Notícias e Treinamentos sobre Comércio Eletrônico

Archive for março, 2009

Na internet: “a base da pirâmide é o futuro do e-commerce”

Posted by Copy Past On março - 31 - 2009

Para o publicitário Renato Meirelles, as empresas têm de aprender a olhar a baixa renda como consumidores em potencial.

Dos 59 milhões de internautas brasileiros acima de 16 anos, 75% recebem até cinco salários mínimos. Esses consumidores já representam 51% dos web-shoppers daqui, como são conhecidos os consumidores que compram pela internet. Tendo em vista esses números, não é difícil perceber que “a base da pirâmide é o futuro do e-commerce”.

A constatação é do publicitário Renato Meirelles, que coordenou pesquisa que revelou quem é a baixa renda do País e como essa classe se comporta quando o assunto é consumo.

Para ele, as empresas ainda não aprenderam a olhar esses consumidores sem sair da frente do espelho. Com isso, acabam perdendo um grande mercado, que representa cerca de 85% da população brasileira, detém 76% do consumo, 69% dos cartões de crédito e movimenta R$ 620 bilhões por ano.

“Não dá para pensar em futuro sem olhar esses consumidores”, afirma Meirelles. Para ele, o consumidor que compra na rede procura uma empresa na qual possa confiar e que o represente. “Não adianta gastar dinheiro tentando catequizar esse consumidor”, ressalta.

Insegurança e desconfiança
Meirelles constata que vale a pena investir em produtos e em campanhas voltadas à baixa renda. No entanto, é preciso ultrapassar certas desconfianças e derrubar certas barreiras para chegar até esse público e mantê-lo como um consumidor fiel.

A insegurança com relação aos seus dados, como o número do cartão de crédito e o medo de pagar e não receber o produto e de comprar o produto errado são os principais empecilhos a ser combatidos.
Segundo ele, esse consumidor não se sente assistido na internet. Por isso, comprar por esse meio é mais difícil. “É preciso deixar claro as oportunidades oferecidas por este canal e criar avalistas de compra”, avalia.

“Esse consumidor procura uma empresa que o ajude a consumir”.

O consumidor de baixa renda, de maneira geral, é mais conservador. No entanto, no meio virtual, essa desconfiança se acentua. “Esse consumidor não pode errar”, por isso, ele é mais precavido na hora de dar o “ok”.

Baixa renda conectada
“O computador e a internet são ferramentas para fazer economia, gerar renda e se divertir”. Entender essa relação é perceber quem está atrás da tela dos computadores de 66% das casas brasileiras que têm PCs.

Para esse consumidor, o equipamento funciona como utilidade doméstica e o ajuda na hora da compra, tendo papel fundamental na decisão. “A internet ajuda na pesquisa de preço e de produto”, constata Meirelles.

Fonte: InfoMoney

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A cada ano o e-commerce ocupa um lugar mais considerável nas empresas, sendo recentemente alvo de apostas de gigantes como Casas Bahia e Walmart, isso devido ao aumento no número de consumidores online no país, que passaram de 9,5 milhões em 2007 para 13,2 milhões em 2008 e também aos valores envolvidos no segmento, que em 2008 ficou em R$ 8,2 bilhões, acréscimo de 30% se comparado ao ano anterior.

Muito bem, mas e como fica o seu Aidar, dono da “lujinha” que vende materiais de limpeza para o bairro? Ele também pode entrar no mundo digital? Quais os investimentos, a forma de trabalho, a logística e a estrutura necessária para que ele possa estar online?

Primeiramente o seu Aidar deve pensar em algumas questões primordiais:

  1. A loja tem capacidade de entrega, ou seja, tem funcionários e estoque que possibilitem a expansão?
  2. O seu Aidar guardou um pouquinho para arcar com os custos de implementação e divulgação?
  3. Os produtos que ele vende têm apelo de vendas para serem comercializados na internet ou possuem identificação com o público consumidor?

Se a resposta para as três perguntas acima forem “Sim”, indica que talvez realmente seja a hora de investir em um e-commerce ou loja virtual.

Essas perguntas teriam que ser feitas, em uma proporção diferente para médias e grandes empresas, mas seriam necessárias da mesma forma. Só que outras seriam adicionadas nesses casos:

  1. Em caso de haver loja física, haveria diferença de preços? E o estoque, a logística, o financeiro e a administração, seriam separados ou conjunto?
  2. Os produtos comercializados teriam tabelas diferenciadas de acordo com a região?
  3. Como ficaria o relacionamento, no caso de ser um e-commerce da fábrica, com os outros varejistas?
  4. Quanto recurso seria alocado para esse investimento e em quanto tempo ele retornaria?
  5. O e-commerce levaria o nome da empresa ou um nome genérico?

Como você pode notar, conforme o tamanho, a estruturação se complica um pouquinho mais.

Para o seu Aidar, um e-commerce não é muito diferente, em sua essência, de uma boa barraca de pastel. Só é mais, digamos, sofisticado, mas a lógica operacional é a mesma, só mudando o meio utilizado para fazer as vendas e algumas operações.

Em síntese, temos:

  • Relacionamento com fornecedores
  • Escolha de bons suprimentos/produtos
  • Ações de marketing e propaganda
  • Logística
  • Formação de preços de acordo com a lei de oferta e demanda
  • Meios de pagamento
  • Credibilidade da empresa

Há milhares de anos as pessoas se acostumaram a fazer compras “in loco”, portanto, o principal desafio do e-commerce é o de levar esse ambiente físico para o virtual, mas as regras da venda continuam sendo as mesmas.

Bom, resumindo, não vejo como o seu Aidar não possa ter sua “e-lujinha”. Mesmo pequena ela seguirá os conceitos que as grandes também devem seguir. Um bom e-commerce consegue manter a experiência que temos em comprar com a comodidade de efetuarmos essa operação sem sair da cadeira.

Há empresas e profissionais que defendem que eduquemos os consumidores, eu defendo que nos adequemos, a palavra é parecida, mas o resultado é outro. Vida longa para o seu Aidar!

Autor: Marcelo Vitorino

Fonte: Simples Assim

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Resumo Semanal Ecommerce TV – 23/03/2009 a 29/03/2009

Posted by Roberto Camargo On março - 30 - 2009
Olá,
Segue resumo da ultima semana:

26 Março
Comprafacil.com completa 6 anos e ingressa na Web 2.0
http://www.ecommerce.tv.br/comprafacilcom-completa-6-anos-e-ingressa-na-web-20
Estratégias para modernização do comércio eletrônico

25 Março
Varejo on-line passará por forte descentralização
http://www.ecommerce.tv.br/varejo-on-line-passara-por-forte-descentralizacao/
Os grandes varejistas online estão perdendo terreno, e os pequenos e médios crescendo

27 Março
Logística do Submarino para entrega de Óvos de Páscoa
http://www.ecommerce.tv.br/logistica-do-submarino-para-entrega-de-ovos-de-pascoa/
Veja como o submarino faz para você receber com segurança seus óvos de áscoa

28 Março
Entrevista com Senador Eduardo Azeredo sobre cibercrimes e liberdade na internet
http://www.ecommerce.tv.br/entrevista-com-senador-eduardo-azeredo-sobre-cibercrimes-e-liberdade-na-internet/
O senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) é talvez a figura mais odiada da blogosfera brasileira.

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O senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) é talvez a figura mais odiada da blogosfera brasileira. Dizem que ele é “o autor daquela lei que coloca quem troca música na cadeia” ou “que quer vigiar todo mundo na internet”. O motivo desse ódio é que o texto da lei inicialmente tinha um texto bem esquisito, que permitia as mais malucas interpretações – inclusive a criminalização de tias que passavam Powerpoint com vírus ou pessoas que indicavam links para baixar músicas. Mas a versão final da PL 89/2003, aprovada no Senado e que está tramitando na Câmara, parece, no fim das contas, inofensiva para o usuário de internet comum.

A tal Lei Azeredo é na verdade um apanhado de projetos de lei (alguns que alteram o código penal, a constituição ou o código militar) que quer criar crimes e penas para coisas que são, afinal, crimes, mas não estão devidamente previstos em lei, como fraudes, phishing, disseminação de vírus e etc. Parece um motivo nobre. Então Azeredo é herói, vilão, ou nenhum dos dois? Veja na entrevista exclusiva que eu fiz com ele esta semana.

Por que você acredita que precisamos da lei agora?
Estamos cada vez mais precisando dessa lei. Há cada vez mais crimes na área bancária, casos de pornografia infantil e atentados contra a honra na internet.

Muita gente diz que a lei restringe os direitos individuais ou criaria um estado de vigilância. Seria um efeito colateral da lei?
Não é verdade. Quem não deve não teme. Ou seja: quem não usa a internet para o mal, não tem o que temer. O objetivo da lei é colocar regras mínimas para a penalização de novos crimes. A internet não pode ser terra de ninguém.

Você defende que o Brasil está apenas se adequando a acordos internacionais, como a Convenção de Budapeste. Como é a experiência dos outros países que adotaram a resolução?
A nossa lei foi escrita em conformidade com a convenção. Vários países como Japão, EUA, África do Sul e Canadá já o fizeram. O relatório que tivemos em uma reunião na França, com 70 países, é que a situação está ficando cada vez mais difícil. Na Itália a lei é mais rigorosa. Lá eles não permitem que as pessoas usem cybercafé sem identificação.

Comenta-se que por trás da lei estaria a vontade dos bancos, cansados de pagar indenizações por fraudes.
Essa é a argumentação de quem não lê a lei ou pensa pequeno. Evidente que os bancos estão cobrando dos clientes o custo das fraudes, seja em cima dos tomadores de empréstimo ou nas taxas. Quem está pagando as fraudes bancárias somos nós todos. Isso é repartido. Os bancos têm interesse, é claro, mas é um interesse sadio.

O registro dos logs de todos os usuários por três anos não seria muito custoso para os provedores?
O que tem de ser guardado é apenas a identificação do computador – é só isso que o projeto prevê. Há sistemas de compactação e miniaturização para isso, não acredito que seja tão custoso.

E as críticas de que a legislação seria inócua, já que há muitas maneiras de burlar a coisa, como usando provedores fora do Brasil?
A legislação é positiva. Mas é só um dos itens. É preciso educação e prevenção. É um ponto muito importante para começar, mas ela sozinha não resume tudo.

Por que o projeto de lei se arrastou por tanto tempo em tramitação?
O projeto original é de 1999. O que fiz foi a fusão de vários projetos da Câmara, Senado, com outras modificações. As alterações eram necessárias porque o phishing, por exemplo, não existia no projeto original.

Mas e os vírus passados sem querer, com máquinas zumbi e os powerpoints aparentemente inofensivos?
Como todo crime, há o julgamento do juiz, que vai verificar o dolo. Um vírus que a pessoa passar inadvertidamente passa para a frente não é crime. Não tem dolo. Essa confusão acontece porque as pessoas não lêem, não têm o mínimo de conhecimento legal para criticar. Nós tivemos o suporte muito importante do Francisco Botelho, membro do CNJ, que fez a assessoria.

E a criminalização da troca de arquivos, o peer-to-peer? Quem baixa música corre o risco de ser preso?
A lei não toca nisso. É um outro assunto. O Brasil já tem uma lei sobre o assunto, a antipirataria.

Alguns críticos, como o professor Ronaldo Lemos, da FGV, dizem que é preciso regular a internet como um todo, definir o que é o que antes de aprovar leis como essa.
É uma crítica de teóricos. Na prática a justiça quer que tenhamos essa lei. A quem interessa realmente esse problema é a lei. Alguns teóricos ficam com essa conversa de que precisa antes um marco regulatório… É uma forma de protelar a aplicação da lei.

Por que você não compareceu ao debate sobre a Lei Azeredo na Campus Party?
Não fui convidado. Eu compareceria se fosse. Já fui a vários lugares defender a lei, essa é uma missão que acabou nas minhas mãos.

E nesses lugares, mesmo hostis a sua presença, você consegue convencer as pessoas do seu ponto de vista?
Quando as pessoas têm as informações, elas se convencem. Você pode ter alguma discussão ainda de semântica. O termo tem de ser esse ou aquele. Isso ainda está em aberto, a Câmara pode fazer alterações. Mas basicamente as pessoas vêem porque tudo tem sua justificativa. Hoje não vejo nada mais significativo que esteja amarrando a aprovação. A Câmara está demorando. O Ministério da Justiça quer algumas alterações. O absurdo é não querer estabelecer regras.

Como está o andamento do projeto de lei na Câmara?
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) já aprovou. O Ministério da Justiça (MJ) levantou algumas sugestões adicionais, apertando ainda mais a legislação. O MJ quer que a preservação das informações dos usuários seja independente de decisão judicial. A polícia pede que ela mesma possa autorizar a preservação de conteúdo de site ou dado de usuário [PB: na prática, a polícia poderia ordenar a sites e provedores a preservação de páginas e conteúdos, mesmo que depois fossem apagados pelo usuário]

Isso não poderia gerar abusos, como no caso dos grampos telefônicos?
Sim, por isso sou contra. Deixaria como está na lei neste momento. Quando a polícia tiver suspeita, ela deve requisitar que fique guardada a informação no provedor, para ter acesso. A guarda deveria depender de autorização judicial, não policial. É a defesa do estado do direito. Por isso a cautela.

Fonte: Gizmodo

E você, o que acha sobre tudo isso ?

 

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Logística do Submarino para entrega de Óvos de Páscoa

Posted by Roberto Camargo On março - 27 - 2009

Segue abaixo o anúncio do Submarino sobre como ele vai cuidar da entrega dos Óvos de Páscoa vendidos pela InterNet. Vale a pena conferir o texto e inclusive comprar, eu mesmo já comprei no ano passado e  consegui presentear Ovos de Páscoa INTEIROS e sem estarem derretidos.

ANÚNCIO

Antes de saírem do Submarino para chegar a sua casa, os ovos de chocolate ficam em uma sala refrigerada para um melhor condicionamento. Posteriormente, são transportados e entregues dentro de uma caixa de isopor, envoltos a uma camada de gelo seco, não permitindo, assim, que o chocolate derreta ou se quebre durante o processo de entrega. É o Submarino trabalhando para que sua Páscoa seja a mais recheada possível.

Embalagem do Submarino para Óvos de Pascoa

Embalagem do Submarino para Óvos de Pascoa

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Comprafacil.com completa 6 anos e ingressa na Web 2.0

Posted by Copy Past On março - 26 - 2009

O Comprafacil.com, uma das cinco maiores empresas em faturamento de e-commerce do país, segundo o E-bit, comemora seis anos de operação e passa a utilizar ferramentas da Web 2.0 para aumentar o relacionamento com os internautas. O portal lançou seu Blog  e ingressa nas redes de relacionamento Orkut e Twitter.

A Web 2.0 é uma tendência mundial, considerada a segunda geração nas redes sociais, onde todos podem interagir e opinar sobre diferentes assuntos. Embora seja uma das mais modernas formas de interação das empresas com os clientes, redes sociais ainda são raras no Brasil. Um levantamento da consultoria americana ComScore revela que o internauta brasileiro é o segundo mais sociável do mundo, atrás apenas do canadense. Cerca de 85% dos brasileiros maiores de 15 anos com acesso à Internet visitaram ao menos uma rede social em 2008.

O pontapé do Comprafacil.com para inserção nesses canais é a criação de um Blog. Através de um personagem, o mascote Facilita (um robô em formato 3D), o Blog oferecerá conteúdo aos consumidores sobre lançamentos tecnológicos e prestará serviços, tirando dúvidas dos internautas sobre temas relacionados ao mundo digital.

O projeto foi desenvolvido em parceria com a agência Simples Estúdio, que será responsável pela atualização diária do site. Temas como a diferença entre TV de plasma e LCD, games e os vários tipos de MPs estarão em www.facilita.blog.br.

“Desenvolvemos como tema para este Blog o que interessa ao nosso público, que é fã de tecnologia, que gosta de se manter atualizado sobre novidades tecnológicas. O objetivo não é fazer publicidade sobre ofertas e sim fortalecer a nossa imagem e oferecer um serviço que vá além do produto. Essa foi a forma para nos conectarmos aos nossos consumidores”, explica Gustavo Bach, diretor de Marketing do Grupo Hermes.

Para o lançamento do Blog, haverá uma gincana cultural para criar um passado para o Mascote Facilita. As 3 melhores histórias ganharão prêmios. (O primeiro colocado, um Nintendo WII, e o 2º e o 3º, vale compras, de 300,00 e 200,00, respectivamente. A história vencedora será publicada no blog).

Comunidade Oficial no Orkut e promoções no Twitter

O Comprafacil.com utilizará outras ferramentas de interação com o cliente. Para integrar a maior rede de relacionamentos da Web no Brasil, o Orkut, lança uma comunidade oficial, com o intuito de aumentar a proximidade com as opiniões e interesses de seus clientes.

No Twitter, o e-commerce promoverá campanhas promocionais exclusivas, desde que os internautas estejam cadastrados no Blog.

“As redes sociais têm tudo a ver com o nosso público consumidor. Nossos consumidores são altamente conectados às novidades tecnológicas, se relacionam pela Internet, estão em redes sociais”, explica Bach.

As novidades serão divulgadas aos clientes do Comprafacil.com através do envio de e-mail marketing.

Sobre o Comprafacil.com

O Comprafacil.com está entre as cinco maiores empresas em faturamento de e-commerce do país, segundo dados do E-bit, e é um dos dez sites mais visitados de comércio eletrônico, conforme pesquisa do instituto Ibope/NetRatings, divulgado em janeiro de 2009. O site começou sua operação em 2003.

Mensalmente, mais de 200 mil produtos são vendidos nas 22 lojas/categorias (eletrônico, brinquedos, bebê, cama & banho, celulares, utilidades domésticas, informática, games, telefonia, perfumaria, móveis & decoração etc). Atualmente, são 36 (confirmar) milhões de page views ao mês. As categorias que mais vendem são eletrônicos, informática, cine e foto e celulares.

Em 2008, o portal foi remodelado para oferecer serviços através de parcerias, como revelação digital, flores, cestas comemorativas e vinhos, além de ferramentas de comparação de preços.

O Comprafacil.com é atualmente o operador logístico dos canais Ipirangashop.com e Globomarcas.com.

Fonte: Portal da Progaganda

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Varejo on-line passará por forte descentralização

Posted by Copy Past On março - 25 - 2009

Participação dos pequenos e médios varejistas é cada vez maior no comércio eletrônico.

Segundo dados divulgados recentemente pela e-bit, o comércio eletrônico brasileiro faturou R$ 8,2 bilhões em 2008, o que significa um aumento de 30% se comparado com o ano anterior. O resultado dá mostra que o mercado do e-commerce nacional continua em franca expansão, entretanto, uma mudança significativa indica que o segmento está em vias de um novo momento: a descentralização das lojas no montante de vendas.
Levantamento comparativo do quarto trimestre de 2008 com igual período de 2007 revela que os dez maiores varejistas do mercado nacional perderam 3,2 pontos percentuais de participação no mercado, mesmo que continuem registrando forte crescimento nos resultados individuais. Se considerado somente a participação do líder de mercado, a perda chega à 5,3 pontos percentuais de market share.
Para Pedro Guasti, diretor-geral da e-bit, o menor custo para implantação e divulgação on-line de uma loja aliado a maior oferta de ferramentas e fornecedores especializados em e-commerce são os principais responsáveis para a desconcentração do mercado de comércio eletrônico. “É possível encontrar dispositivos para segurança, crédito, propaganda on-line, logística e pós-venda com custos acessíveis, o que garante uma presença mais democrática das lojas”, completa.
Ao mesmo tempo em que os primeiros perdem terreno, os pequenos e médios varejistas registraram um crescimento de 6% na participação no mercado se comparado os resultados do quarto trimestre de 2007 e 2008. Segundo Guasti, isso demonstra a maturidade do consumidor, já que ele deixou de se guiar somente por grifes e lojas de marca reconhecida e passou a buscar a melhor oferta e condição de venda por meio de vasta informação disponível de loja e produtos em sites de busca, comparação de preços e conteúdo colaborativo (Web 2.0).

Fonte: Cliente SA

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Resumo Semanal Ecommerce TV – 16/03/2009 a 22/03/2009

Posted by Roberto Camargo On março - 23 - 2009
Olá,
Acredito que este é um dos melhores resumos, pois esta semana tivemos um riquissimo conteúdo em nossos posts.

16 Março
Me dá licença, por favor | O imenso poder de pedir permissão – 5/5
Confira o 5o. e último podcast de Jorge Aldrovandi de uma série de 5 mensagens, que chegou para nós toda segunda-feira.

17 Março
Minha empresa não tem site. E daí?
Leia e opnie sobre este polêmico artigo que escrevi para o iMasters/UOL e que gerou muitos comentários a favor e principalmente contra.

18 Março
O Futuro Segundo a Microsoft
Veja este vídeo do que a Microsoft esta preparando para nós.

19 Março
O que é o Google Analytics ?
Você sabe o que o Google Analytics pode fazer pela sua empresa ? E ainda é gratis.

20 Março
Entrevista Stelleo Tolda Diretor Presidente do MercadoLivre.com (Vídeo)
Nessa entrevista, você tem a oportunidade conhecer o criador desse grande sucesso e conhecer um pouco mais da operação dessa empresa cheia de vitalidade.

21 Março
Idosos respondem por 19% das compras via internet
Confira esta matéria em vídeo

22 Março
Clube 14-bis Vídeo Treinamento Marketing Digital Março/2009
Confiram o vídeo treinamento sobre o que foi abordado no Clube 14-Bis – Club Privado de Marketing de 21 de Março. São de 2 horas e 21 minutos de vídeo.

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Clube 14-bis Vídeo Treinamento Marketing Digital Março/2009

Posted by Roberto Camargo On março - 22 - 2009

Confiram o vídeo treinamento sobre o que foi abordado no Clube 14-Bis – Club Privado de Marketing de 21 de Março de 2009.

Clique para ver o vídeo treinamento de 2 horas e 21 minutos
Senha para acesso ao vídeo: clube14-bis
É necessário instalar automáticamente o pluguin da webex

Mediador
Jorge Aldrovandi, Persuasion Architect (Arquiteto Persuasivo), Consultor de e-marketing

Temas:

  • Vendas por Internet: quanto o texto vende?
    Um caso brasileiro com Micheline Christophe
  • E-mail marketing: como e por quê?
    Passo-a-passo com Bruno Coelho
  • Ficar bem no topo dos resultados orgânicos
    Ilusão ou possibilidade real?
    As respostas quem dá é o especialista Claudio Chalom
  • Minha empresa não tem site. E daí?
    A polêmica fica com Roberto Camargo

Assine agora mesmo este feed e receba informações sobre o próximo treinamento 18/abril/2009
http://www.ecommerce.tv.br/feed/

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Idosos respondem por 19% das compras via internet

Posted by Copy Past On março - 21 - 2009

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