Notícias e Treinamentos sobre Comércio Eletrônico

Archive for julho, 2009

M-commerce: “Desconto especial para você”

Posted by Copy Past On julho - 31 - 2009

Se, ao ler o título deste artigo, você pensou “m-commerce não funciona, nunca comprei nada pelo celular e não conheço ninguém que comprou”, então, continue lendo, pois você pode ter boas surpresas, ou melhor, você pode, como eu, ter uma nova visão sobre o conceito de m-commerce.

Antes de entrar no detalhe de m-commerce, vale dividir alguns números sobre o e-commerce brasileiro em 2008, que correspondeu a um faturamento de R$ 8,2 bilhões (30% superior que 2007), atingiu 13,2 milhões de compradores (39% maior que valor de 2007) e teve entrada emblemática das Casas Bahia e Wal-Mart neste “novo” mundo. O gráfico abaixo ilustra bem essa evolução de faturamento dos últimos anos.

2001     –     0,54
2002     –     0,85
2003     –     1,18
2004     –     1,75
2005     –     2,5
2006     –     4,4
2007     –     6,3
2008     –     8,2

Estes números de e-commerce servem apenas para avaliarmos o potencial do m-commerce. Se, atualmente,  possuímos mais de 150 milhões de linhas ativas (tirando a sobreposição de 120 milhões de pessoas com celular) versus 60 milhões de internautas, temos então um mega potencial. Entretanto, com todo este público, como explicar o fato de você não conhecer ninguém que já transacionou pelo celular?

Bom, podemos ter inúmeras respostas. Os sites de e-commerce não estão adaptados para o celular, os cadastros são longos, muitas pessoas acreditam que não existe tecnologia suficiente para que  a transação se torne segura etc. Mas o meu objetivo neste texto é dividir o que eu entendo como conceito de m-commerce, que é qualquer transação de compra e venda de produtos que começa e termina no celular.

Temos alguns exemplos interessantes. O primeiro deles foi simples de ser implementado: a Credicard Citi queria vender cartão de crédito por meio do celular.  Para isso, fechamos um acordo com uma operadora de celular, incluímos um LINK no CHIP dos clientes (sim, podemos remotamente mudar o que está escrito no CHIP do seu celular) com  as palavras CREDICARD CITI. Ao clicar neste link, automaticamente era enviado um SMS  que apresentava uma oferta exclusiva. O cliente precisava apenas clicar no 0800 exibido no texto da mens agem. Ao clicar, a ligação gratuita era efetuada e o usuário poderia adquirir o novo cartão de crédito.

Resumindo: em minutos, sem tirar a mão do celular, o usuário viu o nome do anunciante, se interessou, clicou no link, recebeu mais informações no SMS, se interessou ainda mais, clicou no 0800 do SMS, efetuou a ligação e comprou. Conclusão: na minha visão, o m-commerce foi realizado com sucesso, pois o processo começou e terminou no celular.

Outros exemplos mais ricos já foram realizados. No ano passado, a Polishop fez um vídeo para vender um produto. Ao entrar no portal WAP de uma operadora, o usuário era impactado por um anúncio “Veja o vídeo e ganhe um desconto de R$ 300,00”. Ao ver este vídeo, o consumidor recebia automaticamente um SMS perguntando se ele tinha interesse em adquirir o produto. Ao responder (gratuitamente) o SMS, ele recebia uma ligação do call center da Polishop para efetuar a compra. Fantástico!!! Ainda mais diante de uma lei que restringe o telemarketing ativo.

Voltando aos cases fáceis de serem implementados, e melhor, com cobertura de 100% dos aparelhos, a Editora Abril fez um projeto para vender mais assinaturas de revistas por meio do SMS MKT. Vale lembrar que, esta mensagem publicitária, só pode ser enviada para quem autorizou o recebimento, e as operadoras de celular já possuem hoje milhões de celulares autorizados. A Abril, então, fez uma determinada seleção destas listas autorizadas, já que é possível segmentar por sexo, idade, planos etc. e enviou a seguinte mensagem: “Oferta: Você, cliente Brasil Telecom, assina as revistas da Editora Abril e ganha até um ano a mais na sua assinatura. Ligue agora 0800-7751420”. Neste caso, temos segmentação, relevância e benefício exclusivo. Boas chances de gerar vendas, além de fortalecer o relacionamento entre a operadora e o cliente.

Por fim, aproveitando a repercussão do “fenômeno Ronaldo”, a Shoptimão  comunicou, na final do Campeonato Paulista, o lançamento da camisa comemorativa do Corinthians, que possui 26 estrelas, em alusão aos títulos estaduais do clube (obviamente,  o anúncio foi feito poucos minutos antes do final da partida). Faixas estrategicamente distribuídas e divulgações no placar eletrônico do estádio convidavam os torcedores a ativar o bluetooth em seus celulares. Junto com a imagem havia o número de contato da Shoptimão. Com esta ação,  o torcedor podia comprar a camiseta dentro do próprio estádio. Os resultados puderam ser vistos no dia seguinte. A Shoptimão foi a empresa que mais comprou a camisa comemorativa para revenda e a primeira a esgotá-la em seu próprio site.

Se, ainda assim, você pensa que o m-commerce só acontece quando há transação bancária pelo celular, também já temos isso por aqui. Recentemente, a Livraria Cultura lançou um aplicativo para iPhone que permite consultar preços e comprar livros, CDs e DVDs. O acervo disponível no iPhone é exatamente o mesmo das lojas físicas e virtual e a finalização do pedido pode ser feita no próprio aparelho, com a utilização do cartão de crédito. Eu já usei e, realmente, vale a pena!!!

Bom, vocês puderam observar que existem cases para todos os gostos, com as mais variadas tecnologias, e que proporcionam conveniência e segurança para o consumidor. Agora, da próxima vez que você precisar gerar vendas, comece a considerar o mobile como um caminho interessante.

Autor: Marcelo Castelo (twitter.com/mcastelo) é sócio da F.biz e editor-chefe do www.mobilepedia.com.br

Fonte: Baguete

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Benchmarking: aprendendo com Zappos

Posted by Jorge Aldrovandi On julho - 30 - 2009

A Zappos, por quem Roberto Camargo e eu, Jorge Aldrovandi compartilhamos uma admiração, é uma empresa sinônimo de venda on-line de sapatos (algo assim como 50 mil pares por dia) e atendimento excepcional ao cliente.

Em uma entrevista no início deste ano, concedida a “Benchmark”, Brent Cromley, Senior Director of Engineering da Zappos, utilizou a expressão “Powered by Zappos”, ao fazer referência à expansão dos negócios da venda de sapatos para outros produtos tais como roupas, eletrônicos, artigos para a casa, etc., utilizando como base sua poderosa ferramenta de busca e, claro, sua imbatível relação com os clientes.

Desde que eu soube que a Amazon comprou a Zappos, não consigo deixar de pensar que a decisão de compra pode estar relacionada à percepção da ameaça que a Zappos representava para a empresa dirigida pro Jeff Bezos. A própria Amazon, que começou vendendo livros, viveu e vive o mesmo processo de expansão.

Entre as novidades que Brent Cromley comentou em relação à nova plataforma de busca e aos planos futuros, escolhi três que me parecem interessantíssimas para compartilhar com os empresários brasileiros de e-commerce.

1)    Motor de busca
Por que a Zappos sempre priorizou a facilitação do processo de busca do consumidor?

É bom lembrar que uma das perguntas que os visitantes de uma loja virtual se fazem é: “o que eu quero está aqui?”

Dar suporte ao consumidor durante o processo de encontrar a resposta a esta pergunta, entre outras coisas, requer uma ferramenta de busca muito sofisticada. E Zappos tem uma tão, mas tão boa, que decidiu utilizá-la para a venda de outros produtos em sites específicos, “Powered by Zappos”.

Da medição realizada, ainda na etapa de testes (ver http://www.zappos.com/zeta), revelou-se um aumento de entre 5 e 10% na quantidade de pessoas que encontram o que querem e o põem no carrinho de compras.  A média de vendas pro ordem de compra aumentou em USD 10,00.

Isto é: os consumidores encontram mais facilmente o que querem. Encontram mais rápido. Compram mais. Sentem-se mais satisfeitos. Voltam a comprar. Recomendam.

2)    Múltiplas maneiras de ir às compras.
A Zappos está criando outras maneiras de ir às compras on-line. Por exemplo, utiliza o conceito de “associação de produtos similares”. Você escolhe o produto pelo qual está interessado e a Zappo lhe mostrará muitas variações parecidas.

Tente identificar no novo site da Zappos (http://www.zappos.com/zeta) os critérios de busca que estão disponíveis para o cliente, bem como as ferramentas de comparação de produtos.

Trata-se de oferecer muitas maneiras diferentes de buscar e encontrar o que o consumidor quer.

3)    Mídia Social: como aplicá-la?
A Zappos utiliza fortemente o Twitter para construir vínculos com seus clientes.
Existem mais de 400 perfis de funcionários da Zappos. Veja aqui: http://twitter.zappos.com/employees.  Um dos mais conhecidos é o de Tony Hsieh http://twitter.com/zappos (pronuncia-se “Shay”) com mais de 1.000.000 de seguidores!

A Zappos não coloca promoções no Twitter. O objetivo é relacionar-se, conversar.

Porém, a intenção da Zappos vai um pouco além.
Como eu explico em meu seminário virtual “Arquiteturas Persuasivas Avançadas, como vender por Internet?”  http://babelteam.com/ArquiteturasPersuasivasVirtual/ as lojas virtuais não conseguiram reproduzir o nível de interação que existe quando compramos (e nos vendem) fora da Internet.

Comprar na Internet é um ato bastante solitário.

Podemos ir “junto” com nossos amigos?
Podemos compartilhar instantaneamente opiniões, pensamentos, pontos de vista, preferências?
O suporte on-line pode nos mostrar, em tempo real, enquanto compramos, um detalhe do produto?

Não, por enquanto. Mas a Zappos tem planos.

Para Brent Cromley, levar a interatividade em tempo real das redes sociais para os processos de compra é o grande desafio da Zappos e o foco de seu trabalho nos próximos meses.

Se você tem uma loja na Internet, minha sugestão é que siga de perto a evolução da Zappos. Parece que eles estão sempre um passo à frente em vendas pela Internet.

Ao que parece, a Amazon chegou a uma conclusão parecida e antes que a criança fosse uma ameaça, tomou-a prontinha. Ou quase.

Autor: Jorge Aldrovandi

www.twitter.com/jorgealdrovandi

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Lojas do Bom Retiro entram no Comércio Eletrônico

Posted by Copy Past On julho - 30 - 2009

Nada de metrô lotado, sacolas pesadas nas mãos, congestionamento nas calçadas estreitas do Bom Retiro, em São Paulo, ou receio de assalto no trajeto para casa. Boa parte das peças à mostra nas vitrines da rua José Paulino e das vielas das redondezas, tradicional reduto de comércio de roupas e acessórios, pode ser vista da telinha do computador e comprada pela internet.

É a face no século 21 de um bairro que recebe 70 mil pessoas por dia, número que chega a dobrar na época do Natal. Segundo a Câmara de Lojistas do Bom Retiro, 30% dos 1.200 comerciantes da região já criaram suas lojas virtuais. “Roupas e sapatos, compro pessoalmente. Mas produtos que não precisam de prova, como os jogos de cama, mesa e banho, adquiro pela internet”, conta a coordenadora administrativa Adriana Fernandez de Souza, 37, moradora do bairro de Itaquera, zona leste. “Além de ser mais prático, economizo o que iria gastar de condução.”

No último ano, Adriana acessou oito vezes a internet para consumir em lojas do Bom Retiro. Sua maior compra on-line foi de R$ 500 na PortCasa, que ganhou versão virtual há um ano e meio, quatro meses depois da inauguração do prédio na rua da Graça, paralela à José Paulino.

“É como se o cliente estivesse comprando no Bom Retiro, só que por meio de um clique, de qualquer lugar, a qualquer momento”, afirma Natan Sztamfater, diretor da PortCasa.

A loja virtual recebe cerca de 320 mil acessos mensais. Cada visitante navega por 11 páginas em seis minutos e o faturamento já corresponde a 50% do registrado pelo endereço físico.

“Em época de crise, as empresas estão buscando alternativas para aumentar o faturamento e o comércio eletrônico é uma boa opção”, diz Pedro Guasti, diretor da e- bit, consultoria que atua no setor de e-commerce nacional. “Enquanto o varejo tradicional não tem expectativa de crescimento neste ano, o comércio virtual deve crescer de 20 a 25%. O faturamento deve chegar aos R$ 10 bilhões em 2009.”

Na mira dos lojistas estão paulistanos que economizam as saídas de casa em nome da praticidade e sacoleiros de todo o Brasil, incentivados a trocar as longas viagens pelas transações via internet.

“Minha estratégia foi atender esse cliente que vinha de longe”, diz Nivaldo Ferreira Junior, dono do BiroShop e vice-presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas do Bom Retiro. “Em vez de ele gastar com comida e passagem, pode consumir mais em produtos. Compra hoje e amanhã está tudo na transportadora.”

Nos primeiros meses, o site do negócio de bolsas e cintos recebia 200 visitas ao mês. Hoje, um ano depois, são mil acessos diários. Não é de uma hora para a outra que a clientela se torna adepta do comércio eletrônico.

Para conseguir atrair e manter esse público, a primeira premissa é garantir segurança ao consumidor. Para isso, não adianta só colocar o site no ar, é preciso ter uma estrutura por trás do ambiente virtual que mostre que o empreendimento trabalha com seriedade.

Só na PortCasa, que fatura R$ 600 mil por mês, dez pessoas atuam no call center. Não se trata de um serviço de vendas pelo telefone, mas, sim, um apoio à clientela que ainda não está habituada às compras on-line.

O estoque merece atenção. Com o aumento das vendas, é preciso prever uma quantidade de produtos destinados só aos clientes virtuais, que na hora da compra devem ser informados sobre o prazo de entrega. “Tenho um estoque específico para o site”, diz Nivaldo, do BiroShop. “Trato como uma loja à parte.”

O lojista investiu R$ 40 mil para montar a loja virtual, somados os gastos com equipamentos e software. Por trás da telinha trabalham 17 funcionários: 12 no call center, 2 separando as encomendas e 3 produzindo fotos dos novos produtos para que o site seja atualizado todos os dias. “Economizo. Uma luva [ponto comercial] custa cerca de U$$ 200 mil [R$ 400 mil] por quatro anos. Um aluguel, cerca de R$ 20 mil mensais”, diz Nivaldo.

Uma pesquisa da e-bit mostra que o consumidor aprova a iniciativa. O índice de satisfação na compra on-line é próximo a 86% no país. “Os comerciantes perceberam que vender pela internet é uma possibilidade de ganho, adequaram o site ao cliente e trabalham sério”, diz Pedro Guasti, diretor da consultoria que disponibiliza em sua página a avaliação das lojas virtuais feitas pelos consumidores. Vale uma conferida antes de sair clicando.

Seus direitos

O consumidor on-line tem até sete dias para desistir da compra, contados a partir do recebimento do produto, caso se arrependa do que comprou, mesmo que o produto não apresente defeito. Deve receber todo o dinheiro de volta, inclusive o valor do frete

Em caso de troca, a loja só tem de pagar as despesas com o frete se o produto for diferente do comprado ou apresentar defeito. Quando o cliente realiza uma troca não obrigatória por lei, como a numeração errada de um sapato, é ele quem arca com o frete.

Fonte: BinWoks

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Varejista norte-americana de calçados adepta ao Twitter diz que seu segredo é não usar serviço como ferramenta de marketing.

segredo do sucesso no Twitter é a construção de relacionamentos pessoais e não seu uso como ferramenta de marketing. Esta é a posição do Diretor de Desenvolvimento de Negócios da Zappos, Aaron Magness.

A varejista de calçados norte-americana possui uma página no Twitter que reúne os tweets e fotos de 431 funcionários, além de citações públicas sobre a marca. A página inclui o Twitter do CEO da Zappos, Tony Hsieh, que possui mais de 700 mil seguidores. Hsieh contará a experiência no Brasil como um dos palestrantes do evento Digital Age 2.0  nos dias 26 e 27 de agosto, em São Paulo.

Entenda um pouco mais sobre a estratégia da Zappos no Twitter em entrevista com Magness, responsável pela área de mídias sociais.

IDG Now!: Quando e por que a Zappos decidiu abrir sua conta no Twitter?
Aaron Magness: Estamos sempre em busca de formas que possibilitem a construção de relacionamentos pessoais com funcionários e clientes, e o Twitter é uma forma de fazer isso.
Começamos a utilizar o Twitter durante o festival South by Southwest 2007, quando ouvimos sobre a ferramenta pela primeira vez. Ali, foi uma ótima maneira de manter contato com todos de Austin e saber o que acontecia no evento.

Como o Twitter ajuda a Zappos a criar conexões mais pessoais, tanto com os funcionários quanto com os clientes?
É um jeito fácil de se comunicar e por isso é uma das ferramentas que usamos. Outra que provavelmente é muito melhor para nós, mas é menos popular que o Twitter, é o telefone. Podemos falar com os clientes e lhes dar atenção exclusiva durante a chamada.

É possível observar que tanto o Chief Executive Officer da Zappos, Tony Hsieh, quanto os funcionários, falam sobre sua vida pessoal no Twitter. Como isto influencia na relação com os clientes?
Falar sobre nossas vidas mostra a personalidade real da empresa e rompe as barreiras de “consumidor versus companhia”, permitindo que relacionamentos pessoais sejam construídos.

Existe alguém que trabalha na Zappos exclusivamente para gerenciar o espaço da empresa no Twitter?
Nós gerenciamos nossas próprias contas, e a única direção dada às pessoas é “seja real e use o melhor de seu julgamento”.

Que tipo de retorno e dúvidas vocês recebem dos clientes via Twitter?
Tudo que você pode imaginar. Nós falamos sobre novas iniciativas, por exemplo, para receber opiniões em tempo real. É ótimo ter um meio que nos proporcione este retorno imediato do público.

Uma curiosidade: todo funcionário da Zappos tem um perfil no Twitter?
Não. Atualmente, temos 432 funcionários no Twitter, e ninguém é obrigado a estar lá. Queremos apenas que todos conheçam formas fáceis de comunicação.

Por que você acha que o caso da “Zappos no Twitter” é tão popular entre as iniciativas nas mídias sociais?
Nós não usamos o Twitter para fazer marketing. Nós o usamos para nos comunicar com clientes e empregados, não para vender para eles. Nós queremos criar relacionamentos e conexões pessoais.

Autor: Lygia de Luca

Fonte: IDGNow

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Amazon.com compra Zappos por US$ 847 mi

Posted by Copy Past On julho - 22 - 2009

Gigante de e-commerce adquire varejista de moda nos EUA com troca de 10 milhões em ações.

A gigante de comércio eletrônico Amazon.com anunciou a compra da rede varejista de moda e acessórios Zappos, nos Estados Unidos, em um negociação envolvendo 847 milhões de dólares em dinheiro e na troca de 10 milhões de ações da Amazon.com para os acionistas da Zappos.

A informação foi detalhada por Tony Hsieh, principal executivo da Zappos, em um post no blog da empresa nesta quarta-feira (22/7). O post conta com um vídeo do principal executivo da Amazon.com, Jeff Bezos, detalhando a negociação.

http://blogs.zappos.com/ceoletter

“Achamos que há uma oportunidade enorme para que possamos, de fato, acelerar o crescimento da marca e da cultura Zappos e acreditamos que a Amazon seja o melhor parceiro para nos ajudar a chegar lá mais rápido” comenta Hsieh em seu comunicado.

A Amazon.com informou, em um comunicado, que vai oferecer 10 milhões de ações ordinárias em  troca de todas as ações em circulação e ações ordinárias da Zappos, avaliadas em 807 milhões de dólares. Além disso, a Amazon vai emitir 10 milhões de dólares em ações aos funcionários da Zappos.

A varejista de calçados norte-americana ficou conhecida por sua estratégia inovadora em redes sociais. A empresa possui uma página no Twitter que reúne os tweets e fotos de 431 funcionários, além de citações públicas sobre a marca. A página inclui o Twitter de Tony Hsieh, que possui mais de 700 mil seguidores.

Hsieh contará a experiência da Zappos no Brasil como um dos palestrantes do evento Digital Age 2.0 nos dias 26 e 27 de agosto, em São Paulo.

Lançada em 1999, a rede varejista especializada em calçados, roupas e acessórios registrou mais de 1 bilhão de dólares em vendas.

O negócio deve ser concretizado até o final deste ano, informaram as empresas.

O líder da Zappos também esclarece que o comando da empresa não será alterado e que sua sede permanece em Las Vegas.

Fonte: IDGNow

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Novos modelos de negócio para sites de e-commerce

Posted by Copy Past On julho - 20 - 2009

Os sites de e-commerce no Brasil, hoje, não investem em novos modelos de negócio, mantendo padrões muito semelhantes entre eles com relação ao design, interação e arquitetura da informação.

O site ShopNBC.TV investiu em um modelo de negócio já existente na televisão e o transferiu para a internet.
Assim como o Shoptime (canal de televisão) no Brasil, o ShopNBC.TV possui uma programação 24h por dia, transmitida via streaming no site. Os produtos são mostrados um a um por um apresentador e o usuário pode comprar o produto simplesmente clicando em “BUY NOW” à esquerda do vídeo.

Como não é todo mundo que tem tempo para assistir toda a programação, o site mantém um menu de produtos em que você pode assistir ao vídeo específico de cada um.

Dessa forma, o site consegue transformar o site em um canal de entretenimento e manter a praticidade e rapidez de comprar pela web. Vale a pena conferir:

shopnbc

http://tv.shopnbc.com/

Fonte: WebDrops

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Comércio eletrônico entra na mira da fiscalização

Posted by Copy Past On julho - 14 - 2009

O comércio eletrônico está na mira do fisco, que quer apertar o cerco às lojas virtuais que não pagam impostos. Em São Paulo, o governo prepara mudanças na legislação do ICMS para facilitar a fiscalização das operações virtuais. A Receita Federal criou grupo de estudo para também mapear o setor.

As vendas virtuais devem movimentar R$ 10 bilhões neste ano, valor 22% maior do que o negociado no ano passado, segundo estimativas do setor.

Até o fim de agosto, o fisco paulista deve encaminhar à Assembleia Legislativa um projeto de lei que obriga as empresas que operam na internet a informar dados cadastrais (como endereço e CNPJ) e de vendas feitas pelas lojas virtuais.

É que hoje o fisco tem dificuldade para identificar e localizar quem são os donos dos sites de vendas. Com regras específicas para o comércio eletrônico, a Fazenda paulista entende que será mais fácil saber quem é esse contribuinte virtual e cobrar dele o imposto. O foco das ações do fisco são os sites que operam de forma irregular e driblam o pagamento de impostos, e não as lojas e provedores legalmente estabelecidos.

“Constatamos que há uma intensa mobilidade de endereços virtuais. Um site de comércio abre e fecha, e temos dificuldade em saber quem está por trás dele. Por isso, as informações das empresas que fazem a intermediação de sites [abrigam lojas virtuais e têm participação nas negociações], das que prestam serviços tecnológicos ou hospedam outros sites [provedores e servidores] são importantes para o fisco”, diz Antônio Carlos de Moura Campos, diretor-adjunto da Deat (Diretoria Executiva da Administração Tributária) da Secretaria da Fazenda paulista. “A ideia é que essas empresas façam o mesmo que as administradoras de cartão de crédito: forneçam dados ao fisco.”

“O comércio eletrônico é um setor que tem cada vez mais peso econômico e capacidade contributiva. Merece a atenção do fisco”, diz Luiz Sérgio Fonseca Soares, superintendente da Receita em São Paulo.

Sonegação

Advogados especializados em crimes virtuais, consultores e fiscais não têm ideia do tamanho da sonegação nas vendas pela internet. Mas consideram que o crescimento dos negócios virtuais e o aumento de denúncias de consumidores lesados justificam o cerco a esse setor.

Estima-se que hoje 20 mil sites atuem no país na venda de bens de consumo (exceto carros, passagens aéreas e produtos usados). Há cinco anos, eram 4.000. Um único site de venda de eletroeletrônicos monitorado pela recém-criada Supervisão de Fiscalização de Comércio Eletrônico da Fazenda paulista faturou no ano passado R$ 6 milhões, mas não recolheu um centavo de ICMS. Ao menos mil endereços virtuais serão monitorados.

“O site que vende um produto está sujeito à mesma tributação de uma loja física”, afirma Renato Pei An Chan, supervisor de fiscalização da Deat.

Se as mudanças na lei do ICMS forem aprovadas pela Assembleia, as empresas “hospedeiras” que não prestarem informações (sobre sites que atuam de forma irregular) é que estarão sujeitas a multas e poderão até ser consideradas responsáveis solidárias.

Segundo a Associação Comercial de São Paulo e a Fecomercio-SP, aumentam as reclamações de consumidores lesados em compras on-line. “Recebo semanalmente informações de cerca de 50 sites que querem vender algo, desde remédios até eletrônicos. O comércio virtual é uma realidade e só tende a crescer. O que podemos fazer, por enquanto, é alertar o consumidor a pesquisar os sites e exigir nota fiscal”, diz Marcel Domingos Solimeo, economista da ACSP.

A Fecomercio SP pretende fazer um mapeamento do impacto das vendas eletrônicas informais no comércio físico e marcou para o início de agosto um congresso sobre crimes eletrônicos e formas de proteção.

“Com o avanço da tecnologia, o estelionatário que atua no mundo físico migra para a internet. Temos lei para coibir 95% dos crimes praticados pela internet, seja em transações bancárias, seja no comércio ilegal. Há um universo de 5% que está descoberto, é um mundo sem lei”, diz o advogado Renato Ópice Blum, presidente do Conselho de Tecnologia da Informação da Fecomercio SP.

O número de pessoas que buscam reparo na Justiça porque foram lesadas em crimes na internet também cresce, diz ele. Há sete anos, 400 processos foram julgados pelos tribunais de Justiça estaduais e federais. No fim de 2008, eram 17 mil. “É preciso criar delegacias, varas e tribunais especializados em crimes eletrônicos e intensificar a fiscalização.”

Autor: CLAUDIA ROLLI e FÁTIMA FERNANDES

Fonte: Folha de S.Paulo

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso deferiu o pedido de liminar no mandado de segurança interposto pela BW2 Companhia Global do Varejo, para suspender a medida estabelecida pelo governo contra o comércio eletrônico. O Decreto nº 1.949, de 27 de maio de 2009, estabelece que as empresas (sites) que efetuarem venda ao consumidor final, ou seja, que não sejam contribuintes do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) no Estado, deverão transferir o produto ao estabelecimento local. Isso para acobertar a venda e a entrega, o que vai assegurar o recolhimento do imposto.

O desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho concedeu a liminar e determinou a notificação contra o governo. Os advogados Jackson Coutinho e Silzomar Mendonça contestam o decreto no que se refere ao valor aplicado de 9% sobre o valor do documento fiscal, caso as empresas descumpram as exigências e de 18% aplicado no volume da mercadoria e a habitualidade.

“Alega que referidos deveres instrumentais não poderiam ser estabelecidos mediante ato infralegal, o que violaria o principio da estrita legalidade, uma vez que o suposto ato coator cria obrigação tributária não prevista em lei”, consta no mandado.

Atualmente, nas operações interestaduais diretamente ao consumidor final, o ICMS é destinado integralmente aos Estados onde estão sediadas as empresas que efetuarem a venda da mercadoria. Essa forma de recolhimento do ICMS está prevista na Constituição de 1988, cujo modelo de tributação foi elaborado de acordo com a sistemática econômica da época.

Em 2005, foram efetuadas vendas interestaduais a consumidor final de Mato Grosso no montante de R$ 596 milhões, conforme levantamento mais recente da Comissão Técnica Permanente do ICMS (Cotepe) do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).

Fonte: Olhar Direto

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Oportunidades de negócio na Internet

Posted by Copy Past On julho - 7 - 2009

Brasil tem ambiente de negócios favorável para e-commerce, aponta estudo da IBM.

A divisão de consultoria da IBM e a Unidade de Inteligência da The Economist divulgaram os resultados do estudo E-Readiness 2009, que mede a capacidade de 70 países de absorverem novas tecnologias de informação e usá-las a favor do desenvolvimento econômico e social. O Brasil aparece em 42º lugar no ranking mundial, tendo como diferencial um dos melhores cenários macroeconômicos e de oportunidades de negócios do mundo, pouco alterado diante da turbulência financeira.

Essa situação é sustentada pelo fato de o Brasil ser um dos países com maior índice de empreendedorismo entre os pesquisados, mesmo sofrendo com problemas relacionados a deficiências na infraestrutura e baixa adoção do comércio eletrônico pelos consumidores e empresas de um modo geral. “Apesar de o Brasil vir crescendo consistentemente nesse ranking desde 2005, a conectividade e a infraestrutura de TI ainda são um desafio no país. A baixa adesão à Internet banda larga – devido especialmente a sua pouca disponibilidade e alto custo – é um obstáculo considerável ao crescimento do comércio eletrônico brasileiro”, explica Ricardo Gomez, diretor de consultoria da IBM Brasil.

Dentre os latino-americanos, o Brasil aparece no ranking abaixo do Chile (30º lugar na listagem mundial) e do México (40º). Já entre os países do BRIC, o Brasil está na liderança, apresentando o melhor ambiente geral para o crescimento do e-commerce. A Dinamarca é a líder global com maior presença da economia on-line e o uso de serviços públicos via Internet. E os Estados Unidos, por sua vez, que em 2008 ocupava a 1ª posição, passou para 5ª colocação neste ano

A pontuação E-readiness é uma medida de quão amigável é o mercado local às oportunidades baseadas na Internet. São analisados fatores como educação, experiência online, política governamental, empreendedorismo, inovação, além de consumo de mercadorias e serviços digitais. A pesquisa, elaborada desde 2000, é baseada em mais de 100 diferentes critérios agrupados em seis categorias: conectividade e infraestrutura de tecnologia; política e visão governamental; adoção dos consumidores e empresas às novas tecnologias e ambiente de negócios, cultural e social e legal.

Autor: Ricardo Gomez

Fonte: Cliente SA

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Carrefour: rumo ao e-commerce

Posted by Copy Past On julho - 6 - 2009

Tudo indica que o reinado do grupo B2W no comércio eletrônico vai ganhar mais um  concorrente de peso, além das Casas Bahia. Desta vez, é o Carrefour que se prepara para fazer sua estréia no varejo online. Em entrevista exclusiva à Decision Report, Ney Santos, CIO do grupo Carrefour, confirma a estratégia, mas informa que a data de nascimento ainda não foi oficializada. “O Carrefour vai investir na internet debaixo de uma estratégia global. Não é uma estratégia nova”, comenta o executivo que, no passado, foi o principal gestor de TI do concorrente Pão de Açúcar por oito anos.

Ele ainda explica que filosofia do grupo francês é de um negócio de multicanais com diferentes formatos para qualquer categoria de produto e a internet será mais um canal entre os diversos já existentes no grupo (agência de viagem, posto de gasolina, drogaria). A sensação é de que a loja virtual do Carrefour pode nascer com foco numa determinada categoria de produto e ir expandindo de acordo com o comportamento da demanda. É bom lembrar que entre os itens mais vendidos no e-commerce estão os eletroeletrônicos.

Santos não confirma nenhuma hipótese sobre atuação da loja virtual, mas antecipa que essa análise já foi feita. “O mundo internet vai se integrar ao mundo físico, mas não vai ser igual ao mundo físico. O sortimento da loja virtual e a oferta de serviços pode ser um complemento para mundo físico”, sinaliza. Ele ainda revela que o consumidor é multicanal e deseja comprar pela internet, devolver no mundo offline, pesquisar online antes de comprar na loja física, enfim, a integração também é avaliada pela equipe que prepara o e-commerce do Carrefour no Brasil.

Autor: Ceila Santos

Fonte: Decision Report

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