Notícias e Treinamentos sobre Comércio Eletrônico

Os desafios das empresas pontocom

Posted by Copy Past On novembro - 23 - 2009

Eu sou louco? Como manter um projeto na web? Renato Fonseca do SEBRAE inicia a palestra incitando a palestra a dizer quais as principais perguntas do empreendedor web. Conteúdo alternativo vale dinheiro? Claro que sim. O Club Penguim citado pela segunda vez na noite mostra que as crianças estão se tornando um grande público. Para ele, como o serviço é pago, isso já educa as crianças a pagarem pela internet no futuro.

“Necessidade existe, o que precisamos é gerar vantagem competitiva” – Renato

Para Renato, não adianta ficar só nas estátisticas, só existe transferência de informação quando existe confiança e reciprocidade, não é só passar informação pela informação, isso faz toda a diferença na hora de gerar um negócio web. O sucesso é usar as ferramentas da rede a favor da sua empresa, isso envolve gerar crowdsourcing favorável ao produto e fazer com que as pessoas comprem o conteúdo que elas mesmas produzem. Ele cita o Innocentive que aceita ideias e depois recompensa em dinheiro e depois a Camiseteria como case brasileiro.

Deve existir modelo negócio?
Por enquanto não existe repertório com o modelo perfeito de negócios para internet, não tem de onde tirar um histórico, por isso a sua capacidade de experimentação é muito maior.

Fonte: ResultsOn

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Ebook Tudo o que você precisa saber sobre Twitter

Posted by Copy Past On agosto - 27 - 2009

Release Oficial

O que é Twitter? Para que serve? Por que todo mundo só fala nele? Como fazer parte da tuitosfera? Essas dúvidas que muita gente tem, mas não sabia para quem perguntar, agora já podem ser respondidas. Elas estão no primeiro guia online sobre a ferramenta. “Tudo o que você precisa saber sobre Twitter (você já aprendeu em uma mesa de bar)” foi lançado pela Talk Interactive nesta segunda-feira (10/08) por meio do Twitter, é claro (http://www.twitter.com/lets_talk). O conteúdo ficará disponível na internet sob licença Creative Commons, permitindo que qualquer pessoa leia, repasse e ajude a atualizar o livro colaborativamente.

Download em resolução:

Tudo o que você precisa saber sobre Twitter – Baixa 3 MB
Tudo o que você precisa saber sobre Twitter – Média 6 MB
Tudo o que você precisa saber sobre Twitter – Alta 10 MB.

Com 46 capítulos, o livro é dividido em três categorias: Tudo o que você precisa saber; Negócios, jornalismo e política; Uso avançado do Twitter. Trata-se de um manual prático com orientações sobre como encontrar pessoas, o que é seguir e ser seguido e como o serviço pode ser utilizado de forma simples e eficiente. “O Twitter está crescendo muito no Brasil. Cada vez mais, novos usuários entram nesta rede, aumentando sua relevância. Mas as dúvidas sobre o Twitter ainda são muitas. Por isso tivemos a idéia de produzir um manual prático. O material vai ajudar muita gente”, diz Luiz Alberto Ferla (@ferla), CEO da Talk Interactive.

Segundo Ferla, o conteúdo tem ainda importantes dicas para quem deseja utilizar a ferramenta para fins corporativos e até para ações em campanhas políticas.

“O livro vai do básico ao avançado, abrangendo todos os níveis de conhecimento a respeito da ferramenta”

A idéia do livro surgiu e foi desenvolvida dentro da Talk a partir das dúvidas que muitas pessoas têm em entender essa ferramenta e também sobre a dificuldade de muitos tuiteiros em definir o serviço.

“É difícil explicar o que é o Twitter para alguém com noções básicas de uso da Web. Você pode, por aproximação, dizer que é uma mistura de blog e MSN ou pode ser específico e falar que é uma ferramenta para micro-blogagem baseada em uma estrutura assimétrica de contatos, no compartilhamento de links e na possibilidade de busca em tempo real, mas dificilmente isso convencerá o seu interlocutor a usar o serviço”, diz Juliano Spyer (@jasper), redator da obra e integrante do time da Talk.

Prefácio colaborativo

Com mais de 200 mil seguidores no Twitter, ninguém melhor do que Marcelo Tas para prefaciar um livro sobre a ferramenta. Mas a condição para aceitar o convite foi a de que os internautas também participassem da discussão para melhor definir o que é o serviço. Dessa colaboração nasceram pérolas como:

  • O Twitter é para o mundo o que a praça é para uma cidadezinha. @_Jeyson
  • O Twitter é como pátio de hospício, cada um falando “sozinho”, eventualmente alguém responde. @saintbr
  • Não consegui explicar até hoje para o meu chefe. @joycemescolotte
  • O Twitter é uma maquininha de cutucar corações e mentes na velocidade da luz. Em 140 toques ou menos, a imaginação é o limite. @marcelotas

Dados do livro

Título: Tudo o que você precisa saber sobre o Twitter (você já aprendeu em uma mesa de bar)
Criação: Talk Interactive
Páginas: 110
Licença: Creative Commons
Classificação: Twitter, redes sociais, Web, comunicação, tecnologia.

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Como lidar com resenhas negativas no comércio eletrônico.

Posted by Copy Past On agosto - 4 - 2009

A Amazon.com, principal loja de comércio eletrônico do mundo, é responsável por algumas das maiores inovações do ecommerce mundial. Foi a Amazon que difundiu mundialmente o conceito de Resenhas de Clientes. Desde o inicío da sua operação, ao invés de reproduzir o discurso marketeiro das empresas vendedoras para vender os produtos na loja, a Amazon deu preferência a abrir espaço para o consumidores comentarem o que pensam sobre os produtos e ajudar outros consumidores a comprar.

Essa inovação é hoje copiada por centenas de lojas virtuais em todo o mundo. Mas nem todo mundo sabe lidar com resenhas negativas como a Amazon faz.

Na Amazon a publicação das resenhas é imediata. Você entra no web site da Amazon, clica em “escrever uma resenha”, e assim que terminar a sua resenha, você tem o seu comentário publicado automaticamente no site, mesmo que a sua resenha sobre o produto tenha sido negativa.

No Brasil, infelizmente, a coisa não funciona assim. O Submarino, por exemplo, te permite publicar resenhas sobre produtos, mas o site dá a você um prazo de 7 dias para publicação a partir do momento em que você “tentou” publicar a sua resenha.

O medo do feedback negativo é um dos maiores fatores que levam as empresas a evitar a adoção de conteúdo gerado pelo cliente. Entretanto, como você pode imaginar, as críticas negativas são uma excelente maneira de ajudar você a melhorar.

Além disso, as críticas negativas a um produto, ao contrário do que se possa imaginar, tem um impacto positivo sobre as vendas e não negativo.

Como lidar com as resenhas negativas de clientes no seu web site de comércio eletrônico, ou mesmo blog, fórum de discussão ou comunidade virtual?

A censura não é o melhor caminho a escolher. Se você censurar o direito do cliente em expressar a sua opinião, você abre espaço para ele encontrar uma outra maneira de se expressar na internet, e deixar o seu comentário negativo.

O web site Reclame Aqui, por exemplo, é um excelente portal brasileiro onde o consumidor tem a liberdade total de se expressar, e pode utilizá-lo quando quiser, sem qualquer tipo de restrição de publicação.

Os feedbacks negativos dos clientes são um benefício que você não deve controlar.

O melhor que você tem a fazer é participar da conversa.

A experiência da Amazon.com comprova que as críticas negativas a um produto trazem mais benefícios para as vendas do que problemas para o produto ou a marca. A mera presença de comentários negativos no seu web site ajuda a construção de uma imagem transparente para a marca da sua empresa.

Deixa eu compartilhar com você 7 dicas sobre como lidar com as resenhas negativas que eventualmente serão publicadas no seu web site:

1. Não evite feedbacks negativos. Ninguém é perfeito – e nem todos os clientes ficarão satisfeitos com um produto. Se o produto que você está vendendo for realmente bom, você terá um número superior de comentários positivos versus comentários negativos. Esse tipo de transparência aumenta a credibilidade da empresa e do produto e consequentemente aumenta a confiança do cliente em comprar de você. Agora, se o produto tem um número maior de comentários negativos, você não deve evitá-los. Às vezes, a melhor solução é simplesmente parar de vender o produto.

2. Resolva os problemas de feedback negativo com serenidade. A prioridade máxima deve ser: respire com profundidade, conte até 10. Raiva é uma reação natural a contribuições provocativas ou subjetivas, mas a raiva não deve guiar as suas ações.

3. Procure ver a sua empresa do ponto de vista do cliente. Essa maneira de ver as coisas irá ajudá-lo a decidir se o criticismo de quem está te criticando é justificado.

4. Se você receber uma crítica positiva, escreva uma nota de agradecimento. Esse tipo de atitude deixará o cliente muito satisfeito. O importante aqui é participar da conversa com os clientes, seja ela uma crítica negativa ou positiva. O importante é o cliente perceber que você se importa com a participação das pessoas.

5. Se o cliente não está satifeito e você sabe que pode fazer melhor, faça a ele uma proposta que irá convencê-lo do melhor. Exemplo: cupom de desconto ou vale compra.

7. A avaliação negativa da compra é a fotografia de um momento. Não deixe isso atrapalhar o relacionamento que você tem que desenvolver com o cliente. A satisfação e o relacionamento com o cliente são mais importantes do que uma resenha de produto.

Se o seu cliente tem um feedback negativo para te dar, ele irá encontrar uma maneira de compartilhar esse feedback negativo com alguém – o fato de você proibí-lo de fazê-lo é irrelevante. Fingir que não escuta não irá fazer a dissatisfação do cliente ir embora. Abrace as resenhas negativas como uma oportunidade de melhorar a oferta de produtos da sua loja e construir confança com a sua empresa. Resenhas negativas são uma excelente maneira de construir a marca da sua empresa que podemos confiar na era do comércio eletrônico

Fonte: Ikeda

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Lojas do Bom Retiro entram no Comércio Eletrônico

Posted by Copy Past On julho - 30 - 2009

Nada de metrô lotado, sacolas pesadas nas mãos, congestionamento nas calçadas estreitas do Bom Retiro, em São Paulo, ou receio de assalto no trajeto para casa. Boa parte das peças à mostra nas vitrines da rua José Paulino e das vielas das redondezas, tradicional reduto de comércio de roupas e acessórios, pode ser vista da telinha do computador e comprada pela internet.

É a face no século 21 de um bairro que recebe 70 mil pessoas por dia, número que chega a dobrar na época do Natal. Segundo a Câmara de Lojistas do Bom Retiro, 30% dos 1.200 comerciantes da região já criaram suas lojas virtuais. “Roupas e sapatos, compro pessoalmente. Mas produtos que não precisam de prova, como os jogos de cama, mesa e banho, adquiro pela internet”, conta a coordenadora administrativa Adriana Fernandez de Souza, 37, moradora do bairro de Itaquera, zona leste. “Além de ser mais prático, economizo o que iria gastar de condução.”

No último ano, Adriana acessou oito vezes a internet para consumir em lojas do Bom Retiro. Sua maior compra on-line foi de R$ 500 na PortCasa, que ganhou versão virtual há um ano e meio, quatro meses depois da inauguração do prédio na rua da Graça, paralela à José Paulino.

“É como se o cliente estivesse comprando no Bom Retiro, só que por meio de um clique, de qualquer lugar, a qualquer momento”, afirma Natan Sztamfater, diretor da PortCasa.

A loja virtual recebe cerca de 320 mil acessos mensais. Cada visitante navega por 11 páginas em seis minutos e o faturamento já corresponde a 50% do registrado pelo endereço físico.

“Em época de crise, as empresas estão buscando alternativas para aumentar o faturamento e o comércio eletrônico é uma boa opção”, diz Pedro Guasti, diretor da e- bit, consultoria que atua no setor de e-commerce nacional. “Enquanto o varejo tradicional não tem expectativa de crescimento neste ano, o comércio virtual deve crescer de 20 a 25%. O faturamento deve chegar aos R$ 10 bilhões em 2009.”

Na mira dos lojistas estão paulistanos que economizam as saídas de casa em nome da praticidade e sacoleiros de todo o Brasil, incentivados a trocar as longas viagens pelas transações via internet.

“Minha estratégia foi atender esse cliente que vinha de longe”, diz Nivaldo Ferreira Junior, dono do BiroShop e vice-presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas do Bom Retiro. “Em vez de ele gastar com comida e passagem, pode consumir mais em produtos. Compra hoje e amanhã está tudo na transportadora.”

Nos primeiros meses, o site do negócio de bolsas e cintos recebia 200 visitas ao mês. Hoje, um ano depois, são mil acessos diários. Não é de uma hora para a outra que a clientela se torna adepta do comércio eletrônico.

Para conseguir atrair e manter esse público, a primeira premissa é garantir segurança ao consumidor. Para isso, não adianta só colocar o site no ar, é preciso ter uma estrutura por trás do ambiente virtual que mostre que o empreendimento trabalha com seriedade.

Só na PortCasa, que fatura R$ 600 mil por mês, dez pessoas atuam no call center. Não se trata de um serviço de vendas pelo telefone, mas, sim, um apoio à clientela que ainda não está habituada às compras on-line.

O estoque merece atenção. Com o aumento das vendas, é preciso prever uma quantidade de produtos destinados só aos clientes virtuais, que na hora da compra devem ser informados sobre o prazo de entrega. “Tenho um estoque específico para o site”, diz Nivaldo, do BiroShop. “Trato como uma loja à parte.”

O lojista investiu R$ 40 mil para montar a loja virtual, somados os gastos com equipamentos e software. Por trás da telinha trabalham 17 funcionários: 12 no call center, 2 separando as encomendas e 3 produzindo fotos dos novos produtos para que o site seja atualizado todos os dias. “Economizo. Uma luva [ponto comercial] custa cerca de U$$ 200 mil [R$ 400 mil] por quatro anos. Um aluguel, cerca de R$ 20 mil mensais”, diz Nivaldo.

Uma pesquisa da e-bit mostra que o consumidor aprova a iniciativa. O índice de satisfação na compra on-line é próximo a 86% no país. “Os comerciantes perceberam que vender pela internet é uma possibilidade de ganho, adequaram o site ao cliente e trabalham sério”, diz Pedro Guasti, diretor da consultoria que disponibiliza em sua página a avaliação das lojas virtuais feitas pelos consumidores. Vale uma conferida antes de sair clicando.

Seus direitos

O consumidor on-line tem até sete dias para desistir da compra, contados a partir do recebimento do produto, caso se arrependa do que comprou, mesmo que o produto não apresente defeito. Deve receber todo o dinheiro de volta, inclusive o valor do frete

Em caso de troca, a loja só tem de pagar as despesas com o frete se o produto for diferente do comprado ou apresentar defeito. Quando o cliente realiza uma troca não obrigatória por lei, como a numeração errada de um sapato, é ele quem arca com o frete.

Fonte: BinWoks

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ecomchopp

Olá,

Em 03/07 as 19:00hs o consultor Roberto Camargo nos reuniu para conversarmos sobre ecommerce e marketing digital. A proposta é conhecer novas pessoas para troca de informações e construir novos relacionamentos. Tudo isso num ambiente muito descontraído.

Isso mesmo, nosso evento se chama “É com Chopp”, mas todos são bem vindos, os que tomam chopp, os que tomam sucos e os que tomam Coca-Cola como eu.

Se você é empresário ou trabalha com ecommerce ou marketing digital ou é apenas um curioso querendo saber mais, seja bem vindo em nossa próxima reunião mensal.

Local: SubWay do Metrô Ana Rosa (São Paulo)

ESTIVERAM PRESENTES

  1. Abner Rodrigues (www.tmw.com.br) Comércio Eletrônico
  2. Ana Cássia Rocha (www.lopes.com.br) Corretora
  3. Aeron Cezare (www.incremento.com.br) WebDesign
  4. Ailton Marcolino (www.ambienteead.com.br) E-Learning
  5. Eliana Simões (Material de Construção)
  6. Amaral (www.rimeg.com.br) Consultoria Administrativa
  7. André Avelino (www.e-prepag.com.br) Jogos On-line
  8. Anuar Dequech Jr (www.atelierdequech.com.br) Asssessórios para Decoração
  9. Arnaldo Moreira (www.intersystem.com.br) Sistemas
  10. Caroline Oliveira (www.evaeadao.com.br) SexShop
  11. Cândido Assumpção Filho
  12. Chico Montenegro (www.chicomontenegro.com) Design
  13. Claudio (www.2biss.com.br) Gestão de Serviços
  14. Cristiane Botelho (www.captanet.com.br)  Execução de Projetos
  15. Cristina Monteiro (Estudante)
  16. Cristina Rodrigues dos Santos (Nutricionista)
  17. Débora Carneiro (www.actc.org.br) Relações Públicas
  18. Dirce Vieira (www.dircepesquisa.blog.uol.com.br) Pesquisa de Mercado
  19. Eliana Simões Gomes (www.comprecursos.com br)
  20. Fábio (www.2biss.com.br) Gestão de Serviços
  21. Fabíola Lago – (www.casenopapel.com.br) Jornalista
  22. Gabriela Wieler (estudante)
  23. Gustavo Pereira de Lira (hardware)
  24. Herbert Césio Ferreira (www.bitmaxsolucoes.com.br) Soluções Informática
  25. Hector Ortiz (www.hector.com.br) Negócios
  26. Jaqueline Elias dos Santos Silva (Assistente Jurídico)
  27. Jonas Caetano (www.valente.cnt.br) Contador
  28. José Elias (www.quiropraxia.tv.br) Quiropraxista
  29. Jussara Oliveira (www.evaeadao.com.br) SexShop
  30. Ligia Dutra (www.upalupa.com.br)
  31. Larissa Staliano (www.centrodascompras.com) Adm. de Lojas Virtuais
  32. Luiz Ikeda (Representante)
  33. Luiz Henrique Alves Martins
  34. Mara Célia de Paiva Bumerad (quiropraxista)
  35. Malagutti (www.mercadodascompras.com.br) Diretor
  36. Marcos Luiz Macedo Gomes (Transportes)
  37. Marcelo Gomes ( www.qualificando.com.br ) Educação e Tecnologia
  38. Marcos Leme (www.rosalinaleme.com.br) Cursos de Bijouteria
  39. Oldemar Viana (www.atelierdequech.com.br) Assessórios para Decoração
  40. Patrícia Santos (www.tmw.com.br) Comércio Eletrônico
  41. Pedro Souza Rosa (www.casenopapel.com.br) Acadêmico
  42. Renata Mira (www.actiongame.com.br) Loja Virtual Games
  43. Renato Clemente de Oliveira (Empresário)
  44. Ricardo Garcia (www.intersystem.com.br) Sistemas
  45. Roberto Camargo (www.ecommerce.tv.br) Consultor Ecommerce
  46. Rosa Neves (www.captanet.com.br) Execução de Projetos para Internet
  47. Sérgio Leal (www.multi-art.com.br)  Webdesign
  48. Sanmara Isabelly Araújo (Auto Cad)
  49. Sônia Yamane (www.tmw.com.br) Comércio Eletrônico
  50. Tereza Guimarães (www.talkshowidiomas.com.br) Idiomas
  51. Tony Rodrigues (www.tmw.com.br)
  52. Vladimir Francisco (www.imovelweb.com.br ) Consultoria
  53. Valdy (www.actiongame.com.br) Loja Virtual Games
  54. Walterci Ap. Lourenço (WJL Respresentações)

Vídeo
Assista 1h30m de vídeos sobre o evento
http://www.justin.tv/clip/0ad446c692065195

Fotos

4o. Ecomchopp 4o. Ecomchopp 4o. Ecomchopp 4o. Ecomchopp 4o. Ecomchopp 4o. Ecomchopp 4o. Ecomchopp14 4o. Ecomchopp 4o. Ecomchopp v 4o. Ecomchopp 4o. Ecomchopp 4o. Ecomchopp 4o. Ecomchopp 4o. Ecomchopp 4o. Ecomchopp 4o. Ecomchopp 4o. Ecomchopp 4o. Ecomchopp 4o. Ecomchopp 4o. Ecomchopp 4o. Ecomchopp 4o. Ecomchopp 4o. Ecomchopp 4o. Ecomchopp 4o. Ecomchopp 4o. Ecomchopp 4o. Ecomchopp

Depoimentos

Agradecemos a presença de todos!

Rosa Neves
Captanet – Execução de Projetos para InterNET
captanet@ecommerce.tv.br
(11) 2083-2038
(11) 9385-8293

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O “segredo” por trás da venda de um apartamento no Twitter

Posted by Jorge Aldrovandi On junho - 15 - 2009

A receita é bem simples e conhecida.

O marketing estratégico tem como objetivo criar e manter (repito: criar e manter) relações de longo prazo com os clientes. E esta afirmação não decorre apenas de uma percepção ou do senso comum. É o que deve ser feito para ter rentabilidade.

Como ocorreu recentemente com a empresa Tecnisa, com a venda de um apartamento através de um contato originado no Twitter, é preciso ter muito clara a necessidade de administrar duas atividades básicas em qualquer negócio: eventos e processos.

Desenvolver o site, por exemplo, é um evento. A cerimônia de casamento também. Mas, convenhamos que o casamento é um processo contínuo. Devemos alimentá-lo dia a dia, senão, em geral, fracassa.

A estratégia de negócios na Internet (e também fora dela) é um processo, um conjunto de atividades, eventos e recursos interrelacionados de maneira contínua com um objetivo. Em muitos projetos empresariais, este objetivo se chama rentabilidade.

Inclui seu site? Sim, claro. Inclui sua estratégia de posicionamento? Também. Seu blog? OK. Atendimento via chat? Inclui, sim. A identificação e comunicação diferenciada com públicos segmentados? Claro que sim. E, além disso, entre outros: Rastreamento de comentários, mobile marketing,  advergames, redes sociais, objetivos muito claros, monitoramento implacável e ajustes permanentes. Errar e aprender é o nome deste jogo.

Eventos começam, se desenvolvem e acabam. Por exemplo, a promoção de um apartamento através do Twitter de Tecnisa. Mas o que levou a empresa a fazer este “gol de placa” foi a continuidade de seu processo de vendas por Internet, entre outras razões.

Em minha experiência como diretor de Babel-Team, são necessários em média entre 30 e 40 mensagens para que um desconhecido se transforme em cliente. E para fidelizá-lo, bastante mais.

Na onda dos blogs empresariais já ouvi: “… criamos um blog, já colocamos 3 posts e não aconteceu nada. Isto não funciona”. Conheço empresas que desistiram logo no primeiro post.

Se quisermos ver nosso negócio crescer, precisamos ter, necessariamente, um olhar de longo prazo com nossa estratégia de marketing.

“Sacadas” são legais. “Viraizinhos” também. Mas, acredite, por si sós, não garantem o sucesso de sua estratégia de negócios.

Como eu disse no início, o marketing estratégico tem a ver com a construção de relações de longo prazo com seus clientes. Com certeza, essa é a “inteligência” das pessoas de Tecnisa, por trás da venda de um apartamento através do Twitter. Um processo de marketing que teve início em 2001.

Mas nada melhor que uma apresentação que Roberto aLoureiro, Gerente de Mídias Sociais da Tecnisa, fez no SMB (Social Media Brasil) para explicar como “ajudar o consumidor a comprar” lhes permitiu não só serem os primeiros a vender um apartamento via Twitter, mas também chegar a 27% de participação no faturamento total das vendas por Internet em 2008.

Como você poderá observar na apresentação, isso foi muito mais o resultado de um processo consistente de marketing online e não apenas produto de uma sacada genial.

Como diz o colega Josh Gordon é necessário “separar o biz do buzz”.

Links:
Babel-Team: http://bit.ly/bRCj8
SMB: http://bit.ly/WXH5t
Tecnisa: http://bit.ly/E-commerce
Jorge Aldrovandi: http://bit.ly/huAVD

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Como a Tecnisa vendeu um apartamento de R$ 500 mil pelo Twitter

Posted by Copy Past On junho - 9 - 2009

A consolidada presença on-line da Tecnisa, marcada pelo pioneirismo na adoção de novas formas para relacionar-se com seus Stakeholders, acaba de atingir um novo marco: a 1ª venda de um apartamento pelo Twitter no mercado imobiliário brasileiro.

O uso do Twitter pela Tecnisa não é recente. Desde fevereiro de 2008, o site é utilizado para informar os seus seguidores a respeito dos lançamentos, informações corporativas e de mercado, fazendo parte da presença da Tecnisa nas redes sociais, que também conta com o Facebook, Orkut, SlideShare, MySpace, Youtube, Flickr, Linkedin, Google Maps e o próprio blog corporativo, que já está no ar há 3 anos.

Porém, o crescimento de seguidores da empresa no Twitter, que atingia 357 pessoas no final de abril, motivou a divulgação de uma promoção exclusiva para Redes Sociais. Ao clicar no link www.tecnisa.com.br/promocional, o usuário seleciona os imóveis de interesse e, ao comprá-lo, recebe R$2.000,00 em vale-compras, além de armários planejados.

Em 30 dias com a promoção no ar, foram 27 solicitações de interesse em imóveis atendidos pelos corretores da Tecnisa. Entre as negociações em andamento, Roberto N. (que não quer ser identificado), fechou a aquisição do imóvel Verana, no Alto da Lapa, na última sexta-feira.

Seguidor da Tecnisa desde janeiro deste ano, ele se cadastrou e enviou uma solicitação de interesse em 28 de abril: “Era o estilo de apartamento que eu estava procurando, na região que eu e minha esposa queríamos. E nós nunca tínhamos visto a obra ali”, diz Roberto N., executivo da área de tecnologia de uma empresa em São Paulo.

“Provavelmente este é o produto mais caro vendido pelo Twitter no mundo. E, com certeza, é a primeira venda concretizada por uma empresa do segmento da construção civil, utilizando redes sociais. Esta conquista inédita fortalece nossa estratégia de divulgação on-line dos imóveis. Afinal, conseguimos um excelente resultado com um baixo investimento”, afirma Romeo Busarello, diretor de Marketing da Tecnisa.

A divulgação deste feito na última quinta-feira, pelo próprio Twitter, recebeu mais de 140 comentários em 24 horas. Agora, a novidade também ganha a mídia impressa, como a matéria do jornal Valor Econômico, com a entrevista do comprador em primeira mão.

Veja a matéria do Valor Econômico na integra, aqui.

Abaixo, a apresentação com todos os passos deste case:

Case Tecnisa TwitterAutor: Denilson Novelli

Fonte: Blog Tecnisa

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“O setor que mais utilizou a internet no Brasil foi o setor bancário”, afirma Jack London

Economista, empresário e escritor, Jack London foi o primeiro a entrar no e-commerce no Brasil criando o site Booknet. Sua frase mais famosa – “No século 21 a ignorância será uma opção e não mais uma condenação” – traduz bem o clima de seu palestra durante a 13ª Convenção do Comércio e Serviços do Rio Grande do Norte, realizada semana passada em Natal. Com bom humor, o palestrante trouxe para a plateia de empresários as expectativas do comércio eletrônico para os próximos anos e apresentou formas de como o varejo poderá se utilizar (e já se utiliza) de recursos que a internet oferece. Um exemplo disso é o Twitter, sistema de micro-blogging, que já é utilizado por diversas empresas para divulgar promoções e produtos. Para London, o comércio tradicional como ele existe hoje vai mudar. As lojas vão acabar? Não. Mas quem não entender que este é um momento de transformação da forma de vender está fadado a sumir. E não só o varejo será afetado pela tecnologia que avança cada vez mais rápido: a política, a educação. Telefone fixo, aparelho de fax, CDs e DVDs são exemplos de instrumentos citados por ele que desapareceram ou vão desaparecer com a evolução de novos meios tecnológicos. Nessa entrevista à TRIBUNA DO NORTE, Jack London fala sobre o panorama mundial da internet e como ela vai revolucionar cada vez mais a vida dos consumidores e empresários.

No momento em que se fala o tempo todo em crise econômica, com a revolução tecnológica o comércio tradicional também entra em crise?

Eu acho que essa crise que estamos vivendo tem dois lados. A gente percebe isso com a forma dos chineses se expressarem: o ideograma deles para a palavra crise é “caos” mais “oportunidade”. Ou seja, toda crise desse tamanho também traz muitas oportunidades. A gente sempre vive crises, vamos viver, a vida é assim. Mas as oportunidades que nascem depois delas são muito grandes. E acho que uma das oportunidades que temos agora é repensar a nossa maneira de ver o mundo e como a gente organiza o mundo dos bens e serviços. Estávamos chegando no limite da depredação de meio ambiente, da incapacidade de compreendermos e imaginarmos a continuidade. Uma economia eminentemente baseada no crescimento é um ideia absolutamente destrutiva. Não pode haver crescimento permanente, ilimitado. Então, nessa retomada da economia, a a utilização dos meios tecnológicos vai ser vital. Você vai ver cada meio sendo usado. O comércio eletrônico vai crescer muito e a utilização dos equipamentos será cada vez maior. Gente que mesmo hoje estava fora do comércio eletrônico, na hora que essa crise começar a se transformar em oportunidade vai verificar que a maneira como trabalha, como aborda o mundo, vai precisar cada vez mais dos meios eletrônicos.

Mas então as lojas físicas como conhecemos hoje e os centros de consumo como os shoppings estão fadados a acabar?

Não. Não vão acabar, não. Eu sustento a tese de que nada vai acabar. Por exemplo, o teatro. Até o começo do século 19, nenhuma pessoa saía de casa no Brasil para se divertir se não fosse para ir ao teatro. Você pega as estatísticas e vê que 100% dos brasileiros, principalmente nas grandes cidades, saíam de casa para ir ao teatro. Por quê? Porque só havia o teatro. Aí veio o cinema, a primeira tecnologia industrial. Muita gente disse o seguinte: “Quando o cinema se impuser, o teatro acaba”. O teatro não acabou. Mas ele mudou. Ele se tornou uma forma de entretenimento marginal. No Brasil hoje, por exemplo, menos de 0,5% das pessoas que saem de casa para se entreter vão ao teatro. Mas o teatro acabou? De jeito nenhum. Mas é o mesmo que era antes? Não é mais. Vamos dar exemplos de algumas coisas que já impactaram no comércio. Vou citar um modelo de comércio que são as lojas de linha branca. No Rio de Janeiro e São Paulo, temos a Lojas Americanas. Como era o modelo delas antes da internet? Era sinônimo de grandes lojas, de 2 mil, 2,5 mil, 3 mil metros quadrados, com milhares de mercadorias lá dentro. A Lojas Americanas não abre uma unidade desse tamanho há dois anos. Eles agora criaram um modelo que se chama Americanas Express, que já tem em Recife. É uma loja de 400 metros com uma placa enorme na parede dizendo: “200 mil produtos você encontra no nosso site na internet”. E aí a loja tem uma bateria de computadores para você comprar esses 200 mil produtos. Acabou o modelo da Lojas Americanas? Acabou a Lojas Americanas? Não. Mas é outra, mudou. 30% das vendas são feitas pela internet.

Quem não mudar então está fadado a sumir?

Sim. Os shoppings que você perguntou. Eles vão ser cada vez mais entretenimento e alimentação. Entretenimento de qualidade. Os cinemas atuais também vão todos morrer porque só existirão salas 3-D. Hoje temos condição de produzir uma imagem de tela grande em casa, mas ainda não temos 3-D. Lojas de produtos serão cada vez menos. Esse fenômeno a gente já vê em Rio de Janeiro e São Paulo. Há vários shoppings que passaram de lugares de lojas para áreas de entretenimento e alimentação. A única coisa que a internet não mexe hoje é a alimentação. Isso porque ainda não dá para gente comer virtualmente. Mas qualquer dia alguém descobre como é que faz isso.

O senhor cita grandes centros como o Rio de Janeiro e São Paulo. Mas no Brasil como um todo o comércio eletrônico já é uma ferramenta bem difundida?

Sim, com certeza. Existe um site chamado E-bit que dá as estatísticas de comércio eletrônico do Brasil inteiro. Existem alguns itens em que 60% das vendas já são feitas pela internet. Sabe quais são as cidades que mais compram hoje pela internet? Não são as grandes. São as médias. Campinas (SP), por exemplo, é campeã brasileira de compras pela internet. Mas isso é fácil explicar: o morador de classe média para alta, instruído, com recursos. Mas o comércio de Campinas não tem a mesma qualidade de produtos que o comércio de São Paulo, capital. Então aquele cidadão tem o mesmo padrão de consumo da capital, mas não tem o produto para consumir ali. Ele então vai buscar o que procura na internet. Campina Grande, na Paraíba, tem um índice enorme de compras pela internet. Brasília é uma coisa impressionante (em matéria de comércio eletrônico). É curioso isso. E esse hábito está se espalhando pelo país.

Essa é uma tendência mundial. Mas quais vantagens do comércio eletrônico hoje tanto para quem compra quanto para quem vende?

Para quem vende é uma redução de custos monumental. Quando a gente fala em comércio eletrônico a gente sempre fica na cabeça com a ideia de calças, camisas, relógios, produtos. Mas o setor que mais utilizou a internet no Brasil foi o setor bancário. São transações eletrônicas comerciais. Sabe quanto do movimento bancário do brasileiro hoje é feito pela internet? 78%! Os bancos mudaram suas vidas e de seus clientes. Aquela coisa da ação presencial no banco está se acabando. Cada vez mais as pessoas vão menos ao banco, os bancos são cada vez menores, são cada vez menos agências de bancos. E o estímulo que o banco te dá para que seja utilizada a internet ajuda nessa mudança de perfil. Há produtos que, se você fizer a transação pela rede, a taxa que você paga é metade da que você teria. Os bancos reduziram a quantidade de funcionários. Eram 600 mil bancários e hoje são 405 mil.

Em sua palestra durante a 13ª Convenção do Comércio e Serviços, o senhor citou algumas ferramentas bem atuais da tecnologia como é o caso do Twitter.

Como uma empresa varejista pode se utilizar de um meio como esse hoje?

É muito simples. É só entrar no site, se cadastrar e começar a fazer ofertas na rede pelo Twitter, por exemplo. Descrever o funcionamento da loja, inserir ofertas. Ao invés de inserir suas notícias pessoais, você insere as notícias da loja.

Existem exemplos desse uso do Twitter aqui no Brasil e que esteja sendo bem sucedido?

Sim. Temos vários que têm funcionado muito bem. Grandes jornais já estão todos no Twitter, as revistas, alguns magazines. Se não me engano, o Ponto Frio já está no Twitter. Acaba virando uma coisa comercial. Você cria lá o perfil: “Este é o Twitter do Ponto Frio” e coloca: “Nas próximas duas horas, nas lojas de não-sei-onde vai ter um desconto de 70% nos produtos. Tem que dizer que entrou no Twitter”. Pronto e aí, vai…

Então as empresas vão cada vez mais utilizar esses serviços para se beneficiar e crescer?

Sim. Daqui há dez anos, não haverá política sem internet. A próxima eleição já será altamente influenciada pelo uso da internet. O exemplo do (Barack) Obama está se espalhando pelo mundo inteiro (Durante a eleição presidencial nos Estados Unidos, o atual presidente utilizou o Twitter como uma de suas ferramentas do pleito não só para que os eleitores o “seguissem” no site, mas também para arrecadar fundos para sua campanha). A capilaridade que a internet permite em termos de adesão, em termos de coordenar as coisas é enorme. Hoje se pode fazer um comício pela internet para um bilhão de pessoas.

Essa tecnologia e mudanças são positivas na sua opinião para o comércio?

Acredito que são muito positivas, sim. Elas cada vez trazem mais bolsões de pessoas para participar do consumo. O que era o comércio no Brasil há 20 anos? Era um comércio de elite só. Apenas uma alta camada da população comprava. O que era a educação há 20 anos? O que era a política? E por aí vai. A tecnologia no caso ela é mero instrumento. Ela não muda nem a política, nem as ideias nem a forma de governar. Há quem ache por exemplo que a política termina com a corrupção. A gente vê isso nos jornais o tempo todo. Ela não termina com a corrupção. A corrupção é do ser humano. É como a internet que também pode ser um instrumento para combatê-la. É o exemplo de ONGs que mantém sites como o Contas Abertas. Quando que um cidadão ia ter acesso a uma informação daquelas? Quero saber quanto o governo do Amazonas gastou no último ano com estradas: ele coloca na tela em um instante como informação. E o que é isso como instrumento de pressão política?

Mas essa tese de que a internet permite um acesso maior da população às informações, não se torna falha quando a gente sabe que poucos lares brasileiros estão ligados à rede hoje?

Essa frase também está ficando antiga. O acesso maciço da internet não será mais por essas maquininhas que estão em nossos lares. Será por outra que carregamos no bolso (celular). Praticamente todos os brasileiros têm celular, todos! É normal. Em Portugal, cada cidadão tem dois aparelhos, em média. Na Coréia do Sul, são três. Agora daqui há três anos, o aparelho celular que eu carrego vai virar lixo. Como já virou na Coréia, como já virou em Portugal. E os celulares no futuro sairão de fábrica com acesso à internet.

O senhor não acha que as pessoas acabam perdendo sua privacidade no meio de tanta tecnologia?

Sim, perde. Se você quer conhecer mais, ao mesmo tempo você precisa ser mais conhecido. As pessoas têm que saber quem você é. Não adianta mentir e dizer que não perde privacidade com esse mundo digital.

Mas com isso o senhor acha que mais à frente as pessoas podem ter uma tendência de retorno para buscar mais privacidade?

Sim, claro. Podem haver grandes dificuldades. Mas isso acontece cada vez que você lida com tecnologia. Você sabe mais que seu pai; seu pai sabe mais do que sabia seu avô. É um caminho

Autor: Vinícius Albuquerque

Fonte: Tribuna do Norte

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Sua empresa deve estar no Twitter?

Posted by Copy Past On junho - 4 - 2009

Rede social pode ajudar no contato com clientes e na divulgação da sua marca.

Se você ainda não conhece o Twitter, pode estar perdendo uma oportunidade e tanto de utilizar a ferramenta em benefício dos negócios de sua empresa.

Para ter uma idéia do que estamos falando, o número de internautas residenciais brasileiros que visitou serviço de microblogging pulou de 344 mil em fevereiro deste ano para 677 mil em março, aumento de quase 97%, segundo dados do Ibope Nielsen Online. Esse contingente representa 2,7% dos internautas residenciais do Brasil, que somaram 24,8 milhões em março.

A rede social Twitter, criada há mais de três anos, ganhou relevância a partir do segundo semestre de 2008. Trata-se de um serviço de microblogging que publica mensagens de até 140 caracteres produzidas por usuários cadastrados. Tais mensagens são lidas por seguidores (ou followers como o Twitter os denomina) que, voluntariamente, optam por acompanhar o conteúdo publicado por um determinado usuário.

Ainda gratuito (a empresa afirma que lançará uma modalidade paga dele ainda em 2009), o Twitter tem sido utilizado também por empresas como forma de transmitir informações sobre produtos e serviços e também acompanhar o que clientes falam a respeito dela.

O instituto Forrester Research elaborou um estudo para avaliar a importância e os benefícios da rede social para as empresas e que levou em conta alguns dos fatos mais relevantes do Twitter.

Enquanto grande parte das redes sociais é tomada por adolescentes, o grupo que concentra o maior número de usuários no Twitter é formado por pessoas entre 35 e 49 anos, que compreendem 42% do público. O segundo maior contingente (20% do total) é formado por usuários entre 25 e 34 anos. Trata-se de uma audiência qualificada e com poder de decisão nas famílias.

O segundo elemento a ser levado em conta é a forma como os usuários passam a seguir as companhias. No Twitter, o inscrito só visualiza conteúdo gerado pelos usuários que ele segue, o que significa que quem recebe a mensagem optou por fazer (ao escolher seguir um determinado usuário ou empresa) e, justamente por isso, está mais disposto a encaminhá-la para sua própria rede.

A facilidade e a informalidade que permeiam a rede social, contudo, não dispensam o planejamento prévio por parte da empresa que queira usar o Twitter profissionalmente. O Forrester recomenda a análise de quatro vetores: pessoas, objetivos, estratégia e tecnologia.

Pessoas: O Twitter só faz sentido para a empresa se os clientes (atuais e potenciais) fazem uso da ferramenta. Por isso é necessário compreender como eles utilizam a rede e de que forma influenciam ou são influenciados por ela. Tal avaliação só é possível por meio de uma pesquisa de mercado. O próprio Twitter e vários serviços gratuitos que foram criados como complementos da rede social, oferecem mecanismos que podem auxiliar. Procure pelo nome da empresa ou dos produtos e serviços que oferece para descobrir o que os usuários falam deles. Caso não encontre, pode ser necessário criar um movimento para promovê-los na rede.

Objetivos: Para cada ação deve ser precedida de objetivos claros e isso não é diferente no Twitter, embora devam ser compatíveis com o escopo da rede social. Reforço da marca, ações de relações públicas, promoções e alternativas para canal de serviço ao consumidor costumam ser bem-vindas.

Estratégia: O que funciona para uma empresa pode não funcionar para a outra. Por isso, a companhia que vai usar o Twitter deve alinhar sua abordagem com seus objetivos, planejando como a relação com os consumidores mudará e o impacto que terá nos processos da organização.

Tecnologia: Uma ação com o Twitter também depende de tecnologias adequadas para colocar em prática as ideias e estratégias. Há uma série de ferramentas gratuitas disponíveis para ajudar no monitoramento da conta e outras tecnologias mais sofisticadas que estão aparecendo no mercado e podem agregar algum diferencial.

Mas o que uma empresa pode ganhar utilizando uma rede social como o Twitter? O estudo do Forrester apresenta ainda os principais benefícios obtidos pelas organizações, com ações diretas e indiretas. Confira os principais ganhos das empresas:

Inteligência do marketing: Grandes empresas têm usado o serviço de microblogging para questionar consumidores sobre mudanças nos produtos e para identificar insatisfações. A Johnson & Johnson, por exemplo, descobriu uma enchente de tweets (como as mensagens publicadas são chamadas) reclamando do comercial de um de seus produtos. Com isso, a empresa pôde agir de forma proativa: se desculpou com o público e retirou a propaganda. Todas as empresas deveriam fazer uma busca por suas marcas para verificar se elas estão associadas a algum fenômeno, seja positivo ou não.

Proximidade com o consumidor: Ao identificar uma mensagem de consumidor insatisfeito na rede social, a empresa tem a oportunidade de responder reclamações e aceitar sugestões muito rapidamente. O atendimento individual pode superar as expectativas do usuário e fidelizá-lo.

Estímulo aos entusiastas da marca: Se os clientes optaram por serem seguidores de uma empresa no Twitter, eles tendem a ajudar a promover a marca. A rede pode auxiliar as empresas a estimulá-los, principalmente houver promoções, tweets bem humorados ou informações de valor.

Reforço nas vendas: No final do ano passado, a Dell registrou que sua conta no Twitter gerou um milhão de dólares em receita e começou a anunciar que promoveria negócios exclusivos para seus seguidores. Outro exemplo é a brasileira Tecnicsa, um caso de sucesso na geração de receita por meio do blog e do Twitter.

Autor: Rodrigo Afonso

Fonte: PC World

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Saraiva Digital cobrará até R$ 6,90 por aluguel e R$ 39,90 para compra de filmes com tecnologia de proteção anticópias (DRM) da Microsoft.

A livraria Saraiva lança nesta quinta-feira (14/05) o Saraiva Digital, serviço de download para aluguel e compra de filmes pela internet, mais de um ano depois de promover testes com a tecnologia.

O Saraiva Digital permitirá que filmes sejam alugados com prazos de expiração de 24 horas ou 48 horas, com preços que variam entre 4,90 reais e 6,90 reais por download.

Após o download, o filme fica disponível por 30 dias após a confirmação da compra do usuário. Assim que o vídeo começa a ser executado, o prazo escolhido começa a contar, segundo a empresa.

Já a compra permite a execução ilimitada do arquivo e tem preços que variam entre 12,90 reais e 39,90 reais por títulos. O pagamento das compras pode ser feito em cartão de crédito ou vale-presente.

O gerenciamento de filmes alugados ou comprados é feito dentro do Saraiva Digital Lite, local em que os usuários podem consultar os títulos, assistir trailers e acompanhar o desenrolar do download.

Com o download finalizado, o aplicativo executa o filme e permite alterações básicas, como definição de legendas ou navegação por capítulos.

Por usar a tecnologia de restrição de cópias de conteúdo (DRM, da sigla em inglês) Play For Sure, da Microsoft, o Saraiva Digital funciona apenas nas versões 98, 2000, 2003, XP e Vista do sistema Windows. Pelo mesmo motivo, os filmes comprados no serviço não podem ser tocados em iPods ou iPhones, da Apple.

Em testes do IDG Now!, o serviço não foi acessado corretamente pelo Firefox, da Mozilla, e pelo Chrome, do Google – um alerta na hora de baixar o Saraiva Digital Lite afirma que é necessário o Internet Explorer, da própria Microsoft, para instalação do software.

O lançamento do Saraiva Digital é um incentivo a mais para o mirrado mercado brasileiro de filmes online. A veiculação de obras por streaming já pode ser encontrada em serviços como o Blopix, da ZeroUm, e o TV Terra, do portal homônimo.

Autor Guilherme Felitti

Fonte: IDG Now


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