Notícias e Treinamentos sobre Comércio Eletrônico

Archive for the ‘InterNET’ Category

Os desafios das empresas pontocom

Posted by Copy Past On novembro - 23 - 2009

Eu sou louco? Como manter um projeto na web? Renato Fonseca do SEBRAE inicia a palestra incitando a palestra a dizer quais as principais perguntas do empreendedor web. Conteúdo alternativo vale dinheiro? Claro que sim. O Club Penguim citado pela segunda vez na noite mostra que as crianças estão se tornando um grande público. Para ele, como o serviço é pago, isso já educa as crianças a pagarem pela internet no futuro.

“Necessidade existe, o que precisamos é gerar vantagem competitiva” – Renato

Para Renato, não adianta ficar só nas estátisticas, só existe transferência de informação quando existe confiança e reciprocidade, não é só passar informação pela informação, isso faz toda a diferença na hora de gerar um negócio web. O sucesso é usar as ferramentas da rede a favor da sua empresa, isso envolve gerar crowdsourcing favorável ao produto e fazer com que as pessoas comprem o conteúdo que elas mesmas produzem. Ele cita o Innocentive que aceita ideias e depois recompensa em dinheiro e depois a Camiseteria como case brasileiro.

Deve existir modelo negócio?
Por enquanto não existe repertório com o modelo perfeito de negócios para internet, não tem de onde tirar um histórico, por isso a sua capacidade de experimentação é muito maior.

Fonte: ResultsOn

Popularity: 8% [?]

Bookmark e Compartilhe

Internet é essencial para crescimento das pequenas empresas

Posted by Copy Past On junho - 18 - 2009

A internet revolucionou a comunicação e isso inclui a forma de se fazer comércio e propaganda. E a inserção das micro e pequenas empresas nesse mundo é fundamental para o crescimento desses negócios. A avaliação é do gerente de suporte para pequenas empresas do Google, Luciano Santos, em palestra para analistas de mercado do Sebrae, em Brasília, nesta quarta-feira (17).

Luciano dimensionou a importância da internet: hoje, disse, 1,4 bilhão de pessoas estão online no mundo; a América Latina tem 141 milhões de Internautas e no Brasil eles são 64 milhões, com a banda larga em rápido crescimento. Esse ambiente é reforçado pelo surgimento das chamadas comunidades, ampliando o potencial desse meio de comunicação.

“Hoje, a internet não é só venda, compra ou possibilidade de fazer propaganda; é, também, a possibilidade de se perguntar e dar opiniões para tomar decisões” exemplificou o gerente do Google.

Luciano também lembrou que o comércio eletrônico já é uma realidade no País – o e-comerce é um negócio bilionário estimado, este ano, em R$ 9,2 bilhões. Os anunciantes já perceberam esse potencial. Em 2008, de acordo com ele, o investimento em publicidade online foi de R$ 759 milhões.

A realidade da propaganda nos meios tradicionais, como rádios, jornais, revistas e televisão também mudou, especialmente com o aumento da quantidade e diversidade de veículos. Isso, segundo Luciano, dificulta um alcance extensivo do público-alvo, principalmente para os pequenos empreendimentos com poucos recursos disponíveis para investir nessa pulverização e tendo que optar por um ou outro veículo.

Na sua avaliação, é impossível para uma empresa “atingir um grande público utilizando os meios tradicionais se não for uma multinacional”. A alternativa, acredita, está na internet, acessada diariamente por milhões de pessoas. Os internautas encontram o que procuram de maneira mais rápida.

Entre as vantagens da Internet, Luciano relaciona segmentação, “permitindo a escolha do público que acessará à propaganda ou ao produto oferecido”; flexibilidade, “não havendo necessidade, por exemplo, de esperar a impressão ou publicação de determinado material publicitário; e a possibilidade de mensurar a efetividade da iniciativa.

Educação digital

Luciano admite, porém, que muitas pequenas empresas enfrentam o problema da exclusão digital, não só pela falta de acesso à internet, mas também pela dificuldade em utilizar as ferramentas da web. “Isso tira a possibilidade de a empresa concorrer de maneira justa com outras; quem consegue utilizar o sistema está na frente”.

Fonte: DCI

Popularity: 9% [?]

Bookmark e Compartilhe

O que é Hiperminésia ?

Posted by Copy Past On junho - 5 - 2009

Quanto mais teconologia tivermos, mais filosóficos teremos que ser.

A hiperminésia é a doença que causa a exacerbação da capacidade de retenção que impede a separação entre aspectos relevantes e irrelevantes dos eventos, segundo Roberto Lent em “Cem Bilhões de Neurônios: Conceitos Fundamentais de Neurociência”.

Exatamente o oposto da amnésia, a hiperminésia faz com que a pessoa se lembre de tudo, mas tenha dificuldade de articular as coisas.

Arriscaria a dizer que estamos vivendo fortemente traços dessa doença na atual sociedade.

Vivemos colados à tela de um computador recebendo informações e cada vez menos conseguimos juntar lé com cré.

Em todas as minhas palestras o tema ansiedade da informação aparece.

Como lidar com tanta informação?

Já disse que o que vivemos não é o excesso de informações, mas o da fofoca.

Entende-se aqui fofoca por tudo aquilo de supérfluo que consumimos, que não nos leva a lugar nenhum.

Tecnologia e explosão informacional precisam de sabedoria.

(Sugiro ouvir meu podcast no Gengibre sobre a diferença entre dados, informação, conhecimento e sabedoria)

Vejam a figura da situação ideal para agirmos:

piramide-da-sabedoria

O paradoxo é o seguinte: quanto mais eu recebo registros e os articulo na minha cabeça os dados, informações e conhecimentos, menos tenho sido capaz de me separar deles e tomar decisões com sabedoria.

Quantidade e qualidade não se juntam.

Estranho né?

Ou seja, quanto mais perto estou do problema, menos capacidade eu tenho de observá-lo à distância e ter uma clareza para resolvê-lo.

Contraditoriamente, no momento de mais uma explosão informacional, é necessário caminharmos em direção contrária.

É preciso reduzir a carga da informação na fofoca e se concentrar no que amplia, para basear nossas decisões cada vez mais na sabedoria e menos no dado, na informação e no conhecimento, todos processos cognitivos.

Precisamos em todas as esferas e urgente:

  • Ampliar o conhecimento histórico para discernir o que é bobagem do que importa;
  • Aprofundar o estudo da filosofia para perceber o que é lógica do que é papo furado;
  • E resgatar a importância da arte (poesia, artes plásticas, literatura, teatro, etc) para ampliar a maneira como vemos o mundo – menos numeral e mais intuitiva.

A tecnologia é neutra.

Uma faca serve para cortar o pão e matar o outro. Depende do psicopata que está lanchando.

Quanto mais tecnologia injetamos na veia, mais temos que fortalecer nossos traços humanos, valores, ética, amplitude de horizontes.

É preciso humanizar o mundo tecnológico e não o contrário!!!

Parece estranho, mas quanto mais estudo para entender a rede, mais livros tenho comprado nos sebos para estudar a história das coisas.

Pense na forma como você tem tomado as decisões na sua vida e na sua empresa.

Quanto mais perto você estiver dos registros, dos dados e até mesmo da informação ou do conhecimento “neutro”, mais você estará sendo tático e menos estratégico.

A tática só funciona se ela fizer parte de um contexto geral, de um cenário adequado.

E cenário não se ganha fofocando, seja em que ferramenta da moda estivermos no momento, mas sim alargando seu horizonte, através da filosofia, história e arte, dando-lhe amplitude da sabedoria.

É doido?

É, mas me parece que é por aí que a cobra se enrosca.

Que dizes?

Autor: Carlos Nepomuceno

Fonte: iMasters

Popularity: 12% [?]

Bookmark e Compartilhe

O senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) é talvez a figura mais odiada da blogosfera brasileira. Dizem que ele é “o autor daquela lei que coloca quem troca música na cadeia” ou “que quer vigiar todo mundo na internet”. O motivo desse ódio é que o texto da lei inicialmente tinha um texto bem esquisito, que permitia as mais malucas interpretações – inclusive a criminalização de tias que passavam Powerpoint com vírus ou pessoas que indicavam links para baixar músicas. Mas a versão final da PL 89/2003, aprovada no Senado e que está tramitando na Câmara, parece, no fim das contas, inofensiva para o usuário de internet comum.

A tal Lei Azeredo é na verdade um apanhado de projetos de lei (alguns que alteram o código penal, a constituição ou o código militar) que quer criar crimes e penas para coisas que são, afinal, crimes, mas não estão devidamente previstos em lei, como fraudes, phishing, disseminação de vírus e etc. Parece um motivo nobre. Então Azeredo é herói, vilão, ou nenhum dos dois? Veja na entrevista exclusiva que eu fiz com ele esta semana.

Por que você acredita que precisamos da lei agora?
Estamos cada vez mais precisando dessa lei. Há cada vez mais crimes na área bancária, casos de pornografia infantil e atentados contra a honra na internet.

Muita gente diz que a lei restringe os direitos individuais ou criaria um estado de vigilância. Seria um efeito colateral da lei?
Não é verdade. Quem não deve não teme. Ou seja: quem não usa a internet para o mal, não tem o que temer. O objetivo da lei é colocar regras mínimas para a penalização de novos crimes. A internet não pode ser terra de ninguém.

Você defende que o Brasil está apenas se adequando a acordos internacionais, como a Convenção de Budapeste. Como é a experiência dos outros países que adotaram a resolução?
A nossa lei foi escrita em conformidade com a convenção. Vários países como Japão, EUA, África do Sul e Canadá já o fizeram. O relatório que tivemos em uma reunião na França, com 70 países, é que a situação está ficando cada vez mais difícil. Na Itália a lei é mais rigorosa. Lá eles não permitem que as pessoas usem cybercafé sem identificação.

Comenta-se que por trás da lei estaria a vontade dos bancos, cansados de pagar indenizações por fraudes.
Essa é a argumentação de quem não lê a lei ou pensa pequeno. Evidente que os bancos estão cobrando dos clientes o custo das fraudes, seja em cima dos tomadores de empréstimo ou nas taxas. Quem está pagando as fraudes bancárias somos nós todos. Isso é repartido. Os bancos têm interesse, é claro, mas é um interesse sadio.

O registro dos logs de todos os usuários por três anos não seria muito custoso para os provedores?
O que tem de ser guardado é apenas a identificação do computador – é só isso que o projeto prevê. Há sistemas de compactação e miniaturização para isso, não acredito que seja tão custoso.

E as críticas de que a legislação seria inócua, já que há muitas maneiras de burlar a coisa, como usando provedores fora do Brasil?
A legislação é positiva. Mas é só um dos itens. É preciso educação e prevenção. É um ponto muito importante para começar, mas ela sozinha não resume tudo.

Por que o projeto de lei se arrastou por tanto tempo em tramitação?
O projeto original é de 1999. O que fiz foi a fusão de vários projetos da Câmara, Senado, com outras modificações. As alterações eram necessárias porque o phishing, por exemplo, não existia no projeto original.

Mas e os vírus passados sem querer, com máquinas zumbi e os powerpoints aparentemente inofensivos?
Como todo crime, há o julgamento do juiz, que vai verificar o dolo. Um vírus que a pessoa passar inadvertidamente passa para a frente não é crime. Não tem dolo. Essa confusão acontece porque as pessoas não lêem, não têm o mínimo de conhecimento legal para criticar. Nós tivemos o suporte muito importante do Francisco Botelho, membro do CNJ, que fez a assessoria.

E a criminalização da troca de arquivos, o peer-to-peer? Quem baixa música corre o risco de ser preso?
A lei não toca nisso. É um outro assunto. O Brasil já tem uma lei sobre o assunto, a antipirataria.

Alguns críticos, como o professor Ronaldo Lemos, da FGV, dizem que é preciso regular a internet como um todo, definir o que é o que antes de aprovar leis como essa.
É uma crítica de teóricos. Na prática a justiça quer que tenhamos essa lei. A quem interessa realmente esse problema é a lei. Alguns teóricos ficam com essa conversa de que precisa antes um marco regulatório… É uma forma de protelar a aplicação da lei.

Por que você não compareceu ao debate sobre a Lei Azeredo na Campus Party?
Não fui convidado. Eu compareceria se fosse. Já fui a vários lugares defender a lei, essa é uma missão que acabou nas minhas mãos.

E nesses lugares, mesmo hostis a sua presença, você consegue convencer as pessoas do seu ponto de vista?
Quando as pessoas têm as informações, elas se convencem. Você pode ter alguma discussão ainda de semântica. O termo tem de ser esse ou aquele. Isso ainda está em aberto, a Câmara pode fazer alterações. Mas basicamente as pessoas vêem porque tudo tem sua justificativa. Hoje não vejo nada mais significativo que esteja amarrando a aprovação. A Câmara está demorando. O Ministério da Justiça quer algumas alterações. O absurdo é não querer estabelecer regras.

Como está o andamento do projeto de lei na Câmara?
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) já aprovou. O Ministério da Justiça (MJ) levantou algumas sugestões adicionais, apertando ainda mais a legislação. O MJ quer que a preservação das informações dos usuários seja independente de decisão judicial. A polícia pede que ela mesma possa autorizar a preservação de conteúdo de site ou dado de usuário [PB: na prática, a polícia poderia ordenar a sites e provedores a preservação de páginas e conteúdos, mesmo que depois fossem apagados pelo usuário]

Isso não poderia gerar abusos, como no caso dos grampos telefônicos?
Sim, por isso sou contra. Deixaria como está na lei neste momento. Quando a polícia tiver suspeita, ela deve requisitar que fique guardada a informação no provedor, para ter acesso. A guarda deveria depender de autorização judicial, não policial. É a defesa do estado do direito. Por isso a cautela.

Fonte: Gizmodo

E você, o que acha sobre tudo isso ?

 

Popularity: 7% [?]

Bookmark e Compartilhe

O que é o Google Analytics ?

Posted by Copy Past On março - 19 - 2009
O Google Analytics é uma API gratuita disponibilizada pelo Google e que é usada pelos desenvolvedores de sites e profissionais de SEO para acompanhar a visitação e estatísticas de um site. O analytics é uma tool gratuita e que qualquer um pode usar, basta ter um site. Com ele é possivel verificar variáveis interessantes tais como a quantidade de visitas por dia ou então as Keywords que estão sendo relacionadas ao seu site. Todos os dados são extraidos diariamente das estatísticas do próprio Google. Atualmente, o Google Analytics é a ferramenta de Otimização de Sites mais utilizada no mundo.

Tela Inicial do Google Analytics

A primeira coisa necessária pra ter acesso ao Google Analytics é necessário ter uma conta do Google. Se já tiver acesso ao gmail, orkut, ou outra ferramenta do google, certamente você conseguirá entrar sem problema.

Preenchimento dos Dados Cadastrais

O próximo passo agora é entrar com os seus dados cadastrais. Digite o nome da sua conta de modo expressivo, pois ao inscrever muitos sites, é por esse nome que irá identíficá-los dentro do Google Analytics, e este campo será utilizado na impressão dos relatórios. É necessário informar também de forma correta dados do país, e assim de fuso horário, pra ter precisão nos horários de maior acesso dos usuários.

Cadastrando seus Dados no Google Analytics

Também é necessário informar alguns dados pessoais para finalizar a criação da conta. Em sua política de privacidade o Google se compromete em não divulgar estes dados. Leia atentamente o contrato dos termos de serviço, se concordar com o mesmo, assinale a caixa de diálogo. Clique no botão “Criar nova conta” para finalizar a criação da sua conta no Google Analytics.

Tracking Code do Google Analytics

Agora que você criou a sua conta, o próximo passo é clicar em “Adicionar um Novo Site”. Para que o seu site possa ser rastreado pelo Google Analytics é necessário inserir um tracking code ( código de monitoramento ) nas suas páginas no meio do seu código HTML. Ele é fornecido gratuitamente pelo Analytics, basta copiar e colar o código que aparecer na tela. É interessante lembrar que o Tracking Code funciona mais ou menos como um DNA do seu site, cada vez que você for cadastrar um novo site no Google Analytics um novo Tracking Code será gerado.

Tela do Tracking Code

DICA: Para evitar inserir o código manualmente, inclua em seu footer, que será o mesmo em todas as páginas, assim evita transtornos.

Tela Geral dos sites vinculados a conta do Google Analytics

Está será a tela inicial após loggar no google analytics. Você terá acesso a todos os sites cadastrados para monitoramento.

Tela Geral de Visão dos Sites do Google Analytics

Na tabela de perfis do site, terá um breve resumo do mesmo: nome, domínio, link para relatórios, seguido do status de seu monitoramento. Nesta tela temos as seguintes opções:

  • Visualizar Relatório: você será direcionado a página com a visão geral do status de seu site.
  • Editar: vai para a página do Google Analytics de configuração do perfil, para alteração dos dados relevantes ao site, as metas de conversão, e aos filtros. Também exibe os usuários que podem ter acesso.
  • Adicionar perfil de site: adicionar novo site para monitoramento, ou editar um pefil existente.
  • Gerenciador de usuário: define quais usuários tem acesso aos determinados sites, e o tipo de acesso que possuem.
  • Gerenciador de filtros: permite que você organize os dados obtidos pelo relatório.

Painel do Site do Google Analytics

Está é a visão geral do relatórios, com os dados mostrados de forma mais prática:

Painel do Site - A Tela Principal do Google Analytics

Temos o gráfico geral dos acessos durante últimos 30 dias, que também pode ser editado para analisar aspectos semanais ou diários.

Na tabela de “Uso do site”, temos o número total de visitas por IP´s distintos, o número total de exibições por página, a média de Páginas/Visita. É apresentado também a taxa de rejeição, que são os usuários que navegam por menos de 1 minuto na sua página. O tempo médio que ficam em seu site, e a porcentagem de novas visitas.

Temos também o gráfico da “Visão geral dos visitantes”, na qual o google analytics permite um relatório mais detalhado do mesmo, bastando clicar no link situado logo em baixo.

Na “Cobertura do mapa” temos a dimensão dos visitantes do site. A partir do IP do mesmo, é traçado a localização de cada visitante no mapa mundi. O google analytics também permite um relatório mais detalhado do mesmo.

É analisado em gráfico de pizza a “Visão geral das fontes do tráfego”, na qual é verificado por onde o internauta encontrou o site. Seja pelos mecanismos de busca, seja por links externos, ou até mesmo por acesso direto. É possível verificar detalhadamente as principais fontes de tráfego, seguidas também das keywords utilizadas nos mecanismos de busca.

Há possibilidade de verificar na “Visão geral de conteúdo” as páginas de seu site e o porcentagem de visitas nas mesmas.

DICA: insira o arquivo robots.txt de modo que ele bloqueie as páginas que você não deseja que os mecanismos de busca indexem.

Autor: Valden Flavio

Fonte: Mundo SEO

Popularity: 10% [?]

Bookmark e Compartilhe

Minha empresa não tem site. E daí?

Posted by Roberto Camargo On março - 17 - 2009

Parece contraditório né?
As empresas que ainda não estão na InterNET, com certeza estão se preparando para isso; e eu que acesso na InterNET desde 1994 e trabalho com ela de 1996, venho afirmar que não estou nem aí porque minha empresa não tem um site.
Tenho certeza que vão entender minha afirmação ao final deste artigo.

Site institucional? Falar sobre a “missão da empresa” e sobre  “história da empresa”? bahhh!

Isso era importante lá em 1997 quando fiz na época a primeira página em português para um departamento da IBM no Brasil.

Hoje minha empresa se nega a fazer este tipo de serviço, pois atualmente o que todos esperam da InterNET é resultado traduzido em: negócios.

Como consultor, é minha função instruir meu clientes sobre isso. Site institucional bonitinho não serve para negócios, serve apenas para o ego do dono da empresa e não para o seu cliente. Site institucional qualquer pessoa pode fazer, ta cheio de “sobrinhos” na InterNET que sabem usar o dreamweaver e fazem sites para agradar os “tios”, que não querem investir no novo e que acham que ter um domínio na InterNET e um email personalizado com o nome da empresa, já estão fazendo até demais, e olha, ainda é muito comum ver empresas usarem emails gratuitos, ou de provedores. Ainda existem empresas que não investem cerca de R$ 100,00 ou menos por ano, para terem um dominío e email próprio na InterNET.

Acho que já consegui explicar o porque de não ter apenas um site institucional, mas o que fazer então?

O que toda empresa precisa para gerar negócios é ter uma “Presença OnLine”, precisa ter hotsites específicos para seu objetivo e principalmente um canal de comunicação com seus clientes.

Segue alguns exemplos para sua empresa ter uma “Presença OnLine”:

  • HotSite para produto ou serviço
  • Blog
  • Canal no YouTube
  • Comunidade no Orkut

E alguns exemplos para atender mais fácil seu cliente:

  • Atendimento OnLine
  • Twitter
  • MSN
  • SKype
  • Gtalk

Não ache que Orkut e MSN são usados apenas para brincadeira na InterNET, você vai se surpreender quando começar a usá-los profissionalmente.

Seu e-cliente, seu e-consumidor está interessado em seu produto ou serviço e não na sua empresa, ele procura uma solução para sua necessidade, então é isso que você deve apresentar para ele na InterNET, e somente depois dele sentir que esta com a solução “na mão”, aí sim, sua empresa, sua marca, sua história, irão ajudar a sacramentar o negócio.

O meu domínio – que é o nome da minha empresa – é muito cobiçado: www.url.com.br, e eu não mantenho nenhuma informação institucional nele. Hoje todos meus esforços são para o meu blog sobre comércio eletrônico www.ecommerce.tv.br, é de lá que eu sou solicitado para palestas e treinamentos, e é de lá, onde chegam meus clientes e novas parcerias.

Não sou contra site institucional, mas acredito que fazer apenas por fazer não fará diferença nenhuma para sua empresa, o que você precisa é de uma estratégia online e não de apenas um site.

Autor: Roberto Camargo

Popularity: 21% [?]

Bookmark e Compartilhe

O que é Twitter ?

Posted by Copy Past On março - 10 - 2009

Desde que surgiram, o MSN e o Blogger, são sucessos estáveis. Há muitos meses não apresentam crescimento (exceto pelo pico do MSN em 2007). Já o Orkut no Brasil está em queda desde o final de 2007, quando atingiu o pico de popularidade, segundo o Google Trends. Agora, está numa curva descendente.

Read the rest of this entry »

Popularity: 26% [?]

Bookmark e Compartilhe

O que é RSS Feed ?

Posted by Copy Past On março - 3 - 2009

Você visita vários sites, vê que muitos tem este tal Feed RSS, pedem para você assinar, receber atualizações, porém você nunca está satisfeito e quer saber quais os reais propósitos do Feed RSS, benefícios, malefícios e se realmente vale apena se inscrever neste, então vamos começar a responder suas duvidas sobre o que é um Feed RSS!

Read the rest of this entry »

Popularity: 9% [?]

Bookmark e Compartilhe

Internautas do Brasil são os mais on-line do mundo

Posted by Copy Past On fevereiro - 25 - 2009

Nem o verão tirou os brasileiros da frente do computador. Mais uma vez os internautas daqui ficaram em primeiro lugar no tempo de navegação na web via computadores residenciais. De acordo com levantamento do Ibope//NetRatings, os brasileiros permaneceram em média 24 horas e 49 minutos na internet em janeiro. Comparado a dezembro, o índice subiu 8,7%.

Read the rest of this entry »

Popularity: 5% [?]

Bookmark e Compartilhe

Como escolher um bom domínio para seu site

Posted by Copy Past On janeiro - 28 - 2009

Para quem me conhece pessoalmente sabe o quanto sou chato em relação ao domínio de um site, blog ou loja virtual. Achei uma pessoa tão exigente quanto eu, mas ela foi além. Ricardo Vaz Monteiro lançou um livro de 70 páginas que fala sobre este assunto, e o livro esta em PDF para download gratuito.

Read the rest of this entry »

Popularity: 21% [?]

Bookmark e Compartilhe

Patrocinadores
Artigos

VIDEO

TAG CLOUD

About Me

Ecommerce TV Notícias e Treinamentos sobre Comércio Eletrônico

Twitter

    Photos

    Activate the Flickrss plugin to see the image thumbnails!

    SEO Powered by Platinum SEO from Techblissonline