitter: fseixas

Quem ele segue :
Gil Giardelli @ gilgiardelli
Carolina Terra @ carolterra
Juliano Spyer @ jasper

Como ele usa
Tem um perfil pessoal, que usa para lançar ideias, se manter informado e seguir pessoas interessantes. Também twitta por causa da sua empresa, divulgando informações para consumidores.
Segue 306
Seguidores 5 037

Quem você pode seguir no Twitter

Nome: Travis Mason
Perfil: tgmason
Quem é: consultor da Booz Allen Hamilton em Washington, EUA.
Segue: 4 741
Seguidores: 4 981
Updates: 1 699
O que twitta: “Desenvolva sucesso a partir do fracasso. Desencorajamento e fracasso são dois dos maiores obstáculos para o sucesso”

Nome: Guy Kawasaki
Perfil: GuyKawasaki
Quem é: fundador de uma empresa de venture capital, autor de livros e do blog How to change the world e do site www.alltop.com
Segue: 119 779
Seguidores: 124 486
Updates: 24 949
O que twitta: compulsivamente sobre tecnologia, inovação e empreendedorismo

Nome: Mark Morrison
Perfil: rapidbi
Quem é: especialista inglês em gestão organizacional e liderança.
Segue: 6 363
Seguidores: 7 312
Updates: 3 817
O que twitta: “Cinco qualidades da liderança: visão pessoal, repertório, coragem e crença em si, tomada de risco competente e visão”

Nome: Jacob Share
Perfil: jacobshare
Quem é: expert em carreira e busca de empregos de Israel
Segue: 4 371
Seguidores: 4 061
Updates: 816
O que twitta: “Se um anúncio de vaga especifica salário, ele está oferecendo algo abaixo da média de mercado e tem a finalidade de filtrar candidatos”

Nome: Marcy Alboher
Perfil: heymarci
Quem é: jornalista, autora do blog Shifting Ca reers, colaboradora do jornal The New York Times
Segue: 289
Seguidores: 2 278
Updates: 623
O que twitta: “As mesmas empresas que demitem estão contratando pessoas em outros departamentos e funções”

Nome: Tim O’Reilly
Perfil: timoreilly
Quem é: o messias para quem trabalha com tecnologia. Dono da O’Reilly Media
Segue: 501
Seguidores: 475 887
Updates: 6 926
O que twitta: “Observando os geeks alfa, compartilhando suas histórias e ajudando a desvendar o futuro”

Autor:  MURILO OHL

Fonte: Você SA

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Pequenos varejistas se destacam no e-commerce

Posted by Copy Past On junho - 30 - 2009

O comércio eletrônico no Brasil tem apresentado forte crescimento. O segmento registrou taxas de aumento entre 30 e 40% nos últimos anos. Segundo a e-bit, apenas nos três primeiros meses de 2009, o e-commerce brasileiro faturou cerca de R$ 2,3 bilhões, representando um crescimento nominal de 25% em relação ao mesmo período do ano passado.

A confiança que o canal traz ao consumidor e a maior conscientização no ato da compra continuam sendo fatores que contribuem para essa tendência de aumento nas vendas. “Os consumidores estão mais informados a cada dia e orientados a fazerem uma compra com segurança. A tendência é que esse tipo de comportamento continue se alongando nos próximos tempos”, explica o Diretor Feral da e-bit, Pedro Guasti.

Além disso, de acordo com Guasti, enquanto o Brasil não tiver uma taxa elevada de brasileiros com acesso à internet, as chances de aumentar a base de pessoas conectadas são grandes e, consequentemente, de consumidores do e-commerce. O número de pessoas com acesso à internet em casa ou no trabalho é de 44,5 milhões, segundo o IBOPE Nielsen Online.

Long Tail
O cenário para os varejistas on-line, no entanto, agora se mostra um pouco diferente. Pequenos e médios varejistas – o chamado long tail – estão ganhando espaço entre as lojas virtuais. No mesmo período analisado pelo e-bit, estas empresas registraram um aumento de 1,62% em Market Share.

Em geral, o perfil destes varejistas é composto por empresas que buscam oportunidades de crescimento rápido em nichos de mercado. Para isso, atuam em categorias em que as grandes ainda não estão inseridas, como artesanato, cestas de café da manhã, flores, livros técnicos e artigos de moda.

As ofertas de plataformas de tecnologia para o e-commerce com preços acessíveis são um fator importante para o crescimento. Outra ferramenta de destaque são os serviços de apoio oferecidos por sites como o próprio e-bit, que avaliam as empresas e certificam de acordo com a qualidade, o que ajuda a fortalecer a marca e a confiança do consumidor.

Importância do Marketing digital
Um ponto fundamental é o investimento em Marketing. “Lojas pequenas podem investir em serviços de busca e comparação de preços para posicionar seus produtos ao lado de lojas tradicionais”, explica o diretor geral da e-bit em entrevista ao Mundo do Marketing.

Estratégias como investimento em publicidade on-line e e-mail marketing também são importantes, além do acompanhamento de mídias sociais, para mostrar ao consumidor que a empresa está atenta às novas mídias e tecnologias. “É necessário entender qual sua reputação no mercado, acompanhando comentários e reclamações que os clientes deixam na própria rede. Mas também é importante investir em publicidade para que a marca não fique esquecida na internet”, diz Guasti.

Casos de sucesso
Mesmo com o crescimento do pequeno varejo na internet, a participação deles ainda é tímida. Ao todo, estas empresas representam 9,7% do mercado de e-commerce no Brasil. Dificuldades em investir e aguardar o retorno sobre o investimento a médio e longo prazo, além da falta de conhecimento em relação à marca, são os principais problemas enfrentados pelos pequenos e médios varejistas.

Em compensação, este grupo tem como vantagem a velocidade em poder tomar decisões, aplicando uma ideia e vendo o resultado com maior rapidez. “Os grandes muitas vezes têm presença no mundo off-line e acabam entrando em conflito com o canal de vendas tradicional, o que impede que uma ação mais agressiva no canal on-line”, explica Guasti.

A Giuliana Flores, presente desde 1990 no mercado de flores, inaugurou em 2000 a sua loja on-line ao perceber a importância do e-commerce. Hoje, os números mostram o sucesso da empresa. Em 2004 o site registrou 2.300 vendas por mês e este ano já são 10 mil a cada mês. O acesso ao site também cresceu. Há cinco anos eram 60 mil internautas clicando na loja on-line da Giuliana Flores por mês contra 300 mil atualmente.

Investimento no exterior
Um ano após o lançamento do site, a Giuliana Flores fechou parceria com o Bradesco para fortalecer sua marca. Junto com as faturas do cartão de crédito, o cliente do banco recebia um encarte da marca com os produtos, site e telefone. A ação deu tão certo que até hoje a loja faz parcerias do tipo com bancos e seguradoras.

Segundo o diretor da empresa, Clovis Souza, outra ação recente que teve resultado muito positivo foi divulgar a marca em comerciais na Globo Internacional, durante o intervalo da novela das oito. A iniciativa teve como foco os brasileiros que vivem no exterior.

“Tínhamos uma média de 600 visitas (do exterior) por semana. Depois deste comercial, o número passou para 3.900 visitas, com conversão de 6%. O resultado foi tão positivo que estendemos também para o Dia dos Namorados”, diz Clovis Souza em entrevista ao site.

Parcerias
Para fortalecer ainda mais a marca, a Giuliana Flores adesivou as 280 lixeiras do Aeroporto de Congonhas e já fechou parceria para fazer o mesmo no de Cumbica, ambos em São Paulo. Além disso, como diferencial, a empresa trabalha com produtos de grandes marcas como Kopenhagen, Havana, Amor aos Pedaços e Ofner, que acompanham os arranjos de flores.

Prestes a completar um ano e meio no mercado de cama, mesa e banho, a PorCasa também comemora os bons resultados. Por insistência de Natan Sztamfater – hoje diretor da loja on-line – a marca inaugurou sua loja virtual quatro meses depois da abertura da loja física.

“Hoje ninguém abre uma loja de varejo on-line sem o pensamento de aumentar o volume de vendas. A decisão de abrir apenas uma loja e não uma rede foi justamente porque o peso do investimento seria feito no on-line”, explica Natan em entrevista ao Mundo do Marketing.

Presença em redes sociais
Ações de Marketing Digital e a presença nas redes sociais foram responsáveis pelo crescimento da PorCasa. Os investimentos em links patrocinados do Google chegam a R$ 60 mil por mês. O envio de e-mail marketing e a presença em sites como Buscapé e outros comparadores de preço também auxiliam a divulgação da marca.

As redes sociais funcionam como um termômetro para a empresa que acompanha as avaliações dos consumidores sobre a loja. O retorno das ações aparece nos resultados. No fechamento de 2008, a empresa alcançou um faturamento de R$ 2,6 milhões. Para 2009, a estimativa é de alcançar R$ 5 milhões.

Segundo Natan, o site também traz bons resultados para a loja física. Alguns clientes chegam a escolher os produtos pela loja on-line e finalizam a compra pessoalmente. Por outro lado, a valorização da loja física no site favorece a confiança na marca, a partir do momento em que o consumidor percebe que é uma loja “real”, como diz o diretor da PortCasa.

Natan ainda lembra outro fator que garante o sucesso. “Muitas vezes o pequeno varejista sente dificuldade em crescer no e-commerce porque é necessário um investimento forte. Mas para investir às vezes falta um profissional capacitado. Por isso, a PortCasa investe em seus profissionais. Pessoas da equipe participam de treinamentos específicos para que se familiarizem com o mundo on-line”, diz.

Autor: Sylvia de Sá

Fonte: Mundo do Marketing

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