Notícias e Treinamentos sobre Comércio Eletrônico

Archive for the ‘Comércio Eletrônico’ Category

Ex-aprendiz de florista vira dono de floricultura virtual

Posted by Copy Past On janeiro - 18 - 2010
O paulista Clóvis de Souza, de 39 anos, criou sua empresa virtual no ano em que estourou a bolha da internet – e centenas de empresas “ponto com” desapareceram da noite pro dia. A aposta na venda de flores online só ocorreu porque o empreendedor imaginava conhecer o terreno onde estava pisando.
Aos dez anos, começou no ramo como aprendiz de florista e aos 19, abriu sua primeira floricultura, em uma sala alugada na Mooca, zona leste de São Paulo. Tempos depois, passou a distribuir folhetos nas casas da região, ampliando as vendas para bairros vizinhos.
Mas a guinada do ambiente real para o virtual acabou sendo mais complicada do que ele esperava. “Eu sabia tudo de flores, mas não tinha ideia do que era o mercado online”, conta Souza. Para iniciar o negócio, o empresário teve de alugar uma plataforma de internet para o processamento das compras, que, nos anos seguintes, mostrou-se insuficiente para atender a demanda.
Também perdeu tempo e dinheiro descobrindo a melhor forma de transportar os arranjos sem danificá-los. Após quatro anos de aprendizado – e alguns tropeços -, a empresa deslanchou. “Construímos uma estrutura própria de tecnologia da informação (TI) e dividimos melhor as tarefas aqui dentro”, diz o empresário, que contratou um consultor para ajudá-lo no trabalho. “Antes, todo mundo fazia de tudo.”
Hoje, a Giuliana Flores é uma das líderes no comércio virtual de flores, cestas e presentes no País. Com faturamento estimado de R$ 11 milhões por ano, a empresa faz 10 mil entregas por mês e já deu origem a duas novas marcas, uma delas voltada somente ao público de baixa renda. As três lojas físicas de Souza, embrião do negócio, respondem atualmente por apenas 10% das vendas.
Além da reestruturação promovida por Souza e seus quatro irmãos, que ajudam a tocar o negócio, parte da evolução da companhia se deve ao desenvolvimento do comércio eletrônico no País. Nos últimos cinco anos, o mercado de vendas online cresceu a uma média de 40%, segundo a e-bit, empresa especializada em informações para o setor. Neste ano, o faturamento dessas companhias deve chegar a R$ 10,5 bilhões este ano. O segmento de flores e cestas responde por 1% a 2% das vendas.
PIONEIROS
Segundo o diretor geral da e-bit, Petro Guasti, as floriculturas online foram um dos setores pioneiros no comércio eletrônico brasileiro. “Na maioria das vezes, são empresas com experiência na área e familiares, cuja segunda geração resolver apostar na internet.” Esse é o caso da Flores Online, principal concorrente da Giuliana, que nasceu por iniciativa de um dos filhos da empresária Fátima Casarini, especializada em decoração para eventos.
Porém, tiveram de lidar com os desafios do crescimento explosivo da internet nos últimos anos, expandindo suas estruturas e se adaptando aos hábitos dos novos consumidores da internet: as classes C e D. “Hoje, 60% das vendas eletrônicas são realizadas por consumidores com renda familiar mensal de até R$ 3 mil reais”, diz Guasti.
Para Souza, o segredo para se manter neste mercado é a busca constante por mudanças. “Todo dia tem uma novidade”, afirma. Atualmente, ele está empenhado em mais um novo projeto: o desenvolvimento de uma resolução para o site, que permita o acesso por celular. “Estimamos que 8% dos clientes acessem a internet pelo telefone.”


O paulista Clóvis de Souza, de 39 anos, criou sua empresa virtual no ano em que estourou a bolha da internet – e centenas de empresas “ponto com” desapareceram da noite pro dia. A aposta na venda de flores online só ocorreu porque o empreendedor imaginava conhecer o terreno onde estava pisando.

Aos dez anos, começou no ramo como aprendiz de florista e aos 19, abriu sua primeira floricultura, em uma sala alugada na Mooca, zona leste de São Paulo. Tempos depois, passou a distribuir folhetos nas casas da região, ampliando as vendas para bairros vizinhos.

Mas a guinada do ambiente real para o virtual acabou sendo mais complicada do que ele esperava. “Eu sabia tudo de flores, mas não tinha ideia do que era o mercado online”, conta Souza. Para iniciar o negócio, o empresário teve de alugar uma plataforma de internet para o processamento das compras, que, nos anos seguintes, mostrou-se insuficiente para atender a demanda.

Também perdeu tempo e dinheiro descobrindo a melhor forma de transportar os arranjos sem danificá-los. Após quatro anos de aprendizado – e alguns tropeços -, a empresa deslanchou. “Construímos uma estrutura própria de tecnologia da informação (TI) e dividimos melhor as tarefas aqui dentro”, diz o empresário, que contratou um consultor para ajudá-lo no trabalho. “Antes, todo mundo fazia de tudo.”

Hoje, a Giuliana Flores é uma das líderes no comércio virtual de flores, cestas e presentes no País. Com faturamento estimado de R$ 11 milhões por ano, a empresa faz 10 mil entregas por mês e já deu origem a duas novas marcas, uma delas voltada somente ao público de baixa renda. As três lojas físicas de Souza, embrião do negócio, respondem atualmente por apenas 10% das vendas.

Além da reestruturação promovida por Souza e seus quatro irmãos, que ajudam a tocar o negócio, parte da evolução da companhia se deve ao desenvolvimento do comércio eletrônico no País. Nos últimos cinco anos, o mercado de vendas online cresceu a uma média de 40%, segundo a e-bit, empresa especializada em informações para o setor. Neste ano, o faturamento dessas companhias deve chegar a R$ 10,5 bilhões este ano. O segmento de flores e cestas responde por 1% a 2% das vendas.

PIONEIROS

Segundo o diretor geral da e-bit, Petro Guasti, as floriculturas online foram um dos setores pioneiros no comércio eletrônico brasileiro. “Na maioria das vezes, são empresas com experiência na área e familiares, cuja segunda geração resolver apostar na internet.” Esse é o caso da Flores Online, principal concorrente da Giuliana, que nasceu por iniciativa de um dos filhos da empresária Fátima Casarini, especializada em decoração para eventos.

Porém, tiveram de lidar com os desafios do crescimento explosivo da internet nos últimos anos, expandindo suas estruturas e se adaptando aos hábitos dos novos consumidores da internet: as classes C e D. “Hoje, 60% das vendas eletrônicas são realizadas por consumidores com renda familiar mensal de até R$ 3 mil reais”, diz Guasti.

Para Souza, o segredo para se manter neste mercado é a busca constante por mudanças. “Todo dia tem uma novidade”, afirma. Atualmente, ele está empenhado em mais um novo projeto: o desenvolvimento de uma resolução para o site, que permita o acesso por celular. “Estimamos que 8% dos clientes acessem a internet pelo telefone.”

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Escolhendo os clientes para sua empresa: uma questão estratégica

Posted by Jorge Aldrovandi On novembro - 25 - 2009

Jorge Aldrovandi, Diretor de Babel-Team explica em vídeo de 5 minutos por que, para o sucesso do seu negócio, é necessário escolher cuidadosamente seus clientes.

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E-commerce prevê 4 milhões de novos consumidores

Posted by Copy Past On novembro - 18 - 2009

O comércio eletrônico prevê fechar 2009 com um faturamento de R$ 10,5 bilhões e 4 milhões de novos e-consumidores. Na avaliação de Sandra Turchi, superintendente de Marketing da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), a facilidade da classe C em obter cartões de crédito e parcelar suas compras, nos últimos anos, tornou-se um elemento importante para o comércio digital.

Segundo Sandra, o e-commerce é um grande impulsionador de negócios, inclusive entre as Pequena e Micro Empresas (PMEs). “O Brasil apresenta 11,5 milhões de compradores on-line, com um tíquete médio de R$ 323 por compra. Para o Natal, a tendência é que a média chegue a R$ 346″, destaca, acrescentando que os prazos de pagamento são mais longos do que em lojas físicas, o que viabiliza as compras.

Sobre as PMEs, Sandra ressalta que, enquanto 90% das grandes empresas utilizam internet, essa porcentagem cai para 71% no setor. “É fundamental que as PMEs explorem o universo digital. Atualmente, 80% da renda obtida em e-commerce pertencem às grandes empresas do setor. Temos que ampliar sua participação, de 20% a até 30% em 2010″, observa.

O comércio eletrônico apresenta inúmeras vantagens e oportunidades, como significativa redução de custos comparando às lojas físicas, além de estar disponível 24 horas e em qualquer lugar do mundo. Entretanto, há pontos a serem revistos para que os consumidores sintam-se mais à vontade para efetuar compras on-line. Entre eles, a confiança nos serviços financeiros de pagamento, além da segurança e cumprimento de prazos nas entregas.

A possibilidade de comercializações via internet já é considerado um diferencial de empresas entre seus concorrentes. Entretanto, isso não basta: “é necessário inovar dentro do leque de opções, especialmente, as ferramentas disponíveis no website. Isso inclui disponibilidade de catálogos, listagens, suporte técnico, além das redes sociais – a tão comentada web 2.0. Esses fatores são considerados primordiais para a presença digital, pois seguem uma das principais premissas dos executivos da área, de que “a melhor maneira de encontrar seu cliente é ser encontrado por ele”, finaliza.

Fonte: Investimentos e Noticias

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10 motivos para você não criar uma loja virtual

Posted by Roberto Camargo On novembro - 17 - 2009

Os números do e-commerce no Brasil têm feito não só empresas do mundo físico criarem seu braço virtual na internet, como também têm estimulado muitos brasileiros empreendedores a tentarem a sorte no mundo virtual. Não quero jogar um “balde de água fria” nas empresas ou empreendedores que vislumbram no comércio eletrônico riqueza com pouco trabalho, mas posso citar ao menos 10 bons motivos para não criar uma loja virtual.

1. Loja virtual

Meu sobrinho “manja” muito de internet e vai fazer pra mim um logotipo e uma loja virtual simplesinha mesmo.

Cai Fora!

Existem vários sistemas de loja virtual para você escolher. Próprio ou alugado (polêmicas à parte), escolha um que seja profissional, que passe credibilidade ao internauta e capriche muito no layout.

2. Formas de pagamento

Pretendo oferecer para meu cliente a opção de pagamento “depósito bancário”, no meu nome de Pessoa Física, na minha conta poupança

Cai Fora!

Seu cliente quer pagar com comodidade, no cartão de crédito, preferencialmente. Existem muitas soluções atualmente que ajudam no início de uma loja virtual, entre elas PagSeguro e Pagamento Digital.

3. Estoque

Sou esperto, vou primeiro vender, receber e depois comprar em seu fornecedor.

Cai Fora!

Para isso você precisa ter um esquema MUITO bem feito com seu fornecedor, para receber o produto muito rápido (em poucas horas) e com a garantia dele que sempre vai ter o produto disponível para pronta entrega, o que nem sempre é possível.

Seu cliente sempre quer receber amanhã. Mesmo que ele ainda nem tenha pago o boleto bancário, ele já acha que você está enrolando e atrasando a entrega.

4. Correio e-Sedex

Não vou fazer um contrato de consumo mínimo mensal de R$ 1.000,00 com os correios só para ter taxa entrega mais barata. Quem paga é o meu cliente mesmo…

Cai Fora!

Confira uns exemplos de valores de entrega:

  • Sedex de 300g. de São Paulo para Brasilia = R$ 21,50
    E
    -Sedex de 300g. de São Paulo para Brasilia = R$ 7,71
  • Sedex de 1kg de São Paulo para São Paulo = R$ 10,50
    E
    -Sedex de 1kg de São Paulo para São Paulo = R$ 5,50

Você pretende conquistar o cliente de outra loja virtual, oferecendo uma taxa de entrega maior? Existem outras boas opções de empresas que fazem entrega, mas oferecer o e-Sedex no início de sua loja virtual é uma obrigação com o seu cliente.

5. Atendimento ao cliente

Pretendo responder aos emails dos meus clientes assim que eu chegar em casa à noite, após o meu serviço.

Cai Fora!

Email, chat, helpdesk, telefone e outras formas de atendimento têm que estar à disposição do seu cliente e a resposta tem que ser IMEDIATA.

Se você não atender à necessidade ou dúvida do seu cliente rapidamente, seu concorrente vai atender.

Uma mensagem no orkut ou no twitter contra sua empresa pode ser devastadora se não acompanhada de perto e com ações rápidas.

6. Detalhes do produto

Não tenho foto e texto legal, tô pegando em alguns sites concorrentes.

Cai Fora!

Este item é grande e merece um artigo só dele, pois o cadastro de um produto exige fotos com qualidade, especificações técnicas completas, instruções de uso e, se possível, vídeo.

Os detalhes sobre seu produto devem ser como um vendedor online, ele tem que tirar imediatamente todas possíveis dúvidas do seu cliente.

7. Publicidade “paga

Não vou investir em publicidade “paga“, conheço muita gente que já fez anúncios em links patrocinados e não vendeu nada.

Cai Fora!

Utilizar a ferramenta para criar um anúncio no Google Adwords é muito fácil mesmo, mas criar a estratégia do anúncio, o texto e escolher as palavras-chave de forma a investir pouco dinheiro, infelizmente não é para qualquer um, é necessário muito treino e estudo. Contrate um profissional para isso e foque seu trabalho em administrar seu negócio.

8. Publicidade “gratuita

Só vou investir em publicidade “gratuita“, não tenho dinheiro pra jogar fora com anúncios pagos.

Cai Fora!

Atualmente é possível conseguir publicidade gratuita de diversas formas, inclusive as mídias sociais nos ajudam bastante nisso – lógico que se usadas com sabedoria.

Há uma grande loja virtual que diz que não investe dinheiro em publicidade. Eu discordo disso, pois podemos não investir diretamente no canal de publicidade, mas precisa de alguém para criar e executar as ações de publicidade gratuita.

9. Nota fiscal

Vou começar a vender pela internet e, se der certo, eu abro minha empresa.

Cai Fora!

Ter uma empresa legalizada não é só uma obrigação com o governo, mas principalmente com o seu cliente, que deve e sempre exigirá uma nota fiscal do produto comprado.

10. Planejamento

Acho que todos os motivos acima são bobeira e é perfeitamente possível ter sucesso sem levar em conta estes motivos.

Cai Fora!

O primeiro passo é montar um plano de negócios para sua loja virtual, mesmo que ele seja simplificado. Veja algumas dicas no artigo “Faça um plano de negócios para montar sua loja virtual”.

Finalizando esse artigo, quero deixar um conselho: CAIA DENTRO!

Trabalhe seriamente, levando em consideração essas dicas, e sua loja virtual terá tudo para ser um grande sucesso na internet.

Se quer acrescentar um motivo, ou discordar de algum acima, deixe seu comentário.

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Por que a Naspers comprou o Buscapé

Posted by Copy Past On outubro - 21 - 2009

Companhia sul-africana pavimenta o caminho para ter negócios na área de convergência de mídias.

A terceira maior transação da história da internet no Brasil, como demonstra levantamento feito pelo IDG Now!, a venda do Buscapé para a sul-africana Naspers, por 342 milhões de dólares, motiva alguns questionamentos sobre o futuro próximo do mercado de comunicação digital no Brasil.

Um deles é a sinalização de que, como consequência da nova condição do Brasil no cenário mundial – visto agora como competidor global relevante – e a boa recuperação da economia nacional diante da crise internacional, o País surge aos olhos dos grupos internacionais como boa opção para investimentos.

Nesse quesito, a área digital tem bons atributos a oferecer, como o rápido avanço da internet no conjunto da população e o perfil  do internauta brasileiro, que adota rapidamente inovações no setor e se mostra um usuário ativo das redes sociais.

Outro fator diz respeito às razões propriamente ditas que levaram a Naspers a adquirir o Buscapé – algo que também guarda relação direta com os fatores citados anteriormente. Um primeiro atrativo para a Naspers no negócio é a possibilidade de, com uma cartada só, obter uma boa atuação na América Latina, viabilizada pelo fato de o Buscapé operar em diversos países da região.

Razões

Uma análise mais atenta do movimento empreendido pela Naspers no País, no entanto, mostrar que a companhia pode estar se preparando para desenvolver negócios relacionados à convergência de mídias, acreditam especialistas ouvidos pela reportagem.

Um dos fatores que justificam a tese é de que há boas perspectivas de combinação de negócios com outra organização com a qual a Naspers está ligada no País, o Grupo Abril – seu braço digital MIH Holdings detém 30% do empresa da família Civita, negociação que resultou na formação da MIH Brazil Participações Ltda. A negociação, fechada em 2006 por 422 milhões de dólares, permitiu o ingresso da Naspers no mercado brasileiro de mídia impressa e eletrônica.

O raciocínio é o seguinte: com o Buscapé, a Naspers tem acesso a uma base consolidada de informações sobre tendências de consumo na área de comércio eletrônico, atributo reforçado com os estudos de consumo na web realizados pela e-bit, empresa controlada pelo site brasileiro de comparação de preços.

Convergência

Somando-se esse ativo às publicações da Editora Abril, a Naspers tem condições de criar estratégias de marketing ou projetos comerciais focados em diferentes segmentos de público, analisa Marcelo Coutinho, professor da FGV e colunista do IDG Now!.

“O banco de dados do Buscapé é um indicador dos desejos de consumo. Surgirá assim um campo promissor quando esse ativo se juntar à capacidade de distribuição de conteúdo em diversas plataformas”, diz Coutinho. “Como exemplo, pense no grande interesse que eventualmente possa ser registrado nas buscas sobre produtos de saúde e beleza, por exemplo. Esse dado pode alimentar combinações de projetos de marketing ou publicidade relacionados às revistas da Abril que atuam nesse setor”, afirma.

“A partir de agora, a Naspers alia, no Brasil, três aspectos importantes: poder comercial, análise de consumo e conteúdo editorial”, reforça Coutinho, que tem entre seus campos de estudo na área acadêmica o modelo de negócios no setor de mídia.

Plataformas reunidas

O sócio-diretor do I-Group, centro de treinamento avançado em técnicas de planejamento e gestão de projetos digitais, Indio Brasileiro, reforça a análise de Coutinho.  “A Naspers demonstra que trabalha com a ideia de convergência de mídias. Basta ver que ela tem agora uma boa plataforma editorial, força de distribuição, comércio eletrônico e marcas fortes”, avalia.

“O modelo do mercado daqui para frente é o da convergência. E, por ter feito aquisições milionárias no Brasil, a Naspers mostra que entra decidida a ser protagonista”, afirma Brasileiro, que no começo do mercado de internet no Brasil foi diretor comercial do UOL e vice-presidente de negócios da StarMedia.

Fonte: IDG NOW

Autor: Clayton Melo

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Ranking das 12 lojas de e-commerce mais visitadas por brasileiros

Posted by Copy Past On outubro - 20 - 2009
Seguindo o artigo iniciado esta semana, mostrando ferramentas interessantes da internet, recentemente apresentamos a ferramenta Alexa.com conhecida internacionalmente, que mostra a posição por número de visitas de todos os sites posicionados.
Como já falamos em detalhes, no artigo anterior o Alexa.com, é um serviço de Internet público, totalmente gratuíto e aberto na Internet, que mede o Ranking dos sites, por números de visitas  (maior público). Hoje iremos mostrar, mais um segmento, agora o Ranking de Lojas E-commerce , mais visitadas pelos brasileiros.
Informamos, por não considerarmos o site do Mercado Livre, como uma loja nos mesmos padrões das Lojas E-commerce, não computamos  na colocação, pois o MERCADO LIVRE, mercadolivre.com.br Alexa Certified Site 374 , Clique e veja  se mudou? caso fosse adicionado no Ranking, assumiria a primeira posição.
Lembrando que além da numeração apresentada pelo Alexa.com, existe a colocação do site, com posição de forma Global, ( GLOBAL = Sites visitados por Brasileiros, sejam sites do Brasil ou de fora dele) mas só até as primeiras 100 mil posições.
RANKING DAS 12 LOJAS E-COMMERCE MAIS VISITADAS PELOS BRASILEIROS
Extraído do Alexa.com em 13/10/2009
1)  AMERICANAS – www.americanas.com Alexa Certified Site 1,067 , Clique e veja  se mudou?  Quanto menor, mais visitado.
2)  SUBMARINO – submarino.com.br Alexa Certified Site 1,200, Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.
3)  SARAIVA – livrariasaraiva.com.br Alexa Certified Site 3,976, Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.
4)  MAGAZINE LUIZA – magazineluiza.com.br Alexa Certified Site 4,407, Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.
5)  PONTO FRIO – pontofrio.com.br Alexa Certified Site 5,095, Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.
6)  SHOPTIME – shoptime.com.br Alexa Certified Site 5,077 Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.
7)  EXTRA – extra.com.br – Alexa Certified Site 5,482 Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.
8)  CASAS BAHIA – casasbahia.com.br Alexa Certified Site 5,632 Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.
9)  COMPRA FÁCIL – comprafacil.com.br Alexa Certified Site 6,775 Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.
10) WALMART – walmart.com.br Alexa Certified Site 7,275 Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.
11) SHOP FÁCIL – shopfacil.com.br Alexa Certified Site 8,322 Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.
12) FASTSHOP – fastshop.com.br Alexa Certified Site 13,034 Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.
Importante: O Alexa.com , capta dados diários, por esse motivo, podem ocorrer mudanças nos números e nas posições diariamente, para facilitar, colocamos o numero linkado para poder se constatar possíveis mudanças.

O Alexa.com, é um serviço de Internet público, totalmente gratuíto e aberto na Internet, que mede o Ranking dos sites, por números de visitas  (maior público). Hoje iremos mostrar, mais um segmento, agora o Ranking de Lojas E-commerce , mais visitadas pelos brasileiros.

Informamos, por não considerarmos o site do Mercado Livre, como uma loja nos mesmos padrões das Lojas E-commerce, não computamos  na colocação, pois o mercadolivre.com.br
Alexa Certified Site 374 , Clique e veja  se mudou
?
caso fosse adicionado no Ranking, assumiria a primeira posição.

Lembrando que além da numeração apresentada pelo Alexa.com, existe a colocação do site, com posição de forma Global, ( GLOBAL = Sites visitados por Brasileiros, sejam sites do Brasil ou de fora dele) mas só até as primeiras 100 mil posições.

RANKING DAS 12 LOJAS E-COMMERCE MAIS VISITADAS PELOS BRASILEIROS

Extraído do Alexa.com em 13/10/2009

1)  AMERICANAS – www.americanas.com
Alexa Certified Site 1,067 , Clique e veja  se mudou
?  Quanto menor, mais visitado.

2)  SUBMARINO – submarino.com.br
Alexa Certified Site 1,200, Clique e veja se mudou
? Quanto menor, mais visitado.

3)  SARAIVA – livrariasaraiva.com.br
Alexa Certified Site 3,976, Clique e veja se mudou
? Quanto menor, mais visitado.

4)  MAGAZINE LUIZA – magazineluiza.com.br
Alexa Certified Site 4,407, Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.

5)  PONTO FRIO – pontofrio.com.br
Alexa Certified Site 5,095, Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.

6)  SHOPTIME – shoptime.com.br
Alexa Certified Site 5,077 Clique e veja se mudou
? Quanto menor, mais visitado.

7)  EXTRA – extra.com.br
Alexa Certified Site 5,482 Clique e veja se mudou
? Quanto menor, mais visitado.

8 )  CASAS BAHIA – casasbahia.com.br
Alexa Certified Site 5,632 Clique e veja se mudou
? Quanto menor, mais visitado.

9)  COMPRA FÁCIL – comprafacil.com.br
Alexa Certified Site 6,775 Clique e veja se mudou
? Quanto menor, mais visitado.

10) WALMART – walmart.com.br
Alexa Certified Site 7,275 Clique e veja se mudou? Quanto menor, mais visitado.

11) SHOP FÁCIL – shopfacil.com.br
Alexa Certified Site 8,322 Clique e veja se mudou
? Quanto menor, mais visitado.

12) FASTSHOP – fastshop.com.br
Alexa Certified Site 13,034 Clique e veja se mudou
? Quanto menor, mais visitado.

Importante: O Alexa.com , capta dados diários, por esse motivo, podem ocorrer mudanças nos números e nas posições diariamente, para facilitar, colocamos o numero linkado para poder se constatar possíveis mudanças.

Fonte:  Segs

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E-commerce. O Carrefour vai sair da Idade de Pedra

Posted by Copy Past On setembro - 22 - 2009

Carrefour prepara, enfim, sua entrada no comércio eletrônico

Franceses querem usar o site como alavanca para serviços de crédito ao consumidor

O Carrefour vai sair da Idade de Pedra. A empresa anunciará até o início de 2010 sua entrada no comércio eletrônico. Entre as grandes redes varejistas em operação no país, será a última a criar um site de vendas.

Todo o sistema tecnológico e a estrutura logística, calcanhar de aquiles do comércio online, estão sendo montados com suporte da própria matriz. Os primeiros testes offline deverão ser realizados até o fim de outubro.

Além da operação comercial per si, os franceses pretendem usar o novo portal como uma alavanca para o Carrefour Soluções Financeiras, braço de crédito do grupo. A ideia é utilizar o site para a venda do cartão de private label, concessão de empréstimos e diversos outros serviços financeiros. Dentro do próprio Carrefour, há até quem se refira ao novo site como um internet banking vinculado a uma operação varejista.

A entrada do Carrefour no comércio eletrônico será uma pimentinha a mais na disputa pela liderança do setor de varejo no país. Cálculos do grupo estimam que a receita com as vendas online poderá passar dos R$ 600 milhões apenas no primeiro ano.

Esta cifra ajudará o Carrefour a reduzir a distância em relação ao Pão de Açúcar. Após a compra do Ponto Frio, a rede de Abílio Diniz abriu uma frente de quase R$ 3 bilhões em termos de faturamento anual.

A expectativa dos franceses é que o novo site permita também um salto na venda de eletroeletrônicos e móveis.

© Relatório Reservado

Fonte: Cidade Biz

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A partir desta quarta-feira (19) até a próxima sexta-feira (21), as 17 maiores lojas virtuais do país promovem uma mega liquidação com até 50% de desconto em diversos produtos, frete grátis e facilidades de parcelamento. As ofertas estão disponíveis nos sites das lojas e no endereço Detonaweb.

A iniciativa é da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Camara-e.net) e tradicionalmente ocorre no mês de setembro desde 2002. O objetivo da campanha  é movimentar o mercado do varejo online em um período que não possui datas promocionais.

Participam da promoção as seguintes lojas: Americanas.com, Auto Z (portal do grupo DPaschoal), Comprafacil.com.br, eFacil (portal do atacadista Martins), Extra, Livraria Cultura, Livraria Saraiva, Magazine Luiza, Marisa, Ponto Frio, Shoptime, Siciliano, Sack´s, Submarino, TokStok, Videolar e Wal Mart.

Segundo a consultoria de comércio eletrônico e-Bit, o comércio eletrônico cresceu 27% no primeiro semestre deste ano, comparado ao resultado de igual período de 2008, com faturamento de R$ 4,8 bilhões.

De acordo com o e-Bit, livros e assinaturas de revistas e jornais continuam liderando as vendas pela internet, seguidos por produtos de saúde, beleza e medicamentos, de informática, e eletrodomésticos de pedidos.

Fonte: eBand


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Quer pagar quanto?

Posted by Copy Past On agosto - 25 - 2009

Frederico Wanderley, CIO da Casas Bahia, levou o estilo popular da rede de lojas para a web.

Repetir na internet o sucesso da Casas Bahia com as classes C e D é o desafio da loja online da rede varejista — e do CIO Frederico Wanderley, de 62 anos. Desde 1993 à frente da área de tecnologia da empresa, ele e sua equipe levaram cerca de três anos planejando o site, que acabou só estreando em fevereiro, bem depois dos concorrentes. Vídeos no YouTube e nuvens de tags são alguns dos recursos usados para ajudar os consumidores no processo de compra. Do centro de tecnologia, em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo, Wanderley falou à INFO sobre a loja online.

INFO – As classes C e D estão comprando na loja online da Casas Bahia?

WANDERLEY – O site foi desenvolvido para as classes C e D, que são o foco da Casas Bahia, mas todas as camadas da população estão comprando. Saem desde pen drives de 19 reais até TVs de 60 polegadas. Nos surpreende a quantidade de brasileiros que acessam o site a partir de outro país. Eles compram produtos para seus parentes que moram aqui e que podem fazer a retirada na loja. Esse é um diferencial da Casas Bahia. A pessoa pode comprar no site e retirar na loja física.

INFO – E quem mora onde não há Casas Bahia?

WANDERLEY – A loja virtual só vende para regiões onde há lojas físicas, porque o pós-venda é importante para nós. A finalidade da loja virtual é ser extensão da loja física, o que significa levar o produto na casa do cliente, montá-lo e retirá-lo se preciso. Além disso, a devolução de material enviado para regiões onde não estamos presentes teria um custo alto.

INFO – Por que a demora em estrear no e-commerce?

WANDERLEY – Em termos de instalações e tecnologia, estávamos prontos há anos, mas foi uma estratégia da empresa não ter pressa e primeiro entender as demandas do mercado. Ficamos anos debatendo, pesquisando, entendendo as necessidades da nossa freguesia.

INFO – Vocês fizeram pesquisas para entender o seu público na web?

WANDERLEY – Sim, nas pesquisas que fizemos com as classes C e D o grande anseio é o da população em geral, ou seja, medo de colocar o seu cartão de crédito na internet. Mas oferecemos todas as formas de pagamento presentes em qualquer site virtual, além do uso de cartões de crédito da Casas Bahia. São mais de 5 milhões de cartões Casas Bahia, que permitem parcelar a compra em até 24 vezes. Isso facilita o acesso das classes menos favorecidas.

INFO – O número de acessos está dentro do esperado?

WANDERLEY – A loja começou a funcionar em 2 de fevereiro e menos de 100 dias depois já tínhamos um fluxo maior do que muitos portais. Em abril, foram 2,2 milhões de visitantes únicos. Em vendas, a meta é responder por 1% a 2% do faturamento total da empresa em um ano.

INFO – O site faz ofertas personalizadas?

WANDERLEY – Fazemos e-mail marketing e entre 25 e 30 ofertas relâmpago diariamente na mídia tradicional. Elas valem para todos os clientes. Não seria justo fazer promoção diferenciada em um ambiente. Imagine a frustração de um cliente ao descobrir que alguém comprou mais barato porque recebeu uma promoção por e-mail enquanto ele pagou mais caro pelo mesmo item na loja física.

INFO – Vocês usam recursos como Twitter e redes sociais?

WANDERLEY – Temos um canal no YouTube (www.youtube.com/user/Casasbahia), com vídeos de vários produtos. Esses vídeos podem ser baixados também na loja virtual, na página do produto. Começamos com 100 vídeos, mas a ideia é aumentar. É como se o cliente fosse atendido por um vendedor online, que apresenta a mercadoria. Testamos todas as possibilidades de inovação tecnológica, inclusive orkut e Twitter. Mas não vamos perder tempo com modismos. Senão, você perde o foco e compromete a agilidade na compra. Este absurdo merece o destaque certo ? (Roberto Camargo)

INFO – A tecnologia de logística é diferente para a internet?

WANDERLEY – Nossa logística normal já é tecnologia de ponta e estávamos prontos para suportar a loja virtual. Usamos mainframe com Linux, o que é uma grande vantagem. Simplesmente colocamos o site como uma filial a mais, usando toda a logística usual da empresa. Nessa área, novas tecnologias surgem todo dia. Há tempos estamos desenvolvendo, por exemplo, um projeto para o uso de RFID em nossos depósitos, lojas e centro de distribuição. Em dezembro passado, fizemos piloto na superloja do Anhembi (SP), onde chegamos a ler mais de 250 mil itens por meio dessa tecnologia.

Autor: Ana Lúcia Moura fé

Fonte: INFO

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Cores no Comércio Eletrônico

Posted by Copy Past On agosto - 24 - 2009

Alguma vez na vida você já participou de uma discussão sobre o uso de cores em iniciativas de comunicação?

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Não tem nada mais irritante do que uma discussão sobre o uso de cores com alguém que não conhece os significados de cada cor.

“Eu acho que o amarelo vai ficar bom”

“Não gostei do verde, o vermelho vai ficar bonito”

“Laranja é muito chamativo, coloca preto”

“Branco é morto, coloca verde com azul”.

A verdade é que o seu chefe deveria te dar um belo de um aumento por conseguir manter o bom humor nessas horas.

O que não falta nos escritórios por aí são gurus que acham que entendem de cores. Entretanto, as cores tem significados específicos, e quando bem aplicadas no comércio eletrônico podem ajudar significativamente os negócios da sua loja virtual.

Quando o assunto for cores, ouça a voz de um designer profissional, não vá pelo chutômetro.

O “feeling” no mundo dos negócios é essencial, todos temos que ter e usar de vez em quando. Mas, quando começamos a falar sobre um assunto técnico, como o uso de cores, deixe a técnica e experiência dos designers guiarem o seu feeling.

A escolha da combinação correta de cores para o template principal da sua loja virtual é quase tão importante quanto a escolha do domínio do seu web site. Essa combinação de cores vai determinar o “humor” da sua empresa, e consequentemente atrair ou afastar os visitantes.

Cada cor tem um significado, confira:

Preto – é a cor dos fortes. É a cor da autoridade, estabilidade e poder. O preto está associado a elegância e o luxo clássico. O preto faz as outras cores parecerem que pertencem a um todo e ajuda a criar uma atmosfera de mistério. Uma vez que provoca grandes emoções, o uso exagerado do preto é muito pesado para os visitantes da sua loja virtual, portanto é importante diluir o uso do preto adicionando cores brilhantes.

Branco – é associado com a inocência, pureza e simplicidade. É a calma e estabilidade que o seu web site precisa.

Vermelho – é a cor do amor, paixão, excitamento, agressividade e energia. É a cor que estimula todos os tipos de apetites. É uma cor indispensável para o comércio eletrônico de produtos para adultos.

Azul – é a cor favorita da maioria das pessoas. É associada a calma e confiança. O azul escuro é ideal para os negócios porque simboliza a estabilidade financeira, profissionalismo e fidelidade. Por exemplo, azul e branco é uma boa combinação de cores para lojas virtuais que desejam construir redes sociais e comunidades.

Amarelo – entende felicidade, brilho, entretenimento. A cor amarela ajuda o seu cérebro a liberar serotonina, que faz as pessoas se sentirem felizes e cheias de energia. O uso do amarelo no lugar certo e na quantidade certa pode se tornar uma poderosa ferramenta para atrair novos clientes.

Verde – é conhecida por ser uma cor associada ao relaxamento, natureza, dinheiro e saúde. O verde provoca um efeito de calma e prazer aos sentidos das pessoas.

Laranja – é a cor associada com diversão, prazer, energia e calor. Um fato interessante é que pode fazer produtos caros parecerem mais baratos.

Ouro – é considerada a cor que simboliza a riqueza. Ter alguns componentes dourados no seu design trará a ele um visual clássico e irá chamar a atenção dos visitantes.

Cinza – é uma cor associada a coisas práticas e sólidas. A cor cinza representa a alta tecnologia. O cinza é uma cor excelente, mas o uso exagero dessa cor no design pode dar ao seu web site um ar aborrecido e denso. Entretanto, a adição de alguns elementos do cinza a sua loja virtual trará a solidez necessária para o web site.

Quando chegar o momento de escolher o template-base para a sua loja virtual, dê uma atenção muito especial a combinação de cores, a qual deve ser uma cominação harmoniosa e selecionada de acordo com o significado que as cores tem para as pessoas.

E aqui começa outro problema: ao conhecer o significado das cores, as pessoas ficam com vontade de usar todas elas com medo de deixar algum cliente de fora ou perder alguma sensação.

Por isso, é importante conhecer alguns princípios básicos sobre combinação de cores para te guiar para a direção certa:

  1. Combinação monocromática – é baseada na combinação de diferentes tonalidades da mesma cor (por exemplo, azul claro e escuro). A combinação monocromática dá a loja virtual um visual integrado e prazeroso.
  2. Duas cores – é baseada no uso de cores que fazem constraste entre si. É a combinação entre uma cor quente e uma cor fria que trará um visual vivo e novo para a sua loja virtual.
  3. Três cores – é baseada no uso de cores distribuidas igualmente no template da sua loja virtual.

Vamos agora conferir alguns exemplos práticos bem sucedidos do uso de cores no comércio eletrônico:

Exemplo 1:
GamesTown, loja de games, combinação de três cores, preto,verde e vermelho (incluindo laranja)

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Exemplo 2:
Apple Store, loja de produtos de alta tecnologia, cinza e branco, uso moderado do cinza para não cansar o visitante.Contraste com o branco que traz calma e serenidade.

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Exemplo 3:
Submarino, loja de departamentos, template monocromático baseado em diferentes tonalidades do azul. O template monocromático é recomendado para lojas de departamentos que possuem uma quantidade muito grande de produtos. O template monocromático evita a competição desnecessária das cores do comércio eletrônico com as cores dos variados produtos que a loja oferece.
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Exemplo 4:
Armani, predominantemente preto, a cor da autoridade, poder, liderança.
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Exemplo 5:
Amazon, duas cores, laranja e azul.
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A grande maioria das lojas virtuais usa a cor vermelha para destacar produtos em promoção. Na contra-mão de todos, a Amazon usa o laranja na hora de mostrar promoções, ofertas e provocações para levar o cliente a comprar.

Autor R.J. Magalhães

Fonte:  iDeia para seu Negócio

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