Notícias e Treinamentos sobre Comércio Eletrônico

Ex-aprendiz de florista vira dono de floricultura virtual

Posted by Copy Past On janeiro - 18 - 2010
O paulista Clóvis de Souza, de 39 anos, criou sua empresa virtual no ano em que estourou a bolha da internet – e centenas de empresas “ponto com” desapareceram da noite pro dia. A aposta na venda de flores online só ocorreu porque o empreendedor imaginava conhecer o terreno onde estava pisando.
Aos dez anos, começou no ramo como aprendiz de florista e aos 19, abriu sua primeira floricultura, em uma sala alugada na Mooca, zona leste de São Paulo. Tempos depois, passou a distribuir folhetos nas casas da região, ampliando as vendas para bairros vizinhos.
Mas a guinada do ambiente real para o virtual acabou sendo mais complicada do que ele esperava. “Eu sabia tudo de flores, mas não tinha ideia do que era o mercado online”, conta Souza. Para iniciar o negócio, o empresário teve de alugar uma de internet para o processamento das compras, que, nos anos seguintes, mostrou-se insuficiente para atender a demanda.
Também perdeu tempo e dinheiro descobrindo a melhor forma de transportar os arranjos sem danificá-los. Após quatro anos de aprendizado – e alguns tropeços -, a empresa deslanchou. “Construímos uma estrutura própria de tecnologia da informação (TI) e dividimos melhor as tarefas aqui dentro”, diz o empresário, que contratou um consultor para ajudá-lo no trabalho. “Antes, todo mundo fazia de tudo.”
Hoje, a Giuliana Flores é uma das líderes no comércio virtual de flores, cestas e presentes no País. Com faturamento estimado de R$ 11 milhões por ano, a empresa faz 10 mil entregas por mês e já deu origem a duas novas marcas, uma delas voltada somente ao público de baixa renda. As três lojas físicas de Souza, embrião do negócio, respondem atualmente por apenas 10% das vendas.
Além da reestruturação promovida por Souza e seus quatro irmãos, que ajudam a tocar o negócio, parte da evolução da companhia se deve ao desenvolvimento do comércio eletrônico no País. Nos últimos cinco anos, o mercado de vendas online cresceu a uma média de 40%, segundo a e-bit, empresa especializada em informações para o setor. Neste ano, o faturamento dessas companhias deve chegar a R$ 10,5 bilhões este ano. O segmento de flores e cestas responde por 1% a 2% das vendas.
PIONEIROS
Segundo o diretor geral da e-bit, Petro Guasti, as floriculturas online foram um dos setores pioneiros no comércio eletrônico brasileiro. “Na maioria das vezes, são empresas com experiência na área e familiares, cuja segunda geração resolver apostar na internet.” Esse é o caso da Flores Online, principal concorrente da Giuliana, que nasceu por iniciativa de um dos filhos da empresária Fátima Casarini, especializada em decoração para eventos.
Porém, tiveram de lidar com os desafios do crescimento explosivo da internet nos últimos anos, expandindo suas estruturas e se adaptando aos hábitos dos novos consumidores da internet: as classes C e D. “Hoje, 60% das vendas eletrônicas são realizadas por consumidores com renda familiar mensal de até R$ 3 mil reais”, diz Guasti.
Para Souza, o segredo para se manter neste mercado é a busca constante por mudanças. “Todo dia tem uma novidade”, afirma. Atualmente, ele está empenhado em mais um novo projeto: o desenvolvimento de uma resolução para o site, que permita o acesso por celular. “Estimamos que 8% dos clientes acessem a internet pelo telefone.”


O paulista Clóvis de Souza, de 39 anos, criou sua empresa virtual no ano em que estourou a bolha da internet – e centenas de empresas “ponto com” desapareceram da noite pro dia. A aposta na venda de flores online só ocorreu porque o empreendedor imaginava conhecer o terreno onde estava pisando.

Aos dez anos, começou no ramo como aprendiz de florista e aos 19, abriu sua primeira floricultura, em uma sala alugada na Mooca, zona leste de São Paulo. Tempos depois, passou a distribuir folhetos nas casas da região, ampliando as vendas para bairros vizinhos.

Mas a guinada do ambiente real para o virtual acabou sendo mais complicada do que ele esperava. “Eu sabia tudo de flores, mas não tinha ideia do que era o mercado online”, conta Souza. Para iniciar o negócio, o empresário teve de alugar uma de internet para o processamento das compras, que, nos anos seguintes, mostrou-se insuficiente para atender a demanda.

Também perdeu tempo e dinheiro descobrindo a melhor forma de transportar os arranjos sem danificá-los. Após quatro anos de aprendizado – e alguns tropeços -, a empresa deslanchou. “Construímos uma estrutura própria de tecnologia da informação (TI) e dividimos melhor as tarefas aqui dentro”, diz o empresário, que contratou um consultor para ajudá-lo no trabalho. “Antes, todo mundo fazia de tudo.”

Hoje, a Giuliana Flores é uma das líderes no comércio virtual de flores, cestas e presentes no País. Com faturamento estimado de R$ 11 milhões por ano, a empresa faz 10 mil entregas por mês e já deu origem a duas novas marcas, uma delas voltada somente ao público de baixa renda. As três lojas físicas de Souza, embrião do negócio, respondem atualmente por apenas 10% das vendas.

Além da reestruturação promovida por Souza e seus quatro irmãos, que ajudam a tocar o negócio, parte da evolução da companhia se deve ao desenvolvimento do comércio eletrônico no País. Nos últimos cinco anos, o mercado de vendas online cresceu a uma média de 40%, segundo a e-bit, empresa especializada em informações para o setor. Neste ano, o faturamento dessas companhias deve chegar a R$ 10,5 bilhões este ano. O segmento de flores e cestas responde por 1% a 2% das vendas.

PIONEIROS

Segundo o diretor geral da e-bit, Petro Guasti, as floriculturas online foram um dos setores pioneiros no comércio eletrônico brasileiro. “Na maioria das vezes, são empresas com experiência na área e familiares, cuja segunda geração resolver apostar na internet.” Esse é o caso da Flores Online, principal concorrente da Giuliana, que nasceu por iniciativa de um dos filhos da empresária Fátima Casarini, especializada em decoração para eventos.

Porém, tiveram de lidar com os desafios do crescimento explosivo da internet nos últimos anos, expandindo suas estruturas e se adaptando aos hábitos dos novos consumidores da internet: as classes C e D. “Hoje, 60% das vendas eletrônicas são realizadas por consumidores com renda familiar mensal de até R$ 3 mil reais”, diz Guasti.

Para Souza, o segredo para se manter neste mercado é a busca constante por mudanças. “Todo dia tem uma novidade”, afirma. Atualmente, ele está empenhado em mais um novo projeto: o desenvolvimento de uma resolução para o site, que permita o acesso por celular. “Estimamos que 8% dos clientes acessem a internet pelo telefone.”

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E-commerce prevê 4 milhões de novos consumidores

Posted by Copy Past On novembro - 18 - 2009

O comércio eletrônico prevê fechar 2009 com um de R$ 10,5 bilhões e 4 milhões de novos e-consumidores. Na avaliação de Sandra Turchi, superintendente de Marketing da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), a facilidade da classe C em obter cartões de crédito e parcelar suas compras, nos últimos anos, tornou-se um elemento importante para o comércio digital.

Segundo Sandra, o e-commerce é um grande impulsionador de negócios, inclusive entre as Pequena e Micro Empresas (PMEs). “O Brasil apresenta 11,5 milhões de compradores on-line, com um tíquete médio de R$ 323 por compra. Para o Natal, a tendência é que a média chegue a R$ 346″, destaca, acrescentando que os prazos de pagamento são mais longos do que em lojas físicas, o que viabiliza as compras.

Sobre as PMEs, Sandra ressalta que, enquanto 90% das grandes empresas utilizam internet, essa porcentagem cai para 71% no setor. “É fundamental que as PMEs explorem o universo digital. Atualmente, 80% da renda obtida em e-commerce pertencem às grandes empresas do setor. Temos que ampliar sua participação, de 20% a até 30% em 2010″, observa.

O comércio eletrônico apresenta inúmeras vantagens e oportunidades, como significativa redução de custos comparando às lojas físicas, além de estar disponível 24 horas e em qualquer lugar do mundo. Entretanto, há pontos a serem revistos para que os consumidores sintam-se mais à vontade para efetuar compras on-line. Entre eles, a confiança nos serviços financeiros de pagamento, além da segurança e cumprimento de prazos nas entregas.

A possibilidade de comercializações via internet já é considerado um diferencial de empresas entre seus concorrentes. Entretanto, isso não basta: “é necessário inovar dentro do leque de opções, especialmente, as ferramentas disponíveis no website. Isso inclui disponibilidade de catálogos, listagens, suporte técnico, além das redes sociais – a tão comentada . Esses fatores são considerados primordiais para a presença digital, pois seguem uma das principais premissas dos executivos da área, de que “a melhor maneira de encontrar seu cliente é ser encontrado por ele”, finaliza.

Fonte: Investimentos e Noticias

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10 motivos para você não criar uma loja virtual

Posted by Roberto Camargo On novembro - 17 - 2009

Os números do e-commerce no Brasil têm feito não só empresas do mundo físico criarem seu braço virtual na internet, como também têm estimulado muitos brasileiros empreendedores a tentarem a sorte no mundo virtual. Não quero jogar um “balde de água fria” nas empresas ou empreendedores que vislumbram no comércio eletrônico riqueza com pouco trabalho, mas posso citar ao menos 10 bons motivos para não criar uma .

1.

Meu sobrinho “manja” muito de internet e vai fazer pra mim um logotipo e uma simplesinha mesmo.

Cai Fora!

Existem vários sistemas de para você escolher. Próprio ou alugado (polêmicas à parte), escolha um que seja profissional, que passe credibilidade ao internauta e capriche muito no layout.

2. Formas de pagamento

Pretendo oferecer para meu cliente a opção de pagamento “depósito bancário”, no meu nome de Pessoa Física, na minha conta poupança

Cai Fora!

Seu cliente quer pagar com comodidade, no cartão de crédito, preferencialmente. Existem muitas soluções atualmente que ajudam no início de uma , entre elas PagSeguro e Pagamento Digital.

3. Estoque

Sou esperto, vou primeiro vender, receber e depois comprar em seu fornecedor.

Cai Fora!

Para isso você precisa ter um esquema MUITO bem feito com seu fornecedor, para receber o produto muito rápido (em poucas horas) e com a garantia dele que sempre vai ter o produto disponível para pronta entrega, o que nem sempre é possível.

Seu cliente sempre quer receber amanhã. Mesmo que ele ainda nem tenha pago o boleto bancário, ele já acha que você está enrolando e atrasando a entrega.

4. Correio

Não vou fazer um contrato de consumo mínimo mensal de R$ 1.000,00 com os correios só para ter taxa entrega mais barata. Quem paga é o meu cliente mesmo…

Cai Fora!

Confira uns exemplos de valores de entrega:

  • Sedex de 300g. de São Paulo para Brasilia = R$ 21,50
    E
    -Sedex de 300g. de São Paulo para Brasilia = R$ 7,71
  • Sedex de 1kg de São Paulo para São Paulo = R$ 10,50
    E
    -Sedex de 1kg de São Paulo para São Paulo = R$ 5,50

Você pretende conquistar o cliente de outra , oferecendo uma taxa de entrega maior? Existem outras boas opções de empresas que fazem entrega, mas oferecer o no início de sua é uma obrigação com o seu cliente.

5. Atendimento ao cliente

Pretendo responder aos emails dos meus clientes assim que eu chegar em casa à noite, após o meu serviço.

Cai Fora!

Email, chat, helpdesk, telefone e outras formas de atendimento têm que estar à disposição do seu cliente e a resposta tem que ser IMEDIATA.

Se você não atender à necessidade ou dúvida do seu cliente rapidamente, seu concorrente vai atender.

Uma mensagem no orkut ou no twitter contra sua empresa pode ser devastadora se não acompanhada de perto e com ações rápidas.

6. Detalhes do produto

Não tenho foto e texto legal, tô pegando em alguns sites concorrentes.

Cai Fora!

Este item é grande e merece um artigo só dele, pois o cadastro de um produto exige fotos com qualidade, especificações técnicas completas, instruções de uso e, se possível, vídeo.

Os detalhes sobre seu produto devem ser como um vendedor online, ele tem que tirar imediatamente todas possíveis dúvidas do seu cliente.

7. Publicidade “paga

Não vou investir em publicidade “paga“, conheço muita gente que já fez anúncios em e não vendeu nada.

Cai Fora!

Utilizar a ferramenta para criar um anúncio no Google é muito fácil mesmo, mas criar a estratégia do anúncio, o texto e escolher as palavras-chave de forma a investir pouco dinheiro, infelizmente não é para qualquer um, é necessário muito treino e estudo. Contrate um profissional para isso e foque seu trabalho em administrar seu negócio.

8. Publicidade “gratuita

Só vou investir em publicidade “gratuita“, não tenho dinheiro pra jogar fora com anúncios pagos.

Cai Fora!

Atualmente é possível conseguir publicidade gratuita de diversas formas, inclusive as mídias sociais nos ajudam bastante nisso – lógico que se usadas com sabedoria.

Há uma grande que diz que não investe dinheiro em publicidade. Eu discordo disso, pois podemos não investir diretamente no canal de publicidade, mas precisa de alguém para criar e executar as ações de publicidade gratuita.

9. Nota fiscal

Vou começar a vender pela internet e, se der certo, eu abro minha empresa.

Cai Fora!

Ter uma empresa legalizada não é só uma obrigação com o governo, mas principalmente com o seu cliente, que deve e sempre exigirá uma nota fiscal do produto comprado.

10. Planejamento

Acho que todos os motivos acima são bobeira e é perfeitamente possível ter sucesso sem levar em conta estes motivos.

Cai Fora!

O primeiro passo é montar um plano de negócios para sua , mesmo que ele seja simplificado. Veja algumas dicas no artigo “Faça um plano de negócios para montar sua loja virtual”.

Finalizando esse artigo, quero deixar um conselho: CAIA DENTRO!

Trabalhe seriamente, levando em consideração essas dicas, e sua terá tudo para ser um grande sucesso na internet.

Se quer acrescentar um motivo, ou discordar de algum acima, deixe seu comentário.

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Lojas do Bom Retiro entram no Comércio Eletrônico

Posted by Copy Past On julho - 30 - 2009

Nada de metrô lotado, sacolas pesadas nas mãos, congestionamento nas calçadas estreitas do Bom Retiro, em São Paulo, ou receio de assalto no trajeto para casa. Boa parte das peças à mostra nas vitrines da rua José Paulino e das vielas das redondezas, tradicional reduto de comércio de roupas e acessórios, pode ser vista da telinha do computador e comprada pela internet.

É a face no século 21 de um bairro que recebe 70 mil pessoas por dia, número que chega a dobrar na época do . Segundo a Câmara de Lojistas do Bom Retiro, 30% dos 1.200 comerciantes da região já criaram suas lojas virtuais. “Roupas e sapatos, compro pessoalmente. Mas produtos que não precisam de prova, como os jogos de cama, mesa e banho, adquiro pela internet”, conta a coordenadora administrativa Adriana Fernandez de Souza, 37, moradora do bairro de Itaquera, zona leste. “Além de ser mais prático, economizo o que iria gastar de condução.”

No último ano, Adriana acessou oito vezes a internet para consumir em lojas do Bom Retiro. Sua maior compra on-line foi de R$ 500 na PortCasa, que ganhou versão virtual há um ano e meio, quatro meses depois da inauguração do prédio na rua da Graça, paralela à José Paulino.

“É como se o cliente estivesse comprando no Bom Retiro, só que por meio de um clique, de qualquer lugar, a qualquer momento”, afirma Natan Sztamfater, diretor da PortCasa.

A recebe cerca de 320 mil acessos mensais. Cada visitante navega por 11 páginas em seis minutos e o faturamento já corresponde a 50% do registrado pelo endereço físico.

“Em época de crise, as empresas estão buscando alternativas para aumentar o faturamento e o comércio eletrônico é uma boa opção”, diz Pedro Guasti, diretor da e- bit, consultoria que atua no setor de e-commerce nacional. “Enquanto o varejo tradicional não tem expectativa de crescimento neste ano, o comércio virtual deve crescer de 20 a 25%. O faturamento deve chegar aos R$ 10 bilhões em 2009.”

Na mira dos lojistas estão paulistanos que economizam as saídas de casa em nome da praticidade e sacoleiros de todo o Brasil, incentivados a trocar as longas viagens pelas transações via internet.

“Minha estratégia foi atender esse cliente que vinha de longe”, diz Nivaldo Ferreira Junior, dono do BiroShop e vice-presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas do Bom Retiro. “Em vez de ele gastar com comida e passagem, pode consumir mais em produtos. Compra hoje e amanhã está tudo na transportadora.”

Nos primeiros meses, o site do negócio de bolsas e cintos recebia 200 visitas ao mês. Hoje, um ano depois, são mil acessos diários. Não é de uma hora para a outra que a clientela se torna adepta do comércio eletrônico.

Para conseguir atrair e manter esse público, a primeira premissa é garantir segurança ao consumidor. Para isso, não adianta só colocar o site no ar, é preciso ter uma por trás do ambiente virtual que mostre que o empreendimento trabalha com seriedade.

Só na PortCasa, que fatura R$ 600 mil por mês, dez pessoas atuam no call center. Não se trata de um serviço de vendas pelo telefone, mas, sim, um apoio à clientela que ainda não está habituada às compras on-line.

O merece atenção. Com o aumento das vendas, é preciso prever uma quantidade de produtos destinados só aos clientes virtuais, que na hora da compra devem ser informados sobre o prazo de entrega. “Tenho um específico para o site”, diz Nivaldo, do BiroShop. “Trato como uma loja à parte.”

O lojista investiu R$ 40 mil para montar a , somados os gastos com equipamentos e software. Por trás da telinha trabalham 17 funcionários: 12 no call center, 2 separando as encomendas e 3 produzindo fotos dos novos produtos para que o site seja atualizado todos os dias. “Economizo. Uma luva [ponto comercial] custa cerca de U$$ 200 mil [R$ 400 mil] por quatro anos. Um aluguel, cerca de R$ 20 mil mensais”, diz Nivaldo.

Uma pesquisa da mostra que o consumidor aprova a iniciativa. O índice de satisfação na compra on-line é próximo a 86% no país. “Os comerciantes perceberam que vender pela internet é uma possibilidade de ganho, adequaram o site ao cliente e trabalham sério”, diz Pedro Guasti, diretor da consultoria que disponibiliza em sua página a avaliação das lojas virtuais feitas pelos consumidores. Vale uma conferida antes de sair clicando.

Seus direitos

O consumidor on-line tem até sete dias para desistir da compra, contados a partir do recebimento do produto, caso se arrependa do que comprou, mesmo que o produto não apresente defeito. Deve receber todo o dinheiro de volta, inclusive o valor do frete

Em caso de troca, a loja só tem de pagar as despesas com o frete se o produto for diferente do comprado ou apresentar defeito. Quando o cliente realiza uma troca não obrigatória por lei, como a numeração errada de um sapato, é ele quem arca com o frete.

Fonte: BinWoks

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso deferiu o pedido de liminar no mandado de segurança interposto pela BW2 Companhia Global do , para suspender a medida estabelecida pelo governo contra o comércio eletrônico. O Decreto nº 1.949, de 27 de maio de 2009, estabelece que as empresas (sites) que efetuarem venda ao final, ou seja, que não sejam contribuintes do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) no Estado, deverão transferir o produto ao estabelecimento local. Isso para acobertar a venda e a entrega, o que vai assegurar o recolhimento do imposto.

O desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho concedeu a liminar e determinou a notificação contra o governo. Os advogados Jackson Coutinho e Silzomar Mendonça contestam o decreto no que se refere ao valor aplicado de 9% sobre o valor do documento fiscal, caso as empresas descumpram as exigências e de 18% aplicado no volume da mercadoria e a habitualidade.

“Alega que referidos deveres instrumentais não poderiam ser estabelecidos mediante ato infralegal, o que violaria o principio da estrita legalidade, uma vez que o suposto ato coator cria obrigação tributária não prevista em lei”, consta no mandado.

Atualmente, nas operações interestaduais diretamente ao final, o ICMS é destinado integralmente aos Estados onde estão sediadas as empresas que efetuarem a venda da mercadoria. Essa forma de recolhimento do ICMS está prevista na Constituição de 1988, cujo modelo de tributação foi elaborado de acordo com a sistemática econômica da época.

Em 2005, foram efetuadas vendas interestaduais a final de Mato Grosso no montante de R$ 596 milhões, conforme levantamento mais recente da Comissão Técnica Permanente do ICMS (Cotepe) do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).

Fonte: Olhar Direto

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De acordo com o levantamento, 91% dos consumidores que já fizeram compras na Sack´s pretendem voltar a comprar no site.

A Sack´s, maior perfumaria on-line de luxo da América Latina, foi apontada como a mais bem avaliada do Brasil pela , única consultoria da Internet brasileira que mede a satisfação do consumidor em relação às compras on-line. A pesquisa, feita com base na opinião de 48.771 consumidores, avaliou a qualidade dos serviços prestados, , preços, navegação, entre outros quesitos, de mais de 1.500 sites conveniados nos últimos doze meses (abril 2008/abril 2009).

Facilidade de compra, bom portfólio de produtos, informações claras, qualidade de atendimento e navegação foram os pontos mais elogiados pelos clientes, características que colocaram a Sack´s em primeiro lugar no ranking do , com notas acima da média do mercado. Em uma escala de 0 a 5, a loja foi avaliada em 4,4.

“A Sack´s possui um atendimento diferenciado ao consumidor, oferecendo frete grátis, facilidade de pagamento – em até 12 vezes – além de uma linha de produtos da melhor qualidade. Disponibilizamos pronta- e premiamos nossos clientes com amostras grátis, brindes e promoções sempre. São essas características que trazem a satisfação do nosso público, que procura artigos de luxo (perfumes e cosméticos) no melhor canal de compras atualmente, a internet”, analisa Carlos André Montenegro, sócio-diretor da Sack´s.

De acordo com a pesquisa, 91% dos consumidores que já fizeram compras na Sack´s, pretendem voltar a comprar na loja. “Mesmo não pertencendo ao varejo tradicional, que possui ponto-de-venda físico e altos investimentos em mídia, a Sack´s conseguiu se destacar dos demais sites de consumo. Desde 2003, recebe a classificação Diamante do , dada às melhores lojas na opinião dos e-consumidores”, afirma Montenegro. O índice de aprovação quanto à dos produtos também é mais elevado na Sack´s que nos demais sites avaliados, atingindo 84%. Conforme análise da consultoria, a probabilidade de voltar a comprar na loja é influenciada pela satisfação com a no prazo e pelo atendimento ao cliente.

“A principal vantagem da internet está na comodidade e até nos preços oferecidos aos clientes. O usuário não precisa se deslocar para o estabelecimento, gastar combustível e estacionamento, por exemplo, valores que devem ser adicionados ao preço final. Basta um clique e ele terá frete grátis e mais facilidades de pagamento no nosso site. Além disso, é possível encontrar uma variedade de produtos que não estão disponíveis em todas as regiões, o que viabiliza a aquisição por pessoas mais afastadas dos centros comerciais”, diz Montenegro.

Um levantamento interno na Sack´s revela que o público do interior representa 55,1% dos clientes da empresa, movimentando mais de R$ 33,5 milhões no ano de 2008.

As mulheres, porém, são maioria quando o assunto é gênero. Segundo dados , elas representam 78% da participação de compra da Sack´s, contra 22% dos homens. Predominantemente jovem, com idade entre 25 e 49 anos (72%), os consumidores do site possuem maior poder aquisitivo. A média salarial é de R$ 4.133. O grau de escolaridade é também mais elevado, contabilizando 60% de clientes com graduação e pós-graduação.

Para este ano, a Sack´s estima atingir um crescimento de 40% sobre 2008. “A crise mundial, até o momento, influenciou positivamente os negócios da empresa. Nosso maior concorrente é o preço dos perfumes e cosméticos nos Estados Unidos e na Europa. Muitos brasileiros esperam para comprar os produtos em viagens internacionais, porém, com a crise e a alta do dólar, passaram a viajar menos para o exterior e a adquirir mais aqui no Brasil”, explica Montenegro.

Sack´s – Há mais de 25 anos no mercado de perfumes e cosméticos, a Sack´s é a primeira e maior varejista virtual de perfumes e cosméticos da América Latina. A empresa pertence ao Grupo DotCom, detentor também de site de comércio eletrônico Glamour, também pioneira na comercialização de artigos de luxo no Brasil através da Internet.

Todos os itens oferecidos aos clientes são garantidos oficialmente pelas empresas distribuidoras das marcas no Brasil, entre elas: Yves Saint Laurent, Prestige, L´Oréal, Bourjois, Sisley, Lancôme, Biotherm, Giorgio Armani, Ralph Lauren, Cacharel, Christian Dior e Givenchy. | www.sacks.com.br

Fonte: Fator Brasil

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Os principais problemas das lojas virtuais

Posted by Copy Past On maio - 26 - 2009

Após um estudo feito em 15 sites de comércio eletrônico, três especialistas da consultoria Mercedes Sanchez Usabilidade e Pesquisa chegaram à conclusão de que as lojas virtuais brasileiras não vendem tanto quanto poderiam vender. Isso porque, segundo os analistas, elas não seguem princípios básicos de usabilidade, o que atrapalha as vendas.

De acordo com a responsável pela pesquisa, Mercedes Sanchez, alguns sites se preocupam muito com o carrinho de compras e se esquecem que, antes de comprar, o usuário quer ver bem o produto e saber se ele atende às suas necessidades, caso contrário a compra não é concluída.

Confira os principais problemas levantados pela pesquisa presentes nas páginas de produto:

  • Informação – Muitas vezes, as empresas colocam em primeiro plano o que a empresa quer “empurrar” para o cliente: vendas casadas, venda de acessórios, de garantia estendida, etc. A descrição do produto, que é o mais importante para o usuário decidir a compra, fica em segundo plano.
  • Imagens – A maior parte dos sites disponibiliza poucas imagens, muitas vezes pequenas e de baixa qualidade, que não mostram detalhes dos produtos. Como ninguém quer comprar um produto sem ver antes, o usuário vai procurar imagens melhores no site concorrente.
  • Letra – Muitos sites ainda usam letras muito pequenas, com pouco contraste, o que dificulta a leitura de informações essenciais para decidir a compra: características do produto, prazo de entrega, garantia, etc.
  • Navegação – Quando o usuário fica em dúvida do que comprar e quer ver produtos similares, tem dificuldades. Filtros por marca, faixa de preço e características existem em poucas lojas e os menus secundários desaparecem na página de produto.
  • Descrição do produto – Notamos que em alguns casos a informação aparece incompleta, incorreta, com erros de ortografia e de digitação. Há uso excessivo de termos técnicos sem explicação e textos vendedores em detrimento de textos informativos.
  • Cadê o botão de “Comprar?” – Por incrível que pareça, em muitos sites não é fácil achar ou identificar o botão “Comprar”. Ele não tem destaque, fica abaixo da rolagem, e possui formato, ícone ou texto fora dos padrões da web.

Abaixo, as recomendações de Mercedes para evitar esses problemas.

  • Priorize na página o que é relevante para o seu consumidor, assim você aumenta as chances de compra e ele ainda indica o site para outras pessoas.
  • Não empurre todos os produtos ao mesmo tempo. Mostre o caminho para que o consumidor vá sozinho. Deixe claro onde ele está no site e como ele pode ver produtos similares e ir para outras seções.
  • Invista em imagens de qualidade. Elas podem ser um diferencial estratégico. Permita que o usuário amplie, veja todos os detalhes, em diversos ângulos.
  • Capriche na descrição do produto. Use o vocabulário do consumidor para que ele se identifique com o site. Explique os termos técnicos. Cheque se não há dados incorretos ou incompletos. Mostre que o site é confiável.
  • Deixe o botão “Comprar” bem destacado, com forma de botão, sem elementos que possam distrair o usuário, perto do preço, acima da rolagem da página.

Fonte: PEGN


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Giraffas lança e-commerce

Posted by Copy Past On maio - 21 - 2009

Clientes podem fazer seus pedidos pela internet.

O Giraffas, quarta maior rede de restaurantes do Brasil, lança o delivery online. O Giraffone, serviço de da rede até então feito apenas pelo telefone 4003-1515, foi ampliado e agora os clientes podem fazer os pedidos pela internet no endereço www.giraffone.com.br. O link também pode ser acessado pelo ícone “Faça seu pedido pela internet”, disponível no site do Giraffas [www.giraffas.com].

Para utilizar o serviço o consumidor deve escolher um login e uma senha de acesso, preencher um cadastro com seus dados pessoais e o endereço para onde deverá ser encaminhado o pedido. O Giraffas ainda oferece ao consumidor a possibilidade de pedir porções extras ou retirar algum ingrediente do sanduíche, prato ou sobremesa.

Todos os meses o Giraffone atende cerca de 100 mil pedidos de clientes que residem no Distrito Federal, São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás e Rio Grande do Norte. A expectativa da rede é que cerca de 20 a 25% das vendas do delivery passem a ser feitas pela internet.

“O desenvolvimento do site é mais um canal de relacionamento com nossos clientes. Nosso objetivo é ampliar cada vez mais nossos serviços, sempre tendo como foco a comodidade, a conveniência e o melhor ”, afirma Cláudio Miccieli, diretor-executivo do Giraffas.

Atualmente o delivery é responsável por 5% do total da rede e o objetivo do Giraffas é aumentar a participação do serviço para 8% até o fim deste ano. Para isso, além do lançamento do e-commerce a rede realiza ações de marketing em todas as regiões atendidas pelo Giraffone.

Perfil da Giraffas: A rede foi criada em Brasília em 1981 e desde 1991 investe no sistema de franquias, o que permitiu sua expansão para todas as regiões do País. Atualmente conta com 286 pontos-de-venda, entre restaurantes e quiosques, distribuídos em 21 estados e no Distrito Federal. A expectativa da rede é faturar R$ 450 milhões em 2009.

Fonte: Fator Brasil

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86,3% dos brasileiros aprovam o e-commerce

Posted by Copy Past On maio - 14 - 2009

Resultado verificado em abril aponta satisfação dos e-consumidores brasileiros próximo aos patamares verificados nos Estados Unidos

O índice de aprovação do comércio eletrônico pelos brasileiros atingiu 86,3% no mês de abril. O número aproxima o País da média de satisfação verificada no mercado norte-americano.

O resultado, medido no “Índice de Confiança do e-”, da consultoria em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS), do comitê da camara-e.net, revela um pico da satisfação dos consumidores nacionais com o e-commerce.

Nos meses de janeiro, fevereiro e março; o contentamento das pessoas que realizaram compras pela internet transitou em 85,87%, 85,59% e 85,90%, respectivamente.

A avaliação mede o resultado junto a 1,5 mil lojas conveniadas à , na hora da compra e da do produto. Para o índice, mais de 420 mil pesquisas foram realizadas.

Fonte: IT Web

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Dia das Mães no comércio eletrônico de 2005 a 2009

Posted by Roberto Camargo On maio - 8 - 2009

O Dia das Mães é a segunda maior data no calendário do varejo de lojas físicas e também em lojas virtuais.

Segundo a e-bit, em 2008 as vendas on-line no período do Dia das Mães alcançaram R$ 381 milhões com um ticket médio de R$ 328,00.

As vendas on-line nessa época do ano crescem muito mais do que a média anual, em 2006 as vendas cresceram 92% em relação a 2005 e a venda anual cresceu 76%.

No último ano, as vendas no Dia das Mães cresceram 53% e a venda média anual cresceu 30%.

A previsão para 2009 é de R$ 450 Milhões em vendas neste período.

Dia das Mães de 2005 a 2009

A crise não bateu na porta do comércio eletrônico brasileiro, pois neste primeiro trimestre de 2009 crescemos 25% nas vendas on-line, então dá pra imaginar o que podemos esperar para este próximo Dias das Mães.

Sua loja virtual está pronta para contribuir para as estatísticas das vendas neste ano e pegar uma fatia desses R$ 450 Millhões? Se ainda não, vamos te ajudar.

Nas sazonalidades que temos durante o ano, que estimulam muito as vendas, geralmente utiizamos promoções a partir dos 15 dias que antecedem essas datas. Dia das Mães, dos Namorados, dos Pais, das Crianças. Apenas no que é feito diferente, utilizamos os 45 dias que antecedem a data.
O que deve fazer então?

Selecionar produtos específicos para Mães e:

  • Colocá-los em destaque na loja
  • Fazer promoções Especiais, por exemplo: FRETE GRÁTIS
  • Banner destaque na própria loja
  • em Links Patrocinados
  • Boa disponibilidade de estoque
  • Garantia de
  • Forma de pagamento diferenciada
  • Decore o layout de sua loja virtual com o tema

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