Notícias e Treinamentos sobre Comércio Eletrônico

Archive for the ‘Empreendedorismo’ Category

Ex-aprendiz de florista vira dono de floricultura virtual

Posted by Copy Past On janeiro - 18 - 2010
O paulista Clóvis de Souza, de 39 anos, criou sua empresa virtual no ano em que estourou a bolha da internet – e centenas de empresas “ponto com” desapareceram da noite pro dia. A aposta na venda de flores online só ocorreu porque o empreendedor imaginava conhecer o terreno onde estava pisando.
Aos dez anos, começou no ramo como aprendiz de florista e aos 19, abriu sua primeira floricultura, em uma sala alugada na Mooca, zona leste de São Paulo. Tempos depois, passou a distribuir folhetos nas casas da região, ampliando as vendas para bairros vizinhos.
Mas a guinada do ambiente real para o virtual acabou sendo mais complicada do que ele esperava. “Eu sabia tudo de flores, mas não tinha ideia do que era o mercado online”, conta Souza. Para iniciar o negócio, o empresário teve de alugar uma plataforma de internet para o processamento das compras, que, nos anos seguintes, mostrou-se insuficiente para atender a demanda.
Também perdeu tempo e dinheiro descobrindo a melhor forma de transportar os arranjos sem danificá-los. Após quatro anos de aprendizado – e alguns tropeços -, a empresa deslanchou. “Construímos uma estrutura própria de tecnologia da informação (TI) e dividimos melhor as tarefas aqui dentro”, diz o empresário, que contratou um consultor para ajudá-lo no trabalho. “Antes, todo mundo fazia de tudo.”
Hoje, a Giuliana Flores é uma das líderes no comércio virtual de flores, cestas e presentes no País. Com faturamento estimado de R$ 11 milhões por ano, a empresa faz 10 mil entregas por mês e já deu origem a duas novas marcas, uma delas voltada somente ao público de baixa renda. As três lojas físicas de Souza, embrião do negócio, respondem atualmente por apenas 10% das vendas.
Além da reestruturação promovida por Souza e seus quatro irmãos, que ajudam a tocar o negócio, parte da evolução da companhia se deve ao desenvolvimento do comércio eletrônico no País. Nos últimos cinco anos, o mercado de vendas online cresceu a uma média de 40%, segundo a e-bit, empresa especializada em informações para o setor. Neste ano, o faturamento dessas companhias deve chegar a R$ 10,5 bilhões este ano. O segmento de flores e cestas responde por 1% a 2% das vendas.
PIONEIROS
Segundo o diretor geral da e-bit, Petro Guasti, as floriculturas online foram um dos setores pioneiros no comércio eletrônico brasileiro. “Na maioria das vezes, são empresas com experiência na área e familiares, cuja segunda geração resolver apostar na internet.” Esse é o caso da Flores Online, principal concorrente da Giuliana, que nasceu por iniciativa de um dos filhos da empresária Fátima Casarini, especializada em decoração para eventos.
Porém, tiveram de lidar com os desafios do crescimento explosivo da internet nos últimos anos, expandindo suas estruturas e se adaptando aos hábitos dos novos consumidores da internet: as classes C e D. “Hoje, 60% das vendas eletrônicas são realizadas por consumidores com renda familiar mensal de até R$ 3 mil reais”, diz Guasti.
Para Souza, o segredo para se manter neste mercado é a busca constante por mudanças. “Todo dia tem uma novidade”, afirma. Atualmente, ele está empenhado em mais um novo projeto: o desenvolvimento de uma resolução para o site, que permita o acesso por celular. “Estimamos que 8% dos clientes acessem a internet pelo telefone.”


O paulista Clóvis de Souza, de 39 anos, criou sua empresa virtual no ano em que estourou a bolha da internet – e centenas de empresas “ponto com” desapareceram da noite pro dia. A aposta na venda de flores online só ocorreu porque o empreendedor imaginava conhecer o terreno onde estava pisando.

Aos dez anos, começou no ramo como aprendiz de florista e aos 19, abriu sua primeira floricultura, em uma sala alugada na Mooca, zona leste de São Paulo. Tempos depois, passou a distribuir folhetos nas casas da região, ampliando as vendas para bairros vizinhos.

Mas a guinada do ambiente real para o virtual acabou sendo mais complicada do que ele esperava. “Eu sabia tudo de flores, mas não tinha ideia do que era o mercado online”, conta Souza. Para iniciar o negócio, o empresário teve de alugar uma plataforma de internet para o processamento das compras, que, nos anos seguintes, mostrou-se insuficiente para atender a demanda.

Também perdeu tempo e dinheiro descobrindo a melhor forma de transportar os arranjos sem danificá-los. Após quatro anos de aprendizado – e alguns tropeços -, a empresa deslanchou. “Construímos uma estrutura própria de tecnologia da informação (TI) e dividimos melhor as tarefas aqui dentro”, diz o empresário, que contratou um consultor para ajudá-lo no trabalho. “Antes, todo mundo fazia de tudo.”

Hoje, a Giuliana Flores é uma das líderes no comércio virtual de flores, cestas e presentes no País. Com faturamento estimado de R$ 11 milhões por ano, a empresa faz 10 mil entregas por mês e já deu origem a duas novas marcas, uma delas voltada somente ao público de baixa renda. As três lojas físicas de Souza, embrião do negócio, respondem atualmente por apenas 10% das vendas.

Além da reestruturação promovida por Souza e seus quatro irmãos, que ajudam a tocar o negócio, parte da evolução da companhia se deve ao desenvolvimento do comércio eletrônico no País. Nos últimos cinco anos, o mercado de vendas online cresceu a uma média de 40%, segundo a e-bit, empresa especializada em informações para o setor. Neste ano, o faturamento dessas companhias deve chegar a R$ 10,5 bilhões este ano. O segmento de flores e cestas responde por 1% a 2% das vendas.

PIONEIROS

Segundo o diretor geral da e-bit, Petro Guasti, as floriculturas online foram um dos setores pioneiros no comércio eletrônico brasileiro. “Na maioria das vezes, são empresas com experiência na área e familiares, cuja segunda geração resolver apostar na internet.” Esse é o caso da Flores Online, principal concorrente da Giuliana, que nasceu por iniciativa de um dos filhos da empresária Fátima Casarini, especializada em decoração para eventos.

Porém, tiveram de lidar com os desafios do crescimento explosivo da internet nos últimos anos, expandindo suas estruturas e se adaptando aos hábitos dos novos consumidores da internet: as classes C e D. “Hoje, 60% das vendas eletrônicas são realizadas por consumidores com renda familiar mensal de até R$ 3 mil reais”, diz Guasti.

Para Souza, o segredo para se manter neste mercado é a busca constante por mudanças. “Todo dia tem uma novidade”, afirma. Atualmente, ele está empenhado em mais um novo projeto: o desenvolvimento de uma resolução para o site, que permita o acesso por celular. “Estimamos que 8% dos clientes acessem a internet pelo telefone.”

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A vida Corporativa na Fenda do Bikini

Posted by Copy Past On janeiro - 14 - 2010

” Bob Esponja é mesmo muito engraçado.” – Barack Obama

Para quem ainda não conhece, se é que alguém ainda não conhece, a Fenda do Biquíni é a pequena cidade fictícia onde vive Bob Esponja e seus amigos.
Seguindo a linha de clássicos como o Pica Pau e Tom Jerry, Bob Esponja Calça Quadrada não pode ser considerado um desenho politicamente correto, mas, como os demais, tem o poder de encantar adultos e crianças.
Só para se ter uma idéia, é o desenho animado mais visto na tv estatal chinesa, mesmo sendo exibido após às 21h, pois o governo proíbe a veiculação de desenhos estrangeiros como forma de estimular a produção nacional.
É também sucesso no Brasil e no resto do mundo.
E qual seria o segredo desse seu sucesso?
Alguns apostam na inocência do personagem. Outros no fato de Bob transitar tão bem nas figuras de herói e anti-herói. Os mais técnicos argumentam que a forma de arte utilizada é capaz de remeter as pessoas aos seus próprios rabiscos da infância.
A esses argumentos, acrescentaria mais um: é muito fácil se identificar com os personagens, pois temos um pouquinho de cada um dentro de nós e os encontramos diariamente em nossas vidas e no mundo corporativo.
E aqui quero te convidar para um breve mergulho no mundo do Siri Cascudo e, quem sabe, te ajudar a descobrir com quem você mais se parece por lá.
Será divertido também se você observar seus colegas de trabalho. Só uma dica: Se você tiver um Lula Molusco ao seu lado ou um chefe Siriguejo é melhor não contar para eles, afinal qualquer semelhança pode ser apenas uma mera coincidência…

Bob Esponja – É um eterno sonhador. Acredita na vida, no futuro, nas pessoas, no chefe, na empresa… De tão inocente chega a ser bobo. Não percebe a maldade e está sempre pronto a ajudar. É um funcionário muito exemplar, daqueles que realmente vestem a camisa. Para o Bob Esponja a vida é uma aventura. Uma frase dele: “Eu amo fazer hambúrguer de siri!”

Sr. Siriguejo – É um chefe sem muitos escrúpulos. Começou do nada e construiu sua fortuna a custa de um grande senso de oportunidade e de muito trabalho, seu e de seus empregados. É a tal ponto obcecado pelo dinheiro, ou resultados, que volta e meia ultrapassa os limites da ética ou do bom senso. Para o Siriguejo a vida é o trabalho. Uma frase dele: “Bob Esponja, pare de sonhar e trabalhe para sobreviver!”

Lula Molusco – É o do contra. Nada o satisfaz. Um eterno mal humorado. Se o cliente pede uma sugestão ele é capaz de dizer que não gosta de nada do cardápio. Faz tudo de má vontade, mas só reclama que ganha pouco. Para o Lula Molusco a vida é uma coisa sem graça. Uma frase dele: “Bob Esponja, você é um idiota!”

Plankton – Apesar de não estar no dia a dia da lanchonete, precisa ser lembrado, afinal vive para roubar o seu maior segredo. É a personificação da inveja e de todas as vezes em que alguém, ao invés de construir seu próprio caminho, prefere obstruir o caminho dos outros.

É natural que ocorra a identificação, afinal temos tanto os nossos dias de Bob Esponja, onde estamos tão entusiasmados com as possibilidades e oportunidades que sequer enxergamos as dificuldades, os problemas ou até mesmo as incompetências alheias, como temos também os nossos dias de Lula Molusco, onde estamos tão desmotivados que transformamos os nossos problemas em algo muito maior do que realmente são.
Temos o nosso lado Siriguejo, com tanta vontade de ganhar dinheiro, alcançar resultados ou sermos vencedores que nos esquecemos daquilo que é essencial: o valor do ser humano.
E, por mais triste que seja reconhecer, temos também o nosso lado Plankton, que às vezes se manifesta de forma sutil, como nas fofocas da hora do cafezinho em que aproveitamos para falar mal do chefe Siriguejo, do colega Lula Molusco e até mesmo daquele funcionário Bob Esponja que gostaríamos de ser, mas que, como não somos, também precisa ser criticado.
A lanchonete Siri Cascudo da Fenda do Biquíni é essa reprodução da vida corporativa e, conseqüentemente, dos nossos próprios comportamentos no ambiente de trabalho.
Por isso, sermos capazes de reconhecer e compreender esses personagens pode nos ajudar a enxergar um caminho para o sucesso na vida corporativa:
Ser um Bob Esponja na capacidade de sonhar e acreditar no futuro, com o gosto pelo trabalho de um Siriguejo, conseguindo ter noção das dificuldades como um Lula Molusco sem nunca, jamais, em hipótese alguma, viver às sombras do sucesso dos outros como um Plankton.

Fonte: SommaOnline

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Diretor do Sebrae mostra os erros dos empreendedores

Posted by Copy Past On janeiro - 11 - 2010

Ricardo Tortorella, diretor do Sebrae-SP, mostra quais são os principais erros dos empreendedores. A lista vai desde falta de planejamento até a má formação de preços.

Fonte: UOL Economia

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Os desafios das empresas pontocom

Posted by Copy Past On novembro - 23 - 2009

Eu sou louco? Como manter um projeto na web? Renato Fonseca do SEBRAE inicia a palestra incitando a palestra a dizer quais as principais perguntas do empreendedor web. Conteúdo alternativo vale dinheiro? Claro que sim. O Club Penguim citado pela segunda vez na noite mostra que as crianças estão se tornando um grande público. Para ele, como o serviço é pago, isso já educa as crianças a pagarem pela internet no futuro.

“Necessidade existe, o que precisamos é gerar vantagem competitiva” – Renato

Para Renato, não adianta ficar só nas estátisticas, só existe transferência de informação quando existe confiança e reciprocidade, não é só passar informação pela informação, isso faz toda a diferença na hora de gerar um negócio web. O sucesso é usar as ferramentas da rede a favor da sua empresa, isso envolve gerar crowdsourcing favorável ao produto e fazer com que as pessoas comprem o conteúdo que elas mesmas produzem. Ele cita o Innocentive que aceita ideias e depois recompensa em dinheiro e depois a Camiseteria como case brasileiro.

Deve existir modelo negócio?
Por enquanto não existe repertório com o modelo perfeito de negócios para internet, não tem de onde tirar um histórico, por isso a sua capacidade de experimentação é muito maior.

Fonte: ResultsOn

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10 motivos para você não criar uma loja virtual

Posted by Roberto Camargo On novembro - 17 - 2009

Os números do e-commerce no Brasil têm feito não só empresas do mundo físico criarem seu braço virtual na internet, como também têm estimulado muitos brasileiros empreendedores a tentarem a sorte no mundo virtual. Não quero jogar um “balde de água fria” nas empresas ou empreendedores que vislumbram no comércio eletrônico riqueza com pouco trabalho, mas posso citar ao menos 10 bons motivos para não criar uma loja virtual.

1. Loja virtual

Meu sobrinho “manja” muito de internet e vai fazer pra mim um logotipo e uma loja virtual simplesinha mesmo.

Cai Fora!

Existem vários sistemas de loja virtual para você escolher. Próprio ou alugado (polêmicas à parte), escolha um que seja profissional, que passe credibilidade ao internauta e capriche muito no layout.

2. Formas de pagamento

Pretendo oferecer para meu cliente a opção de pagamento “depósito bancário”, no meu nome de Pessoa Física, na minha conta poupança

Cai Fora!

Seu cliente quer pagar com comodidade, no cartão de crédito, preferencialmente. Existem muitas soluções atualmente que ajudam no início de uma loja virtual, entre elas PagSeguro e Pagamento Digital.

3. Estoque

Sou esperto, vou primeiro vender, receber e depois comprar em seu fornecedor.

Cai Fora!

Para isso você precisa ter um esquema MUITO bem feito com seu fornecedor, para receber o produto muito rápido (em poucas horas) e com a garantia dele que sempre vai ter o produto disponível para pronta entrega, o que nem sempre é possível.

Seu cliente sempre quer receber amanhã. Mesmo que ele ainda nem tenha pago o boleto bancário, ele já acha que você está enrolando e atrasando a entrega.

4. Correio e-Sedex

Não vou fazer um contrato de consumo mínimo mensal de R$ 1.000,00 com os correios só para ter taxa entrega mais barata. Quem paga é o meu cliente mesmo…

Cai Fora!

Confira uns exemplos de valores de entrega:

  • Sedex de 300g. de São Paulo para Brasilia = R$ 21,50
    E
    -Sedex de 300g. de São Paulo para Brasilia = R$ 7,71
  • Sedex de 1kg de São Paulo para São Paulo = R$ 10,50
    E
    -Sedex de 1kg de São Paulo para São Paulo = R$ 5,50

Você pretende conquistar o cliente de outra loja virtual, oferecendo uma taxa de entrega maior? Existem outras boas opções de empresas que fazem entrega, mas oferecer o e-Sedex no início de sua loja virtual é uma obrigação com o seu cliente.

5. Atendimento ao cliente

Pretendo responder aos emails dos meus clientes assim que eu chegar em casa à noite, após o meu serviço.

Cai Fora!

Email, chat, helpdesk, telefone e outras formas de atendimento têm que estar à disposição do seu cliente e a resposta tem que ser IMEDIATA.

Se você não atender à necessidade ou dúvida do seu cliente rapidamente, seu concorrente vai atender.

Uma mensagem no orkut ou no twitter contra sua empresa pode ser devastadora se não acompanhada de perto e com ações rápidas.

6. Detalhes do produto

Não tenho foto e texto legal, tô pegando em alguns sites concorrentes.

Cai Fora!

Este item é grande e merece um artigo só dele, pois o cadastro de um produto exige fotos com qualidade, especificações técnicas completas, instruções de uso e, se possível, vídeo.

Os detalhes sobre seu produto devem ser como um vendedor online, ele tem que tirar imediatamente todas possíveis dúvidas do seu cliente.

7. Publicidade “paga

Não vou investir em publicidade “paga“, conheço muita gente que já fez anúncios em links patrocinados e não vendeu nada.

Cai Fora!

Utilizar a ferramenta para criar um anúncio no Google Adwords é muito fácil mesmo, mas criar a estratégia do anúncio, o texto e escolher as palavras-chave de forma a investir pouco dinheiro, infelizmente não é para qualquer um, é necessário muito treino e estudo. Contrate um profissional para isso e foque seu trabalho em administrar seu negócio.

8. Publicidade “gratuita

Só vou investir em publicidade “gratuita“, não tenho dinheiro pra jogar fora com anúncios pagos.

Cai Fora!

Atualmente é possível conseguir publicidade gratuita de diversas formas, inclusive as mídias sociais nos ajudam bastante nisso – lógico que se usadas com sabedoria.

Há uma grande loja virtual que diz que não investe dinheiro em publicidade. Eu discordo disso, pois podemos não investir diretamente no canal de publicidade, mas precisa de alguém para criar e executar as ações de publicidade gratuita.

9. Nota fiscal

Vou começar a vender pela internet e, se der certo, eu abro minha empresa.

Cai Fora!

Ter uma empresa legalizada não é só uma obrigação com o governo, mas principalmente com o seu cliente, que deve e sempre exigirá uma nota fiscal do produto comprado.

10. Planejamento

Acho que todos os motivos acima são bobeira e é perfeitamente possível ter sucesso sem levar em conta estes motivos.

Cai Fora!

O primeiro passo é montar um plano de negócios para sua loja virtual, mesmo que ele seja simplificado. Veja algumas dicas no artigo “Faça um plano de negócios para montar sua loja virtual”.

Finalizando esse artigo, quero deixar um conselho: CAIA DENTRO!

Trabalhe seriamente, levando em consideração essas dicas, e sua loja virtual terá tudo para ser um grande sucesso na internet.

Se quer acrescentar um motivo, ou discordar de algum acima, deixe seu comentário.

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Por que a Naspers comprou o Buscapé

Posted by Copy Past On outubro - 21 - 2009

Companhia sul-africana pavimenta o caminho para ter negócios na área de convergência de mídias.

A terceira maior transação da história da internet no Brasil, como demonstra levantamento feito pelo IDG Now!, a venda do Buscapé para a sul-africana Naspers, por 342 milhões de dólares, motiva alguns questionamentos sobre o futuro próximo do mercado de comunicação digital no Brasil.

Um deles é a sinalização de que, como consequência da nova condição do Brasil no cenário mundial – visto agora como competidor global relevante – e a boa recuperação da economia nacional diante da crise internacional, o País surge aos olhos dos grupos internacionais como boa opção para investimentos.

Nesse quesito, a área digital tem bons atributos a oferecer, como o rápido avanço da internet no conjunto da população e o perfil  do internauta brasileiro, que adota rapidamente inovações no setor e se mostra um usuário ativo das redes sociais.

Outro fator diz respeito às razões propriamente ditas que levaram a Naspers a adquirir o Buscapé – algo que também guarda relação direta com os fatores citados anteriormente. Um primeiro atrativo para a Naspers no negócio é a possibilidade de, com uma cartada só, obter uma boa atuação na América Latina, viabilizada pelo fato de o Buscapé operar em diversos países da região.

Razões

Uma análise mais atenta do movimento empreendido pela Naspers no País, no entanto, mostrar que a companhia pode estar se preparando para desenvolver negócios relacionados à convergência de mídias, acreditam especialistas ouvidos pela reportagem.

Um dos fatores que justificam a tese é de que há boas perspectivas de combinação de negócios com outra organização com a qual a Naspers está ligada no País, o Grupo Abril – seu braço digital MIH Holdings detém 30% do empresa da família Civita, negociação que resultou na formação da MIH Brazil Participações Ltda. A negociação, fechada em 2006 por 422 milhões de dólares, permitiu o ingresso da Naspers no mercado brasileiro de mídia impressa e eletrônica.

O raciocínio é o seguinte: com o Buscapé, a Naspers tem acesso a uma base consolidada de informações sobre tendências de consumo na área de comércio eletrônico, atributo reforçado com os estudos de consumo na web realizados pela e-bit, empresa controlada pelo site brasileiro de comparação de preços.

Convergência

Somando-se esse ativo às publicações da Editora Abril, a Naspers tem condições de criar estratégias de marketing ou projetos comerciais focados em diferentes segmentos de público, analisa Marcelo Coutinho, professor da FGV e colunista do IDG Now!.

“O banco de dados do Buscapé é um indicador dos desejos de consumo. Surgirá assim um campo promissor quando esse ativo se juntar à capacidade de distribuição de conteúdo em diversas plataformas”, diz Coutinho. “Como exemplo, pense no grande interesse que eventualmente possa ser registrado nas buscas sobre produtos de saúde e beleza, por exemplo. Esse dado pode alimentar combinações de projetos de marketing ou publicidade relacionados às revistas da Abril que atuam nesse setor”, afirma.

“A partir de agora, a Naspers alia, no Brasil, três aspectos importantes: poder comercial, análise de consumo e conteúdo editorial”, reforça Coutinho, que tem entre seus campos de estudo na área acadêmica o modelo de negócios no setor de mídia.

Plataformas reunidas

O sócio-diretor do I-Group, centro de treinamento avançado em técnicas de planejamento e gestão de projetos digitais, Indio Brasileiro, reforça a análise de Coutinho.  “A Naspers demonstra que trabalha com a ideia de convergência de mídias. Basta ver que ela tem agora uma boa plataforma editorial, força de distribuição, comércio eletrônico e marcas fortes”, avalia.

“O modelo do mercado daqui para frente é o da convergência. E, por ter feito aquisições milionárias no Brasil, a Naspers mostra que entra decidida a ser protagonista”, afirma Brasileiro, que no começo do mercado de internet no Brasil foi diretor comercial do UOL e vice-presidente de negócios da StarMedia.

Fonte: IDG NOW

Autor: Clayton Melo

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Sergey Brin e Larry Page falam sobre o Google

Posted by Roberto Camargo On outubro - 19 - 2009

Em 20 minutos durante a TED em 2004, os co-fundadores do Google Larry Page e Sergey Brin apresentam a máquina do Google, compartilhando histórias sobre os padrões internacionais de buscas, a fundação filantrópica Google Foundation e o comprometimento da empresa com a inovação e a felicidade do empregado.

Para ver a legenda em português, clique em view subtitles e escolha a legenda

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Co-fundador Evan Williams conta como nasceu o twitter

Posted by Roberto Camargo On agosto - 31 - 2009

Twitter conquistou um pequeno exército de seguidores, com suas pequenas notificações e o prazer da comunicação instantânea. Seu co-fundador Evan Williams revela alguns detalhes fascinantes que ele aprendeu com os usuários e como isso contribuiu para a evolução do seu negócio.

Ative a legenda em português,
clicando em VIEW SUBTITLES

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11 regras que os estudantes não aprendem na escola

Posted by Copy Past On agosto - 12 - 2009

ALGO QUE AS ESCOLAS NÃO ENSINAM

Aqui estão alguns conselhos que Bill Gates recentemente ditou numa conferência em uma escola secundária sobre 11 regras que os estudantes não aprenderiam na escola.

Muito conciso, todos esperavam que ele fosse fazer um discurso de uma hora ou mais… Bill Gates falou por menos de 5 minutos, foi aplaudido por mais de 10 minutos sem parar, agradeceu e foi embora em seu helicóptero…

Regra 1

A vida não é fácil, acostume-se com isso.

Regra 2

O mundo não está preocupado com a sua auto-estima.

O mundo espera que você faça alguma coisa útil por ele ANTES de sentir-se bem com você mesmo.

Regra 3

Você não ganhará R$ 20.000 por mês assim que sair da escola.

Você não será vice-presidente de uma empresa com carro e telefone à disposição antes que você tenha conseguido comprar seu próprio carro e telefone.

Regra 4

Se você acha seu professor rude, espere até ter um Chefe. Ele não terá pena de você.

Regra 5

Vender jornal velho ou trabalhar durante as férias não está abaixo da sua posição social.

Seus avós têm uma palavra diferente para isso: eles chamam de oportunidade.

Regra 6

Se você fracassar, não é culpa de seus pais.

Então não lamente seus erros, aprenda com eles.

Regra 7

Antes de você nascer, seus pais não eram tão críticos como agora. Eles só ficaram assim por pagar as suas contas, lavar suas roupas e ouvir você dizer que eles são “ridículos”.

Então antes de salvar o planeta para a próxima geração, querendo consertar os erros da geração dos seus pais, tente limpar seu próprio quarto.

Regra 8

Sua escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim.

Em algumas escolas você não repete mais de ano e tem quantas chances precisar até acertar.

Isto não se parece com absolutamente NADA na vida real.

Se pisar na bola, está despedido… RUA !!!

Faça certo da primeira vez!

Regra 9

A vida não é dividida em semestres.

Você não terá sempre os verões livres e é pouco provável que outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada período.

Regra 10

Televisão NÃO é vida real.

Na vida real, as pessoas TÊM que deixar o barzinho ou a boate e ir trabalhar.

Regra 11

Seja legal com os C.D.Fs – aqueles estudantes que os demais julgam que são uns babacas. Existe uma grande probabilidade de você vir a trabalhar PARA um deles.

Bill Gates, dono da maior fortuna pessoal do mundo e da Microsoft, a única empresa que enfrentou e venceu a Big Blues, IBM, que construiu o primeiro computador, cérebro eletrônico mundial, desde a sua fundação em meados de 1900.

Fonte: Passeio na Web

http://www.passeionaweb.com.br/2009/08/10/bill-gates-conselheiro-by-viva-la-xico/

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Oportunidades de negócio na Internet

Posted by Copy Past On julho - 7 - 2009

Brasil tem ambiente de negócios favorável para e-commerce, aponta estudo da IBM.

A divisão de consultoria da IBM e a Unidade de Inteligência da The Economist divulgaram os resultados do estudo E-Readiness 2009, que mede a capacidade de 70 países de absorverem novas tecnologias de informação e usá-las a favor do desenvolvimento econômico e social. O Brasil aparece em 42º lugar no ranking mundial, tendo como diferencial um dos melhores cenários macroeconômicos e de oportunidades de negócios do mundo, pouco alterado diante da turbulência financeira.

Essa situação é sustentada pelo fato de o Brasil ser um dos países com maior índice de empreendedorismo entre os pesquisados, mesmo sofrendo com problemas relacionados a deficiências na infraestrutura e baixa adoção do comércio eletrônico pelos consumidores e empresas de um modo geral. “Apesar de o Brasil vir crescendo consistentemente nesse ranking desde 2005, a conectividade e a infraestrutura de TI ainda são um desafio no país. A baixa adesão à Internet banda larga – devido especialmente a sua pouca disponibilidade e alto custo – é um obstáculo considerável ao crescimento do comércio eletrônico brasileiro”, explica Ricardo Gomez, diretor de consultoria da IBM Brasil.

Dentre os latino-americanos, o Brasil aparece no ranking abaixo do Chile (30º lugar na listagem mundial) e do México (40º). Já entre os países do BRIC, o Brasil está na liderança, apresentando o melhor ambiente geral para o crescimento do e-commerce. A Dinamarca é a líder global com maior presença da economia on-line e o uso de serviços públicos via Internet. E os Estados Unidos, por sua vez, que em 2008 ocupava a 1ª posição, passou para 5ª colocação neste ano

A pontuação E-readiness é uma medida de quão amigável é o mercado local às oportunidades baseadas na Internet. São analisados fatores como educação, experiência online, política governamental, empreendedorismo, inovação, além de consumo de mercadorias e serviços digitais. A pesquisa, elaborada desde 2000, é baseada em mais de 100 diferentes critérios agrupados em seis categorias: conectividade e infraestrutura de tecnologia; política e visão governamental; adoção dos consumidores e empresas às novas tecnologias e ambiente de negócios, cultural e social e legal.

Autor: Ricardo Gomez

Fonte: Cliente SA

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