Notícias e Treinamentos sobre Comércio Eletrônico

Ex-aprendiz de florista vira dono de floricultura virtual

Posted by Copy Past On janeiro - 18 - 2010
O paulista Clóvis de Souza, de 39 anos, criou sua empresa virtual no ano em que estourou a bolha da internet – e centenas de empresas “ponto com” desapareceram da noite pro dia. A aposta na venda de flores online só ocorreu porque o empreendedor imaginava conhecer o terreno onde estava pisando.
Aos dez anos, começou no ramo como aprendiz de florista e aos 19, abriu sua primeira floricultura, em uma sala alugada na Mooca, zona leste de São Paulo. Tempos depois, passou a distribuir folhetos nas casas da região, ampliando as vendas para bairros vizinhos.
Mas a guinada do ambiente real para o virtual acabou sendo mais complicada do que ele esperava. “Eu sabia tudo de flores, mas não tinha ideia do que era o mercado online”, conta Souza. Para iniciar o negócio, o empresário teve de alugar uma plataforma de internet para o processamento das compras, que, nos anos seguintes, mostrou-se insuficiente para atender a demanda.
Também perdeu tempo e dinheiro descobrindo a melhor forma de transportar os arranjos sem danificá-los. Após quatro anos de aprendizado – e alguns tropeços -, a empresa deslanchou. “Construímos uma estrutura própria de tecnologia da informação (TI) e dividimos melhor as tarefas aqui dentro”, diz o empresário, que contratou um consultor para ajudá-lo no trabalho. “Antes, todo mundo fazia de tudo.”
Hoje, a Giuliana Flores é uma das líderes no comércio virtual de flores, cestas e presentes no País. Com faturamento estimado de R$ 11 milhões por ano, a empresa faz 10 mil entregas por mês e já deu origem a duas novas marcas, uma delas voltada somente ao público de baixa renda. As três lojas físicas de Souza, embrião do negócio, respondem atualmente por apenas 10% das vendas.
Além da reestruturação promovida por Souza e seus quatro irmãos, que ajudam a tocar o negócio, parte da evolução da companhia se deve ao desenvolvimento do comércio eletrônico no País. Nos últimos cinco anos, o mercado de vendas online cresceu a uma média de 40%, segundo a e-bit, empresa especializada em informações para o setor. Neste ano, o faturamento dessas companhias deve chegar a R$ 10,5 bilhões este ano. O segmento de flores e cestas responde por 1% a 2% das vendas.
PIONEIROS
Segundo o diretor geral da e-bit, Petro Guasti, as floriculturas online foram um dos setores pioneiros no comércio eletrônico brasileiro. “Na maioria das vezes, são empresas com experiência na área e familiares, cuja segunda geração resolver apostar na internet.” Esse é o caso da Flores Online, principal concorrente da Giuliana, que nasceu por iniciativa de um dos filhos da empresária Fátima Casarini, especializada em decoração para eventos.
Porém, tiveram de lidar com os desafios do crescimento explosivo da internet nos últimos anos, expandindo suas estruturas e se adaptando aos hábitos dos novos consumidores da internet: as classes C e D. “Hoje, 60% das vendas eletrônicas são realizadas por consumidores com renda familiar mensal de até R$ 3 mil reais”, diz Guasti.
Para Souza, o segredo para se manter neste mercado é a busca constante por mudanças. “Todo dia tem uma novidade”, afirma. Atualmente, ele está empenhado em mais um novo projeto: o desenvolvimento de uma resolução para o site, que permita o acesso por celular. “Estimamos que 8% dos clientes acessem a internet pelo telefone.”


O paulista Clóvis de Souza, de 39 anos, criou sua empresa virtual no ano em que estourou a bolha da internet – e centenas de empresas “ponto com” desapareceram da noite pro dia. A aposta na venda de flores online só ocorreu porque o empreendedor imaginava conhecer o terreno onde estava pisando.

Aos dez anos, começou no ramo como aprendiz de florista e aos 19, abriu sua primeira floricultura, em uma sala alugada na Mooca, zona leste de São Paulo. Tempos depois, passou a distribuir folhetos nas casas da região, ampliando as vendas para bairros vizinhos.

Mas a guinada do ambiente real para o virtual acabou sendo mais complicada do que ele esperava. “Eu sabia tudo de flores, mas não tinha ideia do que era o mercado online”, conta Souza. Para iniciar o negócio, o empresário teve de alugar uma plataforma de internet para o processamento das compras, que, nos anos seguintes, mostrou-se insuficiente para atender a demanda.

Também perdeu tempo e dinheiro descobrindo a melhor forma de transportar os arranjos sem danificá-los. Após quatro anos de aprendizado – e alguns tropeços -, a empresa deslanchou. “Construímos uma estrutura própria de tecnologia da informação (TI) e dividimos melhor as tarefas aqui dentro”, diz o empresário, que contratou um consultor para ajudá-lo no trabalho. “Antes, todo mundo fazia de tudo.”

Hoje, a Giuliana Flores é uma das líderes no comércio virtual de flores, cestas e presentes no País. Com faturamento estimado de R$ 11 milhões por ano, a empresa faz 10 mil entregas por mês e já deu origem a duas novas marcas, uma delas voltada somente ao público de baixa renda. As três lojas físicas de Souza, embrião do negócio, respondem atualmente por apenas 10% das vendas.

Além da reestruturação promovida por Souza e seus quatro irmãos, que ajudam a tocar o negócio, parte da evolução da companhia se deve ao desenvolvimento do comércio eletrônico no País. Nos últimos cinco anos, o mercado de vendas online cresceu a uma média de 40%, segundo a e-bit, empresa especializada em informações para o setor. Neste ano, o faturamento dessas companhias deve chegar a R$ 10,5 bilhões este ano. O segmento de flores e cestas responde por 1% a 2% das vendas.

PIONEIROS

Segundo o diretor geral da e-bit, Petro Guasti, as floriculturas online foram um dos setores pioneiros no comércio eletrônico brasileiro. “Na maioria das vezes, são empresas com experiência na área e familiares, cuja segunda geração resolver apostar na internet.” Esse é o caso da Flores Online, principal concorrente da Giuliana, que nasceu por iniciativa de um dos filhos da empresária Fátima Casarini, especializada em decoração para eventos.

Porém, tiveram de lidar com os desafios do crescimento explosivo da internet nos últimos anos, expandindo suas estruturas e se adaptando aos hábitos dos novos consumidores da internet: as classes C e D. “Hoje, 60% das vendas eletrônicas são realizadas por consumidores com renda familiar mensal de até R$ 3 mil reais”, diz Guasti.

Para Souza, o segredo para se manter neste mercado é a busca constante por mudanças. “Todo dia tem uma novidade”, afirma. Atualmente, ele está empenhado em mais um novo projeto: o desenvolvimento de uma resolução para o site, que permita o acesso por celular. “Estimamos que 8% dos clientes acessem a internet pelo telefone.”

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E-commerce. O Carrefour vai sair da Idade de Pedra

Posted by Copy Past On setembro - 22 - 2009

Carrefour prepara, enfim, sua entrada no comércio eletrônico

Franceses querem usar o site como alavanca para serviços de crédito ao consumidor

O Carrefour vai sair da Idade de Pedra. A empresa anunciará até o início de 2010 sua entrada no comércio eletrônico. Entre as grandes redes varejistas em operação no país, será a última a criar um site de vendas.

Todo o sistema tecnológico e a estrutura logística, calcanhar de aquiles do comércio online, estão sendo montados com suporte da própria matriz. Os primeiros testes offline deverão ser realizados até o fim de outubro.

Além da operação comercial per si, os franceses pretendem usar o novo portal como uma alavanca para o Carrefour Soluções Financeiras, braço de crédito do grupo. A ideia é utilizar o site para a venda do cartão de private label, concessão de empréstimos e diversos outros serviços financeiros. Dentro do próprio Carrefour, há até quem se refira ao novo site como um internet banking vinculado a uma operação varejista.

A entrada do Carrefour no comércio eletrônico será uma pimentinha a mais na disputa pela liderança do setor de varejo no país. Cálculos do grupo estimam que a receita com as vendas online poderá passar dos R$ 600 milhões apenas no primeiro ano.

Esta cifra ajudará o Carrefour a reduzir a distância em relação ao Pão de Açúcar. Após a compra do Ponto Frio, a rede de Abílio Diniz abriu uma frente de quase R$ 3 bilhões em termos de faturamento anual.

A expectativa dos franceses é que o novo site permita também um salto na venda de eletroeletrônicos e móveis.

© Relatório Reservado

Fonte: Cidade Biz

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Ebook Tudo o que você precisa saber sobre Twitter

Posted by Copy Past On agosto - 27 - 2009

Release Oficial

O que é Twitter? Para que serve? Por que todo mundo só fala nele? Como fazer parte da tuitosfera? Essas dúvidas que muita gente tem, mas não sabia para quem perguntar, agora já podem ser respondidas. Elas estão no primeiro guia online sobre a ferramenta. “Tudo o que você precisa saber sobre Twitter (você já aprendeu em uma mesa de bar)” foi lançado pela Talk Interactive nesta segunda-feira (10/08) por meio do Twitter, é claro (http://www.twitter.com/lets_talk). O conteúdo ficará disponível na internet sob licença Creative Commons, permitindo que qualquer pessoa leia, repasse e ajude a atualizar o livro colaborativamente.

Download em resolução:

Tudo o que você precisa saber sobre Twitter – Baixa 3 MB
Tudo o que você precisa saber sobre Twitter – Média 6 MB
Tudo o que você precisa saber sobre Twitter – Alta 10 MB.

Com 46 capítulos, o livro é dividido em três categorias: Tudo o que você precisa saber; Negócios, jornalismo e política; Uso avançado do Twitter. Trata-se de um manual prático com orientações sobre como encontrar pessoas, o que é seguir e ser seguido e como o serviço pode ser utilizado de forma simples e eficiente. “O Twitter está crescendo muito no Brasil. Cada vez mais, novos usuários entram nesta rede, aumentando sua relevância. Mas as dúvidas sobre o Twitter ainda são muitas. Por isso tivemos a idéia de produzir um manual prático. O material vai ajudar muita gente”, diz Luiz Alberto Ferla (@ferla), CEO da Talk Interactive.

Segundo Ferla, o conteúdo tem ainda importantes dicas para quem deseja utilizar a ferramenta para fins corporativos e até para ações em campanhas políticas.

“O livro vai do básico ao avançado, abrangendo todos os níveis de conhecimento a respeito da ferramenta”

A idéia do livro surgiu e foi desenvolvida dentro da Talk a partir das dúvidas que muitas pessoas têm em entender essa ferramenta e também sobre a dificuldade de muitos tuiteiros em definir o serviço.

“É difícil explicar o que é o Twitter para alguém com noções básicas de uso da Web. Você pode, por aproximação, dizer que é uma mistura de blog e MSN ou pode ser específico e falar que é uma ferramenta para micro-blogagem baseada em uma estrutura assimétrica de contatos, no compartilhamento de links e na possibilidade de busca em tempo real, mas dificilmente isso convencerá o seu interlocutor a usar o serviço”, diz Juliano Spyer (@jasper), redator da obra e integrante do time da Talk.

Prefácio colaborativo

Com mais de 200 mil seguidores no Twitter, ninguém melhor do que Marcelo Tas para prefaciar um livro sobre a ferramenta. Mas a condição para aceitar o convite foi a de que os internautas também participassem da discussão para melhor definir o que é o serviço. Dessa colaboração nasceram pérolas como:

  • O Twitter é para o mundo o que a praça é para uma cidadezinha. @_Jeyson
  • O Twitter é como pátio de hospício, cada um falando “sozinho”, eventualmente alguém responde. @saintbr
  • Não consegui explicar até hoje para o meu chefe. @joycemescolotte
  • O Twitter é uma maquininha de cutucar corações e mentes na velocidade da luz. Em 140 toques ou menos, a imaginação é o limite. @marcelotas

Dados do livro

Título: Tudo o que você precisa saber sobre o Twitter (você já aprendeu em uma mesa de bar)
Criação: Talk Interactive
Páginas: 110
Licença: Creative Commons
Classificação: Twitter, redes sociais, Web, comunicação, tecnologia.

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Lojas do Bom Retiro entram no Comércio Eletrônico

Posted by Copy Past On julho - 30 - 2009

Nada de metrô lotado, sacolas pesadas nas mãos, congestionamento nas calçadas estreitas do Bom Retiro, em São Paulo, ou receio de assalto no trajeto para casa. Boa parte das peças à mostra nas vitrines da rua José Paulino e das vielas das redondezas, tradicional reduto de comércio de roupas e acessórios, pode ser vista da telinha do computador e comprada pela internet.

É a face no século 21 de um bairro que recebe 70 mil pessoas por dia, número que chega a dobrar na época do Natal. Segundo a Câmara de Lojistas do Bom Retiro, 30% dos 1.200 comerciantes da região já criaram suas lojas virtuais. “Roupas e sapatos, compro pessoalmente. Mas produtos que não precisam de prova, como os jogos de cama, mesa e banho, adquiro pela internet”, conta a coordenadora administrativa Adriana Fernandez de Souza, 37, moradora do bairro de Itaquera, zona leste. “Além de ser mais prático, economizo o que iria gastar de condução.”

No último ano, Adriana acessou oito vezes a internet para consumir em lojas do Bom Retiro. Sua maior compra on-line foi de R$ 500 na PortCasa, que ganhou versão virtual há um ano e meio, quatro meses depois da inauguração do prédio na rua da Graça, paralela à José Paulino.

“É como se o cliente estivesse comprando no Bom Retiro, só que por meio de um clique, de qualquer lugar, a qualquer momento”, afirma Natan Sztamfater, diretor da PortCasa.

A loja virtual recebe cerca de 320 mil acessos mensais. Cada visitante navega por 11 páginas em seis minutos e o faturamento já corresponde a 50% do registrado pelo endereço físico.

“Em época de crise, as empresas estão buscando alternativas para aumentar o faturamento e o comércio eletrônico é uma boa opção”, diz Pedro Guasti, diretor da e- bit, consultoria que atua no setor de e-commerce nacional. “Enquanto o varejo tradicional não tem expectativa de crescimento neste ano, o comércio virtual deve crescer de 20 a 25%. O faturamento deve chegar aos R$ 10 bilhões em 2009.”

Na mira dos lojistas estão paulistanos que economizam as saídas de casa em nome da praticidade e sacoleiros de todo o Brasil, incentivados a trocar as longas viagens pelas transações via internet.

“Minha estratégia foi atender esse cliente que vinha de longe”, diz Nivaldo Ferreira Junior, dono do BiroShop e vice-presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas do Bom Retiro. “Em vez de ele gastar com comida e passagem, pode consumir mais em produtos. Compra hoje e amanhã está tudo na transportadora.”

Nos primeiros meses, o site do negócio de bolsas e cintos recebia 200 visitas ao mês. Hoje, um ano depois, são mil acessos diários. Não é de uma hora para a outra que a clientela se torna adepta do comércio eletrônico.

Para conseguir atrair e manter esse público, a primeira premissa é garantir segurança ao consumidor. Para isso, não adianta só colocar o site no ar, é preciso ter uma estrutura por trás do ambiente virtual que mostre que o empreendimento trabalha com seriedade.

Só na PortCasa, que fatura R$ 600 mil por mês, dez pessoas atuam no call center. Não se trata de um serviço de vendas pelo telefone, mas, sim, um apoio à clientela que ainda não está habituada às compras on-line.

O estoque merece atenção. Com o aumento das vendas, é preciso prever uma quantidade de produtos destinados só aos clientes virtuais, que na hora da compra devem ser informados sobre o prazo de entrega. “Tenho um estoque específico para o site”, diz Nivaldo, do BiroShop. “Trato como uma loja à parte.”

O lojista investiu R$ 40 mil para montar a loja virtual, somados os gastos com equipamentos e software. Por trás da telinha trabalham 17 funcionários: 12 no call center, 2 separando as encomendas e 3 produzindo fotos dos novos produtos para que o site seja atualizado todos os dias. “Economizo. Uma luva [ponto comercial] custa cerca de U$$ 200 mil [R$ 400 mil] por quatro anos. Um aluguel, cerca de R$ 20 mil mensais”, diz Nivaldo.

Uma pesquisa da e-bit mostra que o consumidor aprova a iniciativa. O índice de satisfação na compra on-line é próximo a 86% no país. “Os comerciantes perceberam que vender pela internet é uma possibilidade de ganho, adequaram o site ao cliente e trabalham sério”, diz Pedro Guasti, diretor da consultoria que disponibiliza em sua página a avaliação das lojas virtuais feitas pelos consumidores. Vale uma conferida antes de sair clicando.

Seus direitos

O consumidor on-line tem até sete dias para desistir da compra, contados a partir do recebimento do produto, caso se arrependa do que comprou, mesmo que o produto não apresente defeito. Deve receber todo o dinheiro de volta, inclusive o valor do frete

Em caso de troca, a loja só tem de pagar as despesas com o frete se o produto for diferente do comprado ou apresentar defeito. Quando o cliente realiza uma troca não obrigatória por lei, como a numeração errada de um sapato, é ele quem arca com o frete.

Fonte: BinWoks

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Oportunidades de negócio na Internet

Posted by Copy Past On julho - 7 - 2009

Brasil tem ambiente de negócios favorável para e-commerce, aponta estudo da IBM.

A divisão de consultoria da IBM e a Unidade de Inteligência da The Economist divulgaram os resultados do estudo E-Readiness 2009, que mede a capacidade de 70 países de absorverem novas tecnologias de informação e usá-las a favor do desenvolvimento econômico e social. O Brasil aparece em 42º lugar no ranking mundial, tendo como diferencial um dos melhores cenários macroeconômicos e de oportunidades de negócios do mundo, pouco alterado diante da turbulência financeira.

Essa situação é sustentada pelo fato de o Brasil ser um dos países com maior índice de empreendedorismo entre os pesquisados, mesmo sofrendo com problemas relacionados a deficiências na infraestrutura e baixa adoção do comércio eletrônico pelos consumidores e empresas de um modo geral. “Apesar de o Brasil vir crescendo consistentemente nesse ranking desde 2005, a conectividade e a infraestrutura de TI ainda são um desafio no país. A baixa adesão à Internet banda larga – devido especialmente a sua pouca disponibilidade e alto custo – é um obstáculo considerável ao crescimento do comércio eletrônico brasileiro”, explica Ricardo Gomez, diretor de consultoria da IBM Brasil.

Dentre os latino-americanos, o Brasil aparece no ranking abaixo do Chile (30º lugar na listagem mundial) e do México (40º). Já entre os países do BRIC, o Brasil está na liderança, apresentando o melhor ambiente geral para o crescimento do e-commerce. A Dinamarca é a líder global com maior presença da economia on-line e o uso de serviços públicos via Internet. E os Estados Unidos, por sua vez, que em 2008 ocupava a 1ª posição, passou para 5ª colocação neste ano

A pontuação E-readiness é uma medida de quão amigável é o mercado local às oportunidades baseadas na Internet. São analisados fatores como educação, experiência online, política governamental, empreendedorismo, inovação, além de consumo de mercadorias e serviços digitais. A pesquisa, elaborada desde 2000, é baseada em mais de 100 diferentes critérios agrupados em seis categorias: conectividade e infraestrutura de tecnologia; política e visão governamental; adoção dos consumidores e empresas às novas tecnologias e ambiente de negócios, cultural e social e legal.

Autor: Ricardo Gomez

Fonte: Cliente SA

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Varejo online é aposta para elevar receita

Posted by Copy Past On maio - 1 - 2009

As vendas por meio da internet devem garantir às principais redes de varejo um crescimento porcentual superior ao das lojas físicas em 2009, apesar dos percalços provocados pela crise internacional. De olho na tendência de crescimento do comércio eletrônico, as redes estabelecidas estão reestruturando suas operações online e novas entram em operação.

Empresas com capital aberto na Bolsa de Valores de São Paulo, como Ponto Frio (Globex) e Extra (do Grupo Pão de Açúcar),  além de outras, como Casas Bahia, Wal-Mart, Magazines Luiza  e Pernambucanas, tentam avançar sobre a líder absoluta do mercado, a B2W, que reúne os portais de venda Submarino e Americanas.com. Até setembro de 2008, a B2W respondia por mais da metade do faturamento do setor.

Desde então, entraram no mercado eletrônico a rede varejista Wal-Mart, em outubro, e a Casas Bahia, em fevereiro. A título de comparação, nos Estados Unidos, a líder Amazon não tem 10% de market share.

Preços mais atrativos

Os concorrentes estão focando sua expansão no e-commerce em itens como linha branca, eletrodomésticos e eletrônicos. As empresas aproveitam negociações de compra para as lojas físicas para oferecer preços mais atrativos na tentativa de fidelizar clientes na internet. Segundo uma fonte do setor de comércio, a B2W oferece mais de 200 mil itens, enquanto outras lojas têm, em média, entre 5 mil e 10 mil.

Enfrentando uma forte desaceleração nas vendas de suas lojas físicas, as operações online do Ponto Frio ganharam vigor após o processo de reestruturação, encerrado em agosto do ano passado. Entre as mudanças feitas pela nova equipe de executivos estão a alteração no layout do site, a otimização da base de clientes e estratégias segmentadas de marketing. As medidas serão analisadas pela concorrência já que a empresa comunicou, no final de março, a intenção de venda de seu controle.

Segundo o balanço financeiro da Globex, controladora do Ponto Frio, as vendas por meio da internet cresceram 36,8% no quarto trimestre de 2008, atingindo R$ 66 milhões. No ano, a receita bruta chegou a R$ 198 milhões, alta de 19,8% sobre 2007. As vendas em lojas com mais de um ano de funcionamento do Ponto Frio recuaram 4,5% no quarto trimestre. O market share da rede no comércio eletrônico é pouco inferior a 4%.

Já os negócios online do Magazine Luiza alcançaram 13% do total da receita. Em 2008, as vendas por meio da internet da companhia cresceram 56% sobre 2007 e atingiram um faturamento de R$ 411 milhões. O gerente geral de e-commerce do Magazine Luiza, Francisco Donato, destaca que foi desenvolvido um núcleo de compras para colocar no portal os produtos mais procurados, conforme o perfil dos consumidores. Para 2009, a companhia espera aumentar em 50% suas vendas online.

Novatos online

Em fevereiro deste ano, a Casas Bahia, maior rede varejista de eletrodomésticos, eletroeletrônicos e móveis do País, estreou na internet. A expectativa da rede é de que o faturamento com as operações de comércio eletrônico atinjam cerca de R$ 280 milhões em seu primeiro ano de atividade, o que representaria algo próximo a 2% da receita total. Já para os próximos dez anos a rede quer movimentar 20% deste mercado.

Desde outubro do ano passado, o varejo online conta também com outro representante de peso, o Wal-Mart, maior varejista do mundo. Das grandes redes que atuam no Brasil, falta apenas a entrada do Carrefour, que diz desenvolver estudos para iniciar suas operações de comércio eletrônico. No entanto, a perspectiva do mercado é de que a empresa lance suas operações na internet apenas no próximo ano.

Em resposta ao acirramento do mercado, a B2W anunciou, durante teleconferência sobre o desempenho de 2008, que vai repassar aos clientes os ganhos de eficiência, previstos para ocorrerem em razão da unificação dos centros de distribuição, na forma de preços e promoções. Desde o agravamento da crise, a empresa desacelerou seu ritmo de crescimento. Nos nove primeiros meses do ano passado, a receita líquida teve uma evolução de 36,4% em relação ao mesmo período de 2007, passando a 16,4% na comparação para quarto trimestre.

Segundo a empresa de monitoramento de comércio eletrônico e-bit, o setor deve crescer entre 20% e 25% em 2009, superando pela primeira vez a barreira dos R$ 10 bilhões em faturamento. O diretor-geral do e-bit, Pedro Guasti, ressalta que após a desaceleração das vendas no último trimestre do ano passado, em razão dos efeitos da crise internacional, as vendas retornaram a níveis próximos ao pré-crise.

Fonte: Sem Brasil

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Entrevista: Frederico Wanderley CIO da Casas Bahia

Posted by Copy Past On abril - 29 - 2009

Rede inaugurou loja virtual mais tarde que concorrentes, mas Frederico Wanderley quer na web o mesmo sucesso da rede física

Ele é um entusiasta e grande defensor do mainframe. É absolutamente contra a terceirização em TI. Prima pelas tecnologias de ponta, que busca em feiras ao redor do mundo e testa na maior rede varejista do Brasil. O condutor da TI da Casas Bahia não sabia nada de tecnologia da informação quando, em dezembro de 1993, depois de quase 20 anos trabalhando na companhia, recebeu do fundador Samuel Klein a missão de dirigir o departamento. Frederico Wanderley encarou de frente. Na época, em vez de seguir o caminho da maioria das empresas rumo à plataforma baixa, preferiu apostar na evolução do mainframe. E, na contramão, esteve também quando, em 2001, adotou o sistema operacional Linux. Mais recentemente, inaugurou um novo centro de tecnologia em São Caetano do Sul, fruto de um investimento de R$ 20 milhões. Sua última empreitada, em 2 de fevereiro, foi o lançamento (ainda que tardio) da loja virtual, cujos detalhes o executivo contou à InformationWeek Brasil nesta entrevista que vai muito além do e-commerce.

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Ciclo de Seminários de Comércio Eletrônico – 07/05/2009 Curitiba

Posted by Roberto Camargo On abril - 18 - 2009

ciclompenet1

O Ciclo MPE.net é um dos maiores eventos de capacitação sobre a Economia Digital do país. Com o objetivo de orientar as MPEs de todo o Brasil sobre as formas mais efetivas de participação para o universo do Comércio Eletrônico, o Ciclo MPE.net é realizado em diversas cidades brasileiras, recebendo um público médio de 300 empresários por evento.

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Quero Vender Seu Produto

Posted by Roberto Camargo On abril - 14 - 2009
Nos últimos meses tenho trabalhado para uma empresa e criando uma completa estrutura de logística para comercializarmos produtos em lojas virtuais focadas em diversos segmentos.

Vamos fazer um parceria ?

O que inclui nossa parceria:

  • Loja virtual exclusiva ou multi-departamentos
  • Formas de recebimento (cartões de crédito)
  • Serviço de atendimento ao cliente
  • Marketing profissional na InterNET
  • 500 m2 para armazenagem de produtos
  • Parceria com os correios
  • Logistica total para entrega dos pedidos em até 1 dia útil

Não importa o produto que você tenha, cadastre ele em nosso site www.QueroVenderSeuProduto.com.br que faremos uma análise completa sobre a viabilidade de vendas pela internet, mas não esquente a cabeça, deixe que nós faremos esta análise, a você basta nos indicar qualquer que seja seu produto.

Roberto Camargo

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Entrevista: Giovani Profili, CIO da Droga Raia

Posted by Copy Past On abril - 6 - 2009

Com o uso da TI, rede de farmácias procura oferecer aos clientes o atendimento personalizado que era possível na época de sua fundação

Giovani Profili descobriu que tecnologia seria sua profissão aos 14 anos de idade, quando assistia entusiasmado a um filme e faltou luz. Intrigado, começou a buscar informações e aprender sobre o assunto. A inocente investigação o levou ao curso técnico de eletrônica para depois fazer mestrado em engenharia elétrica e em administração. Assim, o mineiro de Poços de Caldas desembarcou em São Paulo para trabalhar na Cobra Tecnologia, em 1981, permanecendo por oito anos e de onde saiu para atuar na Cisco. Cinco anos mais tarde, ingressou na rede de farmácias Droga Raia, na qual é o atual diretor de TI. Há 12 anos na companhia, Profili mostra-se muito satisfeito em trabalhar para uma empresa da qual o presidente acredita que a tecnologia contribui efetivamente para o crescimento da corporação, cujo faturamento em 2008 aponta para algo em torno de R$ 1,148 bilhão.

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