Notícias e Treinamentos sobre Comércio Eletrônico

Archive for dezembro, 2008

e-Commerce crese 15% neste natal

Posted by Copy Past On dezembro - 30 - 2008

Crise fez com que crescimento ficasse em 15%, com faturamento de R$ 1,25 bilhão. Previsão era de aumento de 25% nas vendas.

O comércio eletrônico brasileiro cresceu abaixo do esperado no Natal de 2008, informou nesta segunda-feira a e-bit, consultoria sobre e-commerce. Ente 15 de novembro e 23 de dezembro foram comercializados 1,25 bilhão de reais em produtos, uma evolução de 15% em relação ao mesmo período de 2007. A previsão, porém, era de crescimento de 25%, com faturamento na casa de 1,35 bilhão de reais.

Segundo a e-bit, a crise econômica foi responsável pelo crescimento abaixo do esperado – não só no comércio online mas em todo o setor varejista. Ainda assim, o crescimento do e-commerce foi bem superior ao registrado em shopping centers, que ficou em 3,5%, segundo a Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop).

Um dos destaques positivos do estudo da e-bit é que os produtos da categoria “Saúde e Beleza” (perfumes, cremes, maquiagens, cosméticos e medicamentos em geral) ganharam mais espaço no carrinho de compra do consumidor brasileiro.

Para Pedro Guasti, diretor geral da e-bit, os produtos negociados via web na época de Natal vêm sofrendo modificações nos últimos anos. As vendas de produtos eletrônicos e de informática aumentaram consideravelmente, disse ele, por meio de comunicado. “Há alguns anos, os líderes eram produtos mais baratos, como CDs e DVDs”, disse. Em 2008, os filmes e discos não ficaram nem entre os cinco primeiros no ranking de produtos mais vendidos.

Os produtos mais vendidos no período, segundo a consultoria, foram os das categorias “livros, revistas e jornais” (18%), “saúde e beleza” (13%), informática (9%), eletrônicos (7%) e “telefonia celular” (6%). O tíquete médio no período foi de 346 reais por compra.

Fonte: IDG Now

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Vendas online nos Estados Unidos geram US$ 677 milhões neste Natal

Posted by Copy Past On dezembro - 27 - 2008

Boston – Volume de vendas natalinas quase dobra na comparação com 2007 (US$ 341 milhões), mas resultado de novembro e dezembro cai em um ano.

As vendas natalinas no comércio eletrônico norte-americano somaram 677 milhões de dólares  entre os dias 20 e 21 de dezembro, o que representa quase o dobro das vendas online no mesmo período do ano passado (341 milhões de dólares) informou a empresa comScore.

No entanto, as vendas online nos meses de novembro e dezembro foram inferiores ao resultado do mesmo período de 2007. Até o dia 21 de dezembro, o e-commerce norte-americano faturou 24,71 milhões de dólares e ficou abaixo dos 24,96 bilhões de dólares vendidos pela internet há um ano.

As nevascas que atingiram dos Estados Unidos na última semana também motivaram as compras online, Segundo a empresa de análises. Além disso, o período mais curto entre o feriado de Ação de Graças e o Natal agitaram as vendas no período.

No período que abrange a tradicional “Cyber Monday”, liquidação que precede o feriado de Ação de Graças, até o dia 21 de dezembro, as vendas online somaram 13,51 milhões de dólares, apresentando uma ligeira alta em relação ao faturamento de 13,47 milhões de dólares registrados no mesmo período de 2007.

Analistas do setor varejista apostam em descontos mais agressivos entre lojas online nesta sexta-feira (26/12). No entanto, mesmo que as vendas no período ‘pós-natalino’ sejam significativas, devem ajudar mais a reduzir estoques do que a gerar um ano rentável para e-commerce.

Nancy Weil, editor do IDG News Service, de Boston

Fonte:IDG Now

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Foram comprados 72,9 produtos por segundo na Amazon.com

Posted by Copy Past On dezembro - 26 - 2008

Para Amazon, temporada de vendas de 2008 foi a melhor em sua história.

Amazon.com despacha mercadorias para mais de 210 países.

Segundo Amazon, 15 de dezembro foi o dia mais movimentado.

A gigante do varejo online Amazon.com anunciou nesta sexta-feira (26) que teve sua melhor temporada de vendas natalinas neste ano, apesar das vendas e do movimento em redes de varejo tradicionais dos Estados Unidos terem sido os mais fracos em décadas. O anúncio fez as ações do site disparar quase 4%.

Analistas afirmaram que a Amazon é um ponto brilhante raro na temporada de compras de fim de ano em 2008 por causa de sua escala e flexibilidade.

As vendas on-line também foram ajudadas por tempestades de inverno que atingiram grandes partes dos Estados Unidos no último fim de semana antes do Natal.

Em um release em que chama a temporada de compras deste ano de “a melhor da história”, a Amazon afirma que mais de 6,3 milhões de itens foram encomendados pelo site no mundo no pico das compras natalinas, 15 de dezembro. Isso equivale a 72,9 produtos comprados por segundo. No dia mais movimentado, a empresa despachou 5,6 milhões de unidades.

Entratento, a Amazon.com não forneceu informações financeiras sobre as vendas, como por exemplo, como se saíram as margens de lucro da companhia diante da série de descontos aplicados em toda a cadeia de varejo.

Scott Devitt, analista da Stifel Nicolaus, afirmou que o dia de pico da Amazon registrou um aumento de 17% em relação ao verificado um ano atrás, enquanto o volume máximo de entregas correspondeu a um crescimento de 44 por cento.

A Amazon.com despacha mercadorias para mais de 210 países e informou enviou 99% dos produtos encomendados a tempo para o Natal.

Fonte: G1

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A importância da Logística para o Comércio Eletrônico

Posted by Copy Past On dezembro - 25 - 2008

Veja como uma empresa que vende peixes pela InterNET usou a experiência no ramo e a criatividade para solucionar o problema na entrega de peixes vivos.

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80% dos internautas usa a web para compras

Posted by Copy Past On dezembro - 23 - 2008

De acordo com pesquisa realizada pelo MercadoLivre.com em conjunto com a empresa Oh Panel, 7 em cada 10 internautas, já realizaram compras para o Natal via internet. Entre as razões que os levaram a utilizar sites de comércio eletrônico estão: preços melhores (55%), economia de tempo (41,8%), mais opções (33,9%), presentes encontrados somente pela rede (22,7%), mais informações sobre os produtos (17,2%), presentes personalizados (16,7%), formas mais fáceis de envio (12,5%). E somente 5% dos internautas não souberam responder o porque preferem a internet para fazer compras, informa o Mercado Livre.

O estudo mostra ainda que para 22% dos entrevistados, a intenção média de gasto fica entre R$ 151 e R$300, já para 27% o valor gira em torno de R$ 301 a R$ 600, com o índice mais alto de intenção de gastos. Apenas 6,5% dos que responderam à pesquisa declararam a intenção de gastar mais de R$ 1.500, e 4,4% dos entrevistados não sabe ou ainda não tem resposta formada sobre o assunto.

Cerca de 52% dos entrevistados declararam que gastarão mais em 2008, em comparação ao Natal do ano anterior, ou seja, 5 em cada 10 consultados não pisaram no freio na hora de gastar com as festas de fim de ano. Já 25% afirmaram que pretendem gastar a mesma quantia contra 23% que preferem economizar.

O comportamento de compra do internauta também chama atenção. Nada menos do que 42,9% dos entrevistados declararam que só irão comprar os presentes de Natal durante a semana da véspera de Natal. Além disso, 11,2% afirmaram que farão compras um dia antes dadata e 4,1% pretendem adquirir presentes no próprio dia 24 de dezembro.

Ainda de acordo com outra pesquisa realizada pelo MercadoPago, a maior plataforma de pagamentos pela internet de origem latino-americana, a forma de pagamento preferida dos usuários de comércio eletrônico é o parcelamento em até 18 vezes no cartão de crédito. O estudo destaca ainda a crescente adoção desse tipo de plataforma, na qual cada vez mais os usuários aproveitam as vantagens de realizar pagamentos online.

No terceiro trimestre de 2008, o MercadoPago – www.mercadopago.com – teve um crescimento de 87% se comparado com o mesmo trimestre do ano anterior, e um volume de pagamentos de mais de US$81,5 milhões em toda a região.

Entre as vantagens da plataforma online, o MercadoPago permite que os usuários se utilizem das diversas opções de pagamento sem juros e que comprem produtos pela internet de maneira segura, rápida e fácil. Esta opção é ideal para as festas de fim de ano e o Natal, especialmente para os que preferem realizar as compras dessa época do ano por meio da internet

Fonte: PEGN

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Feliz Natal

Posted by Roberto Camargo On dezembro - 22 - 2008

Vocês receberam e acompanharam durante o último ano nossas mensagens e treinamentos sobre comércio eletrônico.

Para 2009 temos algumas novidades, como definitivamente os treinamentos em vídeo e também treinamentos presenciais e online ao mesmo tempo, comunico os detalhes num outro momento.

Gostaria como penúltima mensagem do ano desejar a todos um ótimo Natal, tendo certeza que se vocês se comportaram o ano todo, o Papai Noel será generoso com vocês na Árvore de Natal.

Para expressar melhor nossos desejos, nossa equipe preparou mum vídeo para vocês.

Clique aqui para assistir o vídeo

Abraços,

Roberto Camargo
Katia Barbosa
Hector Ortiz

www.eCommerce.TV.br
www.NossaDigital.com.br

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Datafolha: 64,5 milhões de internautas no Brasil

Posted by Copy Past On dezembro - 8 - 2008

Pesquisa que aponta a Internet como segunda mídia de massa no país.

Importante ressaltar alguns aspectos:
- uso de redes sociais pelas pessoas.
- produção de conteúdo colaborativo e indicações
- uso dos mecanismos de busca

Datafolha: 64,5 milhões de internautas
Pesquisa encomendada pela F/Nazca mostra que usuários estão mais participativos

Realizada semestralmente pelo Instituto Datafolha a pedido da F/Nazca, a pesquisa F/Radar revelou que o número de internautas brasileiros chegou aos 64,5 milhões em agosto de 2008 – 5,5 milhões a mais do que o número registrado no primeiro semestre do ano. Isso significa dizer que 48% de toda a população nacional maior de 16 anos já possui acesso à rede. Ao todo foram realizadas 3.003 entrevistas, distribuídas em 172 municípios, sendo que 40% envolvem regiões metropolitanas e 60%, o interior. “Quando tomamos a iniciativa de começar essa pesquisa, tínhamos a idéia de medir o pulso da realidade. Agora vemos que a internet só tem sua evolução confirmada, pelo crescimento e maior penetração entre os cidadãos brasileiros”, diz Fernand Alphen, diretor nacional de planejamento da F/Nazca.

Com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os resultados mostraram que, mais uma vez, a renda da população não possui ligação direta com o acesso do brasileiro à internet, uma vez que 28% acessaram a rede a partir de locais públicos de acesso pago, como as lan houses; 21% o fazem de computadores de amigos ou parentes; 13%, do ambiente de trabalho; e cerca de 10% a partir de faculdades e universidades.

“O interessante é observar que, em todos os levantamentos, aumenta a certeza de que a internet atinge a sociedade como um todo, independentemente da classe social a que as pessoas pertencem ou da região em que vivem”, acredita Alphen. Para Guilherme Ribenboim, presidente do IAB Brasil e diretor geral do Yahoo no País, esses dados também confirmam a rede como segunda maior mídia de massa do Brasil, o que justificaria mais investimentos na mídia online. “As pesquisas tendem a aumentar a consciência de que a internet viabiliza a comunicação com mais pessoas através de acordos com um número reduzido de veículos”, afirma.

O percentual que diz respeito ao acesso residencial cresceu de 21% no primeiro semestre para 23% neste último levantamento. Houve queda na procura pela internet em postos públicos e gratuitos, como os telecentros, sendo que esse número caiu de 9% da pesquisa de abril para os atuais 6%. Pela primeira vez incluída no estudo, a internet móvel (smartphones, celulares, PDAs e iPhones) apareceu com 6% do total de acessos.

A freqüência com que ocorre o contato do brasileiro com a internet também cresceu, sendo que 38% dos entrevistados afirmaram acessar a web diariamente e 10%, de quatro a seis vezes por semana, o que resulta em 48% de usuários considerados heavy users. Contabilizando os 21% que navegam de duas a três vezes por semana e os 18% que o fazem uma vez por semana, a pesquisa concluiu que 87% dos internautas brasileiros entram na internet semanalmente e que a média de acessos é de quatro dias nesse período.


Conteúdo colaborativo e consumo

Segundo Alphen, um dos pontos de maior destaque da pesquisa diz respeito ao conteúdo colaborativo que circula pelas páginas da internet nacional. Dos 64,5 milhões de internautas identificados pela pesquisa, 55% disseram já terem incluído algum conteúdo na rede. Desses, 46% disseram que essa é uma forma de estreitar o relacionamento com outras pessoas e amigos, enquanto 10% esperam divulgar um trabalho autoral e 7%, ilustrar um fato, história ou notícia veiculado na internet. “Lidar com os conteúdos colaborativos também tem sido um desafio ao mercado publicitário, mas é importante ressaltar que estamos evoluindo com os internautas, e não há razão para achar que estamos defasados com relação aos novos hábitos, já que para os usuários tudo tem caráter de experiência ainda”, diz o diretor.

Dentre as formas de relacionamento online, a maioria ainda mantém a comunicação por e-mail (53%), Messenger (52%) e perfil do Orkut (49%). Do total, apenas 7% disseram se relacionar através de um blog ou site pessoal; 6%, postando comentários em endereços de notícias; 4%, postando ou comentando vídeos no YouTube; e 4%, navegando pela blogosfera em páginas de terceiros.

As navegações, para mais da metade dos internautas (51%), são motivadas pela busca de informações, e 48% dos pesquisados garantiram levar em consideração a opinião de outras pessoas ? mesmo que desconhecidas – antes de efetuar uma compra de qualquer natureza.

Canal de Relacionamento
Já consagrada como ferramenta essencial para a pesquisa de produtos, serviços e melhores condições, a internet se mostra cada vez mais também como importante canal de relacionamento com consumidores, uma vez que 26% dos internautas já publicaram opiniões na rede e 20% já efetuaram alguma reclamação online sobre produtos e serviços.

“Esse é um ponto muito relevante da pesquisa porque, apesar de ser de conhecimento geral a participação dos internautas, confirma que esse boca-a-boca vem tomando proporções importantes e é um alerta para as marcas”, diz Alphen. “É cada vez mais necessário tomar atitudes corretas. As marcas precisam adotar uma postura de transparência, sem posar de boazinhas, e funcionar de vez como a mídia que une o consumidor e o fideliza através de uma postura emocional”, completa.

Para o diretor, porém, é preciso atentar para o uso responsável das informações obtidas nas varreduras feitas pela internet, uma vez que a fronteira entre o que pode causar uma boa ou uma má impressão é muito tênue e a proatividade em reagir pode ser, muitas vezes, considerada uma forma áspera de invadir um espaço e quebrar limites de privacidade dos postadores de opinião.

O estudo apontou ainda que o ativismo do consumidor com acesso à internet aumenta quanto maior a renda e a escolaridade. Dentre os internautas com ensino superior completo, por exemplo, 45% já publicaram opinião sobre produto ou serviço. “Medir o que se fala das marcas na rede terá de ser prática comum às empresas. As pessoas deixaram de levar em consideração apenas o que dizem os conteúdos formais para basear suas escolhas e decisões no que dizem os outros consumidores comuns”, comenta Ribenboim.

Comportamento real frente ao virtual
Como acontece em todas as edições da F/Radar, uma pergunta que foge um pouco do padrão é acrescentada à pesquisa com o objetivo de avaliar o comportamento dos usuários pesquisados. “A proposta é sempre tentar obter respostas para questões ainda mal respondidas”, explica Alphen.

Nesta edição, o assunto pesquisado diz respeito ao sexo virtual. Questionados sobre essa prática, apenas 4% admitiram já terem feito sexo virtual com alguém, enquanto 25% afirmaram conhecer alguém que já tenha feito.

Já quando a pergunta foi se houve a prática real com alguém que conheceu na internet, 10% afirmaram já terem vivido uma relação e 32% disseram conhecer alguém. Mas qual a relevância da pergunta no contexto? “Nós só queremos acompanhar as mudanças de comportamento e saber se há uma tendência de diminuir a hipocrisia e a diferença entre o que se faz e o que se conta. Queremos, na verdade, avaliar a reação das pessoas à nova mídia e ver como as pessoas começam a se sentir mais à vontade diante dela com o passar do tempo”, explica Alphen.

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Comércio eletrônico é mais de 40% das vendas da Saraiva

Posted by Copy Past On dezembro - 1 - 2008

Uma das maiores redes de livrarias de São Paulo é prova concreta de que publicidade na internet é um dos meios mais eficazes de divulgação de anúncios. De acordo com a Saraiva, terceira maior empresa de varejo na internet (dados da Comscore), o e-commerce (comércio eletrônico) da rede representa cerca de 40% do seu faturamento bruto.

Fonte: SEM Brasil

Coméntrário Roberto Camargo
Já vi alguns casos do comércio eletrônico equiparar ou até ultrapassar que as vendas de pequenas empresas que iniciaram com lojas físicas, mas ver uma grande empresa como a Saraiva também ter o e-commerce beirando o faturamento das vendas físicas, é muito importante para a definição das metas para 2009 nas empresas que ainda não decidiram iniciar sua cida de comércio através do mundo virtual.

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