Notícias e Treinamentos sobre Comércio Eletrônico

“O fim do digital” – uma reflexão sobre o on e o off line

Posted by Copy Past On novembro - 24 - 2009

A cada dia surgem novas e surpreendentes formas de provar que não há mais divisão entre os mundos online e offline. E o desenvolvimento de tecnologias baseadas na plataforma open source está acelerando o processo de catequização (ou despertar) daqueles que ainda não conseguiram refletir sobre o assunto e notar que a expressão “estou online” já pertence ao passado. Para exemplificar, trago o Nearest Tube: aplicativo para os usuários do Iphone 3GS, que tem como funcionalidade apontar em tempo real quais são as estações de metrô londrinas mais próximas de você e mostra a distância a ser percorrida para chegar até uma delas, de acordo com a sua localização.

O exemplo é gringo, mas a discussão em torno do ON=OFF já chegou forte por aqui. Marcelo Tripoli, CEO da Ithink e um dos principais entusiastas do mercado digital brasileiro, vem usando a expressão “o fim do digital” para esclarecer o estágio de evolução comunicacional que o homem está passando. E para demonstrar o quanto a vida digital está presente, e merece ser discutida, a hot shop de estratégia em comunicação Limo Inc preparou em parceria com a Ithink um documentário que instiga estes conceitos e alerta para este processo “inegável e irreversível”.

ma vez que o sucesso da propaganda do Sec. XXI está atrelado à oferta de serviços, conteúdo, e entretenimento, se faz necessária a imersão neste universo para compreender o que as marcas podem oferecer para adicionar valor às pessoas dentro das possibilidades do mercado digital. Lembre-se, a forma como as marcas se comunicam com o seu consumidor mudou. Ou você se apressa para agregar valores à vida dos indivíduos, e assim gera conversações favoráveis, ou vai acabar comendo poeira.

Autor: Brunno Apolônio

Fonte: Ideavertising

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Tim e Vivo divulgam preço do iPhone 3Gs

Posted by Copy Past On agosto - 27 - 2009

iPhone 3GS na Vivo vai de 999 a 1.999 reais

A Vivo divulgou os preços e planos do iPhone 3GS, que começa a ser vendido na sexta-feira, em evento nesta quinta-feira, na sede da empresa, em São Paulo.

No plano pré-pago, o produto de 32 GB sai por 1.999 reais. Já no pacote completo, o preço cai para 999 reais. O iPhone também está disponível em outros planos, como o Vivo 50, por exemplo. Neste caso, o preço do produto de 32 GB é de 1.549 reais e a mensalidade é de 71 reais.

No plano de 900 minutos, o valor mensal é de 427 e o gadget da Apple sai por 1.049. A Vivo também vai vender o iPhone de 16 GB. No pré-pago, o produto custa 1.699 reais. No plano mais barato, com o pacote completo, sai por 749 e a mensalidade é de 585 reais.

A TIM também divulgou os preços do novo iPhone nesta quinta-feira. Por R$ 999 o usuário leva o novo celular da Apple no plano TIM iPhone 500, com mensalidade de R$ 299,00.

Já no plano de menor pagamento mensal, o TIM iPhone 100 de R$ 93 mensais, o aparelho de 16 GB custa R$ 1.599. O modelo de 32 GB pré-pago sai por R$ 2.249, mais caro que o da Vivo. Saiba onde o aparelho será vendido no site da TIM.

Lá fora, o preço do novo gadget, com 32GB, é de 699 dólares. Para clientes AT&T, o preço pode cair para 499 dólares em caso de upgrade assumindo um novo contrato de dois anos, ou ainda para US$ 299 para novos clientes.

De novidades, o iPhone 3GS possui câmera de 3 MP capaz de gravar vídeos, que podem ser compartilhados na internet, é mais rápido e aceita comandos de voz. Ele conta ainda com os benefícios da versão 3.0 do software, como envio e recebimento de MMS.

iPhone 3GS custará de R$ 999 a R$ 2.249 na TIM

O iPhone 3GS, que começa a ser vendido nesta sexta-feira (28) no Brasil, custará de R$ 999 a R$ 2.249 na TIM.

Por R$ 999, o usuário leva o novo celular da Apple no plano TIM iPhone 500, com mensalidade de R$ 299,00. Já no plano de menor pagamento mensal, o TIM iPhone 100, de R$ 93 mensais, o aparelho de 16 GB custa R$ 1.599. O modelo de 32 GB pré-pago sai por R$ 2.249. Saiba onde o aparelho será vendido no site da TIM.

O modelo anterior iPhone 3G 8G estará à venda nas mesmas condições, com exceção do plano pré-pago que teve seu preço reduzido para R$ 1.649.

De novidades, o iPhone 3GS possui câmera de 3 MP capaz de gravar vídeos, que podem ser compartilhados na internet, é mais rápido e aceita comandos de voz. Ele conta ainda com os benefícios da versão 3.0 do software, como envio e recebimento de MMS.

Fonte: GigaBlog

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M-commerce: “Desconto especial para você”

Posted by Copy Past On julho - 31 - 2009

Se, ao ler o título deste artigo, você pensou “m-commerce não funciona, nunca comprei nada pelo celular e não conheço ninguém que comprou”, então, continue lendo, pois você pode ter boas surpresas, ou melhor, você pode, como eu, ter uma nova visão sobre o conceito de m-commerce.

Antes de entrar no detalhe de m-commerce, vale dividir alguns números sobre o e-commerce brasileiro em 2008, que correspondeu a um faturamento de R$ 8,2 bilhões (30% superior que 2007), atingiu 13,2 milhões de compradores (39% maior que valor de 2007) e teve entrada emblemática das Casas Bahia e Wal-Mart neste “novo” mundo. O gráfico abaixo ilustra bem essa evolução de faturamento dos últimos anos.

2001     –     0,54
2002     –     0,85
2003     –     1,18
2004     –     1,75
2005     –     2,5
2006     –     4,4
2007     –     6,3
2008     –     8,2

Estes números de e-commerce servem apenas para avaliarmos o potencial do m-commerce. Se, atualmente,  possuímos mais de 150 milhões de linhas ativas (tirando a sobreposição de 120 milhões de pessoas com celular) versus 60 milhões de internautas, temos então um mega potencial. Entretanto, com todo este público, como explicar o fato de você não conhecer ninguém que já transacionou pelo celular?

Bom, podemos ter inúmeras respostas. Os sites de e-commerce não estão adaptados para o celular, os cadastros são longos, muitas pessoas acreditam que não existe tecnologia suficiente para que  a transação se torne segura etc. Mas o meu objetivo neste texto é dividir o que eu entendo como conceito de m-commerce, que é qualquer transação de compra e venda de produtos que começa e termina no celular.

Temos alguns exemplos interessantes. O primeiro deles foi simples de ser implementado: a Credicard Citi queria vender cartão de crédito por meio do celular.  Para isso, fechamos um acordo com uma operadora de celular, incluímos um LINK no CHIP dos clientes (sim, podemos remotamente mudar o que está escrito no CHIP do seu celular) com  as palavras CREDICARD CITI. Ao clicar neste link, automaticamente era enviado um SMS  que apresentava uma oferta exclusiva. O cliente precisava apenas clicar no 0800 exibido no texto da mens agem. Ao clicar, a ligação gratuita era efetuada e o usuário poderia adquirir o novo cartão de crédito.

Resumindo: em minutos, sem tirar a mão do celular, o usuário viu o nome do anunciante, se interessou, clicou no link, recebeu mais informações no SMS, se interessou ainda mais, clicou no 0800 do SMS, efetuou a ligação e comprou. Conclusão: na minha visão, o m-commerce foi realizado com sucesso, pois o processo começou e terminou no celular.

Outros exemplos mais ricos já foram realizados. No ano passado, a Polishop fez um vídeo para vender um produto. Ao entrar no portal WAP de uma operadora, o usuário era impactado por um anúncio “Veja o vídeo e ganhe um desconto de R$ 300,00”. Ao ver este vídeo, o consumidor recebia automaticamente um SMS perguntando se ele tinha interesse em adquirir o produto. Ao responder (gratuitamente) o SMS, ele recebia uma ligação do call center da Polishop para efetuar a compra. Fantástico!!! Ainda mais diante de uma lei que restringe o telemarketing ativo.

Voltando aos cases fáceis de serem implementados, e melhor, com cobertura de 100% dos aparelhos, a Editora Abril fez um projeto para vender mais assinaturas de revistas por meio do SMS MKT. Vale lembrar que, esta mensagem publicitária, só pode ser enviada para quem autorizou o recebimento, e as operadoras de celular já possuem hoje milhões de celulares autorizados. A Abril, então, fez uma determinada seleção destas listas autorizadas, já que é possível segmentar por sexo, idade, planos etc. e enviou a seguinte mensagem: “Oferta: Você, cliente Brasil Telecom, assina as revistas da Editora Abril e ganha até um ano a mais na sua assinatura. Ligue agora 0800-7751420”. Neste caso, temos segmentação, relevância e benefício exclusivo. Boas chances de gerar vendas, além de fortalecer o relacionamento entre a operadora e o cliente.

Por fim, aproveitando a repercussão do “fenômeno Ronaldo”, a Shoptimão  comunicou, na final do Campeonato Paulista, o lançamento da camisa comemorativa do Corinthians, que possui 26 estrelas, em alusão aos títulos estaduais do clube (obviamente,  o anúncio foi feito poucos minutos antes do final da partida). Faixas estrategicamente distribuídas e divulgações no placar eletrônico do estádio convidavam os torcedores a ativar o bluetooth em seus celulares. Junto com a imagem havia o número de contato da Shoptimão. Com esta ação,  o torcedor podia comprar a camiseta dentro do próprio estádio. Os resultados puderam ser vistos no dia seguinte. A Shoptimão foi a empresa que mais comprou a camisa comemorativa para revenda e a primeira a esgotá-la em seu próprio site.

Se, ainda assim, você pensa que o m-commerce só acontece quando há transação bancária pelo celular, também já temos isso por aqui. Recentemente, a Livraria Cultura lançou um aplicativo para iPhone que permite consultar preços e comprar livros, CDs e DVDs. O acervo disponível no iPhone é exatamente o mesmo das lojas físicas e virtual e a finalização do pedido pode ser feita no próprio aparelho, com a utilização do cartão de crédito. Eu já usei e, realmente, vale a pena!!!

Bom, vocês puderam observar que existem cases para todos os gostos, com as mais variadas tecnologias, e que proporcionam conveniência e segurança para o consumidor. Agora, da próxima vez que você precisar gerar vendas, comece a considerar o mobile como um caminho interessante.

Autor: Marcelo Castelo (twitter.com/mcastelo) é sócio da F.biz e editor-chefe do www.mobilepedia.com.br

Fonte: Baguete

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Saraiva Digital cobrará até R$ 6,90 por aluguel e R$ 39,90 para compra de filmes com tecnologia de proteção anticópias (DRM) da Microsoft.

A livraria Saraiva lança nesta quinta-feira (14/05) o Saraiva Digital, serviço de download para aluguel e compra de filmes pela internet, mais de um ano depois de promover testes com a tecnologia.

O Saraiva Digital permitirá que filmes sejam alugados com prazos de expiração de 24 horas ou 48 horas, com preços que variam entre 4,90 reais e 6,90 reais por download.

Após o download, o filme fica disponível por 30 dias após a confirmação da compra do usuário. Assim que o vídeo começa a ser executado, o prazo escolhido começa a contar, segundo a empresa.

Já a compra permite a execução ilimitada do arquivo e tem preços que variam entre 12,90 reais e 39,90 reais por títulos. O pagamento das compras pode ser feito em cartão de crédito ou vale-presente.

O gerenciamento de filmes alugados ou comprados é feito dentro do Saraiva Digital Lite, local em que os usuários podem consultar os títulos, assistir trailers e acompanhar o desenrolar do download.

Com o download finalizado, o aplicativo executa o filme e permite alterações básicas, como definição de legendas ou navegação por capítulos.

Por usar a tecnologia de restrição de cópias de conteúdo (DRM, da sigla em inglês) Play For Sure, da Microsoft, o Saraiva Digital funciona apenas nas versões 98, 2000, 2003, XP e Vista do sistema Windows. Pelo mesmo motivo, os filmes comprados no serviço não podem ser tocados em iPods ou iPhones, da Apple.

Em testes do IDG Now!, o serviço não foi acessado corretamente pelo Firefox, da Mozilla, e pelo Chrome, do Google – um alerta na hora de baixar o Saraiva Digital Lite afirma que é necessário o Internet Explorer, da própria Microsoft, para instalação do software.

O lançamento do Saraiva Digital é um incentivo a mais para o mirrado mercado brasileiro de filmes online. A veiculação de obras por streaming já pode ser encontrada em serviços como o Blopix, da ZeroUm, e o TV Terra, do portal homônimo.

Autor Guilherme Felitti

Fonte: IDG Now


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Datafolha: 64,5 milhões de internautas no Brasil

Posted by Copy Past On dezembro - 8 - 2008

Pesquisa que aponta a Internet como segunda mídia de massa no país.

Importante ressaltar alguns aspectos:
- uso de redes sociais pelas pessoas.
- produção de conteúdo colaborativo e indicações
- uso dos mecanismos de busca

Datafolha: 64,5 milhões de internautas
Pesquisa encomendada pela F/Nazca mostra que usuários estão mais participativos

Realizada semestralmente pelo Instituto Datafolha a pedido da F/Nazca, a pesquisa F/Radar revelou que o número de internautas brasileiros chegou aos 64,5 milhões em agosto de 2008 – 5,5 milhões a mais do que o número registrado no primeiro semestre do ano. Isso significa dizer que 48% de toda a população nacional maior de 16 anos já possui acesso à rede. Ao todo foram realizadas 3.003 entrevistas, distribuídas em 172 municípios, sendo que 40% envolvem regiões metropolitanas e 60%, o interior. “Quando tomamos a iniciativa de começar essa pesquisa, tínhamos a idéia de medir o pulso da realidade. Agora vemos que a internet só tem sua evolução confirmada, pelo crescimento e maior penetração entre os cidadãos brasileiros”, diz Fernand Alphen, diretor nacional de planejamento da F/Nazca.

Com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os resultados mostraram que, mais uma vez, a renda da população não possui ligação direta com o acesso do brasileiro à internet, uma vez que 28% acessaram a rede a partir de locais públicos de acesso pago, como as lan houses; 21% o fazem de computadores de amigos ou parentes; 13%, do ambiente de trabalho; e cerca de 10% a partir de faculdades e universidades.

“O interessante é observar que, em todos os levantamentos, aumenta a certeza de que a internet atinge a sociedade como um todo, independentemente da classe social a que as pessoas pertencem ou da região em que vivem”, acredita Alphen. Para Guilherme Ribenboim, presidente do IAB Brasil e diretor geral do Yahoo no País, esses dados também confirmam a rede como segunda maior mídia de massa do Brasil, o que justificaria mais investimentos na mídia online. “As pesquisas tendem a aumentar a consciência de que a internet viabiliza a comunicação com mais pessoas através de acordos com um número reduzido de veículos”, afirma.

O percentual que diz respeito ao acesso residencial cresceu de 21% no primeiro semestre para 23% neste último levantamento. Houve queda na procura pela internet em postos públicos e gratuitos, como os telecentros, sendo que esse número caiu de 9% da pesquisa de abril para os atuais 6%. Pela primeira vez incluída no estudo, a internet móvel (smartphones, celulares, PDAs e iPhones) apareceu com 6% do total de acessos.

A freqüência com que ocorre o contato do brasileiro com a internet também cresceu, sendo que 38% dos entrevistados afirmaram acessar a web diariamente e 10%, de quatro a seis vezes por semana, o que resulta em 48% de usuários considerados heavy users. Contabilizando os 21% que navegam de duas a três vezes por semana e os 18% que o fazem uma vez por semana, a pesquisa concluiu que 87% dos internautas brasileiros entram na internet semanalmente e que a média de acessos é de quatro dias nesse período.


Conteúdo colaborativo e consumo

Segundo Alphen, um dos pontos de maior destaque da pesquisa diz respeito ao conteúdo colaborativo que circula pelas páginas da internet nacional. Dos 64,5 milhões de internautas identificados pela pesquisa, 55% disseram já terem incluído algum conteúdo na rede. Desses, 46% disseram que essa é uma forma de estreitar o relacionamento com outras pessoas e amigos, enquanto 10% esperam divulgar um trabalho autoral e 7%, ilustrar um fato, história ou notícia veiculado na internet. “Lidar com os conteúdos colaborativos também tem sido um desafio ao mercado publicitário, mas é importante ressaltar que estamos evoluindo com os internautas, e não há razão para achar que estamos defasados com relação aos novos hábitos, já que para os usuários tudo tem caráter de experiência ainda”, diz o diretor.

Dentre as formas de relacionamento online, a maioria ainda mantém a comunicação por e-mail (53%), Messenger (52%) e perfil do Orkut (49%). Do total, apenas 7% disseram se relacionar através de um blog ou site pessoal; 6%, postando comentários em endereços de notícias; 4%, postando ou comentando vídeos no YouTube; e 4%, navegando pela blogosfera em páginas de terceiros.

As navegações, para mais da metade dos internautas (51%), são motivadas pela busca de informações, e 48% dos pesquisados garantiram levar em consideração a opinião de outras pessoas ? mesmo que desconhecidas – antes de efetuar uma compra de qualquer natureza.

Canal de Relacionamento
Já consagrada como ferramenta essencial para a pesquisa de produtos, serviços e melhores condições, a internet se mostra cada vez mais também como importante canal de relacionamento com consumidores, uma vez que 26% dos internautas já publicaram opiniões na rede e 20% já efetuaram alguma reclamação online sobre produtos e serviços.

“Esse é um ponto muito relevante da pesquisa porque, apesar de ser de conhecimento geral a participação dos internautas, confirma que esse boca-a-boca vem tomando proporções importantes e é um alerta para as marcas”, diz Alphen. “É cada vez mais necessário tomar atitudes corretas. As marcas precisam adotar uma postura de transparência, sem posar de boazinhas, e funcionar de vez como a mídia que une o consumidor e o fideliza através de uma postura emocional”, completa.

Para o diretor, porém, é preciso atentar para o uso responsável das informações obtidas nas varreduras feitas pela internet, uma vez que a fronteira entre o que pode causar uma boa ou uma má impressão é muito tênue e a proatividade em reagir pode ser, muitas vezes, considerada uma forma áspera de invadir um espaço e quebrar limites de privacidade dos postadores de opinião.

O estudo apontou ainda que o ativismo do consumidor com acesso à internet aumenta quanto maior a renda e a escolaridade. Dentre os internautas com ensino superior completo, por exemplo, 45% já publicaram opinião sobre produto ou serviço. “Medir o que se fala das marcas na rede terá de ser prática comum às empresas. As pessoas deixaram de levar em consideração apenas o que dizem os conteúdos formais para basear suas escolhas e decisões no que dizem os outros consumidores comuns”, comenta Ribenboim.

Comportamento real frente ao virtual
Como acontece em todas as edições da F/Radar, uma pergunta que foge um pouco do padrão é acrescentada à pesquisa com o objetivo de avaliar o comportamento dos usuários pesquisados. “A proposta é sempre tentar obter respostas para questões ainda mal respondidas”, explica Alphen.

Nesta edição, o assunto pesquisado diz respeito ao sexo virtual. Questionados sobre essa prática, apenas 4% admitiram já terem feito sexo virtual com alguém, enquanto 25% afirmaram conhecer alguém que já tenha feito.

Já quando a pergunta foi se houve a prática real com alguém que conheceu na internet, 10% afirmaram já terem vivido uma relação e 32% disseram conhecer alguém. Mas qual a relevância da pergunta no contexto? “Nós só queremos acompanhar as mudanças de comportamento e saber se há uma tendência de diminuir a hipocrisia e a diferença entre o que se faz e o que se conta. Queremos, na verdade, avaliar a reação das pessoas à nova mídia e ver como as pessoas começam a se sentir mais à vontade diante dela com o passar do tempo”, explica Alphen.

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Entrevista com Steve Ballmer, CEO da Microsoft

Posted by Copy Past On outubro - 16 - 2008

Em visita ao Brasil, Steve Ballmer, que assumiu o lugar de Bill Gates na Microsoft, deu entrevista ao Jornal da Globo sobre:

- Estilo dele e o de Bill Gates

- Concorrência com o Google e Apple

- iPhone

- Importância do Brasil para a Microsoft

- Mercado de buscas

Vale a pena conferir

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