Falando no Departamento de Estado Americano neste verão, Hans Rosling usa o seu fascinante software de bolhas de dados para destruir os mitos sobre o mundo em desenvolvimento. Busca novas análises na China e no mundo depois do pacote de ajuda, misturadas à apresentação clássica.
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Eu vou falar sobre a mentalidade de vocês. Será que a mentalidade de vocês bate com meus dados? (Risadas) Se não, um de nós precisa se atualizar, correto?
Quando eu falo aos meus alunos sobre os problemas globais, e eu os escuto na hora do cafezinho, eles sempre falam sobre “nós” e “eles”. E quando eles voltam para a sala eu pergunto: O que vocês querem dizer com “nós” e “eles”? Muito fácil, eles dizem. É o mundo ocidental e o mundo em desenvolvimento. “Nós aprendemos isso na escola”. E qual a definição então? “A definição?” “Todo mundo sabe”, eles dizem.
Mas então vocês sabem, eu os pressiono. Assim uma garota diz, sabiamente, “É muito fácil. O mundo ocidental é vida longa em família pequena. O mundo em desenvolvimento é vida curta em família grande.” E eu gosto dessa definição porque me deixa transferir a mentalidade deles para os meus dados. E aqui vocês têm os dados. Então podem ver o que temos neste eixo aqui é o tamanho da família. Um, dois, três, quatro, cinco filhos por mãe neste eixo. E aqui, expectativa de vida, 30, 40, 50 anos. Exatamente o conceito dos alunos sobre o mundo.
E realmente tem a ver com o quarto do casal. Mesmo quando homem e mulher decidem ter uma família pequena, e cuidar dos filhos, e quanto tempo eles irão viver. Isso tem a ver com banheiro e cozinha. Sabe, se você tem sabão, água e comida, você pode ter uma vida longa. E os alunos estavam certos. O mundo não era assim — O mundo era feito disto, de um conjunto de países aqui, que tinham famílias grandes e vida curta. O mundo em desenvolvimento. E nós temos um conjunto de países aqui em cima que era o mundo ocidental. Eles tinham famílias pequenas e vida longa.
E vocês verão aqui algo fantástico que aconteceu no mundo durante a minha vida. E então os países em desenvolvimento aplicaram sabão e água, vacinação. E todo o mundo em desenvolvimento fez planejamento familiar. E parcialmente por conta dos EUA que ajudaram com consultoria técnica e investimentos. E vocês estão vendo todo mundo ir para famílias com dois filhos, e para uma vida de 60 a 70 anos.
Mas alguns países permaneceram nesta área aqui. E podem ver que ainda temos o Afeganistão aqui embaixo. Nós temos Libéria. Nós temos o Congo. Assim temos países vivendo ali. Então o problema que eu tinha é que a visão do mundo que meus alunos tinham correspondia a realidade do mundo no ano em que seus professores nasceram. (Risadas) (Aplausos)
E nós, na verdade, quando mostramos isto pelo o mundo. Estava na Conferência Global sobre Saúde, em Washington, na semana passada, e pude ver que mesmo as pessoas ativas nos EUA tinham o conceito errado. Que eles não perceberam o avanço do México ali, e da China, em relação aos EUA. Vejam quando eu movimento para frente. Lá vamos nós. Eles entenderam. Lá está o México. Estão pareados com os EUA nessas duas dimensões sociais. Menos de 5% dos especialistas em saúde global tinham essa visão. Essa grande nação, México, Tem o problema de que armas vêm do norte, através da fronteira. Então eles tinham que parar isso. Porque eles têm essa estranha relação com os EUA, sabe.
Mas se eu trocasse este eixo aqui, olhe, e ao invés disso, aqui, eu colocasse renda per capita. Renda per capita. Eu posso colocar isso aqui. E então nós veremos uma imagem completamente diferente. A propósito, Estou ensinando a vocês como usar nosso site, Gapminder World. Por que eu estou corrigindo isto? Porque esse é um software livre na internet. E agora quando eu finalmente acertei, Eu posso voltar 200 anos na história. E eu posso achar os Estados Unidos lá em cima. E eu posso deixar os outros países aparecendo. E agora eu tenho renda per capita neste eixo. E nos EUA era pouco mais de 2 mil dólares, nessa época. E a expectativa de vida era 35 a 40 anos, semelhante ao Afeganistão hoje.
E o que aconteceu no mundo, Eu vou mostrar agora. Isto é, ao invés de estudar história por um ano na universidade. Vocês podem me assistir por um minuto agora e verão a coisa toda. (Risadas) Podem ver como as bolhas marrons, que representam a Europa ocidental, e as amarelas, que são os Estados Unidos, eles ficaram mais e mais ricos e também começaram a ficar mais e mais saudáveis. E isto agora é 100 anos atrás onde o resto do mundo fica para trás. Vamos indo. E isto foi a gripe. É por isso que temos tanto medo de resfriado, certo? Isso ainda é lembrado. A queda na expectativa de vida. E então vamos subindo. E até antes de começar a independência.
Olhem aqui, temos a China ali, temos a Índia ali, e isso é o que aconteceu. Você notam ali, que temos o México ali em cima. O México não está tão parecido com os Estados Unidos. Mas eles estão bem perto. E especialmente é interessante ver a China e os Estados Unidos, durante 200 anos. É que eu tenho meu filho mais velho trabalhando no Google, depois que o Google adquiriu este software. Porque na verdade trabalho infantil. Meu filho e a esposa se fecharam por muitos anos e desenvolveram isso. Com meu filho mais novo, que estudou chinês em Pequim. Então eles vieram com as duas perspectivas que eu tenho. E meu filho, o mais novo, que estudou em Pequim, na China, ele tinha uma perspectiva de longo prazo. De forma que meu filho mais velho, que trabalha no Google, ele desenvolveria por trimestre, ou por semestre. Ou, como o Google é generoso, ele tem mais um ou dois anos.
Mas na China eles observam geração após geração porque eles lembram do período muito embaraçoso, por 100 anos, onde eles retroagiram. E então eles lembrariam a primeira parte do último século, que foi realmente ruim. E nós iríamos por esse tão chamado grande salto. Mas isso foi em 1963. Mao Tse-Tung eventualmente trouxe saúde para China. E então ele morreu. E Deng Xiaoping iniciou esse movimento adiante incrível.
E não é estranho ver que os Estados Unidos primeiro desenvolveram a economia, e depois gradualmente ficaram ricos. Enquanto a China ficou saudável muito antes. Porque eles aplicaram o conhecimento de educação, nutrição, e também se beneficiaram da penicilina. e vacinas, e planejamento familiar. E a Ásia teria desenvolvimento social antes de ter desenvolvimento econômico. Pra mim, como professor de saúde pública, não é estranho que todos esses países cresçam tão rápido agora.
Porque o que vocês vêem aqui, e aqui é o mundo plano de Thomas Friedman. Não é? Não é realmente tão plano. Mas são países de renda média. e por isso é que eu sugiro para os meus alunos, pararem de usar o conceito “mundo em desenvolvimento”. Porque afinal, falar sobre mundo em desenvolvimento é como ter dois capítulos na história dos Estados Unidos.
O último capítulo é sobre o presente, e o presidente Obama. E o outro é sobre o passado. Onde se cobre tudo desde Washington até Eisenhower. Pois de Washington até Eisenhower, é que nós encontramos o mundo em desenvolvimento. Na verdade nós iríamos de Mayfower até Eisenhower, e isto seria reunido em um mundo em desenvolvimento. Que é a razão do crescimento impressionante de suas cidades. As quais têm grandes empreendedores, mas também tem os países em colapso,
Então como poderíamos ter uma noção melhor disso? Bem, uma forma é tentar ver se podemos olhar a distribuição de renda. Esta é a distribuição de renda das pessoas no mundo, a partir de 1 dólar. É onde você tem algo para comer. Estas pessoas vão dormir famintas. E este é o número de pessoas. Aqui são os 10 dólares, onde você pode ter um sistema de saúde público ou privado. Aqui é onde você pode ter um plano de saúde familiar e escola para seus filhos. E estes são países da OCDE. Verde, América Latina, Europa Oriental. Esta é a Ásia Oriental. E no azul claro está a Ásia Meridional.
E assim é como o mundo mudou. Ele mudou deste jeito. Vocês podem ver como ele cresceu? E como centenas de milhões e bilhões estão saindo da pobreza na Ásia? E ele vai até aqui. E agora eu vou às projeções. Mas eu tenho que parar na porta do Lehman Brothers ali. Pois… (Risadas) Pois ali as projeções não são válidas por muito tempo. Provavelmente o mundo fará isto. E então continuará adiante assim. Cedo ou tarde isto é o que vai acontecer. E nós temos um mundo que não pode ser encarado de forma dividida.
Nós temos os países de renda alta aqui, com os Estados Unidos liderando. Temos as economias emergentes no centro, que fornecem muita ajuda financeira. E temos os países de baixa renda aqui. Sim, isso é de fato de onde vem o dinheiro. Eles têm economizado, sabe, por toda última década. E aqui temos os países de baixa renda onde estão os empreendedores. E aqui temos os países em guerra, como Afeganistão, Somália, parte do Congo, Darfur. Temos tudo isso ao mesmo tempo.
Por isso é tão complicado descrever o que acontece no mundo em desenvolvimento. Porque é tão diferente, o que acontece lá. E é por isso que eu sugiro um jeito ligeiramente diferente de chamá-los. E tem diferenças imensas dentro dos países também. Eu ouvi que os departamentos aqui são por regiões. Aqui você tem África abaixo do Saara, Ásia Meridional, Ásia Oriental, países Árabes, Europa Oriental, América Latina, e OCDE. E nesse eixo GDP. A nesse outro, saúde, sobrevivência infantil. E não é uma surpresa que África, ao sul do Saara, está embaixo.
Mas quando eu separo os países em bolhas, o tamanho das bolhas aqui é a população. Então vemos que Serra Leoa e Ilhas Maurício são completamente diferentes. Existem algumas diferenças dentro da África ao sul do Saara. E eu posso separar os outros. Aqui a Ásia Meridional, e o mundo Árabe. Agora todos os departamentos diferentes. Europa Oriental, América Latina, e países da OCDE. E aqui estamos nós. Temos um mundo contínuo. Não podemos separar em duas partes.
Mayflower aqui embaixo. Washington aqui, países em construção. Lincoln aqui, avançando. Eisenhower trazendo modernidade para os países. E então os Estados Unidos hoje, aqui em cima. E temos países nesse mesmo caminho. Agora uma coisa importante para entender como o mundo mudou. Nesse ponto eu decidi fazer uma colocação. (Risos)
E é meu dever, em nome do resto do mundo, agradecer aos cidadãos americanos, pela pesquisa demográfica de saúde. Muitos não têm conhecimento — não é uma piada. Isso é muito sério. Isso é feito pelo patrocínio contínuo dos Estados Unidos durante 25 anos através da excelente metodologia de medição de mortalidade infantil para que possamos ter uma ideia do que acontece no mundo. (Aplausos) E isso é a melhor parte do governo americano sem burocracia, fornecendo fatos, que são úteis para a sociedade. E fornecem gratuitamente, na internet, para o mundo usar. Muito obrigado.
Ao contrário do Banco Mundial, que compilou dados com o dinheiro do governo, dinheiro de impostos, e então os vende para ter um pouco mais de lucro, de uma forma muito ineficiente, do jeitinho Guttenberg. (Aplausos) Mas as pessoas que fazem isso no Banco Mundial estão entre as melhores do mundo. E são profissionais extremamente gabaritados. Nós gostaríamos apenas de ter nossas agências internacionais tão evoluídas quanto eles para lidar com o mundo de forma moderna. E quando se trata de dados gratuitos e transparentes, O EUA é um dos melhores. E isso não vem da boca de um professor de saúde pública sueco. (Risadas) E eu não sou pago para vir aqui, não.
Eu gostaria de mostrar o que acontece com os dados, o que podemos mostrar com eles. Olhem aqui. Esse é o mundo. Com renda aqui embaixo, e mortalidade infantil. E o que aconteceu no mundo? Desde 1950, durante os últimos 50 anos tivemos uma queda na mortalidade infantil. E isso é possível devido a pesquisa demográfica sobre saúde. E nós tínhamos um aumento na renda. E a cor azul indica os antigos países em desenvolvimento misturados com o antigo mundo ocidental industrializado. E temos uma continuidade. Mas ainda temos, é claro, o Congo, aqui em cima. Ainda temos os países pobres como sempre tivemos, na história. E que são o bilhão inferior, onde temos ouvido, hoje, sob uma ótica completamente nova.
E quão rápido isso aconteceu? Pela Meta de Desenvolvimento para o Milênio 4 (MDM 4). Os Estados Unidos não têm sido tão ansiosos para usar o MDM 4. Mas vocês têm sido o principal patrocinador que nos permite medir isso. Porque essa é a única forma com que podemos medir a mortalidade infantil. E podemos dizer que ela deveria cair 4% ao ano. Vamos ver o que a Suécia fez. Nós costumamos nos orgulhar do progresso social acelerado. É onde nós estávamos, em 1900. Em 1900, a Suécia estava ali. Com a mesma taxa de mortalidade infantil de Bangladesh em 1990. Embora eles tivessem uma renda menor. Eles iniciaram muito bem. Usaram bem a ajuda financeira. Eles vacinaram as crianças. Eles melhoraram a qualidade da água. E eles reduziram a mortalidade infantil, numa taxa incrível de 4,7% ao ano. Eles venceram a Suécia. Eu mostrei a Suécia no mesmo período de 16 anos.
Segunda rodada: Suécia em 1916, contra Egito em 1990. Aqui vamos nós. Novamente EUA é parte da causa aqui. Eles melhoraram a água. Eles deram comida aos pobres. E eles erradicaram a malária. 5,5%. Eles foram além da meta de desenvolvimento do milênio.
E a terceira chance para Suécia, contra o Brasil. E o Brasil aqui teve um crescimento social incrível nos últimos 16 anos. E eles foram melhores que a Suécia. Isso significa que o mundo está convergindo. Os países de renda média, a economia emergente, eles estão alcançando os outros. Eles estão se deslocando para as cidades, onde eles terão uma assistência melhor.
O que a Suécia fez nesse tempo foi protestar. Eles dizem, “Isso não é justo. porque esses países tiveram vacinas e antibióticos que não estavam disponíveis para a Suécia. Temos que fazer uma competição em tempo real.” OK. Eu escolho Cingapura, no ano que eu nasci. Cingapura tinha o dobro da taxa de mortalidade da Suécia. E é o país mais tropical do mundo. Um pantanal no equador. E lá vamos nós. Precisou de algum tempo para se tornar independente. Mas então começaram a melhorar a economia. E eles fizeram o investimento social. Eles baniram a malária. Eles tinham um sistema de saúde magnífico que superou o dos EUA e da Suécia. Nunca pensamos que eles poderiam superar a Suécia. (Aplausos)
Todos esses países verdes alcançaram as metas de desenvolvimento do milênio. Esses amarelos quase chegaram lá. Esses vermelhos não conseguiram, e a política tem que ser melhorada. Não é uma extrapolação simples. Nós realmente temos que encontrar uma forma de apoiar melhor esses países. Temos que respeitar os países de renda média no que eles estão fazendo. E temos que nos basear em fatos ao olhar para o mundo.
Aqui dólares por pessoa. Aqui o HIV nos países. Em azul a África. O tamanho das bolhas representa a quantidade de infectados por HIV. Vemos a tragédia na África do Sul ali. Onde 20% da população adulta está infectada. E apesar deles terem uma renda bem alta têm um número grande de infectados por HIV. Mas também existem países africanos aqui embaixo. Não existe nada comparado à epidemia de HIV na África. Existem cerca de 5 a 10 países na África que têm o mesmo nível que a Suécia e os EUA. E existem outros com níveis extremamente altos.
E eu vou mostrar a vocês o que aconteceu em um dos melhores países, com a economia mais vibrante da África, com boa governança, que é Botsuana. Eles têm um alto nível. E está decrescendo. Mas agora não está caindo. Porque lá, com ajuda do PEPFAR estão trabalhando com tratamento. E as pessoas não estão morrendo. E podem ver que não é fácil, que é a guerra que causou isto. Porque aqui, no Congo, existe guerra. E aqui, na Zâmbia, existe paz.
E não é a economia. Países mais ricos têm taxa um pouco elevada. E se separarmos a Tanzânia e sua renda. Os 20% mais ricos na Tanzânia têm mais HIV que os mais pobres. E é bem diferente dentro do país. Olhem as cidades do Quênia. Elas são muito diferentes. E esta é a situação. Não é pobreza total. É uma situação especial. Provavelmente parceiros sexuais simultâneos em uma parte da população heterossexual. em alguns países, ou algumas partes dos países, na parte ocidental e sul da África.
África, não torne isso uma questão racial. Trate como uma questão local e faça prevenção em cada lugar, de forma que possa ser feito ali. Para que possa ter um fim. Existe todo tipo de sofrimento para o 1 bilhão de miseráveis, que não conhecemos. Aqueles que vivem longe de celulares, aqueles que nunca viram um computador, aqueles que não têm eletricidade em casa.
Essa é uma doença chamada Konzo. Passei 20 anos na África estudando e entendendo. É causada pelo consumo, por famintos, de mandioca intoxicada. É parecida com a pelagra no Mississipi, nos anos 30. É similar a outras doenças nutricionais. E nunca afetará uma pessoa rica.
E nós vemos isso aqui em Moçambique. Esta é a epidemia em Moçambique. Esta é uma epidemia no norte da Tanzânia. Vocês nunca ouviram falar dessa doença. Mas foram muitos mais que o ebola os afetados por esta doença. Causa calafrios por todo o mundo. E nos últimos dois anos 2 mil pessoas foram deformadas no sul da região de Bandunda. Que costumava ter comércio ilegal de diamantes. A partir da UNITA que dominou a área em Angola. Que agora desapareceu. E agora eles têm um grande problema econômico. E uma semana atrás, pela primeira vez, haviam 4 linhas na internet.
Não confunda o progresso das economias emergentes, com a grande capacidade das pessoas nos países de renda média, e países pacíficos de baixa renda. Ainda existe mistério em 1 bilhão. E temos que ter mais conceitos do que apenas países em desenvolvimento e mundo em desenvolvimento. Precisamos de uma nova mentalidade. O mundo está convergindo. Mas, mas, mas. Não no bilhão de baixo. Eles continuam tão pobres como sempre foram. Isso não é sustentável. E não será resolvido com uma superpotência. Mas vocês continuarão a ser uma das mais importantes superpotências. E a mais esperançosa superpotência, nesse momento. E essa instituição terá um papel crucial, Não para os Estados Unidos, mas para o mundo. Vocês têm um nome muito ruim, Departamento de Estado que não é o departamento de Estado. E sim o “Departamento de Mundo”. E temos uma grande esperança em vocês. Muito obrigado.
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