Notícias e Treinamentos sobre Comércio Eletrônico

10 motivos para você não criar uma loja virtual

Posted by Roberto Camargo On novembro - 17 - 2009

Os números do e-commerce no Brasil têm feito não só empresas do mundo físico criarem seu braço virtual na internet, como também têm estimulado muitos brasileiros empreendedores a tentarem a sorte no mundo virtual. Não quero jogar um “balde de água fria” nas empresas ou empreendedores que vislumbram no comércio eletrônico riqueza com pouco trabalho, mas posso citar ao menos 10 bons motivos para não criar uma loja virtual.

1. Loja virtual

Meu sobrinho “manja” muito de internet e vai fazer pra mim um logotipo e uma loja virtual simplesinha mesmo.

Cai Fora!

Existem vários sistemas de loja virtual para você escolher. Próprio ou alugado (polêmicas à parte), escolha um que seja profissional, que passe credibilidade ao internauta e capriche muito no layout.

2. Formas de pagamento

Pretendo oferecer para meu cliente a opção de pagamento “depósito bancário”, no meu nome de Pessoa Física, na minha conta poupança

Cai Fora!

Seu cliente quer pagar com comodidade, no cartão de crédito, preferencialmente. Existem muitas soluções atualmente que ajudam no início de uma loja virtual, entre elas PagSeguro e Pagamento Digital.

3. Estoque

Sou esperto, vou primeiro vender, receber e depois comprar em seu fornecedor.

Cai Fora!

Para isso você precisa ter um esquema MUITO bem feito com seu fornecedor, para receber o produto muito rápido (em poucas horas) e com a garantia dele que sempre vai ter o produto disponível para pronta entrega, o que nem sempre é possível.

Seu cliente sempre quer receber amanhã. Mesmo que ele ainda nem tenha pago o boleto bancário, ele já acha que você está enrolando e atrasando a entrega.

4. Correio e-Sedex

Não vou fazer um contrato de consumo mínimo mensal de R$ 1.000,00 com os correios só para ter taxa entrega mais barata. Quem paga é o meu cliente mesmo…

Cai Fora!

Confira uns exemplos de valores de entrega:

  • Sedex de 300g. de São Paulo para Brasilia = R$ 21,50
    E
    -Sedex de 300g. de São Paulo para Brasilia = R$ 7,71
  • Sedex de 1kg de São Paulo para São Paulo = R$ 10,50
    E
    -Sedex de 1kg de São Paulo para São Paulo = R$ 5,50

Você pretende conquistar o cliente de outra loja virtual, oferecendo uma taxa de entrega maior? Existem outras boas opções de empresas que fazem entrega, mas oferecer o e-Sedex no início de sua loja virtual é uma obrigação com o seu cliente.

5. Atendimento ao cliente

Pretendo responder aos emails dos meus clientes assim que eu chegar em casa à noite, após o meu serviço.

Cai Fora!

Email, chat, helpdesk, telefone e outras formas de atendimento têm que estar à disposição do seu cliente e a resposta tem que ser IMEDIATA.

Se você não atender à necessidade ou dúvida do seu cliente rapidamente, seu concorrente vai atender.

Uma mensagem no orkut ou no twitter contra sua empresa pode ser devastadora se não acompanhada de perto e com ações rápidas.

6. Detalhes do produto

Não tenho foto e texto legal, tô pegando em alguns sites concorrentes.

Cai Fora!

Este item é grande e merece um artigo só dele, pois o cadastro de um produto exige fotos com qualidade, especificações técnicas completas, instruções de uso e, se possível, vídeo.

Os detalhes sobre seu produto devem ser como um vendedor online, ele tem que tirar imediatamente todas possíveis dúvidas do seu cliente.

7. Publicidade “paga

Não vou investir em publicidade “paga“, conheço muita gente que já fez anúncios em links patrocinados e não vendeu nada.

Cai Fora!

Utilizar a ferramenta para criar um anúncio no Google Adwords é muito fácil mesmo, mas criar a estratégia do anúncio, o texto e escolher as palavras-chave de forma a investir pouco dinheiro, infelizmente não é para qualquer um, é necessário muito treino e estudo. Contrate um profissional para isso e foque seu trabalho em administrar seu negócio.

8. Publicidade “gratuita

Só vou investir em publicidade “gratuita“, não tenho dinheiro pra jogar fora com anúncios pagos.

Cai Fora!

Atualmente é possível conseguir publicidade gratuita de diversas formas, inclusive as mídias sociais nos ajudam bastante nisso – lógico que se usadas com sabedoria.

Há uma grande loja virtual que diz que não investe dinheiro em publicidade. Eu discordo disso, pois podemos não investir diretamente no canal de publicidade, mas precisa de alguém para criar e executar as ações de publicidade gratuita.

9. Nota fiscal

Vou começar a vender pela internet e, se der certo, eu abro minha empresa.

Cai Fora!

Ter uma empresa legalizada não é só uma obrigação com o governo, mas principalmente com o seu cliente, que deve e sempre exigirá uma nota fiscal do produto comprado.

10. Planejamento

Acho que todos os motivos acima são bobeira e é perfeitamente possível ter sucesso sem levar em conta estes motivos.

Cai Fora!

O primeiro passo é montar um plano de negócios para sua loja virtual, mesmo que ele seja simplificado. Veja algumas dicas no artigo “Faça um plano de negócios para montar sua loja virtual”.

Finalizando esse artigo, quero deixar um conselho: CAIA DENTRO!

Trabalhe seriamente, levando em consideração essas dicas, e sua loja virtual terá tudo para ser um grande sucesso na internet.

Se quer acrescentar um motivo, ou discordar de algum acima, deixe seu comentário.

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15 dicas para usar o Twitter profissionalmente e se destacar

Posted by Copy Past On julho - 3 - 2009

No mundo da moda da internet, que já teve sucessos como Orkut e fracassos como o Second Life, o Twitter é a estrela da vez. A ferramenta virou febre. O site TwitterCounter registrava no fim de maio cerca de 2,6 milhões de contas ativas no mundo. A grande marca do Twitter é o poder de oferecer diversas possibilidades de uso em uma mídia que, à primeira vista, é extremamente limitada — você tem uma frase de 140 caracteres para transmitir sua ideia. Como a calça jeans, cada um usa o Twitter do jeito que quiser. Muita gente apenas responde à pergunta sugerida pelo site: “O que você está fazendo?”. Desse uso, saem coisas esdrúxulas como “Fui comprar pão” ou “Estou no banheiro”. Mas há outras formas de tirar proveito do Twitter, entre elas a aplicação profissional. É deste tipo de uso que trata esta reportagem. No mundo lá fora, há uma porção de gente usando a ferramenta para compartilhar conhecimento, comunicar ideias, fazer contatos profissionais, contratar pessoas, ficar mais sabido, atender clientes e vender produtos — de camisetas a apartamentos. “O Twitter e tecnologias afins têm valor porque ajudam as pessoas a trocar informação rapidamente e a melhorar o desempenho dos negócios”, diz Silvio Meira, ou slrm, como o cientista-chefe do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (Cesar) é conhecido no Twitter. No site há uma série de atividades que podem impulsionar sua carreira a partir de uma pequena frase. Veja, a seguir, por que twittar pode melhorar seu desempenho profissional.

Quem é: Roberto Loureiro, 37 anos, gerente de mídias digitais da Tecnisa (SP)

Perfil no Twitter: betoloureiro

Quem ele segue:
Victor Shanti @ learnmktingsim
Re Tweet @ rtweetr
Ronaldo Ribeiro @ ribeiro1
Edney Souza @ interney

Como ele usa: Publicitário com MBA em marketing, é pago para usar o Twitter. Seu trabalho é assegurar que a marca de sua empresa apareça bem no Twitter e em outras mídias sociais, como Facebook e Flickr. É responsável por 12% do tráfego do site da Tecnisa e fica online o tempo inteiro.

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Ferramenta de trabalho

15 dicas para usar o Twitter profissionalmente e se destacar

1.Para começar, você terá de fazer uma escolha entre usar profissionalmente ou socialmente, como se fosse o Orkut. Se você pretende falar de trabalho, não escreva bobagens. Uma sugestão da jornalista e blogueira Sam Shiraishi (samegui) é criar um perfil profissional e sério e outro para falar bobagens, de preferência com pseudônimo.

2.Você terá de definir uma estratégia para usar o Twitter. Uma coisa importante é escolher quem você segue e como. Entre os twitteiros, há um debate sobre essa questão. Alguns defendem que você siga todo mundo que te segue. Um dos defensores dessa visão é o americano Guy Kawasaki (GuyKawasaki), que é seguido por 119 000 pessoas e segue outras 120 000. Se seu objetivo é networking, vá nessa. O publicitário Carlos Henrique Vilela (chmkt), de 28 anos, gerente de marketing da agência de turismo Multitur, de Belo Horizonte, Minas Gerais, segue mais de 10 000 pessoas e é seguido por um número semelhante. “Já consegui fazer contatos interessantes”, diz Carlos. O problema desse jeito de usar: você terá muita dificuldade para acompanhar o que milhares de pessoas publicam.

3.Você pode optar por seguir só quem realmente interessa profissionalmente, nem que sejam apenas dez perfis. O professor Silvio Meira adota uma regra simples, em uma só pergunta de 56 caracteres: “Quem são as pessoas que agregam mais valor à minha vida?”. Isso quer dizer selecionar e restringir assuntos e pessoas. Ao fazer isso, você filtra quem realmente publica coisas relevantes para o seu trabalho. Informações que, ao ler, você sente que inspiram, motivam ou lançam um olhar diferente sobre o assunto.

4.Procure também focar um pouco os assuntos que você publica (ou twitta). Esse uso especializado ajuda a fazer de você uma referência em determinado assunto, algo que pode ser positivo para sua carreira no mundo real. “Esse parece ser o uso mais bacana”, diz Edney Souza (interney), sócio da Pólvora!, consultoria de comunicação em mídias digitais e dono do blog Inter- Ney, um dos mais populares do Brasil. Uma dica importante é criar um perfil com um nome que complementa os assuntos que você cobre. Isso vai facilitar a associação entre o seu nome e o assunto.

5.Para ganhar destaque profissional na internet, o Twitter é uma ferramenta fabulosa. O desafio é ser uma fonte de conteúdo relevante para os outros twitteiros. Tente twittar e retwittar coisas interessantes. Conforme você é citado, aparece mais vezes nos resultados de busca. “Acho interessante porque o Twitter dá relevância em buscas no Google a custo zero”, diz Romeo Busarello (busarello), de 43 anos, diretor de marketing da Tecnisa e professor da ESPM, de São Paulo. Se você for relevante, as pessoas vão te seguir. Se você só publicar chatice, seus seguidores vão embora.

6.Se você está começando a publicar, fique antenado. No início, publique menos e leia mais. Sinta quem divulga as informações mais interessantes. “Procure seguir as fontes primárias, as fontes das pessoas que você segue”, sugere Edney. Na hora de retwittar, dê crédito.

7.Tenha um blog como apoio e use o Twitter para encaminhar pessoas para sua página pessoal. Assim, você terá mais espaço para desenvolver suas opiniões, sem o limite de 140 caracteres. Há programas como o TwitThis (twitthis.com) que twittam automaticamente os títulos dos posts do seu blog. Outra finalidade do Twitter é gerar tráfego. Muitas empresas já entenderam esse mecanismo e usam o Twitter para levar pessoas a seus sites. A loja virtual Camiseteria.com (camiseteria) usa essa técnica. No site, são os consumidores que elegem as estampas das camisas que serão vendidas. Toda vez que há uma nova eleição, Fábio Seixas (fseixas), de 32 anos, sócio da empresa que tem sede no Rio de Janeiro, mobiliza sua comunidade de seguidores no perfil da Camiseteria. Isso cria um ambiente de proximidade do consumidor com a marca.

8.Você pode optar por um uso extremamente focado. É o que faz Luiz Fernando Oliveira (weg_ir), de 43 anos, gerente de relações com investidores (RI) da Weg, fabricante de máquinas e equipamentos com sede em Jaraguá do Sul, Santa Catarina. Ele usa o Twitter como canal de atendimento aos investidores da empresa. “A estratégia é complementar a comunicação convencional.” Oitenta pessoas seguem o RI da Weg. Parece pouco, mas as teleconferências para divulgação de resultados são acompanhadas por 60 pessoas em média. Por aí se vê o valor da ferramenta.

9.Se você lê textos em inglês ou em outro idioma, uma contribuição possível é “tropicalizar” as informações, isto é, complementar os links para perfis ou blogs do exterior com comentários relacionados à realidade brasileira. Se você tem um blog, discuta você mesmo a aplicação do assunto na sua realidade.

10.Fábio Seixas, da Camiseteria.com, também usa o Twitter para testar ideias. “Sabe aquele estalo que você tem e depois esquece?”, diz. “Agora, eu publico os insights na web e aproveito para ver se tem alguém pensando no mesmo assunto.” Se tiver, diz Fábio, o feedback é quase instantâneo.

11.Nunca use o Twitter como um programa de mensagens instantâneas. Muita gente faz isso, tornando públicas conversas privadas. Se você faz isso, as pessoas vão achar você chato e parar de te seguir.

12.O Tweepz (www.tweepz.com) é uma ferramenta para encontrar pessoas a partir da formação ou cargo dela. Em 26 de maio, por exemplo, o programa localizava 152 gerentes no Twitter. Outra ferramenta bacana é o WeFollow (wefollow.com), que ajuda você a achar pessoas de acordo com o assunto que elas twittam. A palavra Brasil, por exemplo, dava 157 resultados em 26 de maio. Como quem avisa amigo é, aqui vai um conselho: pense duas vezes antes de postar. Não fale mal de pessoas ou da empresa. As coisas se espalham rapidamente no Twitter. Quando você se dá conta, o dano já foi feito. Há o caso famoso de um americano que perdeu uma vaga na Cisco por escrever no Twitter que teria um salário bom, mas um trabalho chato.

13.Também há quem consiga contratar pelo Twitter. Na consultoria Pólvora!, Edney Souza contratou seis pessoas nos últimos meses que foram recrutadas a partir de contatos no Twitter. Da última vez, recebeu mais de 40 currículos. “Desses, pelos menos oito eram de profissionais gabaritados para a vaga”, diz Edney.

14.Lute pelo Twitter na sua empresa. Muitas companhias ainda não sacaram o potencial da ferramenta e bloqueiam o uso corporativo, alegando que o Twitter representa um risco para os sistemas de TI ou que as mídias sociais prejudicam a produtividade. “O maior inimigo dessas ferramentas dentro das empresas é o departamento de TI”, diz Silvio Meira, do Cesar. Como profissional, sua missão é mostrar as oportunidades que as mídias sociais trazem para o negócio.

15.Quer um exemplo de como há oportunidades de negócio no Twitter? Veja o caso da Tecnisa. Para não parecer fonte de spam e afugentar seguidores, em seis meses usando a ferramenta, a construtora nunca havia feito uma promoção. A estratégia sempre foi oferecer links para apresentações hospedadas no site da empresa. No mês passado, o gerente de mídias sociais, Roberto Loureiro, achou que estava na hora de tentar vender um apartamento pelo Twitter. A empresa ofereceu um vale-compra de 2 000 reais para o primeiro seguidor que comprasse um apartamento. Em uma semana, um imóvel de 500 000 reais foi vendido.

Quem é: Carlos Henrique Vilela, 28 anos, publicitário e gerente de marketing da rede de agências de turismo Multitur, de Belo Horizonte (MG)

Perfil no Twitter: chmkt

Quem ele segue:
Luiz Alberto Marinho @ luizmarinho
Ken Fujioka @ kenfujioka
Arthur Cesar @ arthurcesar

Como ele usa: Montou um dos blogs sobre marketing mais acessados do Brasil, voltado principalmente para profissionais em início de carreira. Usa o Twitter para divulgar seu blog e debater os conteúdos que publica

Segue 10 198
Seguidores 9 308

Quem é: Fábio Seixas, 33 anos, sócio do Camiseteria.com
Perfil no Twitter: fseixas

Quem ele segue :
Gil Giardelli @ gilgiardelli
Carolina Terra @ carolterra
Juliano Spyer @ jasper

Como ele usa
Tem um perfil pessoal, que usa para lançar ideias, se manter informado e seguir pessoas interessantes. Também twitta por causa da sua empresa, divulgando informações para consumidores.
Segue 306
Seguidores 5 037

Quem você pode seguir no Twitter

Nome: Travis Mason
Perfil: tgmason
Quem é: consultor da Booz Allen Hamilton em Washington, EUA.
Segue: 4 741
Seguidores: 4 981
Updates: 1 699
O que twitta: “Desenvolva sucesso a partir do fracasso. Desencorajamento e fracasso são dois dos maiores obstáculos para o sucesso”

Nome: Guy Kawasaki
Perfil: GuyKawasaki
Quem é: fundador de uma empresa de venture capital, autor de livros e do blog How to change the world e do site www.alltop.com
Segue: 119 779
Seguidores: 124 486
Updates: 24 949
O que twitta: compulsivamente sobre tecnologia, inovação e empreendedorismo

Nome: Mark Morrison
Perfil: rapidbi
Quem é: especialista inglês em gestão organizacional e liderança.
Segue: 6 363
Seguidores: 7 312
Updates: 3 817
O que twitta: “Cinco qualidades da liderança: visão pessoal, repertório, coragem e crença em si, tomada de risco competente e visão”

Nome: Jacob Share
Perfil: jacobshare
Quem é: expert em carreira e busca de empregos de Israel
Segue: 4 371
Seguidores: 4 061
Updates: 816
O que twitta: “Se um anúncio de vaga especifica salário, ele está oferecendo algo abaixo da média de mercado e tem a finalidade de filtrar candidatos”

Nome: Marcy Alboher
Perfil: heymarci
Quem é: jornalista, autora do blog Shifting Ca reers, colaboradora do jornal The New York Times
Segue: 289
Seguidores: 2 278
Updates: 623
O que twitta: “As mesmas empresas que demitem estão contratando pessoas em outros departamentos e funções”

Nome: Tim O’Reilly
Perfil: timoreilly
Quem é: o messias para quem trabalha com tecnologia. Dono da O’Reilly Media
Segue: 501
Seguidores: 475 887
Updates: 6 926
O que twitta: “Observando os geeks alfa, compartilhando suas histórias e ajudando a desvendar o futuro”

Autor:  MURILO OHL

Fonte: Você SA

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O “segredo” por trás da venda de um apartamento no Twitter

Posted by Jorge Aldrovandi On junho - 15 - 2009

A receita é bem simples e conhecida.

O marketing estratégico tem como objetivo criar e manter (repito: criar e manter) relações de longo prazo com os clientes. E esta afirmação não decorre apenas de uma percepção ou do senso comum. É o que deve ser feito para ter rentabilidade.

Como ocorreu recentemente com a empresa Tecnisa, com a venda de um apartamento através de um contato originado no Twitter, é preciso ter muito clara a necessidade de administrar duas atividades básicas em qualquer negócio: eventos e processos.

Desenvolver o site, por exemplo, é um evento. A cerimônia de casamento também. Mas, convenhamos que o casamento é um processo contínuo. Devemos alimentá-lo dia a dia, senão, em geral, fracassa.

A estratégia de negócios na Internet (e também fora dela) é um processo, um conjunto de atividades, eventos e recursos interrelacionados de maneira contínua com um objetivo. Em muitos projetos empresariais, este objetivo se chama rentabilidade.

Inclui seu site? Sim, claro. Inclui sua estratégia de posicionamento? Também. Seu blog? OK. Atendimento via chat? Inclui, sim. A identificação e comunicação diferenciada com públicos segmentados? Claro que sim. E, além disso, entre outros: Rastreamento de comentários, mobile marketing,  advergames, redes sociais, objetivos muito claros, monitoramento implacável e ajustes permanentes. Errar e aprender é o nome deste jogo.

Eventos começam, se desenvolvem e acabam. Por exemplo, a promoção de um apartamento através do Twitter de Tecnisa. Mas o que levou a empresa a fazer este “gol de placa” foi a continuidade de seu processo de vendas por Internet, entre outras razões.

Em minha experiência como diretor de Babel-Team, são necessários em média entre 30 e 40 mensagens para que um desconhecido se transforme em cliente. E para fidelizá-lo, bastante mais.

Na onda dos blogs empresariais já ouvi: “… criamos um blog, já colocamos 3 posts e não aconteceu nada. Isto não funciona”. Conheço empresas que desistiram logo no primeiro post.

Se quisermos ver nosso negócio crescer, precisamos ter, necessariamente, um olhar de longo prazo com nossa estratégia de marketing.

“Sacadas” são legais. “Viraizinhos” também. Mas, acredite, por si sós, não garantem o sucesso de sua estratégia de negócios.

Como eu disse no início, o marketing estratégico tem a ver com a construção de relações de longo prazo com seus clientes. Com certeza, essa é a “inteligência” das pessoas de Tecnisa, por trás da venda de um apartamento através do Twitter. Um processo de marketing que teve início em 2001.

Mas nada melhor que uma apresentação que Roberto aLoureiro, Gerente de Mídias Sociais da Tecnisa, fez no SMB (Social Media Brasil) para explicar como “ajudar o consumidor a comprar” lhes permitiu não só serem os primeiros a vender um apartamento via Twitter, mas também chegar a 27% de participação no faturamento total das vendas por Internet em 2008.

Como você poderá observar na apresentação, isso foi muito mais o resultado de um processo consistente de marketing online e não apenas produto de uma sacada genial.

Como diz o colega Josh Gordon é necessário “separar o biz do buzz”.

Links:
Babel-Team: http://bit.ly/bRCj8
SMB: http://bit.ly/WXH5t
Tecnisa: http://bit.ly/E-commerce
Jorge Aldrovandi: http://bit.ly/huAVD

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Cerca de 10% dos produtos vendidos no Brasil – tanto os que nunca foram usados como os que já estão no final da sua vida útil – retornam para as empresas. Resultado de uma pesquisa realizada com 188 companhias feita pelo Conselho de Logística Reversa do Brasil (CLRB), o índice aponta para a necessidade de um maior gerenciamento desse setor.

Para o presidente da entidade, Paulo Roberto Leite, não existe hoje uma correta mensuração desses processos na maior parte das corporações, então, os percentuais podem ser até maiores. A pesquisa mostrou que metade das companhias avaliadas gasta até 5% do faturamento obtido com o retorno dos produtos. Há um crescimento gradativo dos níveis de devolução na medida em que há um aumento da variedade de produtos disponíveis no mercado por diferentes setores. “A conscientização empresarial, até mesmo pela possibilidade de redução dos seus custos, está aumentando nos últimos cinco anos”, diz, otimista.

Um outro levantamento, feito pela Reverse Logistics Association (RLA), apurou que os processos na área de logística reversa chegam a representar entre 3% e 25% do Produto Interno Bruto (PIB) de alguns países. Nos Estados Unidos estima-se que movimente, no mínimo, US$ 360 bilhões anualmente. Entre os motivos de retorno de um produto para a empresa que o produziu está a expiração do prazo de validade, a desistência dos consumidores ou estoque muito grande feito por uma loja de varejo não compatível com o giro registrado. Para ajudar o mercado no monitoramento das mercadorias retornadas, o Conselho de Logística Reversa do Brasil está criando comitês de trabalho para propagar os conhecimentos sobre a coleta e uso desses indicadores. Um dos maiores índices de retorno de produtos é o registrado pelo comércio eletrônico.

A Hermes, empresa que atua no segmento de vendas por catálogo com mais de 10 milhões de clientes no Brasil, mantém há dois anos uma parceria com os Correios para gerenciar todo o processo de logística reversa e melhorar os seus índices. O projeto consiste na coleta do produto na residência do consumidor, troca e encaminhamento ao centro de distribuição. Seu site Compra Fácil possui 200 mil itens comercializados mensalmente. E uma das apostas é justamente no pronto atendimento dos cerca de 4 mil pedidos de troca ou devoluções que ocorrem em todo o País. O cuidado com a logística reversa já resultou em uma redução de tempo médio de retorno dos produtos de 20 para oito dias. Aos poucos, o sistema está se transformando em uma importante ferramenta de fidelização e valorização do cliente, que ao ter uma boa experiência de devolução de produtos adquiridos voltará a comprar pela internet. Dentro desse conceito, uma das áreas que mais cresce é a do pós-consumo, incentivada por questões ambientais. O Brasil ainda corre atrás para alcançar os níveis de coleta registrados hoje nos EUA e na Comunidade Europeia.

Colombo usa intranet para gerenciar operações

Nas Lojas Colombo, o sistema de gerenciamento da logística reversa envolve tanto as lojas físicas como as virtuais. Nas compras feitas pela web, como acontece de uma forma geral em todo o País, o índice de devolução é maior. O nível de arrependimento é mais alto, já que os consumidores não têm a oportunidade de ver e degustar os produtos. Nas lojas físicas, as devoluções são motivadas, normalmente, por defeitos de qualidade.

O gerente-geral de logística da empresa, Antonio Reverbel, explica que a Colombo costuma tentar evitar que o cliente leve para casa um produto com avaria estética. Se mesmo assim, dentro de sete dias, ele tiver interesse em devolver, o trabalho passa a ser focado em tentar entender o motivo e, se possível, efetuar a troca por outra mercadoria. Independentemente de reverter ou não a compra, a Colombo trabalha com um sistema de tecnologia através do qual, na sua intranet, ficam registrados os pedidos e os motivos das devoluções. “Essas informações nos ajudam a orientar as lojas sobre como evitar que isso aconteça”, relata

Autor: Patrícia Knebel

Fonte: Jornal do Comércio

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De acordo com o levantamento, 91% dos consumidores que já fizeram compras na Sack´s pretendem voltar a comprar no site.

A Sack´s, maior perfumaria on-line de luxo da América Latina, foi apontada como a loja virtual mais bem avaliada do Brasil pela e-bit, única consultoria da Internet brasileira que mede a satisfação do consumidor em relação às compras on-line. A pesquisa, feita com base na opinião de 48.771 consumidores, avaliou a qualidade dos serviços prestados, entrega, preços, navegação, entre outros quesitos, de mais de 1.500 sites conveniados nos últimos doze meses (abril 2008/abril 2009).

Facilidade de compra, bom portfólio de produtos, informações claras, qualidade de atendimento e navegação foram os pontos mais elogiados pelos clientes, características que colocaram a Sack´s em primeiro lugar no ranking do e-bit, com notas acima da média do mercado. Em uma escala de 0 a 5, a loja foi avaliada em 4,4.

“A Sack´s possui um atendimento diferenciado ao consumidor, oferecendo frete grátis, facilidade de pagamento – em até 12 vezes – além de uma linha de produtos da melhor qualidade. Disponibilizamos pronta-entrega e premiamos nossos clientes com amostras grátis, brindes e promoções sempre. São essas características que trazem a satisfação do nosso público, que procura artigos de luxo (perfumes e cosméticos) no melhor canal de compras atualmente, a internet”, analisa Carlos André Montenegro, sócio-diretor da Sack´s.

De acordo com a pesquisa, 91% dos consumidores que já fizeram compras na Sack´s, pretendem voltar a comprar na loja. “Mesmo não pertencendo ao varejo tradicional, que possui ponto-de-venda físico e altos investimentos em mídia, a Sack´s conseguiu se destacar dos demais sites de consumo. Desde 2003, recebe a classificação Diamante do e-bit, dada às melhores lojas na opinião dos e-consumidores”, afirma Montenegro. O índice de aprovação quanto à entrega dos produtos também é mais elevado na Sack´s que nos demais sites avaliados, atingindo 84%. Conforme análise da consultoria, a probabilidade de voltar a comprar na loja é influenciada pela satisfação com a entrega no prazo e pelo atendimento ao cliente.

“A principal vantagem da internet está na comodidade e até nos preços oferecidos aos clientes. O usuário não precisa se deslocar para o estabelecimento, gastar combustível e estacionamento, por exemplo, valores que devem ser adicionados ao preço final. Basta um clique e ele terá frete grátis e mais facilidades de pagamento no nosso site. Além disso, é possível encontrar uma variedade de produtos que não estão disponíveis em todas as regiões, o que viabiliza a aquisição por pessoas mais afastadas dos centros comerciais”, diz Montenegro.

Um levantamento interno na Sack´s revela que o público do interior representa 55,1% dos clientes da empresa, movimentando mais de R$ 33,5 milhões no ano de 2008.

As mulheres, porém, são maioria quando o assunto é gênero. Segundo dados e-bit, elas representam 78% da participação de compra da Sack´s, contra 22% dos homens. Predominantemente jovem, com idade entre 25 e 49 anos (72%), os consumidores do site possuem maior poder aquisitivo. A média salarial é de R$ 4.133. O grau de escolaridade é também mais elevado, contabilizando 60% de clientes com graduação e pós-graduação.

Para este ano, a Sack´s estima atingir um crescimento de 40% sobre 2008. “A crise mundial, até o momento, influenciou positivamente os negócios da empresa. Nosso maior concorrente é o preço dos perfumes e cosméticos nos Estados Unidos e na Europa. Muitos brasileiros esperam para comprar os produtos em viagens internacionais, porém, com a crise e a alta do dólar, passaram a viajar menos para o exterior e a adquirir mais aqui no Brasil”, explica Montenegro.

Sack´s – Há mais de 25 anos no mercado de perfumes e cosméticos, a Sack´s é a primeira e maior varejista virtual de perfumes e cosméticos da América Latina. A empresa pertence ao Grupo DotCom, detentor também de site de comércio eletrônico Glamour, também pioneira na comercialização de artigos de luxo no Brasil através da Internet.

Todos os itens oferecidos aos clientes são garantidos oficialmente pelas empresas distribuidoras das marcas no Brasil, entre elas: Yves Saint Laurent, Prestige, L´Oréal, Bourjois, Sisley, Lancôme, Biotherm, Giorgio Armani, Ralph Lauren, Cacharel, Christian Dior e Givenchy. | www.sacks.com.br

Fonte: Fator Brasil

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Sua empresa deve estar no Twitter?

Posted by Copy Past On junho - 4 - 2009

Rede social pode ajudar no contato com clientes e na divulgação da sua marca.

Se você ainda não conhece o Twitter, pode estar perdendo uma oportunidade e tanto de utilizar a ferramenta em benefício dos negócios de sua empresa.

Para ter uma idéia do que estamos falando, o número de internautas residenciais brasileiros que visitou serviço de microblogging pulou de 344 mil em fevereiro deste ano para 677 mil em março, aumento de quase 97%, segundo dados do Ibope Nielsen Online. Esse contingente representa 2,7% dos internautas residenciais do Brasil, que somaram 24,8 milhões em março.

A rede social Twitter, criada há mais de três anos, ganhou relevância a partir do segundo semestre de 2008. Trata-se de um serviço de microblogging que publica mensagens de até 140 caracteres produzidas por usuários cadastrados. Tais mensagens são lidas por seguidores (ou followers como o Twitter os denomina) que, voluntariamente, optam por acompanhar o conteúdo publicado por um determinado usuário.

Ainda gratuito (a empresa afirma que lançará uma modalidade paga dele ainda em 2009), o Twitter tem sido utilizado também por empresas como forma de transmitir informações sobre produtos e serviços e também acompanhar o que clientes falam a respeito dela.

O instituto Forrester Research elaborou um estudo para avaliar a importância e os benefícios da rede social para as empresas e que levou em conta alguns dos fatos mais relevantes do Twitter.

Enquanto grande parte das redes sociais é tomada por adolescentes, o grupo que concentra o maior número de usuários no Twitter é formado por pessoas entre 35 e 49 anos, que compreendem 42% do público. O segundo maior contingente (20% do total) é formado por usuários entre 25 e 34 anos. Trata-se de uma audiência qualificada e com poder de decisão nas famílias.

O segundo elemento a ser levado em conta é a forma como os usuários passam a seguir as companhias. No Twitter, o inscrito só visualiza conteúdo gerado pelos usuários que ele segue, o que significa que quem recebe a mensagem optou por fazer (ao escolher seguir um determinado usuário ou empresa) e, justamente por isso, está mais disposto a encaminhá-la para sua própria rede.

A facilidade e a informalidade que permeiam a rede social, contudo, não dispensam o planejamento prévio por parte da empresa que queira usar o Twitter profissionalmente. O Forrester recomenda a análise de quatro vetores: pessoas, objetivos, estratégia e tecnologia.

Pessoas: O Twitter só faz sentido para a empresa se os clientes (atuais e potenciais) fazem uso da ferramenta. Por isso é necessário compreender como eles utilizam a rede e de que forma influenciam ou são influenciados por ela. Tal avaliação só é possível por meio de uma pesquisa de mercado. O próprio Twitter e vários serviços gratuitos que foram criados como complementos da rede social, oferecem mecanismos que podem auxiliar. Procure pelo nome da empresa ou dos produtos e serviços que oferece para descobrir o que os usuários falam deles. Caso não encontre, pode ser necessário criar um movimento para promovê-los na rede.

Objetivos: Para cada ação deve ser precedida de objetivos claros e isso não é diferente no Twitter, embora devam ser compatíveis com o escopo da rede social. Reforço da marca, ações de relações públicas, promoções e alternativas para canal de serviço ao consumidor costumam ser bem-vindas.

Estratégia: O que funciona para uma empresa pode não funcionar para a outra. Por isso, a companhia que vai usar o Twitter deve alinhar sua abordagem com seus objetivos, planejando como a relação com os consumidores mudará e o impacto que terá nos processos da organização.

Tecnologia: Uma ação com o Twitter também depende de tecnologias adequadas para colocar em prática as ideias e estratégias. Há uma série de ferramentas gratuitas disponíveis para ajudar no monitoramento da conta e outras tecnologias mais sofisticadas que estão aparecendo no mercado e podem agregar algum diferencial.

Mas o que uma empresa pode ganhar utilizando uma rede social como o Twitter? O estudo do Forrester apresenta ainda os principais benefícios obtidos pelas organizações, com ações diretas e indiretas. Confira os principais ganhos das empresas:

Inteligência do marketing: Grandes empresas têm usado o serviço de microblogging para questionar consumidores sobre mudanças nos produtos e para identificar insatisfações. A Johnson & Johnson, por exemplo, descobriu uma enchente de tweets (como as mensagens publicadas são chamadas) reclamando do comercial de um de seus produtos. Com isso, a empresa pôde agir de forma proativa: se desculpou com o público e retirou a propaganda. Todas as empresas deveriam fazer uma busca por suas marcas para verificar se elas estão associadas a algum fenômeno, seja positivo ou não.

Proximidade com o consumidor: Ao identificar uma mensagem de consumidor insatisfeito na rede social, a empresa tem a oportunidade de responder reclamações e aceitar sugestões muito rapidamente. O atendimento individual pode superar as expectativas do usuário e fidelizá-lo.

Estímulo aos entusiastas da marca: Se os clientes optaram por serem seguidores de uma empresa no Twitter, eles tendem a ajudar a promover a marca. A rede pode auxiliar as empresas a estimulá-los, principalmente houver promoções, tweets bem humorados ou informações de valor.

Reforço nas vendas: No final do ano passado, a Dell registrou que sua conta no Twitter gerou um milhão de dólares em receita e começou a anunciar que promoveria negócios exclusivos para seus seguidores. Outro exemplo é a brasileira Tecnicsa, um caso de sucesso na geração de receita por meio do blog e do Twitter.

Autor: Rodrigo Afonso

Fonte: PC World

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Giraffas lança e-commerce

Posted by Copy Past On maio - 21 - 2009

Clientes podem fazer seus pedidos pela internet.

O Giraffas, quarta maior rede de restaurantes do Brasil, lança o delivery online. O Giraffone, serviço de entrega da rede até então feito apenas pelo telefone 4003-1515, foi ampliado e agora os clientes podem fazer os pedidos pela internet no endereço www.giraffone.com.br. O link também pode ser acessado pelo ícone “Faça seu pedido pela internet”, disponível no site do Giraffas [www.giraffas.com].

Para utilizar o serviço o consumidor deve escolher um login e uma senha de acesso, preencher um cadastro com seus dados pessoais e o endereço para onde deverá ser encaminhado o pedido. O Giraffas ainda oferece ao consumidor a possibilidade de pedir porções extras ou retirar algum ingrediente do sanduíche, prato ou sobremesa.

Todos os meses o Giraffone atende cerca de 100 mil pedidos de clientes que residem no Distrito Federal, São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás e Rio Grande do Norte. A expectativa da rede é que cerca de 20 a 25% das vendas do delivery passem a ser feitas pela internet.

“O desenvolvimento do site é mais um canal de relacionamento com nossos clientes. Nosso objetivo é ampliar cada vez mais nossos serviços, sempre tendo como foco a comodidade, a conveniência e o melhor atendimento”, afirma Cláudio Miccieli, diretor-executivo do Giraffas.

Atualmente o delivery é responsável por 5% do faturamento total da rede e o objetivo do Giraffas é aumentar a participação do serviço para 8% até o fim deste ano. Para isso, além do lançamento do e-commerce a rede realiza ações de marketing em todas as regiões atendidas pelo Giraffone.

Perfil da Giraffas: A rede foi criada em Brasília em 1981 e desde 1991 investe no sistema de franquias, o que permitiu sua expansão para todas as regiões do País. Atualmente conta com 286 pontos-de-venda, entre restaurantes e quiosques, distribuídos em 21 estados e no Distrito Federal. A expectativa da rede é faturar R$ 450 milhões em 2009.

Fonte: Fator Brasil

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Entrevista: Frederico Wanderley CIO da Casas Bahia

Posted by Copy Past On abril - 29 - 2009

Rede inaugurou loja virtual mais tarde que concorrentes, mas Frederico Wanderley quer na web o mesmo sucesso da rede física

Ele é um entusiasta e grande defensor do mainframe. É absolutamente contra a terceirização em TI. Prima pelas tecnologias de ponta, que busca em feiras ao redor do mundo e testa na maior rede varejista do Brasil. O condutor da TI da Casas Bahia não sabia nada de tecnologia da informação quando, em dezembro de 1993, depois de quase 20 anos trabalhando na companhia, recebeu do fundador Samuel Klein a missão de dirigir o departamento. Frederico Wanderley encarou de frente. Na época, em vez de seguir o caminho da maioria das empresas rumo à plataforma baixa, preferiu apostar na evolução do mainframe. E, na contramão, esteve também quando, em 2001, adotou o sistema operacional Linux. Mais recentemente, inaugurou um novo centro de tecnologia em São Caetano do Sul, fruto de um investimento de R$ 20 milhões. Sua última empreitada, em 2 de fevereiro, foi o lançamento (ainda que tardio) da loja virtual, cujos detalhes o executivo contou à InformationWeek Brasil nesta entrevista que vai muito além do e-commerce.

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Comércio eletrônico cresce 25% nos primeiros meses de 2009

Posted by Copy Past On abril - 15 - 2009

Apesar da crise econômica, o comércio eletrônico vem crescendo muito acima da média nacional. Apenas nos dois primeiros meses deste ano, o e-commerce cresceu 25% em relação ao ano passado, segundo dados da consultoria e-bit. Muitos empresários têm visto no mundo virtual uma oportunidade de novos negócios e de expansão de seus empreendimentos reais.

“O comércio eletrônico vem se consolidando como uma opção segura e mais barata para as pequenas empresas”, diz a diretora de marketing da Associação Comercial, Sandra Turchi, que fez a palestra de apresentação do seminário promovido pela Associação Comercial de São Paulo e a Câmara-e-net, que tem o patrocínio do Sebrae.

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Quero Vender Seu Produto

Posted by Roberto Camargo On abril - 14 - 2009
Nos últimos meses tenho trabalhado para uma empresa e criando uma completa estrutura de logística para comercializarmos produtos em lojas virtuais focadas em diversos segmentos.

Vamos fazer um parceria ?

O que inclui nossa parceria:

  • Loja virtual exclusiva ou multi-departamentos
  • Formas de recebimento (cartões de crédito)
  • Serviço de atendimento ao cliente
  • Marketing profissional na InterNET
  • 500 m2 para armazenagem de produtos
  • Parceria com os correios
  • Logistica total para entrega dos pedidos em até 1 dia útil

Não importa o produto que você tenha, cadastre ele em nosso site www.QueroVenderSeuProduto.com.br que faremos uma análise completa sobre a viabilidade de vendas pela internet, mas não esquente a cabeça, deixe que nós faremos esta análise, a você basta nos indicar qualquer que seja seu produto.

Roberto Camargo

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