Notícias e Treinamentos sobre Comércio Eletrônico

10 motivos para você não criar uma loja virtual

Posted by Roberto Camargo On novembro - 17 - 2009

Os números do e-commerce no Brasil têm feito não só empresas do mundo físico criarem seu braço virtual na internet, como também têm estimulado muitos brasileiros empreendedores a tentarem a sorte no mundo virtual. Não quero jogar um “balde de água fria” nas empresas ou empreendedores que vislumbram no comércio eletrônico riqueza com pouco trabalho, mas posso citar ao menos 10 bons motivos para não criar uma loja virtual.

1. Loja virtual

Meu sobrinho “manja” muito de internet e vai fazer pra mim um logotipo e uma loja virtual simplesinha mesmo.

Cai Fora!

Existem vários sistemas de loja virtual para você escolher. Próprio ou alugado (polêmicas à parte), escolha um que seja profissional, que passe credibilidade ao internauta e capriche muito no layout.

2. Formas de pagamento

Pretendo oferecer para meu cliente a opção de pagamento “depósito bancário”, no meu nome de Pessoa Física, na minha conta poupança

Cai Fora!

Seu cliente quer pagar com comodidade, no cartão de crédito, preferencialmente. Existem muitas soluções atualmente que ajudam no início de uma loja virtual, entre elas PagSeguro e Pagamento Digital.

3. Estoque

Sou esperto, vou primeiro vender, receber e depois comprar em seu fornecedor.

Cai Fora!

Para isso você precisa ter um esquema MUITO bem feito com seu fornecedor, para receber o produto muito rápido (em poucas horas) e com a garantia dele que sempre vai ter o produto disponível para pronta entrega, o que nem sempre é possível.

Seu cliente sempre quer receber amanhã. Mesmo que ele ainda nem tenha pago o boleto bancário, ele já acha que você está enrolando e atrasando a entrega.

4. Correio e-Sedex

Não vou fazer um contrato de consumo mínimo mensal de R$ 1.000,00 com os correios só para ter taxa entrega mais barata. Quem paga é o meu cliente mesmo…

Cai Fora!

Confira uns exemplos de valores de entrega:

  • Sedex de 300g. de São Paulo para Brasilia = R$ 21,50
    E
    -Sedex de 300g. de São Paulo para Brasilia = R$ 7,71
  • Sedex de 1kg de São Paulo para São Paulo = R$ 10,50
    E
    -Sedex de 1kg de São Paulo para São Paulo = R$ 5,50

Você pretende conquistar o cliente de outra loja virtual, oferecendo uma taxa de entrega maior? Existem outras boas opções de empresas que fazem entrega, mas oferecer o e-Sedex no início de sua loja virtual é uma obrigação com o seu cliente.

5. Atendimento ao cliente

Pretendo responder aos emails dos meus clientes assim que eu chegar em casa à noite, após o meu serviço.

Cai Fora!

Email, chat, helpdesk, telefone e outras formas de atendimento têm que estar à disposição do seu cliente e a resposta tem que ser IMEDIATA.

Se você não atender à necessidade ou dúvida do seu cliente rapidamente, seu concorrente vai atender.

Uma mensagem no orkut ou no twitter contra sua empresa pode ser devastadora se não acompanhada de perto e com ações rápidas.

6. Detalhes do produto

Não tenho foto e texto legal, tô pegando em alguns sites concorrentes.

Cai Fora!

Este item é grande e merece um artigo só dele, pois o cadastro de um produto exige fotos com qualidade, especificações técnicas completas, instruções de uso e, se possível, vídeo.

Os detalhes sobre seu produto devem ser como um vendedor online, ele tem que tirar imediatamente todas possíveis dúvidas do seu cliente.

7. Publicidade “paga

Não vou investir em publicidade “paga“, conheço muita gente que já fez anúncios em links patrocinados e não vendeu nada.

Cai Fora!

Utilizar a ferramenta para criar um anúncio no Google Adwords é muito fácil mesmo, mas criar a estratégia do anúncio, o texto e escolher as palavras-chave de forma a investir pouco dinheiro, infelizmente não é para qualquer um, é necessário muito treino e estudo. Contrate um profissional para isso e foque seu trabalho em administrar seu negócio.

8. Publicidade “gratuita

Só vou investir em publicidade “gratuita“, não tenho dinheiro pra jogar fora com anúncios pagos.

Cai Fora!

Atualmente é possível conseguir publicidade gratuita de diversas formas, inclusive as mídias sociais nos ajudam bastante nisso – lógico que se usadas com sabedoria.

Há uma grande loja virtual que diz que não investe dinheiro em publicidade. Eu discordo disso, pois podemos não investir diretamente no canal de publicidade, mas precisa de alguém para criar e executar as ações de publicidade gratuita.

9. Nota fiscal

Vou começar a vender pela internet e, se der certo, eu abro minha empresa.

Cai Fora!

Ter uma empresa legalizada não é só uma obrigação com o governo, mas principalmente com o seu cliente, que deve e sempre exigirá uma nota fiscal do produto comprado.

10. Planejamento

Acho que todos os motivos acima são bobeira e é perfeitamente possível ter sucesso sem levar em conta estes motivos.

Cai Fora!

O primeiro passo é montar um plano de negócios para sua loja virtual, mesmo que ele seja simplificado. Veja algumas dicas no artigo “Faça um plano de negócios para montar sua loja virtual”.

Finalizando esse artigo, quero deixar um conselho: CAIA DENTRO!

Trabalhe seriamente, levando em consideração essas dicas, e sua loja virtual terá tudo para ser um grande sucesso na internet.

Se quer acrescentar um motivo, ou discordar de algum acima, deixe seu comentário.

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Site de vendas se torna vício na China e movimenta fortuna

Posted by Copy Past On agosto - 11 - 2009

Nos meses que antecederam sua formatura universitária, em junho, Yang Fugang dedicou seu tempo a atividades extrauniversitárias: a administração de uma loja online que vende cosméticos, xampus e outros produtos que eles muitas vezes compra de fábricas locais em Yiwu. Hoje, sua loja online no Taobao.com – o mercado online chinês de mais rápido crescimento – conta com 14 funcionários, dois armazéns e gera pilhas de dinheiro.

“Jamais imaginei que fosse me sair bem assim”, disse Yang, 23 anos, que no passado ganhou US$ 75 mil.
“Comecei vendendo tapetes para ioga, e agora vendo muita maquiagem. As margens de lucro são mais altas”.

A febre do Taobao varreu a escola de Yang, a Faculdade Industrial e Comercial de Yiwu, cujos administradores informam que um quarto dos 8,8 mil estudantes hoje administram uma loja no mercado online, muitas vezes trabalhando de seus alojamentos universitários.

Em toda a China, milhões de outras pessoas – formandos universitários, comerciantes e aposentados – também estão recorrendo ao Taobao para vender roupas, celulares, brinquedos e quase tudo mais que encontrem em lojas e mercados de atacado locais, ou até que consigam contrabandear para fora das fábricas.

Analistas de internet afirmam que esse florescente mercado – que lembra os dias iniciais do eBay, quando os norte-americanos começaram a esvaziar seus sótãos por meio de leilões online – fez do Taobao uma das mais procuradas empresas de internet da China.

Embora exista apenas seis anos, o Taobao (palavra chinesa que significa “procurar tesouros”) já conta com 120 milhões de usuários registrados e 300 milhões de produtos em oferta. No ano passado, seus comerciantes movimentaram quase US$ 15 bilhões.

A empresa alega que as vendas de seu site já superam as de qualquer outro grupo chinês de varejo. E, dizem especialistas em internet, as vendas totais do grupo devem superar as da Amazon.com este ano, chegando na US$ 19 bilhões.

“Esse é o novo grande segmento na Internet da China”, disse Jason Brueschke, analista de Internet no Citigroup de Hong Kong. “É uma mistura de eBay e Amazon.com”.

Como o eBay, o Taobao não vende nada diretamente; simplesmente permite que vendedores encontrem compradores. O mercado tem posição forte na China porque boa parte do país ainda conta com recursos de transporte insuficiente, e algumas autoridades dão preferência a redes estatais de varejo, o que torna o sistema de comércio ineficiente.

A recessão mundial também deixou as fábricas, que vinham operando em ritmo superaquecido, com imensos estoques de produtos que o restante do mundo já não parece querer.

Os chamados “viciados em Taobao” estão ajudando a economia desacelerada a retomar o ímpeto. “Não consigo viver sem o Taobao”, disse Zhang Kangni, estudante de pós-graduação em Xangai. “Para começar, é mais barato. Encontrei um vestido em uma loja de Xangai. É uma marca de Hong Kong, e custava US$ 175. No Taobao, encontrei o mesmo vestido por US$ 33″. Mas os céticos perguntam se o Taobao terá mesmo a capacidade de lucrar e de emergir como uma verdadeira potência na internet.

A empresa ainda não abriu seu capital, e portanto não revela informações financeiras, mas anunciar produtos no Taobao é gratuito, e a empresa não recebe comissão sobre as transações. Quase toda a receita de US$ 200 milhões que a empresa apresenta deriva de publicidade; o grupo diz que a receita basta para cobrir com folga todas as suas despesas operacionais.

A empresa tem recebido críticas, no entanto, por contribuir para com o florescente comércio de bens falsificados. O Taobao rejeita essas alegações, afirmando ter em vigor um novo programa que está reprimindo de maneira efetiva a venda de produtos falsificados.

Os executivos da empresa também afirmam que ela está posicionada para obter fortes lucros, mas que a prioridade inicial para eles é a de criar uma comunidade online.

“Nossa visão para o Taobao é a de construir um paraíso para os consumidores, no qual as pessoas possam fazer compras e se divertir online”, disse Jonathan Lu, o presidente do grupo. “Caso tornemos a companhia cada vez melhor, os lucros surgirão naturalmente”.

A confiança dele quanto ao futuro da Taobao deriva da linhagem do grupo. Trata-se de uma divisão da Alibaba, um conglomerado de Internet desenvolvido por Jack Ma ao longo dos últimos 10 anos, com forte apoio financeiro do Yahoo, Goldman Sachs e do Softbank Group, do Japão. O Yahoo controla cerca de 40% do Alibaba.

O Alibaba.com, o principal serviço do grupo, conecta pequenas empresas de todo o mundo a exportadores chineses. O Taobao.com faz coisa semelhante por consumidores interessados em vender a outros consumidores.

O Taobao.com foi criado em 2003, e no começo não era visto como sério candidato ao sucesso, porque fornecer serviços gratuitos não era visto como bom modelo de negócio. Mas o site não demorou a decolar, e o eBay, que até então dominava o mercado chinês, fechou sua unidade no país em 2006, mencionando perda de mercado e um crescente prejuízo. Hoje, o Taobao.com controla 80% do mercado do mercado chinês de comércio eletrônico, de acordo com a iResearch.

Yang, o vendedor online de cosméticos, se tornou um herói no campus de sua faculdade. Ele alugou dois armazéns, nos porões de dois conjuntos residenciais a alguns quilômetros da faculdade.

Em visita a um deles, lotado de caixas de filtro solar Neutrogena, grampos de cabelo, escovas de cabelo e uma ampla variedade de cosméticos, Yang afirma que os negócios não podiam ir melhor. “Em breve atingirei os US$ 150 mil mensais em vendas”, ele disse, abrindo um largo sorriso.

Autor: David Barboza

Tradução: Paulo Migliacci

Fonte: Terra

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Lojas do Bom Retiro entram no Comércio Eletrônico

Posted by Copy Past On julho - 30 - 2009

Nada de metrô lotado, sacolas pesadas nas mãos, congestionamento nas calçadas estreitas do Bom Retiro, em São Paulo, ou receio de assalto no trajeto para casa. Boa parte das peças à mostra nas vitrines da rua José Paulino e das vielas das redondezas, tradicional reduto de comércio de roupas e acessórios, pode ser vista da telinha do computador e comprada pela internet.

É a face no século 21 de um bairro que recebe 70 mil pessoas por dia, número que chega a dobrar na época do Natal. Segundo a Câmara de Lojistas do Bom Retiro, 30% dos 1.200 comerciantes da região já criaram suas lojas virtuais. “Roupas e sapatos, compro pessoalmente. Mas produtos que não precisam de prova, como os jogos de cama, mesa e banho, adquiro pela internet”, conta a coordenadora administrativa Adriana Fernandez de Souza, 37, moradora do bairro de Itaquera, zona leste. “Além de ser mais prático, economizo o que iria gastar de condução.”

No último ano, Adriana acessou oito vezes a internet para consumir em lojas do Bom Retiro. Sua maior compra on-line foi de R$ 500 na PortCasa, que ganhou versão virtual há um ano e meio, quatro meses depois da inauguração do prédio na rua da Graça, paralela à José Paulino.

“É como se o cliente estivesse comprando no Bom Retiro, só que por meio de um clique, de qualquer lugar, a qualquer momento”, afirma Natan Sztamfater, diretor da PortCasa.

A loja virtual recebe cerca de 320 mil acessos mensais. Cada visitante navega por 11 páginas em seis minutos e o faturamento já corresponde a 50% do registrado pelo endereço físico.

“Em época de crise, as empresas estão buscando alternativas para aumentar o faturamento e o comércio eletrônico é uma boa opção”, diz Pedro Guasti, diretor da e- bit, consultoria que atua no setor de e-commerce nacional. “Enquanto o varejo tradicional não tem expectativa de crescimento neste ano, o comércio virtual deve crescer de 20 a 25%. O faturamento deve chegar aos R$ 10 bilhões em 2009.”

Na mira dos lojistas estão paulistanos que economizam as saídas de casa em nome da praticidade e sacoleiros de todo o Brasil, incentivados a trocar as longas viagens pelas transações via internet.

“Minha estratégia foi atender esse cliente que vinha de longe”, diz Nivaldo Ferreira Junior, dono do BiroShop e vice-presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas do Bom Retiro. “Em vez de ele gastar com comida e passagem, pode consumir mais em produtos. Compra hoje e amanhã está tudo na transportadora.”

Nos primeiros meses, o site do negócio de bolsas e cintos recebia 200 visitas ao mês. Hoje, um ano depois, são mil acessos diários. Não é de uma hora para a outra que a clientela se torna adepta do comércio eletrônico.

Para conseguir atrair e manter esse público, a primeira premissa é garantir segurança ao consumidor. Para isso, não adianta só colocar o site no ar, é preciso ter uma estrutura por trás do ambiente virtual que mostre que o empreendimento trabalha com seriedade.

Só na PortCasa, que fatura R$ 600 mil por mês, dez pessoas atuam no call center. Não se trata de um serviço de vendas pelo telefone, mas, sim, um apoio à clientela que ainda não está habituada às compras on-line.

O estoque merece atenção. Com o aumento das vendas, é preciso prever uma quantidade de produtos destinados só aos clientes virtuais, que na hora da compra devem ser informados sobre o prazo de entrega. “Tenho um estoque específico para o site”, diz Nivaldo, do BiroShop. “Trato como uma loja à parte.”

O lojista investiu R$ 40 mil para montar a loja virtual, somados os gastos com equipamentos e software. Por trás da telinha trabalham 17 funcionários: 12 no call center, 2 separando as encomendas e 3 produzindo fotos dos novos produtos para que o site seja atualizado todos os dias. “Economizo. Uma luva [ponto comercial] custa cerca de U$$ 200 mil [R$ 400 mil] por quatro anos. Um aluguel, cerca de R$ 20 mil mensais”, diz Nivaldo.

Uma pesquisa da e-bit mostra que o consumidor aprova a iniciativa. O índice de satisfação na compra on-line é próximo a 86% no país. “Os comerciantes perceberam que vender pela internet é uma possibilidade de ganho, adequaram o site ao cliente e trabalham sério”, diz Pedro Guasti, diretor da consultoria que disponibiliza em sua página a avaliação das lojas virtuais feitas pelos consumidores. Vale uma conferida antes de sair clicando.

Seus direitos

O consumidor on-line tem até sete dias para desistir da compra, contados a partir do recebimento do produto, caso se arrependa do que comprou, mesmo que o produto não apresente defeito. Deve receber todo o dinheiro de volta, inclusive o valor do frete

Em caso de troca, a loja só tem de pagar as despesas com o frete se o produto for diferente do comprado ou apresentar defeito. Quando o cliente realiza uma troca não obrigatória por lei, como a numeração errada de um sapato, é ele quem arca com o frete.

Fonte: BinWoks

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Entrevista: Frederico Wanderley CIO da Casas Bahia

Posted by Copy Past On abril - 29 - 2009

Rede inaugurou loja virtual mais tarde que concorrentes, mas Frederico Wanderley quer na web o mesmo sucesso da rede física

Ele é um entusiasta e grande defensor do mainframe. É absolutamente contra a terceirização em TI. Prima pelas tecnologias de ponta, que busca em feiras ao redor do mundo e testa na maior rede varejista do Brasil. O condutor da TI da Casas Bahia não sabia nada de tecnologia da informação quando, em dezembro de 1993, depois de quase 20 anos trabalhando na companhia, recebeu do fundador Samuel Klein a missão de dirigir o departamento. Frederico Wanderley encarou de frente. Na época, em vez de seguir o caminho da maioria das empresas rumo à plataforma baixa, preferiu apostar na evolução do mainframe. E, na contramão, esteve também quando, em 2001, adotou o sistema operacional Linux. Mais recentemente, inaugurou um novo centro de tecnologia em São Caetano do Sul, fruto de um investimento de R$ 20 milhões. Sua última empreitada, em 2 de fevereiro, foi o lançamento (ainda que tardio) da loja virtual, cujos detalhes o executivo contou à InformationWeek Brasil nesta entrevista que vai muito além do e-commerce.

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Entrevista: Giovani Profili, CIO da Droga Raia

Posted by Copy Past On abril - 6 - 2009

Com o uso da TI, rede de farmácias procura oferecer aos clientes o atendimento personalizado que era possível na época de sua fundação

Giovani Profili descobriu que tecnologia seria sua profissão aos 14 anos de idade, quando assistia entusiasmado a um filme e faltou luz. Intrigado, começou a buscar informações e aprender sobre o assunto. A inocente investigação o levou ao curso técnico de eletrônica para depois fazer mestrado em engenharia elétrica e em administração. Assim, o mineiro de Poços de Caldas desembarcou em São Paulo para trabalhar na Cobra Tecnologia, em 1981, permanecendo por oito anos e de onde saiu para atuar na Cisco. Cinco anos mais tarde, ingressou na rede de farmácias Droga Raia, na qual é o atual diretor de TI. Há 12 anos na companhia, Profili mostra-se muito satisfeito em trabalhar para uma empresa da qual o presidente acredita que a tecnologia contribui efetivamente para o crescimento da corporação, cujo faturamento em 2008 aponta para algo em torno de R$ 1,148 bilhão.

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A cada ano o e-commerce ocupa um lugar mais considerável nas empresas, sendo recentemente alvo de apostas de gigantes como Casas Bahia e Walmart, isso devido ao aumento no número de consumidores online no país, que passaram de 9,5 milhões em 2007 para 13,2 milhões em 2008 e também aos valores envolvidos no segmento, que em 2008 ficou em R$ 8,2 bilhões, acréscimo de 30% se comparado ao ano anterior.

Muito bem, mas e como fica o seu Aidar, dono da “lujinha” que vende materiais de limpeza para o bairro? Ele também pode entrar no mundo digital? Quais os investimentos, a forma de trabalho, a logística e a estrutura necessária para que ele possa estar online?

Primeiramente o seu Aidar deve pensar em algumas questões primordiais:

  1. A loja tem capacidade de entrega, ou seja, tem funcionários e estoque que possibilitem a expansão?
  2. O seu Aidar guardou um pouquinho para arcar com os custos de implementação e divulgação?
  3. Os produtos que ele vende têm apelo de vendas para serem comercializados na internet ou possuem identificação com o público consumidor?

Se a resposta para as três perguntas acima forem “Sim”, indica que talvez realmente seja a hora de investir em um e-commerce ou loja virtual.

Essas perguntas teriam que ser feitas, em uma proporção diferente para médias e grandes empresas, mas seriam necessárias da mesma forma. Só que outras seriam adicionadas nesses casos:

  1. Em caso de haver loja física, haveria diferença de preços? E o estoque, a logística, o financeiro e a administração, seriam separados ou conjunto?
  2. Os produtos comercializados teriam tabelas diferenciadas de acordo com a região?
  3. Como ficaria o relacionamento, no caso de ser um e-commerce da fábrica, com os outros varejistas?
  4. Quanto recurso seria alocado para esse investimento e em quanto tempo ele retornaria?
  5. O e-commerce levaria o nome da empresa ou um nome genérico?

Como você pode notar, conforme o tamanho, a estruturação se complica um pouquinho mais.

Para o seu Aidar, um e-commerce não é muito diferente, em sua essência, de uma boa barraca de pastel. Só é mais, digamos, sofisticado, mas a lógica operacional é a mesma, só mudando o meio utilizado para fazer as vendas e algumas operações.

Em síntese, temos:

  • Relacionamento com fornecedores
  • Escolha de bons suprimentos/produtos
  • Ações de marketing e propaganda
  • Logística
  • Formação de preços de acordo com a lei de oferta e demanda
  • Meios de pagamento
  • Credibilidade da empresa

Há milhares de anos as pessoas se acostumaram a fazer compras “in loco”, portanto, o principal desafio do e-commerce é o de levar esse ambiente físico para o virtual, mas as regras da venda continuam sendo as mesmas.

Bom, resumindo, não vejo como o seu Aidar não possa ter sua “e-lujinha”. Mesmo pequena ela seguirá os conceitos que as grandes também devem seguir. Um bom e-commerce consegue manter a experiência que temos em comprar com a comodidade de efetuarmos essa operação sem sair da cadeira.

Há empresas e profissionais que defendem que eduquemos os consumidores, eu defendo que nos adequemos, a palavra é parecida, mas o resultado é outro. Vida longa para o seu Aidar!

Autor: Marcelo Vitorino

Fonte: Simples Assim

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E-commerce: Sistema Locado ou Elaborado?

Posted by Copy Past On março - 6 - 2009

Uma das primeiras coisas que o empresário a elaborar um plano de negócios de vendas pela internet se pergunta é: Quanto vou gastar com isso?

E para essa resposta existem dois caminhos a serem trilhados. O do sistema “Locado” e o do sistema “Elaborado”.Quando falamos de pequenas e médias empresas, que pretendem ir para a internet, ou mesmo o profissional que pretende abrir o seu negócio diretamente online, o caminho mais curto, barato e menos burocrático é o de um sistema “Locado”.

O que se entende por sistema “Locado”?

R: Sistema “Locado” é quando o uma empresa como Dotstore, Fastcommerce, entre outras, criam uma ferramenta de loja virtual, com todos os atributos e ferramentas que uma grande loja como Submarino ou Americanas.com utilizam, e disponibilizam isso para os seus clientes mediante ao pagamento de uma mensalidade e em alguns casos uma pequena taxa de “SETUP”.

Prós: Esse tipo de ferramenta Locada é realmente o melhor negócio para o pequeno e médio empresário, pois possui tudo o que uma loja virtual precisa e também ajuda muito com o mundo físico oferecendo diversos tipos de relatórios e até controle de estoque, e em alguns casos até um CRM completo.

Baixo custo de implementação e mensalidade. Para se usar um sistema como esse, o lojista vai pagar uma mensalidade a partir de R$ 55,00. Em alguns casos se paga a taxa única de adesão que fica a partir de R$ 200,00.

Contras: No caso de se precisar de algum tipo de ferramenta específica para o seu tipo de negócio, é necessário sugerir uma atualização que nem sempre pode ser atendida, ou em algumas empresas pagar por essa atualização, com isso o sistema acaba ficando meio engessado em alguns casos.

Para se ter um “layout” de acordo com a marca de sua empresa, é necessário a contratação de profissionais especializados e homologados por esses sistemas, para que assim sua empresa possa ficar com a mesma aparência da Física dentro da Internet. Nesse caso gera-se um custo operacional maior que deve ser muito bem estudado, pois nada adianta ter um site na Internet sem que o mesmo seja atraente, com uma navegação amigável e que gere “Credibilidade” aos internautas. E para isso somente fazendo esse tipo de contratação. Pois os sistema Locados, somente oferecem Templates prontos e fixos.

O Que se entende por sistema “Elaborado”

R: Sistema Elaborado é aquele que sua empresa, cria literalmente métricas de como deseja que ele funcione.

E para isso é necessário algumas informações importantes para que o custo não fique cada vez mais oneroso.

  1. Existirá um sistema de CRM?
  2. A Loja Virtual será integrada, com algum ERP?
  3. Qual p tráfego esperado para essa loja?
  4. Qual tipo de público irá atender?
  5. Existirá uma Ferramenta de fácil atualização e cadastramento no sistema?

Além dessas, há outras tantas perguntas a se fazer.

Nesse caso é realmente idêntico a criação de uma empresa física, aonde para o bom desenvolver do projeto será necessário contar com todas as áreas da empresa (Comercial, Financeiro, Logística, etc…).Esse contato será muito importante quando for contratar uma empresa ou profissionais especializados na criação dessa Ferramenta. Cada departamento de sua empresa terá que explanar o que seria o mais interessante para poder vender pela internet. Mas nunca deixando de pensar, se, o que será bom para ele, será funcional para o outro departamento que seguirá no fluxograma dos pedidos da loja.

Como exemplo muito claro que nesse caso de um sistema “Elaborado” é necessário muito planejamento, temos a loja virtual das Casas Bahia, aonde aguardaram por longos 03 anos maturando o processo e criando métricas para se atender a todos os seus clientes de uma forma que fosse praticamente a mesma que em suas lojas físicas.

Prós:

Você tem em mãos uma ferramenta própria, aonde você é o dono do código fonte e pode vendê-la a qualquer momento.Podem-se fazer alterações na ferramenta a hora que bem precisar. Claro contratando profissionais especializados no segmento.

Contras:

Alto custo de Desenvolvimento, projetos como esse normalmente não saem por menos de R$ 40.000,00, isso sem contar, provedores de hospedagem.

Resumo:

Para saber se você irá precisar de um sistema “Locado”, ou “Elaborado”, somente através de um plano de negócios, e também muito estudo do seu perfil de vendas. É muito importante que converse com consultores do segmento, para que dessa forma esses lhe apresentem a melhor forma a trilhar, sem que tenham que por muitas vezes gastar um valor que não seria necessário.

Com certeza, por muitas vezes o sistema Locado, será o mais interessante, pois além de se ter um custo baixíssimo em comparação a um sistema Elaborado, é também principalmente a melhor forma de se aprender o verdadeiro mundo do E-commerce, já que a ferramenta já está pronta e é totalmente interativa, aonde até mesmos pessoas mais leigas sem muito conhecimento de internet e e-commerce, poderão começar suas atividades dentro dessa modalidade.

Autor: Robson Tavarone

Fonte: iMasters

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A crise financeira e o comércio eletrônico

Posted by Copy Past On março - 5 - 2009

Se você esteve em uma turnê por algum planeta fora do nosso sistema solar onde seu celular não pegava tão bem ou acabou de ser resgatado da ilha de Lost, é muito provável que você não saiba que um dia desses o castelo de cartas do mercado financeiro americano despencou e levou quase todo mundo junto com ele.

Da tragédia total dos primeiros dias à esperança dos próximos com a chegada de um novo presidente com pinta de salvador da pátria, agora estão chegando mais algumas boas notícias.

E não é que o nosso querido comércio eletrônico vem sendo apontado como o salvador da pátria? Ou melhor, das pátrias?

Faz todo sentido… O e-commerce tem vantagens comerciais muito fortes e mesmo em tempos como esse de muito limão e pouca limonada, ele é um dos poucos mercados que continua em franco crescimento.

Mas espere! Antes que você saia criando sua lujinha, leia um pouco mais, senão essa limonada vai azedar.Amigos empreendedores, como em qualquer negócio, no e-commerce nem tudo são flores online… Trago dados: segundo a camara-e.net, são criados 8 mil sites de vendas todos os anos, mas quase metade não sobrevive aos primeiros 12 meses.

E a maior culpada por tamanha mortalidade, além da falta de divulgação ou preços competitivos, é sem dúvida alguma a falta de planejamento.

Planejar é algo que a gente faz quase sempre, mesmo sem nem perceber. Bate aquela fome, você planeja uma ida à geladeira ou uma ligação pra pizzaria. Sentiu aquele aperto no meio da rua, você já planeja qual estabelecimento público possui um banheiro amigável e sadio para te receber. E assim é praticamente com tudo. A diferença é que alguns planejamentos são mais inconscientes e até automáticos e outros são – e deveriam mesmo ser – bem mais conscientes. E quando falamos de negócios, não ache que só ter uma boa idéia e deixar rolar um planejamento inconsciente já resolverá os seus problemas.

O MINISTÉRIO DA SAÚDE DA SUA EMPRESA ADVERTE:

Não comece nada, negócio algum, sem dar aquela planejada bacana.Ainda mais em tempos de crise.

A esse propósito, eu ministrei no final de 2008 uma palestra cujo tema era “Os 8 conceitos-chave para um e-commerce de sucesso”. Esta palestra abordou os 8 aspectos de planejamento estratégico que devem ser estudados antes de iniciar o seu negócio.

Basicamente, você tem a missão de conhecer e colocar no papel, com muita criatividade, o seguinte sobre o seu negócio que está para nascer:

1- Qual sua Proposta de Valor - Para determinar uma proposta de valor para sua loja virtual, pergunte-se: “Por que o cliente deveria comprar de mim?”. Se a resposta não for atrativa, comece de novo. E fique em looping nesta questão até estar pronto para pensar na próxima.

2- Qual o Modelo de Remuneração – Como todo negócio visa o lucro, pergunte-se: “Como vou ganhar dinheiro?”. E trabalhe em cima de um planejamento financeiro que envolva previsão do giro de estoque, os meios de pagamento da loja e suas taxas, cálculo das margens dos produtos, previsão do equilíbrio financeiro e por aí vai. Um amigo, empresário de muito sucesso, me disse: só abra um negócio se você tiver dinheiro em caixa para sobreviver por pelo menos 1 ano sem lucrar. É realmente de se pensar.

3- Oportunidades de mercado – A pergunta que deve ser respondida: “Qual mercado eu quero servir e qual o seu tamanho?”. Seria muito simplista responder: se estou na internet, então meu mercado é o mundo. Vá com calma, determine um mercado mais específico, veja quanto ele pode render, saiba exatamente por qual parte de terra virtual você vai batalhar.

4- Ambiente Competitivo – Olhe para os lados e se pergunte: “Quem mais ocupa meu mercado-alvo, quais suas forças e fraquezas?”. Se você notar que o mercado está saturado ou que as barreiras para entrar nele são intransponíveis, avalie as oportunidades, crie um mercado novo, um especial, um diferente. Ou mude de mercado sem o menor apego emocional.

5- Vantagem competitiva - Nova pergunta que não vai querer calar: “Quais vantagens especiais eu trago para o mercado?”. No e-commerce, eu preciso ser ótimo em três frentes para ter vantagem competitiva: preciso comprar, vender e entregar melhor que meus concorrentes.

6- Estratégia de Marketing – Responda sem titubear: “Como eu vou promover meus produtos/serviços para atrair meu público-alvo?”. Não acredite que só de ter uma loja no ar os clientes irão surgir de todos os lados. Este era o pensamento de quase metade das lojas que foram criadas e fecharam no ano passado! O bacana é saber que é possível promover seu e-commerce sem altos investimentos e ir gradativamente aumentando os investimentos conforme o negócio possibilite. Acompanhe meu blog pois sempre falaremos destas estratégias de marketing por aqui.

7- Estrutura Organizacional - isto é bem amplo. Primeiro, é preciso identificar a plataforma técnica a ser utilizada na loja. Há diversas opções de lojas virtuais bem completinhas e baratas no sistema de aluguel, que você pode contratar pra começar e no futuro migrar para algo só seu, totalmente exclusivo. Também é importante determinar se vai começar já utilizando um sistema de ERP que atenda às necessidades do negócio ou vai iniciar os controles internos em planilhas ou até em papel de pão e no futuro migrar pra algo mais sofisticado. É preciso saber quais profissionais vão ser utilizados na iniciativa, mesmo que seja sua sogra, sobrinho e aquele cunhado que vive te pedindo emprego. Finalmente, precisamos definir bem quem faz o quê, atribuindo responsabilidades, senão vai ser uma festa do caqui.com.

8- Gestão de Pessoas - Essa é importantíssima e por isso ficou para o final. Responda do fundo do seu coração: “Como eu pretendo cuidar do meu capital humano?” – o mercado ainda é muito carente de gente boa de e-commerce, precisamos ter um boa estratégia para lidar com isso. Desenvolver o seu pessoal, fazê-los sentirem-se importantes no processo, vestir a camisa, amar o que se faz… Essa paixão precisa ser despertada e alimentada sempre.

Pois bem… Agora é contigo! Faça a sua lição de casa, trabalhe, planeje e depois festeje.

Autor: Rodrigo Maruxo Peres

Fonte: iMasters

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Faça um Plano de Negócios para montar sua Loja Virtual

Posted by Roberto Camargo On outubro - 26 - 2008

Este artigo não descreve como você deve fazer para criar um Plano de Negócios para montar sua Loja Virtual, para isso existem algumas alternativas, tais como:

O que eu quero passar para vocês é a necessidade de analisar alguns itens importantes que devem fazer parte do seu plano de negócios.

QUE PRODUTO VENDER PELA INTERNET

Um item importante, é definir qual produto vender pela InterNET, mas não falo isso para quem já tem uma empresa e um produto definido, e está apenas iniciando as vendas pelo comércio virtual e sim para aqueles que enxergam uma grande oportunidade, trabalhar com comércio eletrônico.

Minha dica é, inove, embora ainda exista muito espaço para vendas pela InterNET, basta ver a quantidade de internautas ativos no Brasil. A maioria ainda não é um e-consumidor, a maioria ainda não faz compras pela internet, então, mesmo que o número de internautas não cresça, que é impossível de acontecer, o comércio eletrônico mesmo assim tem muito a conquistar. Câmera Digital, Notebook, são produtos que muitos vendem pela InterNet, procure vender produtos específicos de alguma área não muito explorada, ou você quer brigar com a B2W.

Vou citar alguns exemplos interessantes:

www.e-meias.com.br é uma loja virtual que vende assinatura de meia social masculina, isso mesmo,  você assina um pacote e recebe periodicamente meias em sua casa.

Os criadores devem ter se baseado no sucesso do www.blacksocks.com que em 2006 faturou US$ 2 milhões com 30 mil assinantes. Estão errados eles, de jeito nenhum, pena que você não conheceu o blacksocks primeiro né? E se conheceu, pena que não agiu.

Outro site de grande sucesso é o www.woot.com que trabalha vendendo um único produto por dia, começando a ser vendido à 00h01min e quando acabar as unidades disponíveis no estoque, acabam também as vendas nesse dia, pois um produto novo só entra disponível para venda amanhã. E seguindo também esta mesma linha, está prometido para dia 30/11, a inauguração da loja virtual www.LiquidaJa.com.br

TIPOS DE COMÉRCIO ELETRÔNICO

Você precisa escolher com que tipo de comércio eletrônico vai trabalhar, precisa definir entre estes:

  • B2B (empresa x empresa)
    Empresas que vendem apenas para outras empresas.
    Ex: Loja de material para escritório que vende apenas para empresas cadastradas.
  • B2C (empresa x consumidor)
    Empresas que vendem para o consumidor.
    Ex: www.WatchSystem.com.br e www.ActionGame.com.br
    Eu poderia dar exemplos como Americanas.com e Submarino.com, mas sempre vão me acompanhar falando sobre pequenos e médio empresários, certo ?
  • B2E (empresa x funcionário)
    Portais de vendas exclusivo para os funcionários desta mesma empresa.
    Principalmente para você iniciante em vendas pelo comércio eletrônico, o mais indicado é o B2C, mas lógico que depende muito do produto que anteriormente escolheu para trabalhar.

ESTOQUE

Uma certeza você já pode ter, seu cliente, o e-consumidor, tem muuuuiita pressa para receber o produto que ele comprar em sua loja, então, segue algumas observações importantes.

Se você já tem uma empresa e vai vender os produtos que já trabalha com eles, ótimo, pois além de você já ser um comerciante e estar acostumado com reposição de estoque, o produto que você vender na loja virtual, vai estar integrado ao seu estoque da loja física, isso significa que você já deve tê-lo para pronta entrega.

Você que não tem dinheiro para investir em estoque, procure ter uma parceria com seu fornecedor para retirar diariamente o que vendeu pela loja virtual, mas lógico, desde que tenha fácil acesso, e que isso não traga um problema para sua empresa, pois você precisa trabalhar e não ficar parado horas no trânsito de uma grande cidade. E se o produto nem fica em sua cidade, esqueça, vamos para outra opção.

Ter produtos em consignação no estoque é o sonho de toda nova empresa, ter produtos consignados já foi muito mais difícil do que hoje em dia, mas claro, depende muito do tipo de produto que vai trabalhar. É a opção “mais barata” para ter o produto para envio imediato. É necessário muita disciplina quando se trabalha com produtos consignados, pois além de você se tornar responsável por uma certa quantia em valores que não é seu, muitas empresas também “embolam” o financeiro por não prestar contas corretamente ao fornecedor, mas um dia, “a casa pode cair” e então vai ter que devolver os produtos ou pagar por eles.

O ideal é você comprar com sabedoria os produtos que vai vender e mantê-los em estoque, pois muitas vezes nessa compra, você consegue ótimos descontos, fazendo aumentar seu lucro ou se resolver repassar esse desconto ao internauta, pode gerar mais vendas baseadas em preço.

SISTEMAS

Você já escolheu o produto, já decidiu que em tipo de comércio eletrônico vai atuar, já sabe como vai trabalhar com o estoque, e aqui você pode escorregar e brecar o andamento de sua loja virtual.
Existem sistemas gratuitos de loja virtual, onde basta um pouco de conhecimento de programação e sua loja já esta no ar, mas:

  • E o resto?
  • Essa loja é segura para o internauta efetuar um pagamento?
  • Ela atende sua necessidade?
  • Ela tem backup dos dados dos seus clientes?

Não sou contra sistemas gratuitos, mas este assunto precisa ser muito bem analisado.

Meu conselho para um iniciante em vendas pela internet é utilizar um sistema padrão, que serve para a maioria dos tipos de produtos e vocês podem alugar (valor mensal mais alto) ou comprar (valor mensal menor). Um item bem interessante que precisa ser analisado é que geralmente estes sistemas incluem em sua mensalidade, melhorias e atualizações na programação, e isto é muito importante.

Quando sua loja já estiver consolidada, e caso algum detalhe desse sistema padrão lhe incomode, você pode contratar a criação de um sistema baseado na sua necessidade, mas é claro, o custo de um sistema deste tipo pode ser astronômico dependendo a empresa contratada e os detalhes que precisa, mas com certeza vai “cair como uma luva” em seu produto.

EMPRESA

Não pretendo neste artigo me aprofundar neste assunto, mas é claro, você tem que emitir nota fiscal para seu cliente e precisa pensar com calma nestes assuntos:

  • Contador
  • Contrato Social
  • Nota Fiscal
  • Impostos
  • Funcionários

FORMAS DE PAGAMENTO

Uma loja virtual tem que oferecer o máximo de formas de pagamentos possíveis para o internauta, segue a maioria delas com soluções online:

Cartão de Crédito
•     Visa
•     American Express
•     Mastercard
•     Dinners
•     Hipercard
•     Aura

Bancos
•     Itau ShopLine
•     BradescoNet Shopfácil
•     Banco do Brasil
•     Unibanco
•     Caixa Econômica Federal
•     HSBC
•     Banco Real Amro Bank

Financeiras
•     Panamericano
•     Finasa
•     Losango

Gateways
•     PagSeguro
•     Pagamento Digital
•     Pagamento Certo
•     F2B
•     PayPal

Você sendo pessoa jurídica, precisa fazer contratos com cada uma das formas de pagamentos que desejar oferecer para o seu cliente. Junto com cada contrato, vem taxas mensais fixas.

Operadoras de Cartão de Crédito

As taxas fixas variam muito dependendo do banco que você pede o contrato, se você pede o Visa através de um banco que tem algum tipo de parceria com o Visa, pode ser que não tenha uma cobrança mensal.

Recentemente através do Unibanco, conseguimos para um lojista a isenção mensal na taxa do Visa, mas não conseguimos a isenção no Mastercard. Não estou indicando o banco Unibanco e sim constatando o que recentemente conseguimos, podia ser que outro banco isentasse as taxas mensais duas operadoras.

Além da possível taxa fixa, as operadoras de cartão de crédito cobram uma porcentagem sobre cada venda, e essa porcentagem varia de acordo com os produtos que vai vender, mas podemos dizer que na média fica em torno de 4,5%.

Bancos

Oferecer várias contas em banco é interessante quando vai integrar pagamentos por transferência online e não para oferecer mais opções de contas para depósito.

Depósito bancário inclusive é uma péssima opção de pagamento, pois atrapalha muito administrativamente a identificação dos depósitos recebidos. Imagine que você vende CDs e a maioria custa R$ 20,00 e a taxa de entrega para São Paulo Capital fica R$ 4,50, e você num mesmo dia recebe 20 pedidos de 1 cd, que tem a mesmo valor de produto e mesma taxa de entrega. Sua conta bancária acusa 15 depósitos de R$ 24,50 e você tem que descobrir quem pagou. Como identificar o pedido, se o cliente não lhe enviou uma cópia do depósito por fax ou email?

Financeiras

Não é uma das formas de pagamentos mais utilizadas pelas lojas virtuais, mas é uma opção que pode ser muito boa para determinado público que você deseja atingir.

Também gera bastante descontentamento com a loja virtual, pois o se internauta compra utilizando a financeira, e ela não aprovar o financiamento, isso acontece muito, ele fica insatisfeito com a loja, que nada podia fazer.

Gateway de Pagamentos

É uma rápida solução de formas de pagamentos e também gera redução dos custos iniciais de pequenas ou iniciantes empresas.

Firmando um único contrato com algum Gateway de pagamento, você disponibiliza rapidamente para seus clientes, a maioria das formas de pagamentos disponíveis e também oferece o parcelamento de suas compras, com taxas de juros menores do que as das financeiras. Sem burocracia nenhuma, sua loja já passa a disponibilizar todos os cartões de crédito como forma de pagamento para seus clientes.

Nosso próximo artigo será exclusivamente sobre Gateways de Pagamentos.

FORMAS DE ENTREGA

Além da rapidez, é importante nos preocuparmos com os custos que seu cliente terá com a taxa de entrega, por isso, procure fazer o contrato do serviço e-Sedex com os correios, que é uma modalidade exclusiva para empresas que atuam no comércio eletrônico e a taxa de entrega que eles oferecem, é bem diferente do Sedex tradicional. Existem alguns requisitos para firmar o contrato de e-Sedex, e um deles é um consumo mínimo mensal em torno de R$ 600,00 em serviços de entrega.

Você pode oferecer também entrega por motoboy, caso seu produto se encaixe com esse tipo de transporte e se seu sistema de loja virtual permite você configurar uma área limite, pois se efetuarem um pedido vindo de alagoas com entrega por motoboy e sua empresa fica em Curitiba, como fazer?

Entrega por encomenda normal ou PAC são mais baratas dependendo a região, mas demoram muito no prazo de entrega e isso pode gerar insatisfação no seu cliente, pois mesmo sendo ele que escolheu a entrega lenta por ser mais barata, a impaciência vai acontecer.

Muitos tipos de produtos precisam de transportadoras, pois os correios não aceitam todos, levam em consideração o tamanho e peso do produto. Entregar uma geladeira, por exemplo, apenas uma transportadora pode te ajudar.

PUBLICIDADE

Não existe venda sem publicidade, então, não existe loja virtual sem publicidade.

Existem casos e casos, mas uma loja virtual inicialmente nasce para o Brasil e não para seus parentes e amigos comprarem nela, muito menos para seu bairro ou cidade. Não importa se você tem parcerias que divulgam gratuitamente sua loja virtual, se você quer mesmo ter sucesso no comércio eletrônico, faça publicidade “paga” na internet.

Publicidade de loja virtual se faz na internet, que é exatamente onde está o seu cliente.
São diversos os canais de publicidade via internet, e um deles, sempre com certeza se adapta melhor ao seu produto:

  • Servidores de Procura (Google, Yahoo, MSN Live)
    Você não pode ficar fora, mas o resultado…
  • Comparadores de Preço (Buscapé, Zura, Bondfaro)
    Se o seu diferencial é preço, aqui é o seu lugar.
  • Links Patrocinados (Google Adwords, Yahoo Search Marketing)
    Não importa seu produto ou serviço, tudo pode ser anunciado.
  • Banner (imagem)
    Método muito utilizado no início da publicidade na internet, hoje tem um pouco mais força devido também fazer parte dos anúncios em links patrocinados
  • Email Marketing
    Fale com seu cliente sempre, mas com o seu cliente.
    Não faça SPAM, não use cadastros que o email não tenha sido autorizado exatamente para você.
  • Áudio/PodCast
    Muito utilizado para matérias e estudos específicos, gerando divulgação de marca.
  • Vídeo/VideoCast
    Também ganha força através de anúncio em links patrocinados.
    Bastante utilizado para campanhas de marketing viral.

CONCLUSÃO

Aparentemente são muitos detalhes, mas que sem ação, não servem pra nada.

Arregace as mangas e comece a pensar nestas informações que fazem parte de um plano de negócios e analisar como você também vai pegar uma fatia desse sensacional mercado de vendas pela internet.

Autor: Roberto Camargo

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Quando a InterNET funciona, mas a Empresa NÃO

Posted by Roberto Camargo On outubro - 12 - 2008

Leia o texto abaixo, ouça esta mensagem e em seguida curta Reckless com UB40 & Afrika Bambaataa, hit de 1988.

Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.

Quero ao longo deste treinamento, deixar claro que a InterNET funciona, e quando você não está satisfeito com o resultado dela, deve olhar mais para dentro de sua empresa, do que tentar outros caminhos OnLine.

Vou contar rapidamente uma história de grande sucesso no comércio eletrônico, que é a história da B2W.

Em 1999 as Lojas Americanas estavam quase “falindo”, quase seguindo o mesmo caminho das conhecidas Lojas Arapuã, Mesbla, Mappin, G. Aronson e outras empresas do mesmo ramo, mas iniciaram suas atividades online, através de uma Loja Virtual na InterNET. O sucesso rápido e a situação revertida, fez com que a Americanas.com iniciasse um processo de compras de empresas pontocom, como por exemplo, o Shoptime.com em 2005 e a fusão com o Submarino.com em 2006, gerando B2W Companhia Global do Varejo, que hoje engloba as empresas:

  • Americanas.com
  • Submarino.com
  • Shoptime.com
  • Blockbuster OnLine
  • Ingresso.com
  • Submarino Finance
  • B2W Viagens

Vamos voltar mais alguns anos, vamos para 1995 quando Jack London fundou a Booknet, que foi a livraria virtual pioneira em nosso país, que em 1997 seguiu o caminho contrário, a partir do sucesso no mundo virtual, foi para o mundo real, abrindo 4 lojas no Rio de Janeiro. Nós fazíamos o pedido pela loja virtual e a Booknet enviava o livro e junto um boleto para pagamento. Em 1999 a Booknet foi comprada pelo fundo GP Investimentos, eles adquiriram a marca, o domínio, a carteira de 50 mil clientes e a experiência de mais de 4 anos no comércio eletrônico e em novembro do mesmo ano lançaram a maior Loja Virtual de livros, CDs e brinquedos, o Submarino.com, que no seu primeiro mês faturou 1 milhão de reais e conquistou 500 mil clientes em 6 meses.

Em 2006, as lojas virtuais Americanas.com e Submarino.com, recebiam certa de 10 mil pedidos por dia cada uma, e detinham 50% do mercado de comércio eletrônico no Brasil, então chegaram a conclusão de que se hoje 2 + 2 era igual a 4, no futuro, com a fusão, fariam 2 + 2 ser igual a 6, mas no início não foi bem assim.

A Americanas, com cerca de 53% da nova empresa (B2W), impôs suas regras na gestão. Inicialmente acabou com o estilo informal dos funcionários do Submarino, não sendo mais permitido trabalhar de bermuda e chinelo, dentre outros exemplos. Vários funcionários pediram demissão, inclusive metade da Diretoria, que era composta por 6 diretores.

O submarino passou por mais um grave problema, a limitação tecnológica, que culminou numa queda de 20% dos pedidos, caindo para a média de 8 mil pedidos por dia. Em poucos meses, com devidos ajustes de estrutura, a B2W atingiu 75 mil pedidos num único dia.

PUBLICIDADE

Qualquer que seja o seu ramo de atividade, para que obtenha o sucesso que deseja na InterNET, obrigatoriamente você deve investir em publicidade OnLine , pois não adianta você ter um produto ou serviço sensacional, se o internauta não sabe que ele existe.

Não pretendo falar agora sobre técnicas de posicionamento em servidores de pesquisa gratuitos (SEO), como o Google, ou alguma campanha de Marketing Viral, o que preciso deixar claro é que hoje temos diversos canais de publicidade OnLine, tais como Links Patrocinados, Comparadores de Preços e Email Marketing e com certeza um deles se adapta melhor ao seu tipo de produto ou serviço.

Diferente dos tipos de mídia tradicional, o resultado de uma publicidade na InterNET é imediato e geralmente você já pode analisar o resultado em questão de horas.

A InterNET funciona, mas se sua empresa não fizer publicidade para aparecer para o internauta, você não obterá o resultado desejado.

ESTRUTURA TECNOLÓGICA

Existem diversos tipos de plataformas para o comércio eletrônico, mas vejo muitas empresas “testarem” a InterNET, contratando sistemas ultrapassados e que deixam a Loja Virtual com conceitos antigos e mais fora do ar, do que OnLine. A economia no dia de hoje, pode ser muito cara para o dia de amanhã.

O comércio eletrônico não precisa de testes, já está consolidado, e estes testes que alguns insistem em fazer, muitas vezes acabam rapidamente com a reputação das empresas, pois o boca a boca online é muito mais forte, temos diversos canais disponíveis para o internauta reclamar de empresas, e estes são facilmente divulgados pelo Google, experimente digitar o nome de uma empresa no Google e veja a quantidade de sites que falam sobre ela, ou bem ou mal, é muito fácil colocar uma mensagem no Orkut, em algum Blog, ou qualquer tipo de site, e essa informação rapidamente é espalhada pela InterNET.

Comprar pela InterNET usando cartão de crédito, é mais seguro que comprar algo num Posto de Gasolina, falo por experiência própria, pois quando estamos digitando os dados de um cartão de crédito na InterNET, a tela que aparece para a digitação destes dados é apresentada diretamente pela operadora, ou pela VISA, pela REDECARD por exemplo, e quando você envia a informação, esses dados vão diretamente para a operadora e ela retorna apenas um “OK” para a loja virtual, como operação aprovada, ou não aprovada. Isto é, nem o DONO da loja virtual sabe o número do seu cartão de crédito, apenas a operadora que validou a operação.

Infelizmente existem sistemas de comércio eletrônico para loja virtual, que não usam este tipo de transação, tornando a compra insegura para o internauta, e caso este venha ter algum tipo de problema em seu cartão de crédito, ele pode afetar a reputação de sua empresa com mensagens espalhadas pela InterNET e você, “inocentente”, devido a falta de informação, vai ter um problemão pra resolver, o do seu cliente e o seu de credibilidade.

Outro grande inimigo do comércio eletrônico são os sistemas que deixam sua loja virtual fora do ar.

Conforme já falamos, a publicidade OnLine gera resultados imediatos, e independente de sua loja virtual estar funcionando ou não, os internautas estarão encontrando seus anúncios e clicando neles para entrar em sua loja. E caso ela esteja fora do ar, isto faz com que essa publicidade entre pra categoria de custos e não de investimentos, pois o resultado desejado que é a venda, não será atingido devido sua loja virtual estar disponível para o internauta.

A InterNET funciona, mas se você não tiver estrutura tecnológica adequada e moderna, você não obterá o resultado desejado com o comércio eletrônico.

FORMAS DE PAGAMENTO

Já recebi reclamações de “lojistas virtuais”, dizendo que recebem muitas visitas em sua loja virtual, mas essas visitas não resultam em vendas, e um dos principais itens a serem analisados neste caso, é a forma de pagamento que a loja oferece ao internauta, para que ele compre seu produto ou serviço.

Loja virtual que somente aceita como forma de pagamento, depósito em conta corrente, nem devemos considerar que é uma loja virtual, e se for depósito em nome de pessoa física, com certeza essa “empresa” deve repensar sua estratégia OnLine.

Veja como os internautas pagam suas compras através da InterNET:

  • 53% Cartão de Crédito
  • 25% Boleto Bancário
  • 07% Débito Bancário
  • 25% Outras formas de pagamento

Segue formas de pagamentos que já possuem solução Online para serem utilizadas por lojas virtuais, oferecendo mais segurança para os internautas:

  • Cartão de Crédito Visa
  • Cartão de Crédito American Express
  • Cartão de Crédito Mastercard
  • Cartão de Crédito Dinners
  • Cartão de Crédito Hipercard
  • Cartão de Crédito Aura
  • Itau ShopLine
  • BradescoNet Shopfácil
  • Banco do Brasil
  • Unibanco
  • Caixa Econômica Federal
  • HSBC
  • Banco Real Amro Bank
  • Panamericano
  • Finasa
  • Losango

Concordo que é muito burocrático para uma empresa fechar os convênios com as operadoras de cartão de crédito e bancos, mas hoje, temos diversas empresas que nos ajudam com uma solução simples, que é terceirizar as formas de pagamento de sua loja. Elas cobram uma taxa sobre as vendas, geralmente um pouco maior que contratos feitos diretamente com as operadoras, mas oferecem algumas vantagens, principalmente para empresas novas, que estão iniciando não só no comércio eletrônico, mas também como empresas jurídicas.

Empresas indicadas:

  • PagSeguro
  • Pagamento Digital
  • F2b
  • PayPal

Fazendo um contrato único com algumas das empresas acima, geralmente você já tem a disposição do seu cliente, todas as operadoras de cartão de crédito e ainda oferece parcelamento das compras em várias parcelas com ou sem juros.

A InterNET funciona, mas se o internauta não tem uma forma adequada à sua necessidade, para efetuar o pagamento do que ele deseja comprar, você não obterá o resultado desejado com o comércio eletrônico.

ESTOQUE

Se você disponibiliza um produto na loja virtual, você deve obrigatoriamente ter algumas unidades disponíveis para envio imediato aos seus clientes.

Um grande diferencial entre a loja virtual e uma loja física, é a possibilidade de o cliente comprar o produto que ele deseja, e receber rapidamente em qualquer lugar do Brasil.

Conheço inúmeros casos de internautas que compraram um Livro por R$ 20,00 e pagaram R$ 40,00 para receber 2 ou 3 dias depois no interior do Acre, por exemplo. E se você é o vendedor desse livro e não tem ele disponível em estoque?

Utilize sistemas de controle de estoque virtual, mas que controle também o real e se você não trabalha com grandes quantidades em estoque, tenha parcerias com seus fornecedores para ele seja resposto rapidamente, pois seu cliente SEMPRE tem pressa pra receber o que comprou.

A InterNET funciona, mas se você não cumpre os prazos de entrega com o seu cliente, dificilmente ele volta a comprar em sua loja e você não obterá o resultado desejado com o comércio eletrônico.

LOGÍSTICA

A principal forma de entrega de um pedido que podemos oferecer ao internauta que compra numa loja virtual, é o E-Sedex, o Sedex dos Correios exclusivo para o comércio eletrônico.

Os correios disponibilizam uma forma de contrato que beneficia muito o internauta, que é quem paga pelas entregas dos pedidos que ele compra pela InterNET, e caso sua loja ofereça estes valores diferenciados de taxa de entrega, você também pode ser muito beneficiado, pois não é todos, mas muitos internautas escolhem a loja virtual que vai comprar se baseando na taxa de entrega , principalmente se seu produto não é exclusivo, e muitas empresas o vendem.

Segue exemplo da diferença de valores para entrega de pedidos:

300 gramas de São Paulo para Brasília
Sedex R$ 21,50
E-Sedex R$ 7,71

1 kilo de São Paulo para São Paulo
Sedex R$ 10,50
E-Sedex R$ 5,50

São muitas exigências para que sua empresa tenha esse contrato de E-Sedex com os correios, mas o beneficio é muito grande.

A InterNET funciona, mas se você vende o que outras lojas vendem e você cobra mais caro a taxa de entrega, você não obterá o resultado desejado.

ATENDIMENTO AO CLIENTE

EMAIL

Principal forma de contato com seu cliente.

Quando chega uma mensagem do seu cliente ou futuro cliente por email, ela deve ter prioridade total para resposta, principalmente porque muitas empresas ainda “desprezam” a agilidade desta ferramenta e não a utilizam como diferencial no atendimento, demorando horas, dias, semanas ou até mesmo não respondem as mensagens.

TELEFONE

O internauta pode ter muita pressa numa resposta, e vai utilizar o telefone para tirar sua dúvida, então, nunca devemos dispensar e não oferecer este canal tradicional de atendimento ao cliente.

Muitos internautas também utilizam o telefone para verificar “se a empresa existe mesmo”, pois muitas vezes duvidam dos preços oferecidos quando eles forem muito diferentes do mercado.

ATENDIMENTO ONLINE

É muito importante esta solução de contato rápido entre o internauta e sua loja virtual, pois oferecer um “chat” deixa o atendimento, mais rápido que o email e mais cômodo e barato que o telefone.

RECLAMAÇÕES

Atender um cliente não é somente antes de uma venda, é principalmente depois que tenha acontecido algum problema com o pedido dele. Ele nunca deve se sentir desassistido pela sua empresa.

A InterNET funciona, mas se você não atende seu cliente antes ou depois da venda, com certeza não obterá o resultado desejado com o comércio eletrônico.

PÓS-VENDA

Independente se você vende um produto ou serviço, sua venda só esta concretizada quando o internauta pagou, recebeu e está satisfeito com a compra em sua loja virtual.

DICAS

  • Se o internauta tirou uma dúvida, mas não efetuou a compra, procure saber o motivo que o levou a não comprar ou comprar em outra empresa.
  • Se o internauta não pagou o boleto na data de vencimento, ofereça uma nova forma de pagamento.
  • Se a operadora de cartão de crédito não aprovou o pagamento dele, ofereça uma nova forma de pagamento, ou outra bandeira de cartão, ou boleto bancário, que geralmente oferecemos desconto para esta forma de pagamento.
  • Se disponível, envie por email o código de rastreamento da encomenda para que seu cliente acompanhe OnLine onde está seu pedido, mas cuidado, envie antes que seu cliente receba a encomenda.
  • Procure saber a opinião de seu cliente, não só desde o início do processo de compra até o recebimento do pedido, mas também sobre a satisfação com o produto adquirido.

CONSELHO

  • Nunca esteja contente se sua loja tem muitas visitas, ela precisa ter muitos pedidos.
  • Nunca esteja contente se sua loja tem muitos pedidos, eles têm que estar o pagamento confirmado.
  • Nunca esteja contente se sua loja tem muitos pedidos com pagamento confirmado, eles têm que estar entregues.
  • Nunca esteja contente se sua loja tem muitos pedidos entregues, seu cliente tem que estar totalmente satisfeito.

CONCLUSÃO

Não adianta trazer o internauta para sua loja virtual através de publicidade OnLine, se:

  • Sua loja virtual esta fora do ar
  • Se você não oferece formas de pagamento compatíveis com as necessidades dele
  • Se sua taxa de entrega é maior que seus concorrentes
  • Se você não atende prontamente as dúvidas dele
  • Se você não tem o produto para envio imediato
  • Se você não fecha a venda, entregando e deixando seu cliente satisfeito, pronto para efetuar uma nova compra.

Autor: Roberto Camargo

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