Notícias e Treinamentos sobre Comércio Eletrônico

Archive for maio, 2009

E-mail Marketing vive nova Era

Posted by Copy Past On maio - 29 - 2009

Ferramenta das mais importantes no comércio eletrônico e no Marketing Direto, o E-mail Marketing está saindo da infância e entrando na adolescência com uma maturidade fora do comum. É como um jovem que acaba de sair da casa dos pais, trabalha fora e precisa entregar resultados de forma eficiente para arcar com suas despesas e provar para a sociedade que ele já não é mais aquele menino.

Os tempos são outros. Empresas como Saraiva, Tecnisa e Marisa estão nesta nova fase do E-mail Marketing. Agora, a segmentação um a um, o conhecimento do cliente, a pertinência, a mensuração e os resultados comprovados por ferramentas de última geração estão na pauta destas empresas que utilizam as melhores práticas quando o assunto é relacionamento e venda pela internet.

Na Tecnisa, o E-mail Marketing foi parar na presidência. “O nosso presidente é originário da área de Marketing e essas questões correm na veia dele”, conta Romeo Busarello (foto) em entrevista ao Mundo do Marketing. Hoje, 30% do faturamento da construtora paulistana vem de internet. Eles vendem imóveis com ticket médio de R$ 250 mil com contatos originados na caixa postal eletrônica de seus clientes entre outros meios, como links patrocinados e banners.

Mudança no plano de E-mail Marketing
Nos últimos 18 meses a Tecnisa reposicionou a sua atuação neste meio. Deixou de fazer muitos envios de e-mail para focar no que estava dando resultado. A companhia comprava bases qualificadas, com um custo que não era baixo. “Resolvemos parar porque o resultado era muito baixo. Fazemos E-mail Marketing agora para a base do ZAP (site de classificados), pois eles têm pessoas que estão interessadas em comprar imóvel. Neste caso funciona porque é uma base muito, muito especifica de pessoas que estão no momento da compra de um imóvel. Aí funciona e tem retorno sobre o investimento”, explica Busarello.

A Saraiva também está mudando. O seu canal de venda on-line é responsável por 33% de suas vendas. É o maior ponto-de-venda da rede e a meta é crescer ainda mais com as novas práticas de E-mail Marketing. “O objetivo é enviar mensagem para o cliente de forma cada vez mais individualizada e pertinente. A ideia é que a ferramenta sirva como um meio de relacionamento com o cliente e que a venda seja consequência disso”, afirma Rodrigo Lamosa Poço, Diretor de E-Commerce da Saraiva.

Com ações segmentadas e pertinência, o índice de cliques nos e-mails da Saraiva chega a ser até seis vezes maior com um aumento de vendas proporcional. “Às vezes, conseguimos o mesmo volume de vendas enviando para menos pessoas. Isso demonstra a importância de fazer uma comunicação pertinente”, diz Poço em entrevista ao site. Prova disso é que as vendas por meio do site Saraiva.com aumentaram em quase 30% no primeiro trimestre deste ano.

Relacionamento, Venda e Retorno sobre o Investimento
Na loja da Marisa na internet, o E-mail Marketing é a principal ferramenta de comunicação “Porque ajuda a fidelizar os clientes e é a ferramenta que mais dá retorno sobre o investimento”, conta Thiago Barros Pereira, Gerente de e-Commerce da varejista. “Não é um Marketing de branding, mas sim focado em resultado. As campanhas de E-mail Marketing são para gerar venda”, completa em entrevista ao Mundo do Marketing.

São vendas comprovadas, pois a Marisa realizada diversas análises. Primeiro, quantos clientes receberam o E-mail Marketing. Dos que receberam, quantos abriram o e-mail. Dos que abriram, quantos clicaram. Dos que clicaram, quantos compraram e quanto pagaram. “Ainda chegamos ao detalhe de saber qual foi a margem de lucro da campanha através de um funil de resultado”, relata Pereira.

É a nova Era do E-mail Marketing. “As empresas começaram a ouvir os clientes e passaram a receber muitas reclamações e ver que o retorno estava caindo”, afirma Walter Sabini Junior, CEO da VIRID, empresa que fornece a ferramenta Virtual Target para Tecnisa, Saraiva e Marisa, além de clientes como Extra, Submarino, Unilever, Sadia, Renner, entre outras. “Uma ferramenta de E-mail Marketing não serve só para disparar, entregar como os Correios. Ela serve como relacionamento com o cliente um a um e como análise profunda do Retorno sobre o Investimento. Ele faz parte da gestão do cliente”, aponta.

Nova Era
Para Junior, o E-mail Marketing está em sua terceira fase. “A primeira foi conseguir entregar mais. A segunda foi entregar realmente. E agora estamos em uma nova Era. O mercado viu que entregar não significa retorno. Entregar para quem não quer o produto é pior. Agora as marcas procuram entender quem quer receber e o que enviar para o cliente”, constata Junior (foto) em entrevista ao Mundo do Marketing.

Uma nova fase no Brasil ainda está por vir. A exemplo do que já faz a Amazon.com, hoje já se pode ver se um cliente demonstrou interesse por um produto, mas não comprou. Com essa informação, a empresa pode fazer um desconto. “Se a Tam, que envia e-mail Marketing com o saldo de milhas dos clientes, ver que você clicou no destino Salvador, ela pode mandar uma promoção de um pacote porque você está propenso a comprar”, conclui.

Autor: Bruno Mello

Fonte: Mundo do Marketing

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Loja virtual tem todos os produtos inspirados em vacas

Posted by Copy Past On maio - 28 - 2009

Jarra e caneca com temática de vaca

Animal sagrado na Índia, tema de desenho animado e de uma das maiores exposições de arte itinerante, a vaca também inspirou o proprietário da Vaca & Cia, Darci da Veiga. Com sede na capital paranaense e recém-chegada ao bairro dos Jardins, em São Paulo, a loja tem todos seus produtos inspirados no animal. São mais de 100 objetos de decoração para casa e escritório, como chaveiros, canecas, garrafas, agendas e bolsas, feitos em couro, madeira, porcelana, vidro e tecido. Tudo feito de forma artesanal.

O pecuarista Darci da Veiga, dono da Vaca & Cia, é um admirador da chamada “cadeia do leite”. Ele conta que teve a ideia de montar a empresa, em 1990, ao participar de congressos internacionais, onde viu empresários de diversos países comercializando produtos com essa temática. No começo, a linha de produtos era restrita a quatro itens: chaveiros, camisetas, bonés e gravatas. Há três anos, quando decidiu ampliar o leque de ofertas, Veiga associou-se ao designer Felipe Locatelli, que deu nova cara aos produtos da empresa.

Artigos para escritório também seguem o tema das vacas

Hoje, a Vaca & Cia, uma pequena empresa com 12 funcionários, tem três linhas de produtos: Fun, com canecas, garrafas, bichinhos de pelúcia, agendas e bolsas; Haute, com produtos personalizados em séries limitadas, elaborados com matéria prima nobre, como o Conjunto Mega Milk (bandeja acrílica com jarra leiteira e xícara de cerâmica) e o Copo Pingado (xícara de porcelana com roupa de couro); e Milk, com produtos que aliam os benefícios do leite ao bem estar, como o Sabonete ao Leite Duale.

Parece que o tema agrada o público. No ano passado, o faturamento da Vaca & Cia foi de R$ 770 mil, 17% a mais do que no ano anterior. Para este ano a expectativa é de 30% de crescimento.

Confira em www.vacaecia.com

Fonte: PEGN

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No Brasil, o futuro do e-commerce está na baixa renda

Posted by Copy Past On maio - 27 - 2009

No Brasil, a penetraçao do comércio eletrônico ainda é maior nas classes A e B. Mas, em números absolutos, 51% dos que fazem compras pela internet pertencem as classes C, D e E. Conversei essa semana com o Renato Meirelles, sócio diretor do instituto Datapopular, e ele me disse que essa proporçao tende a aumentar na medida em que os brasileiros de baixa renda se acostumem com esse novo canal. Ele acredita que, mesmo que nenhum brasileiro de classe C compre um computador com acesso a internet nem adquira um cartao de crédito no próximo ano, ainda assim haveria mais 3 milhoes de web shoppers, apenas no estado de Sao Paulo, no prazo de um ano, em funçao do aumento da familiaridade dessas pessoas com o ecommerce.

Porém, as perspectivas sao de crescimento da base de computadores nos lares brasileiros de classe média e baixa renda. Afinal, eles sao considerados instrumentos essenciais para o desenvolvimento pessoal e profissional pelas camadas populares. Ao mesmo tempo, em nosso país, nada menos que 68% dos cartoes de crédito e 72% dos cartoes de lojas estao nas maos das classes C, D e E. Isso significa que a explosao da internet como canal de compras no Brasil é uma questao de tempo, certo?

Nao necessariamente. O avanço do ecommerce ainda esbarra em alguns obstáculos. A falta de hábito e a incapacidade de assumir riscos ampliam a insegurança que o brasileiro de menor poder aquisitivo sente em relaçao as compras na rede. A pesquisa do Datapopular mostrou que 61% dos internautas de baixa renda costumam conferir os produtos em lojas físicas antes de fechar a transaçao pela internet – na classe A esse percentual cai para 35%. Esses compradores têm medo de errar a compra e ainda nao encontraram varejistas virtuais capazes de oferecer as garantias que eles precisam para se soltar de vez no mundo das compras online.

Fonte: BlueBus

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Os principais problemas das lojas virtuais

Posted by Copy Past On maio - 26 - 2009

Após um estudo feito em 15 sites de comércio eletrônico, três especialistas da consultoria Mercedes Sanchez Usabilidade e Pesquisa chegaram à conclusão de que as lojas virtuais brasileiras não vendem tanto quanto poderiam vender. Isso porque, segundo os analistas, elas não seguem princípios básicos de usabilidade, o que atrapalha as vendas.

De acordo com a responsável pela pesquisa, Mercedes Sanchez, alguns sites se preocupam muito com o carrinho de compras e se esquecem que, antes de comprar, o usuário quer ver bem o produto e saber se ele atende às suas necessidades, caso contrário a compra não é concluída.

Confira os principais problemas levantados pela pesquisa presentes nas páginas de produto:

  • Informação – Muitas vezes, as empresas colocam em primeiro plano o que a empresa quer “empurrar” para o cliente: vendas casadas, venda de acessórios, de garantia estendida, etc. A descrição do produto, que é o mais importante para o usuário decidir a compra, fica em segundo plano.
  • Imagens – A maior parte dos sites disponibiliza poucas imagens, muitas vezes pequenas e de baixa qualidade, que não mostram detalhes dos produtos. Como ninguém quer comprar um produto sem ver antes, o usuário vai procurar imagens melhores no site concorrente.
  • Letra – Muitos sites ainda usam letras muito pequenas, com pouco contraste, o que dificulta a leitura de informações essenciais para decidir a compra: características do produto, prazo de entrega, garantia, etc.
  • Navegação – Quando o usuário fica em dúvida do que comprar e quer ver produtos similares, tem dificuldades. Filtros por marca, faixa de preço e características existem em poucas lojas e os menus secundários desaparecem na página de produto.
  • Descrição do produto – Notamos que em alguns casos a informação aparece incompleta, incorreta, com erros de ortografia e de digitação. Há uso excessivo de termos técnicos sem explicação e textos vendedores em detrimento de textos informativos.
  • Cadê o botão de “Comprar?” – Por incrível que pareça, em muitos sites não é fácil achar ou identificar o botão “Comprar”. Ele não tem destaque, fica abaixo da rolagem, e possui formato, ícone ou texto fora dos padrões da web.

Abaixo, as recomendações de Mercedes para evitar esses problemas.

  • Priorize na página o que é relevante para o seu consumidor, assim você aumenta as chances de compra e ele ainda indica o site para outras pessoas.
  • Não empurre todos os produtos ao mesmo tempo. Mostre o caminho para que o consumidor vá sozinho. Deixe claro onde ele está no site e como ele pode ver produtos similares e ir para outras seções.
  • Invista em imagens de qualidade. Elas podem ser um diferencial estratégico. Permita que o usuário amplie, veja todos os detalhes, em diversos ângulos.
  • Capriche na descrição do produto. Use o vocabulário do consumidor para que ele se identifique com o site. Explique os termos técnicos. Cheque se não há dados incorretos ou incompletos. Mostre que o site é confiável.
  • Deixe o botão “Comprar” bem destacado, com forma de botão, sem elementos que possam distrair o usuário, perto do preço, acima da rolagem da página.

Fonte: PEGN


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Twitter eleva em 15% vendas de pizzaria

Posted by Copy Past On maio - 25 - 2009

Depois da padaria britânica que avisa aos clientes pelo Twitter quando a fornada de pão está pronta, uma pizzaria de New Orleans também resolveu usar o microblog para atrair consumidores. A Naked Pizza lançou recentemente uma promoção e, ao invés de apostar apenas nos meios de comunicação tradicionais, divulgou a novidade na rede social. A iniciativa deu certo e Jeff Leach, sócio do empreendimento, conseguiu, em um único dia, aumentar as vendas em 15%.

A página da pizzaria no Twitter

‘A cada ligação recebida, perguntávamos ao cliente como ele foi informado do desconto (por flyers, e-mail ou pelo microblog) e grande parte nos disse que soube pelo Twitter. O alcance da ferramenta é muito grande’, diz.

Animado com os resultados, Leach pretende, nos próximos meses, cadastrar os 5 mil seguidores que têm New Orleans como cidade natal no Twitter.

Pedro Waengertner, professor de comunicação interativa da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), afirma que utilizar o Twitter é uma estratégia de marketing interessante porque não tem custos e traz resultados imediatos, devido à rapidez com que as mensagens se espalham.

‘As empresas podem aproveitar esse imediatismo para fazer ofertas, desovar estoques e saber a opinião dos consumidores sobre determinado produto. Porém, é preciso tomar cuidado na hora de selecionar o conteúdo enviado e escolher o público-alvo. Não adianta nada ter um número grande de seguidores se eles não vão ler as mensagens e nem se interessar pelas promoções.’

Waengertner diz que a tendência de fazer marketing pelo Twitter já chegou ao Brasil. ‘Pequenas empresas mais antenadas têm se espelhado nos exemplos internacionais e começam a aderir à ferramente, embora o movimento ainda seja incipiente.’

Confira http://twitter.com/nakedpizza

Fonte: PEGN

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Responsável por 1/3 do PIB nacional, o agronegócio brasileiro atua hoje como umas das principais promessas para o comércio eletrônico

O comércio eletrônico brasileiro fechou 2008 superando estimativas apesar de todos os rumores de crise que atingiu a economia mundial. Dados da consultoria e-bit, divulgados em março, mostram que 13,2 milhões de brasileiros compraram pela web em 2008, um crescimento de 37% quando comparado ao ano 2007.

O estudo publicado em abril, pela CETIC.br (Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação), mostra que o comércio eletrônico brasileiro atingiu durante o ano de 2008, 5% da população que reside em áreas rurais e 13% da população que vivem nas grandes cidades.

O Agronegócio Brasileiro atua hoje como a grande força econômica do país, responsável por 1/3 de todo o Produto Internacional Bruto (PIB), o agronegócio é o setor da economia responsável pelo superávit da balança comercial brasileira nos últimos anos. Um estudo feito pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, verificou que o Brasil possui 60 milhões de hectares ocupados com algum tipo de cultura, e 300 milhões de hectares ainda disponíveis para uso.

Para Pedro Quissack, coordenador comercial da Tray Sistemas, atualmente o agronegócio nacional migrou do campo para atuar também junto a outros setores. A internet torna-se então uma poderosa ferramenta quando aplicada ao agronegócio. “Hoje a tecnologia já faz parte da rotina dos trabalhadores rurais. Softwares para o controle dos rebanhos na tela de um telefone celular, sistemas para irrigação de uma propriedade, controlados por computador, além de maquinários agrícolas sofisticados que podem ser comprados e vendidos em pouco tempo sem deslocamento”.

“Percebemos que o agronegócio é terreno fértil para o desenvolvimento do comércio eletrônico. Alguns exemplos bem sucedidos já se destacam no mercado, oferecendo serviços de classificados e até mesmo a venda de insumos agrícolas pela internet. Caso de sucesso recente é a venda de Sêmen bovino pela web. Mercado de luxo da pecuária, o comércio de genética bovina movimenta valores anuais assombrosos”, comenta Quissack.

Segundo Quissack, ignorar o potencial do agronegócio significa abrir mão de um grande mercado para a evolução do comércio eletrônico. O setor está recheado de empreendedores com grande visão empresarial, que munidos das ferramentas adequadas podem criar grandes histórias de sucesso. “O e-commerce tende a ser um facilitador neste processo, com a popularidade de acesso a internet no mundo global, o mercado virtual surge como uma alternativa de atingir novos mercados dentro e fora do país.” conclui.

Autor: Micheli Consani

Fonte: Tray

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Como aumentar a venda de seu produto pela internet em 2.300%

Posted by Copy Past On maio - 22 - 2009

Camiseta que gerou piadas dispara em vendas na Amazon

Peça com imagem de três lobos e a Lua registrou aumento de vendas de 2.300% em site.

Uma camiseta com estampa de lobos uivando para a Lua se transformou em um fenômeno de vendas na loja online Amazon nas últimas semanas depois de uma série de avaliações irônicas sobre o produto.

A camiseta Three Wolf Moon (“Lua dos Três Lobos”, em tradução livre) teve um aumento de 2.300% depois que as avaliações irônicas se transformaram em uma verdadeira campanha de publicidade do produto.

A primeira avaliação da camiseta deu a ela a cotação máxima, cinco estrelas, e afirmava que ela “serve na minha estrutura larga, tem lobos, atrai mulheres”, mas “não consigo ver os lobos quando cruzo os braços”.

Esta avaliação levou a centenas de outras pessoas enviarem seus comentários bem-humorados, transformando a página da camiseta em um fenômeno da internet.

“Quando vesti esta camiseta pela primeira vez, minha mulher me abandonou! Obrigado, camiseta Lua dos Três Lobos”, foi um dos comentários.

Outra pessoa escreveu – usando uma linguagem típica de jogadores de RPG (Role Playing Games) – que a “camiseta Lua dos Três Lobos me deu uma resistência +10 a ataques de energia, força +8… e eu resolvi sete crimes em minha cidade”.

Russell Dicker, gerente de conteúdo de comunidades da Amazon, afirmou que a camiseta é o produto que mais vende no setor de roupas do site.

“Recentemente, a camiseta Lua dos Três Lobos aumentou suas vendas em 2.300%.

Estamos gratos pelo fato de nossos comentaristas sejam tão apaixonados (pelo produto)”, afirmou.Three Wolf Moon "Lua dos Três Lobos"

Leite e camisetas

A companhia Mountain, fabricante da camiseta, se mostrou surpresa com a recepção à camiseta.

“A Mountain é uma companhia atacadista e não vende camisetas na Amazon”, escreveu a companhia no setor de comentários da página da Amazon, explicando que a popularização do produto passou despercebida “até que a camiseta ficou entre os dez mais vendidos na sessão de roupas da Amazon”.”Gostamos de humor tanto como outras companhias, mas não aprovamos algumas das observações.”

Esta não é a primeira vez que avaliações bem-humoradas na Amazon se transformam em uma campanha que favorece um produto. Em 2006, foram feitas mais de mil avaliações para o leite integral Tuscan.

“Foi então que soube. Ele estava cansado desta vida comigo, cansado de trazer para casa o leite integral Tuscan”, dizia uma das avaliações, no estilo “roteiro de novela”.

Outra avaliação, mais óbvia, dizia: “Alguém já tentou derramar esta coisa em cereal seco? D-E-M-A-I-S!”.

Fonte: G1

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Bate-papo sobre e-commerce e mídias socias

Posted by Copy Past On maio - 22 - 2009

Programação:

10h30 Boas Vindas – Lígia Dutra

10h40 Palestra: “Sistemas e Ferramentas de baixo custo para um e-commerce bem-sucedido” – Alexandra Gaspar

11h20 Painel com convidados: Rubens Neinsten (Websites) e Jorge Demetrio (AllDreams)

11h40 Pausa

12h20 Palestra: “Vantagens para o e-commerce nas Redes Sociais” - Marcelo Faria

13h00 Painel com convidados: Roberta Alvarenga (Ex-Ceo Estúdio Cafeína) e Alexandre Formagio (Social Midia Brasil)

13h20 Grupos de Bate-papo

15h00 Happy Hour na Braugarten do Market Place

Onde? Livraria Cultura Shop. Market Place

Quando? 23/05/09

Quanto? 1kg de alimento não perecível.

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Giraffas lança e-commerce

Posted by Copy Past On maio - 21 - 2009

Clientes podem fazer seus pedidos pela internet.

O Giraffas, quarta maior rede de restaurantes do Brasil, lança o delivery online. O Giraffone, serviço de entrega da rede até então feito apenas pelo telefone 4003-1515, foi ampliado e agora os clientes podem fazer os pedidos pela internet no endereço www.giraffone.com.br. O link também pode ser acessado pelo ícone “Faça seu pedido pela internet”, disponível no site do Giraffas [www.giraffas.com].

Para utilizar o serviço o consumidor deve escolher um login e uma senha de acesso, preencher um cadastro com seus dados pessoais e o endereço para onde deverá ser encaminhado o pedido. O Giraffas ainda oferece ao consumidor a possibilidade de pedir porções extras ou retirar algum ingrediente do sanduíche, prato ou sobremesa.

Todos os meses o Giraffone atende cerca de 100 mil pedidos de clientes que residem no Distrito Federal, São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás e Rio Grande do Norte. A expectativa da rede é que cerca de 20 a 25% das vendas do delivery passem a ser feitas pela internet.

“O desenvolvimento do site é mais um canal de relacionamento com nossos clientes. Nosso objetivo é ampliar cada vez mais nossos serviços, sempre tendo como foco a comodidade, a conveniência e o melhor atendimento”, afirma Cláudio Miccieli, diretor-executivo do Giraffas.

Atualmente o delivery é responsável por 5% do faturamento total da rede e o objetivo do Giraffas é aumentar a participação do serviço para 8% até o fim deste ano. Para isso, além do lançamento do e-commerce a rede realiza ações de marketing em todas as regiões atendidas pelo Giraffone.

Perfil da Giraffas: A rede foi criada em Brasília em 1981 e desde 1991 investe no sistema de franquias, o que permitiu sua expansão para todas as regiões do País. Atualmente conta com 286 pontos-de-venda, entre restaurantes e quiosques, distribuídos em 21 estados e no Distrito Federal. A expectativa da rede é faturar R$ 450 milhões em 2009.

Fonte: Fator Brasil

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Gartner: dicas para redução de custo com e-commerce

Posted by Copy Past On maio - 20 - 2009

Empresa diz que companhias devem negociar o máximo possível na compra de software ou renovação de acordos

Os gastos de TI para companhias de e-commerce podem ser reduzidos em até 25% sem que a navegação dos consumidores sofra alterações. Isso é o que aponta uma pesquisa realizada pelo Gartner. A empresa de pesquisa identificou alguns caminhos para reduzir esses custos e lançou estimativas de economias para os orçamentos de comércio eletrônico de pequenas e grandes empresas.

As empresas online podem economizar 35% em seus orçamentos de manutenção e licenciamento neste ano utilizando outros produtos para buscas, merchandising e gerenciamento, apontou o levantamento. Enquanto companhias de grande porte, com orçamentos de TI que superam US$ 1 milhão, terão economia maior, negócios pequenos poderão reduzir custos em 25% neste ano, ao optar por produtos padrão.

“Com exceção dos líderes de mercado, como Amazon e eBay, o custo do desenvolvimento pode ser desperdício de dinheiro e esforço, já que isso suporta funções que não farão diferença na experiência dos consumidores online”, comentou Gene Alvarez, VP de pesquisa do Gartner.

Organizações de TI desenvolvendo ferramentas de venda de Web 2.0 podem retomar a escala e focar em ferramentas que tragam maior taxa de retorno, economizando entre 5% e 10% neste ano, segundo a pesquisa.

Essas organizações deveriam negociar o quanto for possível quando tentarem comprar softwares de e-commerce ou renovar acordos, podendo economizar até 50% com licenciamento. O relatório sugere que os vendedores irão segurar os preços em 2009 para preservar as margens, mas, ao mesmo tempo, irão oferecer descontos substanciais.

Por fim, o levantamento recomenda a eliminação de empregos redundantes.

Autor K.C. Jones | InformationWeek EUA

Fonte: IT Web

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