Notícias e Treinamentos sobre Comércio Eletrônico

Ex-aprendiz de florista vira dono de floricultura virtual

Posted by Copy Past On janeiro - 18 - 2010
O paulista Clóvis de Souza, de 39 anos, criou sua empresa virtual no ano em que estourou a bolha da internet – e centenas de empresas “ponto com” desapareceram da noite pro dia. A aposta na venda de flores online só ocorreu porque o empreendedor imaginava conhecer o terreno onde estava pisando.
Aos dez anos, começou no ramo como aprendiz de florista e aos 19, abriu sua primeira floricultura, em uma sala alugada na Mooca, zona leste de São Paulo. Tempos depois, passou a distribuir folhetos nas casas da região, ampliando as vendas para bairros vizinhos.
Mas a guinada do ambiente real para o virtual acabou sendo mais complicada do que ele esperava. “Eu sabia tudo de flores, mas não tinha ideia do que era o mercado online”, conta Souza. Para iniciar o negócio, o empresário teve de alugar uma plataforma de internet para o processamento das compras, que, nos anos seguintes, mostrou-se insuficiente para atender a demanda.
Também perdeu tempo e dinheiro descobrindo a melhor forma de transportar os arranjos sem danificá-los. Após quatro anos de aprendizado – e alguns tropeços -, a empresa deslanchou. “Construímos uma estrutura própria de tecnologia da informação (TI) e dividimos melhor as tarefas aqui dentro”, diz o empresário, que contratou um consultor para ajudá-lo no trabalho. “Antes, todo mundo fazia de tudo.”
Hoje, a Giuliana Flores é uma das líderes no comércio virtual de flores, cestas e presentes no País. Com faturamento estimado de R$ 11 milhões por ano, a empresa faz 10 mil entregas por mês e já deu origem a duas novas marcas, uma delas voltada somente ao público de baixa renda. As três lojas físicas de Souza, embrião do negócio, respondem atualmente por apenas 10% das vendas.
Além da reestruturação promovida por Souza e seus quatro irmãos, que ajudam a tocar o negócio, parte da evolução da companhia se deve ao desenvolvimento do comércio eletrônico no País. Nos últimos cinco anos, o mercado de vendas online cresceu a uma média de 40%, segundo a e-bit, empresa especializada em informações para o setor. Neste ano, o faturamento dessas companhias deve chegar a R$ 10,5 bilhões este ano. O segmento de flores e cestas responde por 1% a 2% das vendas.
PIONEIROS
Segundo o diretor geral da e-bit, Petro Guasti, as floriculturas online foram um dos setores pioneiros no comércio eletrônico brasileiro. “Na maioria das vezes, são empresas com experiência na área e familiares, cuja segunda geração resolver apostar na internet.” Esse é o caso da Flores Online, principal concorrente da Giuliana, que nasceu por iniciativa de um dos filhos da empresária Fátima Casarini, especializada em decoração para eventos.
Porém, tiveram de lidar com os desafios do crescimento explosivo da internet nos últimos anos, expandindo suas estruturas e se adaptando aos hábitos dos novos consumidores da internet: as classes C e D. “Hoje, 60% das vendas eletrônicas são realizadas por consumidores com renda familiar mensal de até R$ 3 mil reais”, diz Guasti.
Para Souza, o segredo para se manter neste mercado é a busca constante por mudanças. “Todo dia tem uma novidade”, afirma. Atualmente, ele está empenhado em mais um novo projeto: o desenvolvimento de uma resolução para o site, que permita o acesso por celular. “Estimamos que 8% dos clientes acessem a internet pelo telefone.”


O paulista Clóvis de Souza, de 39 anos, criou sua empresa virtual no ano em que estourou a bolha da internet – e centenas de empresas “ponto com” desapareceram da noite pro dia. A aposta na venda de flores online só ocorreu porque o empreendedor imaginava conhecer o terreno onde estava pisando.

Aos dez anos, começou no ramo como aprendiz de florista e aos 19, abriu sua primeira floricultura, em uma sala alugada na Mooca, zona leste de São Paulo. Tempos depois, passou a distribuir folhetos nas casas da região, ampliando as vendas para bairros vizinhos.

Mas a guinada do ambiente real para o virtual acabou sendo mais complicada do que ele esperava. “Eu sabia tudo de flores, mas não tinha ideia do que era o mercado online”, conta Souza. Para iniciar o negócio, o empresário teve de alugar uma plataforma de internet para o processamento das compras, que, nos anos seguintes, mostrou-se insuficiente para atender a demanda.

Também perdeu tempo e dinheiro descobrindo a melhor forma de transportar os arranjos sem danificá-los. Após quatro anos de aprendizado – e alguns tropeços -, a empresa deslanchou. “Construímos uma estrutura própria de tecnologia da informação (TI) e dividimos melhor as tarefas aqui dentro”, diz o empresário, que contratou um consultor para ajudá-lo no trabalho. “Antes, todo mundo fazia de tudo.”

Hoje, a Giuliana Flores é uma das líderes no comércio virtual de flores, cestas e presentes no País. Com faturamento estimado de R$ 11 milhões por ano, a empresa faz 10 mil entregas por mês e já deu origem a duas novas marcas, uma delas voltada somente ao público de baixa renda. As três lojas físicas de Souza, embrião do negócio, respondem atualmente por apenas 10% das vendas.

Além da reestruturação promovida por Souza e seus quatro irmãos, que ajudam a tocar o negócio, parte da evolução da companhia se deve ao desenvolvimento do comércio eletrônico no País. Nos últimos cinco anos, o mercado de vendas online cresceu a uma média de 40%, segundo a e-bit, empresa especializada em informações para o setor. Neste ano, o faturamento dessas companhias deve chegar a R$ 10,5 bilhões este ano. O segmento de flores e cestas responde por 1% a 2% das vendas.

PIONEIROS

Segundo o diretor geral da e-bit, Petro Guasti, as floriculturas online foram um dos setores pioneiros no comércio eletrônico brasileiro. “Na maioria das vezes, são empresas com experiência na área e familiares, cuja segunda geração resolver apostar na internet.” Esse é o caso da Flores Online, principal concorrente da Giuliana, que nasceu por iniciativa de um dos filhos da empresária Fátima Casarini, especializada em decoração para eventos.

Porém, tiveram de lidar com os desafios do crescimento explosivo da internet nos últimos anos, expandindo suas estruturas e se adaptando aos hábitos dos novos consumidores da internet: as classes C e D. “Hoje, 60% das vendas eletrônicas são realizadas por consumidores com renda familiar mensal de até R$ 3 mil reais”, diz Guasti.

Para Souza, o segredo para se manter neste mercado é a busca constante por mudanças. “Todo dia tem uma novidade”, afirma. Atualmente, ele está empenhado em mais um novo projeto: o desenvolvimento de uma resolução para o site, que permita o acesso por celular. “Estimamos que 8% dos clientes acessem a internet pelo telefone.”

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Por que a Naspers comprou o Buscapé

Posted by Copy Past On outubro - 21 - 2009

Companhia sul-africana pavimenta o caminho para ter negócios na área de convergência de mídias.

A terceira maior transação da história da internet no Brasil, como demonstra levantamento feito pelo IDG Now!, a venda do Buscapé para a sul-africana Naspers, por 342 milhões de dólares, motiva alguns questionamentos sobre o futuro próximo do mercado de comunicação digital no Brasil.

Um deles é a sinalização de que, como consequência da nova condição do Brasil no cenário mundial – visto agora como competidor global relevante – e a boa recuperação da economia nacional diante da crise internacional, o País surge aos olhos dos grupos internacionais como boa opção para investimentos.

Nesse quesito, a área digital tem bons atributos a oferecer, como o rápido avanço da internet no conjunto da população e o perfil  do internauta brasileiro, que adota rapidamente inovações no setor e se mostra um usuário ativo das redes sociais.

Outro fator diz respeito às razões propriamente ditas que levaram a Naspers a adquirir o Buscapé – algo que também guarda relação direta com os fatores citados anteriormente. Um primeiro atrativo para a Naspers no negócio é a possibilidade de, com uma cartada só, obter uma boa atuação na América Latina, viabilizada pelo fato de o Buscapé operar em diversos países da região.

Razões

Uma análise mais atenta do movimento empreendido pela Naspers no País, no entanto, mostrar que a companhia pode estar se preparando para desenvolver negócios relacionados à convergência de mídias, acreditam especialistas ouvidos pela reportagem.

Um dos fatores que justificam a tese é de que há boas perspectivas de combinação de negócios com outra organização com a qual a Naspers está ligada no País, o Grupo Abril – seu braço digital MIH Holdings detém 30% do empresa da família Civita, negociação que resultou na formação da MIH Brazil Participações Ltda. A negociação, fechada em 2006 por 422 milhões de dólares, permitiu o ingresso da Naspers no mercado brasileiro de mídia impressa e eletrônica.

O raciocínio é o seguinte: com o Buscapé, a Naspers tem acesso a uma base consolidada de informações sobre tendências de consumo na área de comércio eletrônico, atributo reforçado com os estudos de consumo na web realizados pela e-bit, empresa controlada pelo site brasileiro de comparação de preços.

Convergência

Somando-se esse ativo às publicações da Editora Abril, a Naspers tem condições de criar estratégias de marketing ou projetos comerciais focados em diferentes segmentos de público, analisa Marcelo Coutinho, professor da FGV e colunista do IDG Now!.

“O banco de dados do Buscapé é um indicador dos desejos de consumo. Surgirá assim um campo promissor quando esse ativo se juntar à capacidade de distribuição de conteúdo em diversas plataformas”, diz Coutinho. “Como exemplo, pense no grande interesse que eventualmente possa ser registrado nas buscas sobre produtos de saúde e beleza, por exemplo. Esse dado pode alimentar combinações de projetos de marketing ou publicidade relacionados às revistas da Abril que atuam nesse setor”, afirma.

“A partir de agora, a Naspers alia, no Brasil, três aspectos importantes: poder comercial, análise de consumo e conteúdo editorial”, reforça Coutinho, que tem entre seus campos de estudo na área acadêmica o modelo de negócios no setor de mídia.

Plataformas reunidas

O sócio-diretor do I-Group, centro de treinamento avançado em técnicas de planejamento e gestão de projetos digitais, Indio Brasileiro, reforça a análise de Coutinho.  “A Naspers demonstra que trabalha com a ideia de convergência de mídias. Basta ver que ela tem agora uma boa plataforma editorial, força de distribuição, comércio eletrônico e marcas fortes”, avalia.

“O modelo do mercado daqui para frente é o da convergência. E, por ter feito aquisições milionárias no Brasil, a Naspers mostra que entra decidida a ser protagonista”, afirma Brasileiro, que no começo do mercado de internet no Brasil foi diretor comercial do UOL e vice-presidente de negócios da StarMedia.

Fonte: IDG NOW

Autor: Clayton Melo

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A partir desta quarta-feira (19) até a próxima sexta-feira (21), as 17 maiores lojas virtuais do país promovem uma mega liquidação com até 50% de desconto em diversos produtos, frete grátis e facilidades de parcelamento. As ofertas estão disponíveis nos sites das lojas e no endereço Detonaweb.

A iniciativa é da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Camara-e.net) e tradicionalmente ocorre no mês de setembro desde 2002. O objetivo da campanha  é movimentar o mercado do varejo online em um período que não possui datas promocionais.

Participam da promoção as seguintes lojas: Americanas.com, Auto Z (portal do grupo DPaschoal), Comprafacil.com.br, eFacil (portal do atacadista Martins), Extra, Livraria Cultura, Livraria Saraiva, Magazine Luiza, Marisa, Ponto Frio, Shoptime, Siciliano, Sack´s, Submarino, TokStok, Videolar e Wal Mart.

Segundo a consultoria de comércio eletrônico e-Bit, o comércio eletrônico cresceu 27% no primeiro semestre deste ano, comparado ao resultado de igual período de 2008, com faturamento de R$ 4,8 bilhões.

De acordo com o e-Bit, livros e assinaturas de revistas e jornais continuam liderando as vendas pela internet, seguidos por produtos de saúde, beleza e medicamentos, de informática, e eletrodomésticos de pedidos.

Fonte: eBand


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Comércio eletrônico deve faturar R$ 405 mi com Dia dos Pais

Posted by Copy Past On agosto - 6 - 2009

O comércio eletrônico deverá movimentar R$ 405 milhões com o Dia dos Pais, segundo previsão da e-bit divulgada nesta segunda-feira. Se alcançado, este resultado será 20% maior do que o verificado no ano passado, quando o faturamento do segmento foi de R$ 338 milhões.

Um dos motivos para o bom desempenho da data é a característica marcante dos filhos presentearem seus pais com produtos de maior valor agregado, como produtos eletrônicos de grande e pequeno porte e artigos de informática, além de celulares.

“No Dia dos Pais, os usuários costumam optar por produtos mais caros, com um investimento maior. Os lojistas podem apostar nesse fator, já que a confiança do consumidor em comprar pela internet está cada vez maior, e trazer ofertas mais atraentes para os filhos que querem presentear seus pais com os melhores produtos disponíveis”, diz o diretor-geral da e-bit, Pedro Guasti.

O valor médio gasto por compra para o Dia dos Pais deve girar em torno de R$ 330. Além disso, a opção de parcelamento mais elástico deve ser, mais uma vez, uma aposta das lojas para alavancar as vendas em comparação ao varejo tradicional. No comércio eletrônico, o consumidor pode parcelar suas compras em até 12 vezes sem juros, com várias lojas oferecendo inclusive isenção de frete para algumas categorias e cidades.

Fonte: Diario do Grande ABC

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Lojas do Bom Retiro entram no Comércio Eletrônico

Posted by Copy Past On julho - 30 - 2009

Nada de metrô lotado, sacolas pesadas nas mãos, congestionamento nas calçadas estreitas do Bom Retiro, em São Paulo, ou receio de assalto no trajeto para casa. Boa parte das peças à mostra nas vitrines da rua José Paulino e das vielas das redondezas, tradicional reduto de comércio de roupas e acessórios, pode ser vista da telinha do computador e comprada pela internet.

É a face no século 21 de um bairro que recebe 70 mil pessoas por dia, número que chega a dobrar na época do Natal. Segundo a Câmara de Lojistas do Bom Retiro, 30% dos 1.200 comerciantes da região já criaram suas lojas virtuais. “Roupas e sapatos, compro pessoalmente. Mas produtos que não precisam de prova, como os jogos de cama, mesa e banho, adquiro pela internet”, conta a coordenadora administrativa Adriana Fernandez de Souza, 37, moradora do bairro de Itaquera, zona leste. “Além de ser mais prático, economizo o que iria gastar de condução.”

No último ano, Adriana acessou oito vezes a internet para consumir em lojas do Bom Retiro. Sua maior compra on-line foi de R$ 500 na PortCasa, que ganhou versão virtual há um ano e meio, quatro meses depois da inauguração do prédio na rua da Graça, paralela à José Paulino.

“É como se o cliente estivesse comprando no Bom Retiro, só que por meio de um clique, de qualquer lugar, a qualquer momento”, afirma Natan Sztamfater, diretor da PortCasa.

A loja virtual recebe cerca de 320 mil acessos mensais. Cada visitante navega por 11 páginas em seis minutos e o faturamento já corresponde a 50% do registrado pelo endereço físico.

“Em época de crise, as empresas estão buscando alternativas para aumentar o faturamento e o comércio eletrônico é uma boa opção”, diz Pedro Guasti, diretor da e- bit, consultoria que atua no setor de e-commerce nacional. “Enquanto o varejo tradicional não tem expectativa de crescimento neste ano, o comércio virtual deve crescer de 20 a 25%. O faturamento deve chegar aos R$ 10 bilhões em 2009.”

Na mira dos lojistas estão paulistanos que economizam as saídas de casa em nome da praticidade e sacoleiros de todo o Brasil, incentivados a trocar as longas viagens pelas transações via internet.

“Minha estratégia foi atender esse cliente que vinha de longe”, diz Nivaldo Ferreira Junior, dono do BiroShop e vice-presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas do Bom Retiro. “Em vez de ele gastar com comida e passagem, pode consumir mais em produtos. Compra hoje e amanhã está tudo na transportadora.”

Nos primeiros meses, o site do negócio de bolsas e cintos recebia 200 visitas ao mês. Hoje, um ano depois, são mil acessos diários. Não é de uma hora para a outra que a clientela se torna adepta do comércio eletrônico.

Para conseguir atrair e manter esse público, a primeira premissa é garantir segurança ao consumidor. Para isso, não adianta só colocar o site no ar, é preciso ter uma estrutura por trás do ambiente virtual que mostre que o empreendimento trabalha com seriedade.

Só na PortCasa, que fatura R$ 600 mil por mês, dez pessoas atuam no call center. Não se trata de um serviço de vendas pelo telefone, mas, sim, um apoio à clientela que ainda não está habituada às compras on-line.

O estoque merece atenção. Com o aumento das vendas, é preciso prever uma quantidade de produtos destinados só aos clientes virtuais, que na hora da compra devem ser informados sobre o prazo de entrega. “Tenho um estoque específico para o site”, diz Nivaldo, do BiroShop. “Trato como uma loja à parte.”

O lojista investiu R$ 40 mil para montar a loja virtual, somados os gastos com equipamentos e software. Por trás da telinha trabalham 17 funcionários: 12 no call center, 2 separando as encomendas e 3 produzindo fotos dos novos produtos para que o site seja atualizado todos os dias. “Economizo. Uma luva [ponto comercial] custa cerca de U$$ 200 mil [R$ 400 mil] por quatro anos. Um aluguel, cerca de R$ 20 mil mensais”, diz Nivaldo.

Uma pesquisa da e-bit mostra que o consumidor aprova a iniciativa. O índice de satisfação na compra on-line é próximo a 86% no país. “Os comerciantes perceberam que vender pela internet é uma possibilidade de ganho, adequaram o site ao cliente e trabalham sério”, diz Pedro Guasti, diretor da consultoria que disponibiliza em sua página a avaliação das lojas virtuais feitas pelos consumidores. Vale uma conferida antes de sair clicando.

Seus direitos

O consumidor on-line tem até sete dias para desistir da compra, contados a partir do recebimento do produto, caso se arrependa do que comprou, mesmo que o produto não apresente defeito. Deve receber todo o dinheiro de volta, inclusive o valor do frete

Em caso de troca, a loja só tem de pagar as despesas com o frete se o produto for diferente do comprado ou apresentar defeito. Quando o cliente realiza uma troca não obrigatória por lei, como a numeração errada de um sapato, é ele quem arca com o frete.

Fonte: BinWoks

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E-commerce para Pequenas e Médias Empresas

Posted by Copy Past On julho - 1 - 2009

Mercado O medo de investir na internet e um novo horizonte se abre para as pequenas e médias empresas. Segundo estudos do e-bit, o comércio eletrônico movimentou R$ 2,3 bilhões no Brasil no primeiro trimestre deste ano, 25% maior em relação ao mesmo período em 2008. No ano passado, o setor movimentou R$ 8,2 bilhões, um crescimento 32% superior em relação a 2007.

Conforme pesquisa da Price Waterhouse Coopers, o investimento mundial em entretenimento e mídia atingirá US$ 1,6 trilhão em 2013, com um ritmo anual de crescimento relativamente moderado, de 2,7%.  O relatório Global Entertainment and Media Outlook, também divulgação esta semana, revela que a migração para o entretenimento digital se acelerará à medida que as empresas buscam por mais eficiência em publicidade e distribuição, em meio à crise, e os consumidores procuram por mais controle sobre o conteúdo e mais valor.

Segundo Leonardo Bortoletto, diretor da Web Consult, especializada em negócios e soluções virtuais em Belo Horizonte, o empreendedor está percebendo a importância da rede mundial de comunicação para vender e que marketing é importante para qualquer negócio, independentemente, do tamanho da empresa.

“Marketing em qualquer ambiente, quer seja no mercado real ou virtual, dá resultados. Na internet, por exemplo, as ações geram um efeito multiplicador e em curto espaço de tempo”, afirma.

A Pizzaria Mangabeiras passou a vender pizzas pela internet desde outubro. Os pedidos chegam a 700 por mês via e-mail, registrando um crescimento de 500% entre dezembro e abril. O investimento da Policenter na internet ampliou a demanda pelos serviços em 30%.

O acesso virtual dos brasileiros cresce diariamente. O Brasil tem 41 milhões de internautas, liderando o ranking mundial de países com o maior tempo médio de navegação, cerca de 24 horas e 49 minutos. Em janeiro, 24,5 milhões de brasileiros utilizaram a rede a partir de conexões residenciais, representando um crescimento de 16% em relação ao mesmo período no ano passado.

O marketing digital ganha espaço entre empresários, de acordo com Bortoletto, porque a internet leva para dentro de casa uma infinidade de oportunidades. Até então, muitas pessoas ainda acham que a rede somente serve para enviar e receber e-mails. Se trocar a casa pelo escritório, as oportunidades triplicam, pois dentro das empresas e de forma estratégica, é possível extrair da internet recursos muito eficientes e baratos para garantir uma comunicação mais eficaz com cliente e consumidor.

“Site por si só não gera negócios. Trata-se somente de um espaço para o internauta conhecer mais sobre a empresa. O endereço eletrônico pode ter mais objetivos que somente informar, como por exemplo ser uma ferramenta para que as pessoas descubram a empresa com um melhor posicionamento em sites de buscas, tendo a opção de comprar e conhecer melhor produtos e serviços”, explica Bortoletto.

Uma campanha de marketing digital começa pelo levantamento do público-alvo da empresa, do que o consumidor precisa, o que o emociona na internet. Já, para quem possui um site, nem sempre é necessário modificar tudo. Afinal, algumas alterações estratégicas de conteúdo podem melhorar os resultados do projeto online.

Autor: Fernando Souza Filho

Fonte: PC Magazine

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Pequenos varejistas se destacam no e-commerce

Posted by Copy Past On junho - 30 - 2009

O comércio eletrônico no Brasil tem apresentado forte crescimento. O segmento registrou taxas de aumento entre 30 e 40% nos últimos anos. Segundo a e-bit, apenas nos três primeiros meses de 2009, o e-commerce brasileiro faturou cerca de R$ 2,3 bilhões, representando um crescimento nominal de 25% em relação ao mesmo período do ano passado.

A confiança que o canal traz ao consumidor e a maior conscientização no ato da compra continuam sendo fatores que contribuem para essa tendência de aumento nas vendas. “Os consumidores estão mais informados a cada dia e orientados a fazerem uma compra com segurança. A tendência é que esse tipo de comportamento continue se alongando nos próximos tempos”, explica o Diretor Feral da e-bit, Pedro Guasti.

Além disso, de acordo com Guasti, enquanto o Brasil não tiver uma taxa elevada de brasileiros com acesso à internet, as chances de aumentar a base de pessoas conectadas são grandes e, consequentemente, de consumidores do e-commerce. O número de pessoas com acesso à internet em casa ou no trabalho é de 44,5 milhões, segundo o IBOPE Nielsen Online.

Long Tail
O cenário para os varejistas on-line, no entanto, agora se mostra um pouco diferente. Pequenos e médios varejistas – o chamado long tail – estão ganhando espaço entre as lojas virtuais. No mesmo período analisado pelo e-bit, estas empresas registraram um aumento de 1,62% em Market Share.

Em geral, o perfil destes varejistas é composto por empresas que buscam oportunidades de crescimento rápido em nichos de mercado. Para isso, atuam em categorias em que as grandes ainda não estão inseridas, como artesanato, cestas de café da manhã, flores, livros técnicos e artigos de moda.

As ofertas de plataformas de tecnologia para o e-commerce com preços acessíveis são um fator importante para o crescimento. Outra ferramenta de destaque são os serviços de apoio oferecidos por sites como o próprio e-bit, que avaliam as empresas e certificam de acordo com a qualidade, o que ajuda a fortalecer a marca e a confiança do consumidor.

Importância do Marketing digital
Um ponto fundamental é o investimento em Marketing. “Lojas pequenas podem investir em serviços de busca e comparação de preços para posicionar seus produtos ao lado de lojas tradicionais”, explica o diretor geral da e-bit em entrevista ao Mundo do Marketing.

Estratégias como investimento em publicidade on-line e e-mail marketing também são importantes, além do acompanhamento de mídias sociais, para mostrar ao consumidor que a empresa está atenta às novas mídias e tecnologias. “É necessário entender qual sua reputação no mercado, acompanhando comentários e reclamações que os clientes deixam na própria rede. Mas também é importante investir em publicidade para que a marca não fique esquecida na internet”, diz Guasti.

Casos de sucesso
Mesmo com o crescimento do pequeno varejo na internet, a participação deles ainda é tímida. Ao todo, estas empresas representam 9,7% do mercado de e-commerce no Brasil. Dificuldades em investir e aguardar o retorno sobre o investimento a médio e longo prazo, além da falta de conhecimento em relação à marca, são os principais problemas enfrentados pelos pequenos e médios varejistas.

Em compensação, este grupo tem como vantagem a velocidade em poder tomar decisões, aplicando uma ideia e vendo o resultado com maior rapidez. “Os grandes muitas vezes têm presença no mundo off-line e acabam entrando em conflito com o canal de vendas tradicional, o que impede que uma ação mais agressiva no canal on-line”, explica Guasti.

A Giuliana Flores, presente desde 1990 no mercado de flores, inaugurou em 2000 a sua loja on-line ao perceber a importância do e-commerce. Hoje, os números mostram o sucesso da empresa. Em 2004 o site registrou 2.300 vendas por mês e este ano já são 10 mil a cada mês. O acesso ao site também cresceu. Há cinco anos eram 60 mil internautas clicando na loja on-line da Giuliana Flores por mês contra 300 mil atualmente.

Investimento no exterior
Um ano após o lançamento do site, a Giuliana Flores fechou parceria com o Bradesco para fortalecer sua marca. Junto com as faturas do cartão de crédito, o cliente do banco recebia um encarte da marca com os produtos, site e telefone. A ação deu tão certo que até hoje a loja faz parcerias do tipo com bancos e seguradoras.

Segundo o diretor da empresa, Clovis Souza, outra ação recente que teve resultado muito positivo foi divulgar a marca em comerciais na Globo Internacional, durante o intervalo da novela das oito. A iniciativa teve como foco os brasileiros que vivem no exterior.

“Tínhamos uma média de 600 visitas (do exterior) por semana. Depois deste comercial, o número passou para 3.900 visitas, com conversão de 6%. O resultado foi tão positivo que estendemos também para o Dia dos Namorados”, diz Clovis Souza em entrevista ao site.

Parcerias
Para fortalecer ainda mais a marca, a Giuliana Flores adesivou as 280 lixeiras do Aeroporto de Congonhas e já fechou parceria para fazer o mesmo no de Cumbica, ambos em São Paulo. Além disso, como diferencial, a empresa trabalha com produtos de grandes marcas como Kopenhagen, Havana, Amor aos Pedaços e Ofner, que acompanham os arranjos de flores.

Prestes a completar um ano e meio no mercado de cama, mesa e banho, a PorCasa também comemora os bons resultados. Por insistência de Natan Sztamfater – hoje diretor da loja on-line – a marca inaugurou sua loja virtual quatro meses depois da abertura da loja física.

“Hoje ninguém abre uma loja de varejo on-line sem o pensamento de aumentar o volume de vendas. A decisão de abrir apenas uma loja e não uma rede foi justamente porque o peso do investimento seria feito no on-line”, explica Natan em entrevista ao Mundo do Marketing.

Presença em redes sociais
Ações de Marketing Digital e a presença nas redes sociais foram responsáveis pelo crescimento da PorCasa. Os investimentos em links patrocinados do Google chegam a R$ 60 mil por mês. O envio de e-mail marketing e a presença em sites como Buscapé e outros comparadores de preço também auxiliam a divulgação da marca.

As redes sociais funcionam como um termômetro para a empresa que acompanha as avaliações dos consumidores sobre a loja. O retorno das ações aparece nos resultados. No fechamento de 2008, a empresa alcançou um faturamento de R$ 2,6 milhões. Para 2009, a estimativa é de alcançar R$ 5 milhões.

Segundo Natan, o site também traz bons resultados para a loja física. Alguns clientes chegam a escolher os produtos pela loja on-line e finalizam a compra pessoalmente. Por outro lado, a valorização da loja física no site favorece a confiança na marca, a partir do momento em que o consumidor percebe que é uma loja “real”, como diz o diretor da PortCasa.

Natan ainda lembra outro fator que garante o sucesso. “Muitas vezes o pequeno varejista sente dificuldade em crescer no e-commerce porque é necessário um investimento forte. Mas para investir às vezes falta um profissional capacitado. Por isso, a PortCasa investe em seus profissionais. Pessoas da equipe participam de treinamentos específicos para que se familiarizem com o mundo on-line”, diz.

Autor: Sylvia de Sá

Fonte: Mundo do Marketing

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E-bit premiará melhores lojas de e-commerce

Posted by Copy Past On junho - 29 - 2009

Prêmio Excelência em Qualidade Comércio Eletrônico B2C será em setembro.

No dia 15 de setembro deste ano, o e-commerce brasileiro conhecerá as melhores lojas do setor durante a sexta edição do “Prêmio Excelência em Qualidade Comércio Eletrônico B2C – 2009″, organizado pela E-bit. Ao todo, serão conhecidas as quinze lojas Diamante, além da melhor loja dessa categoria e as três melhores lojas Ouro, Prata e Bronze.

Para ser indicada ao prêmio de Loja Diamante, é necessário que o varejista tenha a avaliação máxima dos consumidores que preenchem os questionários logo após a compra e também do pós-venda no período de pelo menos trinta dias, no primeiro semestre de 2009. Já a votação para as demais categorias é feita pelo voto popular, no site www.premiacao2009.ebit.com.br entre os dias 01/01/09 e 31/08/09. Para participar é preciso que o usuário seja cadastrado na e-bit (www.ebit.com.br).

O evento, já tradicional no setor, contará com uma competição saudável entre as lojas, em busca da melhor classificação. “A e-bit vem premiando as melhores lojas do e-commerce brasileiro desde 2004 e entregou o Troféu Diamante para 30 lojas nas últimas cinco edições”, afirma Pedro Guasti, diretor geral da e-bit.

Guasti ainda assegura que a premiação desse ano deverá ser ainda mais emocionante, graças às novas categorias concorrentes. “Este ano, resolvemos inovar premiando as três melhoras lojas Ouro, Prata e Bronze, além da melhor loja Diamante, pois entendemos que todas as lojas conveniadas à pesquisa bitConsumidor, independentemente da qualificação da medalha, são as melhores lojas do Brasil”, conta. O executivo acredita que a premiação dessas lojas deve ser reconhecida, já que passa por um rigoroso processo de avaliação: a aprovação do cliente.

Fonte: Cliente SA

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E-commerce faturou 21% a mais no Dia dos Namorados

Posted by Copy Past On junho - 17 - 2009

O comércio eletrônico faturou R$ 393 milhões com o dia dos namorados deste ano. O número representa um aumento de 21% no faturamento em relação ao mesmo período do ano passado, quando o total arrecadado foi de R$ 324 milhões, segundo pesquisa da e-bit.

De acordo com a entidade, o dado é ainda mais otimista diante do desempenho do comércio não vitual na data, que caiu 3,8% em comparação com a mesma ocasião de 2008. “Com um feriado no meio do dia dos namorados, muitos casais deixaram de comprar em lojas físicas, pois estavam viajando. Essa é mais uma vantagem do e-commerce, já que é possível programar suas compras com antecedência, acessando lojas virtuais muitas vezes a centenas de kilômetros.”, afirma Pedro Guasti, diretor geral da e-bit.

O tíquete médio nas compras online também aumentou dos R$ 320 registrados em 2008 para R$ 330. Os produtos mais procurados foram livros, com 17% das compras via web; produtos de beleza, que registraram 14% do total de vendas; eletrodomésticos, com 12%; produtos de informática, totalizando 10% das compras online e, por fim, eletrônicos, que somaram 6% das vendas do e-commerce.

Fonte: PEGN

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De acordo com o levantamento, 91% dos consumidores que já fizeram compras na Sack´s pretendem voltar a comprar no site.

A Sack´s, maior perfumaria on-line de luxo da América Latina, foi apontada como a loja virtual mais bem avaliada do Brasil pela e-bit, única consultoria da Internet brasileira que mede a satisfação do consumidor em relação às compras on-line. A pesquisa, feita com base na opinião de 48.771 consumidores, avaliou a qualidade dos serviços prestados, entrega, preços, navegação, entre outros quesitos, de mais de 1.500 sites conveniados nos últimos doze meses (abril 2008/abril 2009).

Facilidade de compra, bom portfólio de produtos, informações claras, qualidade de atendimento e navegação foram os pontos mais elogiados pelos clientes, características que colocaram a Sack´s em primeiro lugar no ranking do e-bit, com notas acima da média do mercado. Em uma escala de 0 a 5, a loja foi avaliada em 4,4.

“A Sack´s possui um atendimento diferenciado ao consumidor, oferecendo frete grátis, facilidade de pagamento – em até 12 vezes – além de uma linha de produtos da melhor qualidade. Disponibilizamos pronta-entrega e premiamos nossos clientes com amostras grátis, brindes e promoções sempre. São essas características que trazem a satisfação do nosso público, que procura artigos de luxo (perfumes e cosméticos) no melhor canal de compras atualmente, a internet”, analisa Carlos André Montenegro, sócio-diretor da Sack´s.

De acordo com a pesquisa, 91% dos consumidores que já fizeram compras na Sack´s, pretendem voltar a comprar na loja. “Mesmo não pertencendo ao varejo tradicional, que possui ponto-de-venda físico e altos investimentos em mídia, a Sack´s conseguiu se destacar dos demais sites de consumo. Desde 2003, recebe a classificação Diamante do e-bit, dada às melhores lojas na opinião dos e-consumidores”, afirma Montenegro. O índice de aprovação quanto à entrega dos produtos também é mais elevado na Sack´s que nos demais sites avaliados, atingindo 84%. Conforme análise da consultoria, a probabilidade de voltar a comprar na loja é influenciada pela satisfação com a entrega no prazo e pelo atendimento ao cliente.

“A principal vantagem da internet está na comodidade e até nos preços oferecidos aos clientes. O usuário não precisa se deslocar para o estabelecimento, gastar combustível e estacionamento, por exemplo, valores que devem ser adicionados ao preço final. Basta um clique e ele terá frete grátis e mais facilidades de pagamento no nosso site. Além disso, é possível encontrar uma variedade de produtos que não estão disponíveis em todas as regiões, o que viabiliza a aquisição por pessoas mais afastadas dos centros comerciais”, diz Montenegro.

Um levantamento interno na Sack´s revela que o público do interior representa 55,1% dos clientes da empresa, movimentando mais de R$ 33,5 milhões no ano de 2008.

As mulheres, porém, são maioria quando o assunto é gênero. Segundo dados e-bit, elas representam 78% da participação de compra da Sack´s, contra 22% dos homens. Predominantemente jovem, com idade entre 25 e 49 anos (72%), os consumidores do site possuem maior poder aquisitivo. A média salarial é de R$ 4.133. O grau de escolaridade é também mais elevado, contabilizando 60% de clientes com graduação e pós-graduação.

Para este ano, a Sack´s estima atingir um crescimento de 40% sobre 2008. “A crise mundial, até o momento, influenciou positivamente os negócios da empresa. Nosso maior concorrente é o preço dos perfumes e cosméticos nos Estados Unidos e na Europa. Muitos brasileiros esperam para comprar os produtos em viagens internacionais, porém, com a crise e a alta do dólar, passaram a viajar menos para o exterior e a adquirir mais aqui no Brasil”, explica Montenegro.

Sack´s – Há mais de 25 anos no mercado de perfumes e cosméticos, a Sack´s é a primeira e maior varejista virtual de perfumes e cosméticos da América Latina. A empresa pertence ao Grupo DotCom, detentor também de site de comércio eletrônico Glamour, também pioneira na comercialização de artigos de luxo no Brasil através da Internet.

Todos os itens oferecidos aos clientes são garantidos oficialmente pelas empresas distribuidoras das marcas no Brasil, entre elas: Yves Saint Laurent, Prestige, L´Oréal, Bourjois, Sisley, Lancôme, Biotherm, Giorgio Armani, Ralph Lauren, Cacharel, Christian Dior e Givenchy. | www.sacks.com.br

Fonte: Fator Brasil

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