Notícias e Treinamentos sobre Comércio Eletrônico

Archive for janeiro, 2010

Aprenda a usar o Google Analytics para mensurar ROI em sites de e-commerce por Rodrigo Vale.

Vídeo treinamento de 38:22 minutos

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Como implementar o Google Analytics em seu site (Parte 3/3)

Posted by Copy Past On janeiro - 28 - 2010

Desmistificando a Instalação do Google Analytics por Rodrigo Vale

Vídeo treinamento de 42:09 minutos

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Como implementar o Google Analytics em seu site (Parte 2/3)

Posted by Copy Past On janeiro - 27 - 2010

Desmistificando a Instalação do Google Analytics por Rodrigo Vale

Vídeo treinamento de 36:10 minutos

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Como implementar o Google Analytics em seu site (Parte 1/3)

Posted by Copy Past On janeiro - 26 - 2010

Desmistificando a Instalação do Google Analytics por Rodrigo Vale

Vídeo treinamento de 36:09 minutos

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Ex-aprendiz de florista vira dono de floricultura virtual

Posted by Copy Past On janeiro - 18 - 2010
O paulista Clóvis de Souza, de 39 anos, criou sua empresa virtual no ano em que estourou a bolha da internet – e centenas de empresas “ponto com” desapareceram da noite pro dia. A aposta na venda de flores online só ocorreu porque o empreendedor imaginava conhecer o terreno onde estava pisando.
Aos dez anos, começou no ramo como aprendiz de florista e aos 19, abriu sua primeira floricultura, em uma sala alugada na Mooca, zona leste de São Paulo. Tempos depois, passou a distribuir folhetos nas casas da região, ampliando as vendas para bairros vizinhos.
Mas a guinada do ambiente real para o virtual acabou sendo mais complicada do que ele esperava. “Eu sabia tudo de flores, mas não tinha ideia do que era o mercado online”, conta Souza. Para iniciar o negócio, o empresário teve de alugar uma plataforma de internet para o processamento das compras, que, nos anos seguintes, mostrou-se insuficiente para atender a demanda.
Também perdeu tempo e dinheiro descobrindo a melhor forma de transportar os arranjos sem danificá-los. Após quatro anos de aprendizado – e alguns tropeços -, a empresa deslanchou. “Construímos uma estrutura própria de tecnologia da informação (TI) e dividimos melhor as tarefas aqui dentro”, diz o empresário, que contratou um consultor para ajudá-lo no trabalho. “Antes, todo mundo fazia de tudo.”
Hoje, a Giuliana Flores é uma das líderes no comércio virtual de flores, cestas e presentes no País. Com faturamento estimado de R$ 11 milhões por ano, a empresa faz 10 mil entregas por mês e já deu origem a duas novas marcas, uma delas voltada somente ao público de baixa renda. As três lojas físicas de Souza, embrião do negócio, respondem atualmente por apenas 10% das vendas.
Além da reestruturação promovida por Souza e seus quatro irmãos, que ajudam a tocar o negócio, parte da evolução da companhia se deve ao desenvolvimento do comércio eletrônico no País. Nos últimos cinco anos, o mercado de vendas online cresceu a uma média de 40%, segundo a e-bit, empresa especializada em informações para o setor. Neste ano, o faturamento dessas companhias deve chegar a R$ 10,5 bilhões este ano. O segmento de flores e cestas responde por 1% a 2% das vendas.
PIONEIROS
Segundo o diretor geral da e-bit, Petro Guasti, as floriculturas online foram um dos setores pioneiros no comércio eletrônico brasileiro. “Na maioria das vezes, são empresas com experiência na área e familiares, cuja segunda geração resolver apostar na internet.” Esse é o caso da Flores Online, principal concorrente da Giuliana, que nasceu por iniciativa de um dos filhos da empresária Fátima Casarini, especializada em decoração para eventos.
Porém, tiveram de lidar com os desafios do crescimento explosivo da internet nos últimos anos, expandindo suas estruturas e se adaptando aos hábitos dos novos consumidores da internet: as classes C e D. “Hoje, 60% das vendas eletrônicas são realizadas por consumidores com renda familiar mensal de até R$ 3 mil reais”, diz Guasti.
Para Souza, o segredo para se manter neste mercado é a busca constante por mudanças. “Todo dia tem uma novidade”, afirma. Atualmente, ele está empenhado em mais um novo projeto: o desenvolvimento de uma resolução para o site, que permita o acesso por celular. “Estimamos que 8% dos clientes acessem a internet pelo telefone.”


O paulista Clóvis de Souza, de 39 anos, criou sua empresa virtual no ano em que estourou a bolha da internet – e centenas de empresas “ponto com” desapareceram da noite pro dia. A aposta na venda de flores online só ocorreu porque o empreendedor imaginava conhecer o terreno onde estava pisando.

Aos dez anos, começou no ramo como aprendiz de florista e aos 19, abriu sua primeira floricultura, em uma sala alugada na Mooca, zona leste de São Paulo. Tempos depois, passou a distribuir folhetos nas casas da região, ampliando as vendas para bairros vizinhos.

Mas a guinada do ambiente real para o virtual acabou sendo mais complicada do que ele esperava. “Eu sabia tudo de flores, mas não tinha ideia do que era o mercado online”, conta Souza. Para iniciar o negócio, o empresário teve de alugar uma plataforma de internet para o processamento das compras, que, nos anos seguintes, mostrou-se insuficiente para atender a demanda.

Também perdeu tempo e dinheiro descobrindo a melhor forma de transportar os arranjos sem danificá-los. Após quatro anos de aprendizado – e alguns tropeços -, a empresa deslanchou. “Construímos uma estrutura própria de tecnologia da informação (TI) e dividimos melhor as tarefas aqui dentro”, diz o empresário, que contratou um consultor para ajudá-lo no trabalho. “Antes, todo mundo fazia de tudo.”

Hoje, a Giuliana Flores é uma das líderes no comércio virtual de flores, cestas e presentes no País. Com faturamento estimado de R$ 11 milhões por ano, a empresa faz 10 mil entregas por mês e já deu origem a duas novas marcas, uma delas voltada somente ao público de baixa renda. As três lojas físicas de Souza, embrião do negócio, respondem atualmente por apenas 10% das vendas.

Além da reestruturação promovida por Souza e seus quatro irmãos, que ajudam a tocar o negócio, parte da evolução da companhia se deve ao desenvolvimento do comércio eletrônico no País. Nos últimos cinco anos, o mercado de vendas online cresceu a uma média de 40%, segundo a e-bit, empresa especializada em informações para o setor. Neste ano, o faturamento dessas companhias deve chegar a R$ 10,5 bilhões este ano. O segmento de flores e cestas responde por 1% a 2% das vendas.

PIONEIROS

Segundo o diretor geral da e-bit, Petro Guasti, as floriculturas online foram um dos setores pioneiros no comércio eletrônico brasileiro. “Na maioria das vezes, são empresas com experiência na área e familiares, cuja segunda geração resolver apostar na internet.” Esse é o caso da Flores Online, principal concorrente da Giuliana, que nasceu por iniciativa de um dos filhos da empresária Fátima Casarini, especializada em decoração para eventos.

Porém, tiveram de lidar com os desafios do crescimento explosivo da internet nos últimos anos, expandindo suas estruturas e se adaptando aos hábitos dos novos consumidores da internet: as classes C e D. “Hoje, 60% das vendas eletrônicas são realizadas por consumidores com renda familiar mensal de até R$ 3 mil reais”, diz Guasti.

Para Souza, o segredo para se manter neste mercado é a busca constante por mudanças. “Todo dia tem uma novidade”, afirma. Atualmente, ele está empenhado em mais um novo projeto: o desenvolvimento de uma resolução para o site, que permita o acesso por celular. “Estimamos que 8% dos clientes acessem a internet pelo telefone.”

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A vida Corporativa na Fenda do Bikini

Posted by Copy Past On janeiro - 14 - 2010

” Bob Esponja é mesmo muito engraçado.” – Barack Obama

Para quem ainda não conhece, se é que alguém ainda não conhece, a Fenda do Biquíni é a pequena cidade fictícia onde vive Bob Esponja e seus amigos.
Seguindo a linha de clássicos como o Pica Pau e Tom Jerry, Bob Esponja Calça Quadrada não pode ser considerado um desenho politicamente correto, mas, como os demais, tem o poder de encantar adultos e crianças.
Só para se ter uma idéia, é o desenho animado mais visto na tv estatal chinesa, mesmo sendo exibido após às 21h, pois o governo proíbe a veiculação de desenhos estrangeiros como forma de estimular a produção nacional.
É também sucesso no Brasil e no resto do mundo.
E qual seria o segredo desse seu sucesso?
Alguns apostam na inocência do personagem. Outros no fato de Bob transitar tão bem nas figuras de herói e anti-herói. Os mais técnicos argumentam que a forma de arte utilizada é capaz de remeter as pessoas aos seus próprios rabiscos da infância.
A esses argumentos, acrescentaria mais um: é muito fácil se identificar com os personagens, pois temos um pouquinho de cada um dentro de nós e os encontramos diariamente em nossas vidas e no mundo corporativo.
E aqui quero te convidar para um breve mergulho no mundo do Siri Cascudo e, quem sabe, te ajudar a descobrir com quem você mais se parece por lá.
Será divertido também se você observar seus colegas de trabalho. Só uma dica: Se você tiver um Lula Molusco ao seu lado ou um chefe Siriguejo é melhor não contar para eles, afinal qualquer semelhança pode ser apenas uma mera coincidência…

Bob Esponja – É um eterno sonhador. Acredita na vida, no futuro, nas pessoas, no chefe, na empresa… De tão inocente chega a ser bobo. Não percebe a maldade e está sempre pronto a ajudar. É um funcionário muito exemplar, daqueles que realmente vestem a camisa. Para o Bob Esponja a vida é uma aventura. Uma frase dele: “Eu amo fazer hambúrguer de siri!”

Sr. Siriguejo – É um chefe sem muitos escrúpulos. Começou do nada e construiu sua fortuna a custa de um grande senso de oportunidade e de muito trabalho, seu e de seus empregados. É a tal ponto obcecado pelo dinheiro, ou resultados, que volta e meia ultrapassa os limites da ética ou do bom senso. Para o Siriguejo a vida é o trabalho. Uma frase dele: “Bob Esponja, pare de sonhar e trabalhe para sobreviver!”

Lula Molusco – É o do contra. Nada o satisfaz. Um eterno mal humorado. Se o cliente pede uma sugestão ele é capaz de dizer que não gosta de nada do cardápio. Faz tudo de má vontade, mas só reclama que ganha pouco. Para o Lula Molusco a vida é uma coisa sem graça. Uma frase dele: “Bob Esponja, você é um idiota!”

Plankton – Apesar de não estar no dia a dia da lanchonete, precisa ser lembrado, afinal vive para roubar o seu maior segredo. É a personificação da inveja e de todas as vezes em que alguém, ao invés de construir seu próprio caminho, prefere obstruir o caminho dos outros.

É natural que ocorra a identificação, afinal temos tanto os nossos dias de Bob Esponja, onde estamos tão entusiasmados com as possibilidades e oportunidades que sequer enxergamos as dificuldades, os problemas ou até mesmo as incompetências alheias, como temos também os nossos dias de Lula Molusco, onde estamos tão desmotivados que transformamos os nossos problemas em algo muito maior do que realmente são.
Temos o nosso lado Siriguejo, com tanta vontade de ganhar dinheiro, alcançar resultados ou sermos vencedores que nos esquecemos daquilo que é essencial: o valor do ser humano.
E, por mais triste que seja reconhecer, temos também o nosso lado Plankton, que às vezes se manifesta de forma sutil, como nas fofocas da hora do cafezinho em que aproveitamos para falar mal do chefe Siriguejo, do colega Lula Molusco e até mesmo daquele funcionário Bob Esponja que gostaríamos de ser, mas que, como não somos, também precisa ser criticado.
A lanchonete Siri Cascudo da Fenda do Biquíni é essa reprodução da vida corporativa e, conseqüentemente, dos nossos próprios comportamentos no ambiente de trabalho.
Por isso, sermos capazes de reconhecer e compreender esses personagens pode nos ajudar a enxergar um caminho para o sucesso na vida corporativa:
Ser um Bob Esponja na capacidade de sonhar e acreditar no futuro, com o gosto pelo trabalho de um Siriguejo, conseguindo ter noção das dificuldades como um Lula Molusco sem nunca, jamais, em hipótese alguma, viver às sombras do sucesso dos outros como um Plankton.

Fonte: SommaOnline

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Diretor do Sebrae mostra os erros dos empreendedores

Posted by Copy Past On janeiro - 11 - 2010

Ricardo Tortorella, diretor do Sebrae-SP, mostra quais são os principais erros dos empreendedores. A lista vai desde falta de planejamento até a má formação de preços.

Fonte: UOL Economia

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