Notícias e Treinamentos sobre Comércio Eletrônico

E-commerce. O Carrefour vai sair da Idade de Pedra

Posted by Copy Past On setembro - 22 - 2009

Carrefour prepara, enfim, sua entrada no comércio eletrônico

Franceses querem usar o site como alavanca para serviços de crédito ao consumidor

O Carrefour vai sair da Idade de Pedra. A empresa anunciará até o início de 2010 sua entrada no comércio eletrônico. Entre as grandes redes varejistas em operação no país, será a última a criar um site de vendas.

Todo o sistema tecnológico e a estrutura logística, calcanhar de aquiles do comércio online, estão sendo montados com suporte da própria matriz. Os primeiros testes offline deverão ser realizados até o fim de outubro.

Além da operação comercial per si, os franceses pretendem usar o novo portal como uma alavanca para o Carrefour Soluções Financeiras, braço de crédito do grupo. A ideia é utilizar o site para a venda do cartão de private label, concessão de empréstimos e diversos outros serviços financeiros. Dentro do próprio Carrefour, há até quem se refira ao novo site como um internet banking vinculado a uma operação varejista.

A entrada do Carrefour no comércio eletrônico será uma pimentinha a mais na disputa pela liderança do setor de varejo no país. Cálculos do grupo estimam que a receita com as vendas online poderá passar dos R$ 600 milhões apenas no primeiro ano.

Esta cifra ajudará o Carrefour a reduzir a distância em relação ao Pão de Açúcar. Após a compra do Ponto Frio, a rede de Abílio Diniz abriu uma frente de quase R$ 3 bilhões em termos de faturamento anual.

A expectativa dos franceses é que o novo site permita também um salto na venda de eletroeletrônicos e móveis.

© Relatório Reservado

Fonte: Cidade Biz

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Quer pagar quanto?

Posted by Copy Past On agosto - 25 - 2009

Frederico Wanderley, CIO da Casas Bahia, levou o estilo popular da rede de lojas para a web.

Repetir na internet o sucesso da Casas Bahia com as classes C e D é o desafio da loja online da rede varejista — e do CIO Frederico Wanderley, de 62 anos. Desde 1993 à frente da área de tecnologia da empresa, ele e sua equipe levaram cerca de três anos planejando o site, que acabou só estreando em fevereiro, bem depois dos concorrentes. Vídeos no YouTube e nuvens de tags são alguns dos recursos usados para ajudar os consumidores no processo de compra. Do centro de tecnologia, em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo, Wanderley falou à INFO sobre a loja online.

INFO – As classes C e D estão comprando na loja online da Casas Bahia?

WANDERLEY – O site foi desenvolvido para as classes C e D, que são o foco da Casas Bahia, mas todas as camadas da população estão comprando. Saem desde pen drives de 19 reais até TVs de 60 polegadas. Nos surpreende a quantidade de brasileiros que acessam o site a partir de outro país. Eles compram produtos para seus parentes que moram aqui e que podem fazer a retirada na loja. Esse é um diferencial da Casas Bahia. A pessoa pode comprar no site e retirar na loja física.

INFO – E quem mora onde não há Casas Bahia?

WANDERLEY – A loja virtual só vende para regiões onde há lojas físicas, porque o pós-venda é importante para nós. A finalidade da loja virtual é ser extensão da loja física, o que significa levar o produto na casa do cliente, montá-lo e retirá-lo se preciso. Além disso, a devolução de material enviado para regiões onde não estamos presentes teria um custo alto.

INFO – Por que a demora em estrear no e-commerce?

WANDERLEY – Em termos de instalações e tecnologia, estávamos prontos há anos, mas foi uma estratégia da empresa não ter pressa e primeiro entender as demandas do mercado. Ficamos anos debatendo, pesquisando, entendendo as necessidades da nossa freguesia.

INFO – Vocês fizeram pesquisas para entender o seu público na web?

WANDERLEY – Sim, nas pesquisas que fizemos com as classes C e D o grande anseio é o da população em geral, ou seja, medo de colocar o seu cartão de crédito na internet. Mas oferecemos todas as formas de pagamento presentes em qualquer site virtual, além do uso de cartões de crédito da Casas Bahia. São mais de 5 milhões de cartões Casas Bahia, que permitem parcelar a compra em até 24 vezes. Isso facilita o acesso das classes menos favorecidas.

INFO – O número de acessos está dentro do esperado?

WANDERLEY – A loja começou a funcionar em 2 de fevereiro e menos de 100 dias depois já tínhamos um fluxo maior do que muitos portais. Em abril, foram 2,2 milhões de visitantes únicos. Em vendas, a meta é responder por 1% a 2% do faturamento total da empresa em um ano.

INFO – O site faz ofertas personalizadas?

WANDERLEY – Fazemos e-mail marketing e entre 25 e 30 ofertas relâmpago diariamente na mídia tradicional. Elas valem para todos os clientes. Não seria justo fazer promoção diferenciada em um ambiente. Imagine a frustração de um cliente ao descobrir que alguém comprou mais barato porque recebeu uma promoção por e-mail enquanto ele pagou mais caro pelo mesmo item na loja física.

INFO – Vocês usam recursos como Twitter e redes sociais?

WANDERLEY – Temos um canal no YouTube (www.youtube.com/user/Casasbahia), com vídeos de vários produtos. Esses vídeos podem ser baixados também na loja virtual, na página do produto. Começamos com 100 vídeos, mas a ideia é aumentar. É como se o cliente fosse atendido por um vendedor online, que apresenta a mercadoria. Testamos todas as possibilidades de inovação tecnológica, inclusive orkut e Twitter. Mas não vamos perder tempo com modismos. Senão, você perde o foco e compromete a agilidade na compra. Este absurdo merece o destaque certo ? (Roberto Camargo)

INFO – A tecnologia de logística é diferente para a internet?

WANDERLEY – Nossa logística normal já é tecnologia de ponta e estávamos prontos para suportar a loja virtual. Usamos mainframe com Linux, o que é uma grande vantagem. Simplesmente colocamos o site como uma filial a mais, usando toda a logística usual da empresa. Nessa área, novas tecnologias surgem todo dia. Há tempos estamos desenvolvendo, por exemplo, um projeto para o uso de RFID em nossos depósitos, lojas e centro de distribuição. Em dezembro passado, fizemos piloto na superloja do Anhembi (SP), onde chegamos a ler mais de 250 mil itens por meio dessa tecnologia.

Autor: Ana Lúcia Moura fé

Fonte: INFO

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Cerca de 10% dos produtos vendidos no Brasil – tanto os que nunca foram usados como os que já estão no final da sua vida útil – retornam para as empresas. Resultado de uma pesquisa realizada com 188 companhias feita pelo Conselho de Logística Reversa do Brasil (CLRB), o índice aponta para a necessidade de um maior gerenciamento desse setor.

Para o presidente da entidade, Paulo Roberto Leite, não existe hoje uma correta mensuração desses processos na maior parte das corporações, então, os percentuais podem ser até maiores. A pesquisa mostrou que metade das companhias avaliadas gasta até 5% do faturamento obtido com o retorno dos produtos. Há um crescimento gradativo dos níveis de devolução na medida em que há um aumento da variedade de produtos disponíveis no mercado por diferentes setores. “A conscientização empresarial, até mesmo pela possibilidade de redução dos seus custos, está aumentando nos últimos cinco anos”, diz, otimista.

Um outro levantamento, feito pela Reverse Logistics Association (RLA), apurou que os processos na área de logística reversa chegam a representar entre 3% e 25% do Produto Interno Bruto (PIB) de alguns países. Nos Estados Unidos estima-se que movimente, no mínimo, US$ 360 bilhões anualmente. Entre os motivos de retorno de um produto para a empresa que o produziu está a expiração do prazo de validade, a desistência dos consumidores ou estoque muito grande feito por uma loja de varejo não compatível com o giro registrado. Para ajudar o mercado no monitoramento das mercadorias retornadas, o Conselho de Logística Reversa do Brasil está criando comitês de trabalho para propagar os conhecimentos sobre a coleta e uso desses indicadores. Um dos maiores índices de retorno de produtos é o registrado pelo comércio eletrônico.

A Hermes, empresa que atua no segmento de vendas por catálogo com mais de 10 milhões de clientes no Brasil, mantém há dois anos uma parceria com os Correios para gerenciar todo o processo de logística reversa e melhorar os seus índices. O projeto consiste na coleta do produto na residência do consumidor, troca e encaminhamento ao centro de distribuição. Seu site Compra Fácil possui 200 mil itens comercializados mensalmente. E uma das apostas é justamente no pronto atendimento dos cerca de 4 mil pedidos de troca ou devoluções que ocorrem em todo o País. O cuidado com a logística reversa já resultou em uma redução de tempo médio de retorno dos produtos de 20 para oito dias. Aos poucos, o sistema está se transformando em uma importante ferramenta de fidelização e valorização do cliente, que ao ter uma boa experiência de devolução de produtos adquiridos voltará a comprar pela internet. Dentro desse conceito, uma das áreas que mais cresce é a do pós-consumo, incentivada por questões ambientais. O Brasil ainda corre atrás para alcançar os níveis de coleta registrados hoje nos EUA e na Comunidade Europeia.

Colombo usa intranet para gerenciar operações

Nas Lojas Colombo, o sistema de gerenciamento da logística reversa envolve tanto as lojas físicas como as virtuais. Nas compras feitas pela web, como acontece de uma forma geral em todo o País, o índice de devolução é maior. O nível de arrependimento é mais alto, já que os consumidores não têm a oportunidade de ver e degustar os produtos. Nas lojas físicas, as devoluções são motivadas, normalmente, por defeitos de qualidade.

O gerente-geral de logística da empresa, Antonio Reverbel, explica que a Colombo costuma tentar evitar que o cliente leve para casa um produto com avaria estética. Se mesmo assim, dentro de sete dias, ele tiver interesse em devolver, o trabalho passa a ser focado em tentar entender o motivo e, se possível, efetuar a troca por outra mercadoria. Independentemente de reverter ou não a compra, a Colombo trabalha com um sistema de tecnologia através do qual, na sua intranet, ficam registrados os pedidos e os motivos das devoluções. “Essas informações nos ajudam a orientar as lojas sobre como evitar que isso aconteça”, relata

Autor: Patrícia Knebel

Fonte: Jornal do Comércio

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Entrevista: Frederico Wanderley CIO da Casas Bahia

Posted by Copy Past On abril - 29 - 2009

Rede inaugurou loja virtual mais tarde que concorrentes, mas Frederico Wanderley quer na web o mesmo sucesso da rede física

Ele é um entusiasta e grande defensor do mainframe. É absolutamente contra a terceirização em TI. Prima pelas tecnologias de ponta, que busca em feiras ao redor do mundo e testa na maior rede varejista do Brasil. O condutor da TI da Casas Bahia não sabia nada de tecnologia da informação quando, em dezembro de 1993, depois de quase 20 anos trabalhando na companhia, recebeu do fundador Samuel Klein a missão de dirigir o departamento. Frederico Wanderley encarou de frente. Na época, em vez de seguir o caminho da maioria das empresas rumo à plataforma baixa, preferiu apostar na evolução do mainframe. E, na contramão, esteve também quando, em 2001, adotou o sistema operacional Linux. Mais recentemente, inaugurou um novo centro de tecnologia em São Caetano do Sul, fruto de um investimento de R$ 20 milhões. Sua última empreitada, em 2 de fevereiro, foi o lançamento (ainda que tardio) da loja virtual, cujos detalhes o executivo contou à InformationWeek Brasil nesta entrevista que vai muito além do e-commerce.

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Ciclo de Seminários de Comércio Eletrônico – 07/05/2009 Curitiba

Posted by Roberto Camargo On abril - 18 - 2009

ciclompenet1

O Ciclo MPE.net é um dos maiores eventos de capacitação sobre a Economia Digital do país. Com o objetivo de orientar as MPEs de todo o Brasil sobre as formas mais efetivas de participação para o universo do Comércio Eletrônico, o Ciclo MPE.net é realizado em diversas cidades brasileiras, recebendo um público médio de 300 empresários por evento.

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Quero Vender Seu Produto

Posted by Roberto Camargo On abril - 14 - 2009
Nos últimos meses tenho trabalhado para uma empresa e criando uma completa estrutura de logística para comercializarmos produtos em lojas virtuais focadas em diversos segmentos.

Vamos fazer um parceria ?

O que inclui nossa parceria:

  • Loja virtual exclusiva ou multi-departamentos
  • Formas de recebimento (cartões de crédito)
  • Serviço de atendimento ao cliente
  • Marketing profissional na InterNET
  • 500 m2 para armazenagem de produtos
  • Parceria com os correios
  • Logistica total para entrega dos pedidos em até 1 dia útil

Não importa o produto que você tenha, cadastre ele em nosso site www.QueroVenderSeuProduto.com.br que faremos uma análise completa sobre a viabilidade de vendas pela internet, mas não esquente a cabeça, deixe que nós faremos esta análise, a você basta nos indicar qualquer que seja seu produto.

Roberto Camargo

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A cada ano o e-commerce ocupa um lugar mais considerável nas empresas, sendo recentemente alvo de apostas de gigantes como Casas Bahia e Walmart, isso devido ao aumento no número de consumidores online no país, que passaram de 9,5 milhões em 2007 para 13,2 milhões em 2008 e também aos valores envolvidos no segmento, que em 2008 ficou em R$ 8,2 bilhões, acréscimo de 30% se comparado ao ano anterior.

Muito bem, mas e como fica o seu Aidar, dono da “lujinha” que vende materiais de limpeza para o bairro? Ele também pode entrar no mundo digital? Quais os investimentos, a forma de trabalho, a logística e a estrutura necessária para que ele possa estar online?

Primeiramente o seu Aidar deve pensar em algumas questões primordiais:

  1. A loja tem capacidade de entrega, ou seja, tem funcionários e estoque que possibilitem a expansão?
  2. O seu Aidar guardou um pouquinho para arcar com os custos de implementação e divulgação?
  3. Os produtos que ele vende têm apelo de vendas para serem comercializados na internet ou possuem identificação com o público consumidor?

Se a resposta para as três perguntas acima forem “Sim”, indica que talvez realmente seja a hora de investir em um e-commerce ou loja virtual.

Essas perguntas teriam que ser feitas, em uma proporção diferente para médias e grandes empresas, mas seriam necessárias da mesma forma. Só que outras seriam adicionadas nesses casos:

  1. Em caso de haver loja física, haveria diferença de preços? E o estoque, a logística, o financeiro e a administração, seriam separados ou conjunto?
  2. Os produtos comercializados teriam tabelas diferenciadas de acordo com a região?
  3. Como ficaria o relacionamento, no caso de ser um e-commerce da fábrica, com os outros varejistas?
  4. Quanto recurso seria alocado para esse investimento e em quanto tempo ele retornaria?
  5. O e-commerce levaria o nome da empresa ou um nome genérico?

Como você pode notar, conforme o tamanho, a estruturação se complica um pouquinho mais.

Para o seu Aidar, um e-commerce não é muito diferente, em sua essência, de uma boa barraca de pastel. Só é mais, digamos, sofisticado, mas a lógica operacional é a mesma, só mudando o meio utilizado para fazer as vendas e algumas operações.

Em síntese, temos:

  • Relacionamento com fornecedores
  • Escolha de bons suprimentos/produtos
  • Ações de marketing e propaganda
  • Logística
  • Formação de preços de acordo com a lei de oferta e demanda
  • Meios de pagamento
  • Credibilidade da empresa

Há milhares de anos as pessoas se acostumaram a fazer compras “in loco”, portanto, o principal desafio do e-commerce é o de levar esse ambiente físico para o virtual, mas as regras da venda continuam sendo as mesmas.

Bom, resumindo, não vejo como o seu Aidar não possa ter sua “e-lujinha”. Mesmo pequena ela seguirá os conceitos que as grandes também devem seguir. Um bom e-commerce consegue manter a experiência que temos em comprar com a comodidade de efetuarmos essa operação sem sair da cadeira.

Há empresas e profissionais que defendem que eduquemos os consumidores, eu defendo que nos adequemos, a palavra é parecida, mas o resultado é outro. Vida longa para o seu Aidar!

Autor: Marcelo Vitorino

Fonte: Simples Assim

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Resumo Semanal Ecommerce TV – 23/03/2009 a 29/03/2009

Posted by Roberto Camargo On março - 30 - 2009
Olá,
Segue resumo da ultima semana:

26 Março
Comprafacil.com completa 6 anos e ingressa na Web 2.0
http://www.ecommerce.tv.br/comprafacilcom-completa-6-anos-e-ingressa-na-web-20
Estratégias para modernização do comércio eletrônico

25 Março
Varejo on-line passará por forte descentralização
http://www.ecommerce.tv.br/varejo-on-line-passara-por-forte-descentralizacao/
Os grandes varejistas online estão perdendo terreno, e os pequenos e médios crescendo

27 Março
Logística do Submarino para entrega de Óvos de Páscoa
http://www.ecommerce.tv.br/logistica-do-submarino-para-entrega-de-ovos-de-pascoa/
Veja como o submarino faz para você receber com segurança seus óvos de áscoa

28 Março
Entrevista com Senador Eduardo Azeredo sobre cibercrimes e liberdade na internet
http://www.ecommerce.tv.br/entrevista-com-senador-eduardo-azeredo-sobre-cibercrimes-e-liberdade-na-internet/
O senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) é talvez a figura mais odiada da blogosfera brasileira.

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Logística do Submarino para entrega de Óvos de Páscoa

Posted by Roberto Camargo On março - 27 - 2009

Segue abaixo o anúncio do Submarino sobre como ele vai cuidar da entrega dos Óvos de Páscoa vendidos pela InterNet. Vale a pena conferir o texto e inclusive comprar, eu mesmo já comprei no ano passado e  consegui presentear Ovos de Páscoa INTEIROS e sem estarem derretidos.

ANÚNCIO

Antes de saírem do Submarino para chegar a sua casa, os ovos de chocolate ficam em uma sala refrigerada para um melhor condicionamento. Posteriormente, são transportados e entregues dentro de uma caixa de isopor, envoltos a uma camada de gelo seco, não permitindo, assim, que o chocolate derreta ou se quebre durante o processo de entrega. É o Submarino trabalhando para que sua Páscoa seja a mais recheada possível.

Embalagem do Submarino para Óvos de Pascoa

Embalagem do Submarino para Óvos de Pascoa

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Varejo on-line passará por forte descentralização

Posted by Copy Past On março - 25 - 2009

Participação dos pequenos e médios varejistas é cada vez maior no comércio eletrônico.

Segundo dados divulgados recentemente pela e-bit, o comércio eletrônico brasileiro faturou R$ 8,2 bilhões em 2008, o que significa um aumento de 30% se comparado com o ano anterior. O resultado dá mostra que o mercado do e-commerce nacional continua em franca expansão, entretanto, uma mudança significativa indica que o segmento está em vias de um novo momento: a descentralização das lojas no montante de vendas.
Levantamento comparativo do quarto trimestre de 2008 com igual período de 2007 revela que os dez maiores varejistas do mercado nacional perderam 3,2 pontos percentuais de participação no mercado, mesmo que continuem registrando forte crescimento nos resultados individuais. Se considerado somente a participação do líder de mercado, a perda chega à 5,3 pontos percentuais de market share.
Para Pedro Guasti, diretor-geral da e-bit, o menor custo para implantação e divulgação on-line de uma loja aliado a maior oferta de ferramentas e fornecedores especializados em e-commerce são os principais responsáveis para a desconcentração do mercado de comércio eletrônico. “É possível encontrar dispositivos para segurança, crédito, propaganda on-line, logística e pós-venda com custos acessíveis, o que garante uma presença mais democrática das lojas”, completa.
Ao mesmo tempo em que os primeiros perdem terreno, os pequenos e médios varejistas registraram um crescimento de 6% na participação no mercado se comparado os resultados do quarto trimestre de 2007 e 2008. Segundo Guasti, isso demonstra a maturidade do consumidor, já que ele deixou de se guiar somente por grifes e lojas de marca reconhecida e passou a buscar a melhor oferta e condição de venda por meio de vasta informação disponível de loja e produtos em sites de busca, comparação de preços e conteúdo colaborativo (Web 2.0).

Fonte: Cliente SA

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